Tag Archive | Montfort

Pensamentos do Professor Orlando Fedeli, sobre alguns Papas da Santa Igreja.

O sedevacantismo de Orlando Fedeli aflora com a renúncia de Bento XVI.

A atitude dúbia da Associação Cultural Montfort  vai despertando a consciência de muitas pessoas que tiveram contato com a seita.

Eis a mensagem que recebemos de um ex-aluno do Orlando Fedeli, José Alencar Alves, de  São Caetano do Sul, (SP).

Outros depoimentos podem ser deixados nos comentários de nosso blog e poderão ser transformados em post depois de verificar sua veracidade.

—————–

Pensamentos do Professor Orlando Fedeli, sobre alguns Papas da Santa Igreja.

 

Perplexidade sobre o comentário feito pelo Dr. Alberto Zucchi, atual presidente da Associação Cultural Montfort, fundada pelo professor Orlando Fedeli, comentando a situação da atual renúncia de Bento XVI e o futuro conclave.

 Amigos,

 

Fui aluno do professor Orlando Fedeli. Lembro-me dos meus tempos de estudante, na época o antigo ginasial, deveri ter os meus 14 ou 15 anos.

 Este site me trouxe, como é claro, uma grande surpresa. Como o professor Orlando Fedeli poderia ser chamado de o Lutero brasileiro? Também percorri o site da Associação Cultural Montfort, para tirar informações. Lá percebi que o professor Orlando Fedeli havia saído da TFP.

Esse capítulo nem vou entrar. Foi ele mesmo que nos levou a conhecer o Dr. Plinio Corrêa de Oliveira, pela qual nosso caro professor Orlando Fedeli tinha muita admiração. Creio que ele se saiu dessa organização católica e fundou sua própria organização…

 O mais curioso é encontrar o Alberto Zucchi, melhor dizendo o Dr. Alberto Zucchi. Sabem! Na época éramos garotos e eles magrinhos e muito tímidos. O Alberto Zucchi continua como pude perceber pelas críticas, e vejo com espanto, como são gratuitas a vários movimentos.

Pareceu-me, não fiz uma pesquisa exaustiva, mas pareceu que o alvo principal é a TFP. Eles vivem disso! Aliás, sempre viveram, como as seitas protestantes em relação a Igreja.

Vejam só, já estou fazendo juízos e isso não queria de forma alguma…

Por hoje só levar em consideração sobre um parágrafo que li, num artigo do Dr, Zucchi sobre a atual conjectura que passa nossa Igreja. Observemos juntos, o que afirma o Dr. Alberto Zucchi:

O título do artigo que se encontra na página da Montfort é - Bento XVI – A misteriosa renúncia de um pontificado enigmático – O Dr. Alberto Zucchi, sei que ele não me levará mal se o chamar de Zucchi ou Alberto, simplesmente. O Alberto diz:

“”Assim como o restante do mundo em geral, e sobretudo o mundo católico, assistimos perplexos à renuncia do Santo Padre o Papa Bento XVI. Nossa perplexidade rapidamente transformou-se em preocupação, uma vez que não se vê na possível lista de sucessores algum cardeal que esteja à altura da obra que era executada por Bento XVI.

A pergunta que me pus é a seguinte: O Alberto Zucchi num “penada” desclassifica todos os Cardeais da Santa Igreja como inéptos para governa-la. Quem estava a altura de um S. Pio X ou mesmo de um João Paulo II? Não lhes parece, queridos amigos desse site, que é infeliz essa formulação. Pois a Associação Monftfort acaba assim julgando a Igreja em seus Cardeais.

Qual a solução que o Dr. Alberto Zucchi dá essa situação que ele menciona em seu artigo? Não é o Espírito Santo que dirige a Santa Igreja? As portas do Inferno não prevalecerão contra ela?

Gostaria de fazer essa pergunta ao meu antigo amigo de colégio…

Mas as cartas que chegam a Associação Cultural Montfort, não são todas respondidas, ou são somente as que interessam. Vi uma literatura na internet que algumas são forjadas por eles mesmos para fazerem presença no mundo virtual… Dessa maneira aos queridos Zucchis não posso escrever essa perplexidade. 

