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Orlando Fedeli e a Montfort: os únicos fieis!

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Depois desse Concílio surgiram tantas divisões entre os católicos, nasceram tantos tipos diferentes e tantos modos diversos de ser católico, que a definição normal já não diz nada para as pessoas comuns. Ficou necessário acrescentar um outro adjetivo à expressão da única religião e da única fé verdadeiras. E o acréscimo necessário para se definir qual a religião católica que se tem, demonstra que se perdeu a unidade da Fé.

Hoje há católicos tradicionalistas e católicos seguidores do Vaticano II.

Mas, mesmo nesses dois grupos não há unidade. Os que se afirmam contrários ao Vaticano II se dividem em sedevacantistas e inimigos do sede vacantismo; lefevristas e campistas, seguidores da Fraternidade de São Pedro e, fiéis do Barroux, etc. Os seguidores do Vaticano II, por sua vez, se dividem também em Modernistas explícitos, como Guitton e os Cardeais Kasper, Lehman, Martini, Koenig e Arns, ou seguidores moderados do Vaticano II, como os cardeais Ratzinger e Castrillón Hoyos.

Há os seguidores do “espírito do Vaticano II”, e os seguidores da “letra do Vaticano II”. Há católicos seguidores da marxista Teologia da Libertação, e há os católicos carismáticos. Há os que se dizem católicos conservadores, do tipo Opus Dei, e os que seguem a orientação “jesuítica”. Há católicos da “Comunhão e Libertação”, seguidores de Monsenhor Giussani, e os da Canção Nova. Há católicos tefepistas e os que seguem a banda dos Arautos do Evangelho, ex-devotos de Dr. Plínio e de Dona Lucília. Há os católicos seguidores de Chiara Lubich, e os seguidores da cismática Vassula Ryden. Há os católicos do Neo Catecumenato, fanáticos de Kiko Arguelo, e os católicos do Padre Gobbi. Há católicos ditos ultramontanos, e católicos liberais. Há os aparicionistas, que acreditam em tudo quanto é visão, e os seguidores de Frei Betto, que só crêem em Betto, Marx e Boff.

Enfim, há de tudo. Só é difícil de encontrar quem seja Católico Apostólico Romano, apenas, sem nenhum adjetivo a mais.”

“Nós que queremos ser Católicos Apostólicos Romanos, sem nenhum adjetivo a mais.”

Fonte: montfort.org.br

A CNBB não é a Igreja.

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Que confusão a sua!

Você está identificando a CNBB com a Igreja. A CNBB não é a Igreja.

Esse é um erro clamoroso.”

“A Igreja condena o socialismo, e afirma que ninguém pode ser católico e socialista ao mesmo tempo.”

O PT é oficialmente socialista e concretamente comunista.

E a CNBB criou o mito Lula, e sempre apoiou Lula e o PT.”

“ O PT é oficialmente favorável ao aborto.

A Igreja excomunga quem defende o aborto,

A CNBB apóia Lula apesar de ele favorecer o aborto e ter aprovado os uso de embriões (seres humanos) para experiências.”

“ A Igreja condena a greve de fome como suicído, ou como tentativa de suicídio.

Um Bispo da CNBB está fazendo greve de fome. Quando se ouviu coisa igual?

A CNBB apoiou o Bispo que escandalosamente está fazendo greve de fome…”

“A Igreja reconhece o direito de propriedade como um direito natural, e diz que é pecado mortal pegar o que é de outros, e mesmo cobiçar o que é dos outros.

A CNBB ajuda e incentiva o MST a invadir propriedades alheias, coisa condenada por dois mandamentos da lei de Deus.”

“ A Igreja reconhece o direito natural de legítima defesa.

Agora o PT — como fizeram sempre os partidos comunistas para tomar o poder — promove o desarmamento da população, enquanto procura tomar o Estado com mensalões e mentiras, elegendo um pizzaiolo-mór comunista para Presidente da Câmara de Deputados. “

“A CNBB apoia o desarmamento do povo. Mas ela provavelmente se calará quando as armas dos comunistas fuzilarem os católicos.”

“ Cristo disse aos Apóstolos – aos Bispos – “ide e ensinai”

A CNBB — infelizmente — ensina o quê?”

“A Montfort segue, sim, o que ensina a Igreja, na forma como a Igreja o exige [1]

Fonte: montfort.org.br

 

O que diz Orlando Fedeli sobre a CNBB?

A CNBB SÓ LANÇA MANIFESTOS VAZIOS DE FÉ E INDIGESTOS DE MARXISMO.

 

Orlando Fedeli: “A Campanha da CNBB deste ano — como todas as outras — já foi por água abaixo. Bispo devia se preocupar em difundir a Fé, ensinando a todos, como Jesus mandou, e não a fazer demagogia ecologista ou agitação comunista. Imagine: “Águas”!!! ???