Aqui deixo também como pesquisa alguns pensamentos de meu professor Orlando Fedeli, fundador da Associação Cultural Montfort e ex-militante da Associação Brasileira de Defesa da família e da Propriedade, TFP.

Pensamentos do Professor Orlando Fedeli, sobre Papas:

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Um movimento, e até uma ordem religiosa, pode estar em comunhão com o Papa e cair em erros.”

QUALQUER FIEL PODE FAZER UM JUÍZO PESSOAL DAS ATITUDES DE UM PAPA

OS Estar em comunhão com o Papa não significa nada. PAPAS DO VATICANO II: HOMENS DE CERVIZ DURÍSSIMA!

JOÃO XXIII ATRELOU A IGREJA AO COMUNISMO

BENTO XV FOI INIMIGO PESSOAL DE SÃO PIO X E LÍDER MODERNISTA

PAULO VI ESCONDIA UMA DOUTRINA ESPÚRIA: A IGREJA SOVIÉTICA

PAPA JOÃO PAULO II FRACASSOU NO SEU ECUMENISMO

JOÃO XXIII E PAULO VI, ANSIOSOS POR ENTRAR EM DIÁLOGO COM O DIABO

JOÃO XXIII, AMIGO DE MODERNISTAS E MAÇONS

BENTO XV FOI INIMIGO PESSOAL DE SÃO PIO X E LÍDER MODERNISTA

PAPA JOÃO PAULO II DEIXOU UMA HERANÇA DE DIVISÃO

CANONIZAÇÕES EM MASSA DE JOÃO PAULO II: INFALIBILIDADE REAL?

Agradeço-lhes a publicação: José Alencar Alves ( São Caetano do Sul – SP)

Maçonaria na Igreja: cardeais maçons.

O tema fundamental de Orlando Fedeli e os grupos fundados ou inspirados nele, sejam a Montfort ou o Fratresinunum, é sem duvida a conspiração maçônica dentro da Igreja. A idéia de grupos ocultos que tramam na escuridão é uma paixão para eles. Para Fedeli, tudo fica reduzido a gnose e maçonaria, onde apenas a Montfort fica de fora de uma conspiração universal. Ele seria o profeta a ficar de fora de toda a Humanidade, junto com os imaculados da Montfort, e denunciar os erros da conspiração secreta. Agora, morto o profeta, fica a tarefa a para o Alberto Zucchi e a viuva Ivone. Mas o pessoal do Fratesinunum não fica por menos e a luta pela denúncia profética vai longe.

Vejamos um exemplo da paranóia publicado pela Montfort Associação Cultural. O documento em espanhol foi publicado pelo Fedeli também:

 

————————————-

 

Orlando Fedeli:
“O que se diz é que no Vaticano, e não na Igreja de São Pedro, há lojas maçônicas constituídas por Monsenhores Bispos e até cardeais. Consta até que no Vaticano funcionam quatro Lojas maçônicas.
Anos atrás o jornalista Mino Pecorelli, publicou um documento dando uma lista de 123 cardeais e Bispos com cargos no Vaticano e que seriam maçons. Mino Peccorelli era membro da loja P2, e foi assassinado um ano depois de publicar a lista de maçons, em plena rua, quando dirigia seu carro. Mando-lhe anexada essa lista.
In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli

EL ASESINATO DEL PERIODISTA MINO PECORELLI EN 1979…Y LA LISTA CUYA PUBLICACIÓN LE COSTÓ LA VIDA.
            Antes de dejar que un historiador tan cualificado como Ricardo de la Cierva nos narre la trama en torno al asesinato de este periodista, debemos aclarar varios aspectos previos:          
            l.- El “Concilio” Vaticano II es herético de por sí, pero dos pruebas que lo corroboran son el que sus promotores fueran ministros del Anticristo y que sus frutos hayan demostrado ser infernales (Bugnini y la reforma litúrgica). Todos los enemigos de la Iglesia lo defienden…
             2.- La masonería es un arma de los hijos del Diablo para destruir a Jesucristo y a su Iglesia, y naturalmente no responde a la imagen beatífica que las televisiones ofrecen o a los testimonios de masones de grados ínfimos a los que no les han enseñado ni el significado del Templo de Salomón.
             3.- Se nos quiere hacer creer que todas las profecías del Nuevo Testamento, las apariciones de la Virgen y las visiones de los santos, no tienen nada que ver con esta época y que la Iglesia goza de magnífica salud. Además, en las Biblias católicas, cada vez más “adornadas” se identifica al Anticristo y al número de la Bestia 666…¡con Nerón!. ¡Magnífico intento, rabinos! ¡ATENTOS A LAS VERSIONES DE LA BIBLIA – ES SU PRÓXIMO ASALTO! Busquen versiones lo más antiguas posible: traducciones de la Vulgata Latina o como mucho, la Nácar-Colunga. Comparen los textos y las notas.
            Extractos de: Ricardo de la Cierva. La hoz y la cruz. Auge y caída del marxismo y la teología de la liberación. Editorial Fénix. Serie Máxima.
“Todos los fieles tienen el derecho, y a veces incluso el deber, en razón de su propio conocimiento, competencia y prestigio, de manifestar a los Pastores sagrados su opinión sobre aquello que pertenece al bien de la Iglesia y de manifestarlo a los demás fieles, salvando siempre la integridad de la fe y de las costumbres, la reverencia hacia los Padres y habida cuenta de la utilidad común y la dignidad de las personas”. [p. VIII]
            Canon 212. Código de Derecho Canónico vigente, incluso sancionado por Juan Pablo II.
 
            “En los comienzos de 1976 aparecieron en muchos órganos de comunicación de todo el mundo unas sorprendentes listas con datos muy concretos sobre la vasta infiltración de la masonería en la Iglesia católica. Pablo VI, que las repasó personal y cuidadosamente, quedó casi fulminado al comprobar que su delegado y hombre fuerte de la reforma litúrgica, monseñor Aníbal Bugnini, figuraba en la primera de esas listas con el nº 25, nombre masónico secreto BUAN, fecha de iniciación 23 de abril de 1963 y contraseña secreta 136-75 (Cfr. Bulletin de l´Occident Chrétien 12 (Julio 1976) Bourg Le-Roi). Al fin de este capítulo valoraremos la credibilidad de estas listas masónicas de 1976 que algunos encartados desmintieron, entre ellos monseñor Bugnini; pero no pudo convencer a Pablo VI, que le destituyó como secretario y factotum del “Consilium” para la reforma litúrgica y le alejó a un puesto diplomático marginal, la delegación apostólica en Irán. (en Y. Chiron, Paul VI. París, Perin, 1963). [p. 11]
            “…la bellísima duquesa de Kent, primer miembro de la familia real que se convierte abiertamente al catolicismo desde la deserción de Enrique VIII en el siglo XVI. La duquesa, esposa nada menos que del Gran Maestre de la Gran Logia de Inglaterra (que asistió a la ceremonia) ofreció el alto ejemplo de una conversión tan sincera como sencilla, como si no se tratara de un acontecimiento histórico sino de un retorno natural a las fuentes de la fe en Inglaterra. La han seguido miles de pastores y fieles anglicanos, alarmados por las aberraciones recientes de su Iglesia vacía y exangüe.” [p. 70]
            “La conciencia de la crisis ya no abandonó a Pablo VI hasta su muerte. Se atribuía una seria responsabilidad personal y pastoral en ella, que minaba su salud y le hacía envejecer prematuramente. Ante su confidente Jean Guitton hizo, poco antes de morir, esta confesión dramática: “Hay una gran turbación en este momento de la Iglesia y lo que se cuestiona es la fe. Lo que me turba cuando considero al mundo católico es que dentro del catolicismo parece a veces que pueda dominar un pensamiento de tipo no católico, y puede suceder que este pensamiento no católico dentro del catolicismo se convierta mañana en el más fuerte. pero nunca representará el pensamiento de la Iglesia. Es necesario que subsista una pequeña grey, por muy pequeña que sea”. Años después Guitton comentaba: “Pablo VI tenía razón. Y hoy nos damos cuenta. estamos viviendo una crisis sin precedentes. La Iglesia, es más, la historia del mundo, nunca ha conocido crisis semejante…Podemos decir, que por primera vez en su larga historia, la humanidad en su conjunto es a-teológica, no posee de manera clara, pero diría que tampoco de manera confusa, el sentido de eso que llamamos el misterio de Dios” [p. 84]
“En Italia los comunistas controlaban ya desde sus administraciones regionales y locales al cincuenta y dos por ciento de la población. La rebeldía marxista de los teólogos de la liberación se extendía por gran parte de Suramérica. Pablo VI ya no parecía el mismo. Sus secretarios le oían repetir, obsesivamente: “No quiero traicionar a Cristo”. Publicaciones confidenciales de Europa y los Estados Unidos difundían extrañas listas de prelados de la Curia adeptos a la Masonería, entre ellos el artífice de la reforma litúrgica, monseñor Bugnini, cuyo caso había investigado directamente el Papa, que se vio obligado a alejarle a la oscura delegación apostólica en Teherán, en vez de concederle el capelo que todo el mundo esperaba; en el capítulo que dedicaremos a las relaciones entre la iglesia y la masonería analizaremos las fuentes de estas denuncias masónicas, que se atribuyeron al periodista Mino Pecorelli, quien pronto sufrió una oscura muerte.” [p. 101
“El viernes 1 de septiembre se reunió (Juan Pablo I) con los periodistas, a quienes trató como colegas; y a nadie quiso excluir del encuentro, ni siquiera al arriscado independiente Mino Pecorelli, vetado por muchos desde que insertó un par de años antes en su hoja confidencial de información una lista de prominentes masones de la Iglesia y de la Curia que había angustiado a Pablo VI y que el Papa Luciani se proponía analizar caso por caso…El encuentro más emocionante tuvo lugar, sin duda, el 5 de septiembre, cuando entró a verle el metropolita de Leningrado Nikodim, un hombre santo, poseído de espíritu ecuménico, que se arrojó a los pies del Papa para ofrecerle su obediencia como cabeza de la Iglesia universal. Los dos se abrazaron en nombre de Cristo y la emoción del nuevo prelado católico fue tan intensa que sufrió un espasmo y falleció en brazos de Juan Pablo I, cuya impresión fue indecible. Es muy extraño que este acontecimiento, históricamente probado, no haya suscitado ni entonces ni después más que comentarios de rutina…a medida que pasaban aquellos días intensísimos Juan Pablo I iba comprendiendo en el fondo de su alma la agonía de su atormentado predecesor.” [p. 472]
               