O que a CNBB faz é inundar o Brasil com um dilúvio verborrágico que ninguém lê. Nem padres. Será que você não percebeu que a CNBB só lança manifestos longos, chatos, indigestos? Vazios de Fé. Indigestos de marxismo.”[5]

 
 
 

SILÊNCIO CÚMPLICE E ACOBARDADO DA CNBB COM COMUNISTAS E ABORTISTAS

 

Orlando Fedeli: “Muitos Bispos — especialmente os ligados à Pastoral da Terra, e à Teologia da Libertação — sabem perfeitamente que Lula é abortista e comunista, que ele é ligado a Fidel Castro, às FARCs, Chávez e Morales, e que pretende impor ao Brasil uma república bolchevista.

Outros Bipos sabem disso, mas temem manifestar sua oposição.

É o apoio dos bispos marxistas e o silêncio acovardado de muitos Bispos que promovem a vitória de Lula.

Por que a CNBB não se manifesta condenando o PT como partido comunista e abortista?

Por que a CNBB não condena Lula como abortista?

Por que a CNBB não proclama, em alto e bom som, que votar num candidato abortista, como Lula, é incorrer em excomunhão?

Por esse silêncio, cúmplice ou acovardado da CNBB, cairá a responsabilidade pelas desgraças que advirão a nossa pátria com a possível vitória do demagogo comunista que lidera o PT, partido que, segundo o procurador Geral da República, teve muitos de seus dirigentes conluiados numa verdadeira quadrilha, assaltante do Estado.”[6]

 
 
 
 
 

BISPOS FARISEUS: NO SHOPPING DE JEANS E CAMISA ABERTA

 

Orlando Fedeli: “ Você me fala dos Bispos de batina… E solenes… Pois soube de um, que teve destaque no Pacaembu na cerimônia de ontem à noite, e que costuma ir ao shopping de sua cidade de camisa aberta e de calças jeans… Ontem, ele estava solene, lá no Pacaembu. Ainda bem. Pelo menos uma vez.”[8]

 
 
 

PARA O CLERO NACIONAL NADA É PECADO

“Que contradições entre o que o Papa disse à juventude brasileira — que ela deve praticar a castidade — e o que lhe diz o clero nacional: que nada é pecado.”

“Que contradição entre a defesa que Bento XVI fez do celibato com o mau clero que escandalosamente sonha ter sogra. (Um seminarista me comentou que quando o Papa falou em castidade, certamente alguns padres moderninhos foram pegar o dicionário para saber o que seria aquilo…).”[9]

CNBB É A FONTE DA VERBORRÉIA ECLESIÁSTICA MAIS INÚTIL

Orlando Fedeli: “Após o Vaticano II, nasceu a mania de reuniões, manifestos, palavrório. Tudo se discute. Para tudo se fazem planos. E quem dá o pior exemplo é a CNBB que tem pastorais e comissões para tudo. É da CNBB que nasce a verborréia eclesiástica mais inútil.”[12]

“É por isso que eclesiásticos, vários de origem franciscana — [Arns, o Cardeal Hummes, o ex frei Boff...] — muito contaminados por idéias ligadas ao milenarismo dos fraticelli, e pelo Modernismo, apoiaram a fundação, a expansão, e a atuação do PT. Também apoiaram o PT, esse partido marxista-cristão(???), os frades modernistas dominicanos das Perdizes, filhos do Modernismo de Chenu, e do Pe. Congar. No convento dominicano das Perdizes se formou uma ativa célula comunista, que apoiou a guerrilha comunista de Marighela. O semi-frei Betto teve participação inglória nessa guerrilha, participação que o tornou amigo de Fidel, que o fez conselheiro de Lula, já que este último só se podia mover tendo alguém aconselhando-o ao pé do ouvido, sobre o que devia falar ou calar. Frei Betto — disse-o agora Dom Arns — era “o nosso representante junto a Lula” (Dom Paulo Evaristo Arns, entrevista “Estou decepcionado com o governo Lula”, diz Dom Paulo, in “Diário de São Paulo” – 24.07.2005, p. A 3).”

“Não há, então, como negar que o PT foi apoiado pelo clero modernista, o que é uma razão a mais para sair desse partido de origem herética.

“Lula foi o operário-símbolo escolhido para liderar esse movimento político, aplicador da Ost Politik, do castrismo, e da Teologia da Libertação.

“Foi o tempo das greves do ABC, para as quais Dom Hummes cedeu a sua Catedral. O Templo de Deus foi asilo de agitadores marxistas.

“Dom Hummes disse que recebeu pedradas junto com Lula e seus grevistas… O mesmo Dom Hummes que declarou Lula “um católico a seu modo”, mesmo depois que ele patrocinou e aprovou a lei dos transgênicos, essa fraude pseudo científica.

“Isso mostra como o clero modernista e filo socialista estava unido ou mancomunado com o projeto Lula–PT para realizar a República Socialista Operária Petista, aliada a Fidel.