                         Mino Pecorelli asesinado en venganza por la Masonería
“El periodista Mino Pecorelli, que había denunciado la infiltración masónica en las alturas de la Iglesia, fue asesinado en Roma el 22 de marzo de 1979, de forma misteriosa que parecía ritual. Nadie hurgó en esa muerte hasta que en 1995, durante el proceso del dirigente democristiano Giulio Andreotti, alguien le acusó de haber ordenado el asesinato del denunciante.” [p. 484]
 
 
            La siguiente lista de masones fue reimpresa con algunas actualizaciones del “Bulletin de l”Occident Chrétien Nr.12, Julio, 1976, (Director Pierre Fautrad a Fye – 72490 Bourg Le Roi.) Todos los hombres de esta lista, si son masones, están excomulgados por la Ley canónica 2338. cada nombre es seguido por su posición si es conocida; la fecha en que fue iniciado en la Masonería, su código y su nombre en clave, si son conocidos. 
            Los nombres son casi todos italianos. Seguramente si incluyera españoles, franceses, alemanes, norteamericanos…sería varias veces más larga. Esto le costó la vida a Pecorelli, y quizás también la información que tenía sobre el asesinato de Juan Pablo I. En color blanco, los más importantes:
           [ EN RAZÓN DE LA IMPORTANCIA DE ESTA LISTA, LA HEMOS PUBLICADO SIN TRADUCIR POR COMPLETO. LO ANTES POSIBLE LA SUSTITUIREMOS POR LA VERSIÓN ÍNTEGRA EN ESPAÑOL. ]
                  