“Foi a CNBB, através de Dom Morelli, de Dom Casaldáliga, um sandinista de batina e báculo, de Dom Tomás Balduíno, que promoveu o que o ex Frei Boff e o semi-frei Betto, — ambos comunistas — queriam e preparavam de acordo com a ideologia marxista, que eles adotaram e patrocinaram.”

“Com as bênçãos da CNBB. Porque a CNBB tem grande culpa na vergonha atual que sofremos, por promover esse Partido “Cristão” “à sua maneira”. À maneira da CNBB.”[13]

BISPOS DA CNBB PREFEREM O MARXISMO AOS ENSINAMENTOS DA IGREJA

Orlando Fedeli: “Esses Bispos e Cardeais, em vez de crer no que sempre ensinou a Igreja – que é impossível um socialismo cristão—preferiram crer na Teologia da Libertação apoiando o marxismo do PT.

Acreditaram na “santidade” de Lula, “católico à sua maneira”, como o “absolveu”, a seu modo, o Cardeal Hummes.”[14]

A CNBB ATUA NA PENUMBRA DAS SACRISTIAS MODERNISTAS

Orlando Fedeli: “Diante de tudo isso, muita prezado Deputado — que não quero confundir com a quadrilha marxista dirigente do PT — só posso lhe dizer, em nome da doutrina católica, que o senhor quer defender: saia imediatamente desse partido anti católico.

“Claro que o senhor deve ter sido levado a ele por conselhos que lhe deram em alguma sacristia.

“Desconfie, senhor Deputado, de conselhos esquerdistas sussurrados por clérigos modernistas, na penumbra das sacristias.

“Veja como o Deputado Severino, aquele que passou um pito num Bispo, acusando a CNBB de não fazer nada na defesa da moral católica, acabou, ele mesmo, favorecendo o projeto dos transgênicos, assim como a questão dos homossexuais. Assim são os católicos – não me refiro ao senhor — “aconselhados” na penumbra das sacristias modernistas…”[17]

SEMINÁRIOS DE HOMOSSEXUAIS, FREIRAS AMANTES DE BISPOS.

Orlando Fedeli: “Uma aluna minha contou-me que no seminário central de uma grande capital brasileira, os seminaristas, ao se encontrarem, depois de descerem dos ônibus que os trouxeram de várias procedências, saem de mãos dadas, como namorados.”

“Ainda agora, um Bispo socialista da CNBB declarou sobre os escândalos de pedofilia que isso não deveria espantar porque “os padres são seres humanos” (não me lembro das palavras textuais, mas o sentido era esse).”

“Uma outra revista publica um entrevista de uma ex-freira que prova, com fotos, que ela foi amante de um Bispo.”[20]

NÃO RECOMENDO NENHUM SEMINÁRIO

Orlando Fedeli: “Recomendo-lhe que reze muito para que Deus mantenha sua vocação sacerdotal.

Não conheço, hoje, nenhum seminário que lhe pudesse recomendar. Normalmente, os seminários ensinam modernismo e não catolicismo. Por isso, recomendaria que você aguardasse um pouco os acontecimentos que estão para ocorrer na Igreja. Consta que o Papa Bento XVI poderá logo mais liberar a Missa de São PIO V. Caso a Fraternidade Sacerdotal São PIO X volte então a estar bem unida ao Papa, certamente haveria possibilidade de ir estudar Filosofia e Teologia em seus seminários. Enquanto porém, essa Fraternidade não estiver em perfeita união com o papa será preciso aguardar os acontecimentos com paciência.”[21]

OS SEMINÁRIOS FORMAM PADRES RIDÍCULOS

Orlando Fedeli: “A Nova Missa fez do sacerdote um show man. E para atrair o povo, os seminários se preocupam em formar padres “simpáticos” (ridículos), “atraentes” (bonitinhos), labiosos” (parladores ignorantes). Já não se distribui ao povo fiel o pão da palavra de Deus. O novo clero demonstra uma ignorância teológica ao nível de suas virtudes…[22]

MAU GOSTO DE BISPO AUXILIAR DE SÃO PAULO

Orlando Fedeli: “O altar foi escolhido não pelo Papa, mas por um Bispo Auxiliar de São Paulo, que julgou o altar artisticamente belo e não pelo fato de ser da Canção Nova.

Certamente vou procurar ver com atenção o tal altar da canção nova que o Bispo considerou belo…

Sabendo do mau gosto artístico da Canção Nova, confesso-lhe que temo muito que o gosto do Bispo seja do mesmo valor.” [23]

BOM PADRE NÃO TEM CARRO NEM TRABALHA COM MULHERES

Orlando Fedeli: “Não procure os bons sacerdotes dando aulas nas Faculdades de Teologia que se multiplicam por aí. Lá, praticamente, só podem dar aulas padres comprometidos com a heresia modernista.”

“Não procure os bons padres entre os que aparecem e que são nomeados para cuidar de paróquias ricas e centrais.”

“Não procure os bons padres entre os que se vestem como janotas, que têm carro bom e secretárias. Os bons padres andam a pé — à evangelica — usam só batina preta e nunca têm secretárias, nem mulheres como “gerentes” de igreja.”

“É bem difícil, hoje, encontrar um bom padre.”[25]

DÍZIMO: HERESIA MODERNISTA

Orlando Fedeli: “Quanto ao dízimo, veja na porta das igrejas como se dá importância a pagar o dízimo, e como não se dá nenhuma importância aos dogmas da Fé. Certas paróquias católicas, de fato, infelizmente estão tão protestantizadas, que a elas cabe bem o provérbio crítico que se fazia às igrejolas protestantes: “Reze, pague e obedeça”. Sobretudo, pague!

E foi depois do Vaticano II que se espalhou a heresia modernista de Loisy, de que Cristo não fundou a Igreja, mas que o dízimo é importante para o verdadeiro cristão… “[26]

MINISTROS DA EUCARISTIA: INVENÇÃO DESASTROSA DO CONCÍLIO

Orlando Fedeli: “Após o Concílio Vaticano II e a infeliz e errada reforma da Liturgia de Paulo VI surgiram muitos abusos, que o Papa atual, agora, graças a Deus, procura coibir.

Um desses abusos foi a invenção desastrosa dos “Ministros da Eucaristia”.”[27]

A TRAIÇÃO DE DOM FERNANDO RIFAN

Orlando Fedeli: “A Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, dirigida por Dom Fernando Rifan, fez um acordo com Roma, para ter permissão de rezar a Missa de São Pio V. Para isso, o então Padre Rifan, concordou em aceitar o Concílio Vaticano II e a Missa Nova que ele combatera durante décadas. O resultado é que ele e alguns padres passaram a defender a Missa Nova, e Dom Rifan até concelebrou uma Missa nova em Aparecida. Agora, Padres mais jovens dessa Administração assistem e aceitam a Missa Nova. Isso revoltou boa parte do povo de Campos, que duarnte décadas Padre Rifan levara a condenar a Missa Nova. O mesmo Padre Rifan, anos atrás condenara o acordo que Dom Gérard, da Abadia do Barroux fizera com o Vaticano. Depois, ele fez o que havia condenado.

Agora a Fraternidade São Pio X está conseguindo a liberação da Missa de sempre sem aceitar o Concílio Vaticano II e sem aceitar a Nova Missa de Paulo VI. Sem fazer acordos que padre Rifan chamava de traição. De modo que Dom Rifan abandonou a batalha na véspera da vitória…

Imagine a frustração desse Bispo.

Abaixo lhe passo cópia da carta do, então, Padre Rifan a Dom Gérard, condenando como traição o acordo que esse abade fizera com Roma. Depois, Padre Rifan fez igual. (Os destaques nessa carta estão como os recebi)

In Corde Jesu, semper,

Orlando Fedeli

Carta profética do Padre Rifan condenando Dom Rifan

http://www.tradblogs.com.br/bomcombate/pivot/entry.php?id=12

Barroux, 3 de julho de 1988.

Caríssimo Dom Gérard Calvet

Laudetur Jesus Cristus !

A amizade sincera que nos une, ao Sr. e ao Mosteiro do Barroux e do Brasil, me leva a abrir-lhe um pouco os sentimentos do meu coração sacerdotal.
Creio que só o amor de Nosso Senhor, da Santa Igreja e das almas nos move.
Tomei conhecimento da visita dos enviados de Roma ao nosso caríssimo Mosteiro do Barroux. Certamente vão propor acordos.
Ao estudar detalhadamente o caso de D. Lefebvre, pude constatar a verdadeira cilada em que procuravam nos envolver. Eles não são sinceros. Eles o demonstraram: logo depois de assinado o protocolo, eles já queriam mais: que reconhecêssemos os erros que cometemos (doutrinários); a celebração de uma Missa nova em S. Nicolás, etc…

Vejamos o que aconteceu com D. Augustin! Começou apenas se separando de nós. Agora já está dando a comunhão na mão! O caminho é escorregadio. Começou apenas querendo a legalidade. Depois, teve que receber o bispo para celebrar missa no Mosteiro. Terminou com a comunhão na mão!

Nosso Senhor mandou-nos unir a simplicidade da pomba à esperteza da serpente.
Caríssimo Dom Gérard, o amor que temos ao Mosteiro nos impele a pedir-lhe que não faça esses acordos com quem não quer o bem da Igreja.

O cardeal Gagnon declarou (eu li nos jornais do Brasil) que a tática do Vaticano agora será tratar bem os Tradicionalistas a fim de separá-los de D. Lefebvre. Dividir para vencer é claro: se ficarmos todos juntos, os inimigos temerão e recuarão. “Vis unita fit fortior”. Se houver acordo da parte de qualquer um de nós, será o enfraquecimento geral da Tradição. O melhor serviço que podemos prestar à Santa Ireja é resistirmos juntos.
Foi em nome dessa união que nós publicamos em nosso boletim “Heri et hodie” o seu sermão “5 Razões para a sagração Episcopal onde o Sr. nos conclama a ter confiança em Dom Lefebvre. Como os eu artigo ajudou a aquietar os ânimos!