                                        El Cardenal Bea (en realidad Behayim, criptojudío y masón, “eminencia gris” del Concilio Vaticano II), el arzobispo Bugnini (perpetrador de la nueva liturgia) y el nuncio Dadaglio (artífice de la “renovación” de la Iglesia española). Y el cardenal Casaroli, Secretario de Estado en una década decisiva.
  1. - Albondi, Alberto. Obispo de Livorno, (Leghorn). Iniciado 8-5-58; I.D. # 7-2431.
  2. - Abrech, Pio. En la Sagrada Congregación Obispos. 11-27-67; # 63-143.
  3. - Acquaviva, Sabino. Profesor de Religión en la Universidad de  Padua. 12-3-69; # 275-69.
  4. - Alessandro, Padre Gottardi. (Doctor en las reuniones masónicas).  Presidente de los Hermanos Maristas. 6-14-59.
  5. - Angelini Fiorenzo. Obispo de Messenel, Grecia. 10-14-57; # 14-005.
  6. - Argentieri, Benedetto. Patriarca  de la Santa Sede. 3-11-70; # 298-A.
  7. - Bea, Augustin. Cardenal. Secretario de Estado (próximo al Papa) bajo los Papas Juan XXIII y  Pablo VI. (Nota del editor: en realidad, alias de Behayim).
  8. - Baggio, Sebastiano. Cardenal. Prefecto de la Sagrada Congregación de los Obispos. (Ésta es una Congregación crucial para el nombramiento de nuevos obispos). Secretario de Estado bajo el Papa Juan Pablo II desde 1989 a 1992. 8-14-57; # 85-1640. Nombre en clave masónica “SEBA.” El controla la consagración de obispos.
  9. - Balboni, Dante. Ayudante pontificio en el Vaticano. Comisión para estudios bíblicos. 7-23-68; # 79-14 “BALDA.”
  10. - Baldassarri Salvatore. Obispo de Rávena, Italia. 2-19-58; # 4315-19. “BALSA.”
  11. - Balducci, Ernesto. Artista de imágenes religiosas. No dejan ningún detalle. 5-16-66; # 1452-3.
  12. - Basadonna, Ernesto. Prelado de Milán, 9-14-63; # 9-243. “BASE.”
  13. - Batelli, Guilio. Miembro seglar de numerosas academias científicas. 8-24-59; # 29-A. “GIBA.”
  14. - Bedeschi, Lorenzo. 2-19-59; # 24-041. “BELO.”
  15. - Belloli, Luigi. Rector del Seminario de Lombardia, Italia. 4-6-58; # 22-04. “BELLU.”
  16. - Belluchi, Cleto. Obispo Coadjutor de Fermo, Italia. 6-4-68; # 12-217.
  17. - Bettazzi, Luigi. Obispo de Ivera, Italia. 5-11-66; # 1347-45. “LUBE.”
  18. - Bianchi, Ciovanni. 10-23-69; # 2215-11. “BIGI.”
  19. - Biffi, Franco, Monseñor. Rector de la Universidad Pontificia de la Iglesia de San Juan lateranense. Es el director de esta universidad y controla lo que está siendo enseñado. Confesaba a Pablo VI. 8-15-59. “BIFRA.”
  20. - Bicarella, Mario. Prelado de Vicenza, Italia. 9-23-64; # 21-014. “BIMA.”
  21. - Bonicelli, Gaetano. Obispo de Albano, Italia. 5-12-59; # 63-1428, “BOGA.”
  22. - Boretti, Giancarlo. 3-21-65; # 0-241. “BORGI.”
  23. - Bovone, Alberto. Secretario sustituto de la Oficina sagrada. 3-30-67; # 254-3. “ALBO.”
  24. - Brini, Mario. Arzobispo. Secretario para China, Oriente y los paganos. Miembro de las Comisiones pontificias para Rusia. Tiene el control de la reelaboración del Derecho Canónico. 7-7-68; # 15670. “MABRI.”
  25. - Bugnini, Annibale. Arzobispo. Autor del Novus Ordo Missae. (Reforma litúrgica). Desterrado a la nunciatura en Irán por Pablo VI. 4-23-63; # 1365-75. “BUAN.”
  26. - Buro, Michele. Obispo. Obispo. Prelado de la Comisión Pontificia para Sudamérica. 3-21-69; # 140-2. “BUMI.”