E ademais temos que olhar a situação da Igreja toda e não apenas resolver nosso caso particular. Seria uma traição à causa pela qual juntos combatemos há tanto tempo.

Tanto mais que eles confessaram a tática insidiosa. Seria o cúmulo da ingenuidade cairmos nesta armadilha.

Outrossim todos sabem que Deus reservou ao Sr. um papel providencial na Igreja hoje. Todos conhecem o bem que Deus fez por seu intermédio e por sua influência.

Caríssimo D. Gérard, é a cristandade de amanhã que implora a sua firmeza. Ajudai-nos, com o seu exemplo, a ficarmos firmes.

Se o Mosteiro do Barroux faz o tal acordo, o caro Dom Gérard já pensou na turbulência que haverá nos meios tradicionalistas ? !

E as divisões que ocorrerão dentro do Mosteiro ?! No Brasil, a repercussão será péssima. O Mosteiro da Santa Cruz poderá até desaparecer.

Os fiéis de Campos lá não irão mais. Os nossos padres não darão mais apoio. As vocações desaparecerão. E os que lá estão talvez saiam todos. Seria uma desgraça! E depois de todo o apoio dado pelos padres de Campos, de todo o esforço feito pelo Padre Possidente pelas vocações no Mosteiro percorrendo com os monges toda a diocese, uma traição destas seria uma decepção para toda a diocese de Campos e para todo o Brasil.

Tenho recebido muita correspondência do Pe. L. M. de Blignière e acompanhado o seu retrocesso. A revista “30 Giorni” [publicou um artigo sobre sua nova posição mostrando como os Tradicionalistas podem se “converter” ao progressismo. Não sei porque esse empenho dele em defender a liberdade religiosa do Concílio, fazendo uma exegese tradicional do texto, se a própria Roma o interpreta no sentido de “Assis”?! Pelos frutos se conhece a árvore: a árvore boa não pode dar maus frutos. “Assis “é fruto da “Dignitatis Humanae”.

O Ecumenismo atual, o indiferentismo religioso dos Estados patrocinado pelo Vaticano, a laicização da sociedade, são frutos da “Dignitatis Humanae”. E o próprio Cardeal Ratzinger confessou ( em entrevista ao “Jesus”) que a “Dignitatis Humanae” é o anti Syllabus !

E não se pode argumentar pela ortodoxia afirmando que, em outro lugar, se disse a verdade. É preciso reconhecer que estamos lidando com Modernistas e com um Concílio Modernista ! São Pio X já os desmascarou na “Pascendi” quando disse: ao lermos uma página deles temos a perfeita doutrina tradicional, mas ao virarmos a página nos deparamos com a heresia.

É bom lembrar o princípio de que a pior moeda falsa é a que mais se parece com a verdadeira. E tanto mais perigosa quanto mais se parece!

Caríssimo Dom Gérard, peço-lhe desculpas por escrever tudo isso, mas foi a nossa amizade sincera e o amor do nosso Mosteiro, que me levou a escrever tudo o que escrevi. A hora é grave, continuemos unidos na
oração e na identidade de doutrina. Que o seu entusiasmo pela causa da Igreja continue nos animando sempre.

Que Nossa Senhora da Santa Esperança nos guarde unidos no mesmo ideal.
Seu

In Jesus et Maria.

Pe. Fernando Arêas Rifan.”[28]

 
 
 
 
 
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[3] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20070723120440〈=bra
 
[4] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=politica&artigo=20040726104050〈=bra
 
[5] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050412124357〈=bra
 
[6] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=politica&artigo=20061023091428〈=bra
 
[7] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=outros&artigo=20070802172936〈=bra
 
[8] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=papa&artigo=chegada_papa〈=bra
 
[9] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20070509181348〈=bra
 
[10] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050224225741〈=bra
 
[11] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20040902162802〈=bra
 
[12] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20050309201910〈=bra
 
[13] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=politica&artigo=20050803125625〈=bra
 
[14] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.
 
http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=politica&artigo=ptbras〈=bra
 
[15] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20051001145753〈=bra
 
[16] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20040823154724〈=bra
 
[17] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=politica&artigo=20050803125625〈=bra
 
[18] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20070618233706〈=bra
 
[19] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=bispo_modernista〈=bra
 
[20] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20040824112229〈=bra
 
[21] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20051125123814〈=bra
 
[22] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228〈=bra
 
[23] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=rcc&artigo=20070508115213〈=bra
 
[24] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20060101164027〈=bra
 
 
 
[25] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=outros&artigo=20060124152256〈=bra
 
[26] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20041029173319〈=bra
 
[27] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20040731030329〈=bra
 
 
 
[28] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=outros&artigo=20040929095035〈=bra

Orlando Fedeli x Papas

QUALQUER FIEL PODE FAZER UM JUÍZO PESSOAL DAS ATITUDES DE UM PAPA

Orlando Fedeli: “João XXIII, em sua juventude, no seminário em Roma, foi amigo íntimo do modernista Ernesto Buonaiutti, autor do manifesto do Modernismo. Buonaiuti foi excomungado pelo papa São Pio X.

Depois, Monsenhor Roncalli foi padre piqueteiro patrocinando greves em fábricas, e fomentador do modernismo no seminário de Bergamo, onde ele ensinava. Foi processado por Roma poor defender teses modernistas. Foi amigo do Abbé Lambert Beauduin, um modernista responsável pelo Movimento liturgicista. Beauduin foi um ecumenista furioso, fundador da Abadia de Amay cujos monges apostataram em massa. Foi ele também o visado pela condenação do ecumenismo na encíclica Mortalium Animos de Pio XI contra o ecumenismo.

João XXIII foi amigo do maçon Yves Marsaudon com quem procurou harmonizar maçonaria e catolicismo. Foi protetor dos padres operários franceses, e fez o acordo de Metz com a URSS em 1962.

João XXIII foi, com Paulo VI, um dos fautores do Vaticano II, concílio que defendeu as teses do Modernismo, como provei em meu trabalho “Resposta ao Instituto Paolo VI de Brescia”, (veja no site Monfort).

Qualquer fiel pode fazer um juízo pessoal das atitudes de qualquer pessoa, inclusive de um Papa, desde que haja fundamento para isso.”[1]

OS PAPAS DO VATICANO II: HOMENS DE CERVIZ DURÍSSIMA!

 

Orlando Fedeli: “Em Fátima, em 1917, apareceu a Virgem Maria vestida de Sol.

Em vão, seus apelos se dirigiram aos Papas. Eles assinaram os acordos de Metz com a URSS e com a B´Nai Brith.

Em vão, pediu a Virgem que se voltasse para Cristo. Paulo VI voltou-se para a ONU, e a declarou a única esperança de paz para o mundo.

A paz de Cristo não veio. Veio a paz da ONU. Ela chegou com Bin Laden e com Bagdá.

Em vão, a Virgem Maria pediu aos Papas que consagrassem a Rússia ao seu Imaculado Coração, prometendo que, se isso fizessem, teriam paz. Pio XII e João Paulo II consagraram o Mundo, e não a Rússia. Daí, os castigos vieram como foram prometidos, em Fatima: guerras contínuas desde 1936.

Ó homens de cerviz duríssima!

Os do Vaticano…

Os do Vaticano II.

Em vão Nossa Senhora pediu penitência. Em vão pediu que se rezasse o terço. Preferiu-se o blá blá blá carismático do Concílio Vaticano II.

Em vez de rezar, preferiu-se o diálogo com o mundo.

Em vez de expor a doutrina de sempre, preferiu-se redigir “Manifestos”, longos, prolixos, indigestos. E heréticos. E marxistóides, boffentos e castristas. A CNBB especializou-se nessas peças heréticas materialistas, insuportáveis e vazias.

Profanou-se até a Missa. Fizeram-se as missas ecumênicas, protestantes e macumbíferas.

Em vez de penitência se organizou a “pastoral do turismo”… A pastoral da praia.

O clero debandou. Os conventos se laicizaram. Os seminários se esvaziaram. A caridade virou filantropia. Tudo porque se convocou um Concilio que Nossa Senhora de Fátima prevenira que não fosse convocado. Tudo porque se mudou a Liturgia sacrossanta por uma missa nova, fabricada por um maçom e seis pastores protestantes. As igrejas ficaram desertas, e parece até que a abominação da desolação entrou no lugar santo.

A fumaça de satanás entrou no templo de Deus.

Assim se instalou a “civilização do amor”…

Buscou-se a unidade sem a verdade. Em nome do ecumenismo…” [2]

JOÃO XXIII ATRELOU A IGREJA AO COMUNISMO

Orlando Fedeli: “O PT nasceu da Teologia da Libertação. Foi o braço e o punho fechado –comunista –executante dessa Teologia.

Ora, a Teologia da Libertação só surgiu porque o “bom” Papa João XXIII, em 1962, havia feito o acordo de Metz com a URSS, atrelando a Igreja ao Partido Comunista.

Desse acordo inacreditável da Igreja, com o comunismo, que João Paulo II chamou a Ideologia do Mal, nasceu a Ost Politik do Vaticano, liderada depois por Paulo VI e pelo Cardeal Casarolli.

Todo erro precisa se justificar. Daí a necessidade de justificar teologicamente o absurdo do acordo de Metz e da Ost Politik.

Durante anos a CNBB e os Bispos líderes da Teologia da Libertação apoiaram o PT, organizando para ele e para a revolução comunista as CEBS, pregando o marxismo e a propaganda petista nos sermões, fazendo das paróquias verdadeiras células comunistas e focos de guerrilha doutrinária, e, por vezes, armada.