  27. - Cacciavillan, Agostino. Secretaría de Estado. 11-6-60; # 13-154.
  28. - Cameli, Umberto. Director de la Ofician de Asuntos eclesiásticos de Italia en el cuidado de la educación de la doctrina católica. 11-17-60; # 9-1436.
  29. - Caprile, Giovanni. Director de los Asuntos Civiles Católicos. 9-5-57; # 21-014. “GICA.”
  30. - Caputo, Giuseppe. 11-15-71; # 6125-63. “GICAP.”
  31. - Casaroli, Agostino. Cardenal. Secretario de Estado (muy cercano al Papa) con el Papa Juan Pablo II desde el 1 de julio de 1979 hasta su retiro en 1989. 9-28-57; # 41-076. “CASA.”
  32. - Cerruti, Flaminio. Jefe de la Oficina de la Universidad para el estudio de las Congregaciones. 4-2-60; # 76-2154. “CEFLA.”
  33. - Ciarrocchi, Mario. Obispo. 8-23-62; # 123-A. “CIMA.”
  34. - Chiavacci, Enrico. Profesor de Teología Moral, Universidad de Florencia, Italia. 7-2-70; # 121-34. “CHIE.”
  35. - Conte, Carmelo. 9-16-67; # 43-096. “CONCA.”
  36. - Csele, Alessandro. 3-25-60; # 1354-09. “ALCSE.”
  37. - Dadagio, Luigi. Nuncio de Papa en España. Arzobispo de Lero. Un buen elemento. Artífice de la “revolución” en la Iglesia española. Se mostró especialmente sádico y rastrero con el General Franco en sus últimos años de enfermedad y vejez. 9-8-67. # 43-B. “LUDA.”
  38. - D”Antonio, Enzio. Arzobispo de Trivento. 6-21-69; # 214-53.
  39. - De Bous, Donate. Obispo. 6-24-68; # 321-02. “DEBO.”
  40. - Del Gallo Reoccagiovane, Luigi. Obispo.
  41. - Del Monte, Aldo. Obispo de Novara, Italia. 8-25-69; # 32-012. “ADELMO.”
  42. - Faltin, Danielle. 6-4-70; # 9-1207. “FADA.”
  43. - Ferraioli, Giuseppe. Miembro de la Sagrada Congregación para Asuntos Públicos. 11-24-69; # 004-125. “GIFE.”
  44. - Franzoni, Giovanni. 3-2-65; # 2246-47. “FRAGI.”
  45. - Gemmiti, Vito. Sagrada Congregación de Obispos. 3-25-68; # 54-13. “VIGE.”
  46. - Girardi, Giulio. Teólogo marxista. Propagandista de la “Teología” de la Liberación. 9-8-70; # 1471-52. “GIG.”
  47. - Fiorenzo, Angelinin. Obispo. Título de Comendador del Espíritu Santo. Vicario General de los Hospitales de Roma. Controla las fundaciones de los hospitales. Consagrado obispo el 7-19-56; iniciación masónica el  10-14-57.
  48. - Giustetti, Massimo. 4-12-70; # 13-065. “GIUMA.”
  49. - Gottardi, Alessandro. Procurador y  Postulador General de los hermanos Maristas. Arzobispo de Trento. 6-13-59; # 2437-14. “ALGO.”
  50. - Gozzini, Mario. 5-14-70; # 31-11. “MAGO.”
  51. - Grazinai, Carlo. Rector del Seminario Menor del Vaticano. 7-23-61; # 156-3. “GRACA.”
  52. - Gregagnin, Antonio. Tribuno de las Primeras Causas de beatificación. 10-19-67; # 8-45. “GREA.”
  53. - Gualdrini, Franco. Rector de Capranica. 5-22-61; # 21-352. “GUFRA.”
  54. - Ilari, Annibale. Abad. 3-16-69; # 43-86. “ILA.”
  55. - Laghi, Pio. Nuncio, Delegado Apostólico en Argentina,y después en EE.UU. hasta 1995. 8-24-69; # 0-538. “LAPI.”
  56. - Lajolo, Giovanni. Miembro del Concilio de Asuntos Públicos de la Iglesia. 7-27-70; # 21-1397. “LAGI.”
  57. - Lanzoni, Angelo. Jefe de la Oficina de la Secretaría de Estado. 9-24-56; # 6-324. “LANA.”
  58. - Levi, Virgillio (alias Levine), Monsignor. Drrector Asistente del periódico oficial del Vaticano,  L”Osservatore Romano. Dirige la estación de Radio vaticana. 7-4-58; # 241-3. “VILE.”