O então Bispo de Santo André, Dom Cláudio Hummes, abriu sua catedral a Lula e a seus grevistas. Agora, Dom Hummes contou que participou de ações grevistas recebendo pedradas, com Lula.

O PT era o comunismo com máscara católica, nascido nas sacristias revolucionárias. Usou-se a religião para favorecer um partido de filosofia anti católica. E isso é traição à Fé.”[3]

JOÃO XXIII E PAULO VI NA ORIGEM DA TEOLOGIA HERÉTICA DO CONCÍLIO

Orlando Fedeli: “Desses acordos cúmplices com o “socialismo” da URSS nasceu a chamada Ost Politik do Vaticano.

João XXIII recebeu Adjubei, o genro do ditador assassino Kruschev.

Paulo VI recebeu Gromyko.

E por onde passa um lobo comunista, passa a alcatéia inteira do partido.

Paulo VI favoreceu enormemente o marxismo internacional, promovendo a Ost Politik através de Monsenhor — depois Cardeal — Casarolli, e insuflando o socialismo revolucionário na Conferência de Medellin.

Nascida da adaptação da Igreja ao mundo moderno, promovida pelo Concílio Vaticano II, para justificar a Ost Politik vaticana, e para promover o marxismo-cristão(???) é que se elaborou então a famigerada Teologia da Libertação, que o ex Frei Leonardo Boff definiu como “marxismo na Teologia.”

Foi com base nessa Ost Politik, e na Teologia da Libertação — sem falar da lógica interna da heresia igualitária do Modernismo — que eminentes figuras do clero aderiram a essa teologia herética.” [4]

JOÃO XXIII E PAULO VI, ANSIOSOS POR ENTRAR EM DIÁLOGO COM O DIABO

Orlando Fedeli: “Ao contrário do pacifismo otimista de João XXIII e de Paulo VI, ansiosos por entrar em diálogo e em acordo com o mundo – e, não esqueçamos, que o Príncipe deste mundo é o diabo”. [5]

JOÃO XXIII, AMIGO DE MODERNISTAS E MAÇONS

Orlando Fedeli: “Quanto ao Modernismo de João XXIII, isso é mais do que conhecido. Ele foi extremamente ligado ao líder dos Modernistas italianos, o Padre Ernesto Buonaiutti, desde os tempos em que ambos eram seminaristas. Buonaiutti foi padrinho de Roncalli em sua ordenação. Como ele foi também amigo do modernista Padre Lambert Beauduin, e do grão mestre da maçonaria Barão Yves Marsaudon, a quem o então Cardeal Roncalli aconselhou permanecer na Maçonaria.”[6]

“A vida de João XXIII tem sido totalmente manipulada pala mídia e pelos progressistas.

Esconde-se que ele foi amigo dos piores modernistas italianos — Ernesto Buonaiutti e Niccola Turchi. Esconde-se que ele mesmo foi processado pelo Santo Ofício por suspeita de Modernismo. Esconde-se seus acordos com maçons Marsaudon, em Paris. Esconde-se seu papel no Acordo de Metx entre o Vaticano e a URSS.

Até o cadáver dele tem sido usado para a propaganda. João XXIII determinou, em seu testamento, que tomassem o máximo cuidado com a preservação química de seu cadáver, embalsamando-o com todo o cuidado, a fim de evitar o que acontecera com o cadáver de Pio XII, que explodiu horrivelmente ao ser levado para Roma.

O cadáver do Papa João foi prudentissimamente embalsamado com todos os recursos mais modernos da Química. Entretanto, esse cadáver está exposto no Vaticano, sem aviso nenhum de que não se trata de milagre, como aconteceu com o corpo de São Pio X…”[7]

BENTO XV FOI INIMIGO PESSOAL DE SÃO PIO X E LÍDER MODERNISTA

Orlando Fedeli: Quanto a Bento XV, ele foi inimigo pessoal de São Pio X, e era um dos líderes progressistas, para não dizer modernistas, no Vaticano . Ele assumiu o nome de Bento, em, homenagem a um personagem do romance Il Santo do Modernista Antonio Fogazzaro, romance condenado ao Index por São Pio X. Durante seu pontificado, Bento XV seguiu diretrizes opostas às que adotara São Pio X.”[8]

PAULO VI ESCONDIA UMA DOUTRINA ESPÚRIA: A IGREJA SOVIÉTICA

Orlando Fedeli: “Ora, o Concílio Vaticano II adotou uma linguagem ambígua, — uma língua dupla — e, por vezes, até polissêmica. Daí as várias interpretações e leituras que ele causou, a ponto de Bento XVI garantir que dele ainda não foi dada a interpretação legítima oficial. É conhecida a confissão feita por um perito conciliar de que eles adotariam uma linguagem “diplomática” da qual, depois, tirariam as conseqüências que lhes conviesse.E foi o que aconteceu. A linguagem dupla — ambígua e capciosa — dos textos do Vaticano II causou todo o mal dos anos pós conciliares, dividindo os católicos em inúmeros grupos, cada um dando uma interpretação diversa da doutrina conciliar.

“Graças a Deus, crescem os que rejeitam essa ambigüidade proposital do Vaticano II e clamam pelo retorno da doutrina clara anterior a João XXIII. Porque, como confessou Padre J.B.Libânio do linguajar do Vaticano II:

“A linguagem é a grande via dos equívocos”.

“Isso é verdade, quando se usa uma linguagem dupla, condenada por Deus, pela honestidade e pelo bom senso. E Padre Libânio se alegra com essa duplicidade de linguagem que permitiu enganar os Bispos ingênuos.

“O próprio Paulo VI assina os documentos do Concílio com o título de “episcopus ecclesiae catholicae”. Esse título permite um duplo sentido. Num primeiro sentido, vale de todo bispo. Assim um bispo de uma diocese é bispo da igreja católica, situada na cidade ou região de que é bispo. Ou pode significar que o Papa é o único bispo da Igreja católica, isto é universal”.

“É realmente espantoso!

“Essa maneira nova de se intitular, usada por Paulo VI, tinha, então, escondida e insinuada em seu bojo, uma doutrina espúria: sem negar que o Papa é o Supremo Pontífice da Igreja, se insinuava, por meio de uma ambigüidade, que o Papa era um Bispo igual a qualquer outro Bispo, sendo apenas o Bispo de Roma. E essa ambigüidade gerava a possibilidade de democratizar a Igreja, acabando como seu caráter hierárquico. Razão teve, então, o perito modernista Yves Congar ao dizer que o Vaticano II teve papel idêntico que os Estados Gerais da Revolução Francesa, em 1789, que liquidou o poder do Rei da França, preparando seu futuro guilhotinamento. O Concílio Vaticano II, por sua ambígua doutrina da Colegialidade, prepara o destronamento do Papa.

“O Vaticano II lançou as bases ambíguas e movediças de uma Nova Igreja igualitária e democrática. “Comunitária”, como gosta de proclamar desinibidamente o novo clero, ansioso por ter sogra. O Concílio lançou as bases frouxas de uma igreja nova diametralmente oposta ao que é a Igreja católica Apostólica Romana. Daí, Padre JB Libânio falar em eclesiológica“revolução copernicana”realizada pelo Vaticano II. Copernicânica, sim, porque trocou o centro da Igreja. Antes o centro era o Papa. Agora, na Nova Igreja Soviética, o centro é o Povo.

“Padre Libânio repele a Igreja de sempre, a Igreja hierárquica, e propõe uma Nova Igreja igualitária, soviética, inspirada na ambigüidade do Vaticano II.”[9]

PAPA JOÃO PAULO II FRACASSOU NO SEU ECUMENISMO

Orlando Fedeli: “O Papa João Paulo II apoiou intensamente o ecumenismo. E apesar de todos os seus esforços e medidas para agradar os hereges nenhum deles se converteu ao catolicismo.

O Ecumenismo não só não converteu nenhum herege à Igreja, como teve um efeito péssimo: dividiu os católicos.”[10]

PAPA JOÃO PAULO II DEIXOU UMA HERANÇA DE DIVISÃO

Orlando Fedeli: “Contrariamente ao aplauso geral, a realidade mostra que João Paulo II, apesar de seu enorme valor humano, deixou uma herança de divisão. Ele que foi o papa do ecumenismo, nem conseguiu converter hereges ao Catolicismo, e nem deixar os próprios católicos unidos.”[11]

 

CANONIZAÇÕES EM MASSA DE JOÃO PAULO II: INFALIBILIDADE REAL?

Orlando Fedeli: “Não há como negar que muito numerosas canonizações realizadas por João Paulo II suscitaram perplexidades, trazendo à baila o tema da infalibilidade dessas canonizações.

Ademais, é sabido que houve uma excessiva simplificação do processo de canonização, que, segundo alguns, pode ter comprometido o julgamento acerca da heroicidade das virtudes do servo de Deus cuja vida é analisada.

Mais ainda: mesmo entre os que concordam com a infalibilidade das canonizações, discute-se qual é o objeto dessa infalibilidade: o Papa pronunciaria infalivelmente que toda vida e doutrina daquele servo de Deus pode ser tida como modelo, ou, embora essa afirmação faça parte da canonização, a infalibilidade do ato se restringiria tão somente à afirmação de que ele está no Céu, podendo portanto interceder por nós?”[13]

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[1] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20050813141959〈=bra

[2] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=mulher_dragao〈=bra

[3] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=politica&artigo=ptbras〈=bra

[4] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=politica&artigo=20050803125625〈=bra

[5] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=mulher_dragao〈=bra

[6] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050412124357〈=bra

[7] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20040320084223〈=bra

[8] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20040320084223〈=bra

[9] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070122092537〈=bra

[10] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=outros&artigo=20050406142146〈=bra

[11] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=papa&artigo=heranca_papa〈=bra

[12] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20041231124433〈=bra

[13] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20050505153602〈=bra

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