  59. - Lozza, Lino. Canciller de la Academia romana de Santo Tomás de Aquino para la Religión católica. 7-23-69; # 12-768. “LOLI.”
  60. - Lienart, Achille. Cardenal. Gran Maestro masón de alto grado. Obispo de Lille, Francia. Encargado de reclutar nuevos masones.  Fue el jefe de las fuerzas “progresistas” en el Concilio Vaticano II.
  61. - Macchi, Pasquale. Cardenal. Prelado de Honor y Secretario Privado del Papa Pablo VI y Secretario Privado hasta que fue excomulgado por herejía. Fue reintegrado por el Secretario de Estado Jean Villot, y hecho Cardenal. 4-23-58; # 5463-2. “MAPA.”
  62. - Mancini, Italo. Director de Su Santidad. 3-18-68; # l551-142. “MANI.”
  63. - Manfrini, Enrico. Consultor agregado de la Comisión Pontificia de Arte Sagrado. 2-21-68; # 968-c. “MANE.”
  64. - Marchisano, Francesco. Prelado de Honor del Papa. Secretario de la Congregación para los estudios en Seminarios y Universidades. 2-4-61; 4536-3. “FRAMA.”
  65. - Marcinkus, Paul. Natural de Cicero, Illinois. 1, 90 metros de altura. Presidente del Instituto de enseñanza Religiosa. 8-21-67; # 43-649. Llamado con el espiritual apodo de “GORILA”. Culpable de los delitos y escándalos financieros de finales de los 70. Inmortalizado en la tercera parte de “El Padrino”. Nombre en clave “MARPA.”
  66. - Marsili, Saltvatore. Abad de la Orden de San Benedicto de Finalpia cerca de Módena, Italia. 7-2-63; # 1278-49. “SALMA.”
  67. - Mazza, Antonio. Obispo Titular de Velia. Secretario General del Año Santo. 1975. 4-14-71. # 054-329. “MANU.”
  68. - Mazzi, Venerio. Miembro del Concilio de Asuntos Públicos de la Iglesia. 10-13-66; # 052-s. “MAVE.”
  69. - Mazzoni, Pier Luigi. Congregación de Obispos. 9-14-59; # 59-2. “PILUM.”
  70. - Maverna, Luigi. Obispo de Chiavari, Genoa, Italia. Asistente general de la Acción Católica italiana. 6-3-68; # 441-c. “LUMA.”
  71. - Mensa, Albino. Arzobispo de Verrcelli, Piamonte, Italia. 7-23-59; # 53-23. ” MENA.”
  72. - Messina, Carlo. 3-21-70; # 21-045. “MECA.”
  73. - Messina, Zanon (Adele). 9-25-68; # 045-329. ” AMEZ.”
  74. - Monduzzi, Dino. Regente para la Prefectura de la Casa Pontificia. 3-11 -67; # 190-2. “MONDI.”
  75. - Mongillo, Daimazio. Profesor dominico de Teología Moral, Instituto de los Santos Ángeles de Roma.  2-16-69; # 2145-22. “MONDA.”
  76. - Morgante, Marcello. Obispo de Ascoli Piceno en Italia Oriental. 7-22-55; # 78-3601. MORMA.”
  77. - Natalini, Teuzo. Vicepresidente de los Archivos de la Secretaría del Vaticano. 6-17-67; # 21-44d. “NATE.”
  78. - Nigro, Carmelo. Rector del Seminario Pontificio de Estudios Mayores. 12-21-70; # 23-154. “CARNI.”
  79. - Noe, Virgillio. Cabeza de la Sagrada Congregación del Culto Divino. Él y Bugnini pagaron a 5 ministros protestantes y un rabino judío para que elaboraran el Nuevo Orden de la Misa (Novus Ordo Mass). 4-3-61; # 43652-21. “VINO.”
  80. - Palestra, Vittorie. Consejero legal de la Sagrada Rota del estado Vaticano. 5-6-43; # 1965. “PAVI.”
  81. - Pappalardo, Salvatore. Cardenal. Arzobispo de Palermo, Sicilia 4-15-68; # 234-07. “SALPA.”
  82. - Pasqualetti, Gottardo. 6-15-60; # 4-231. “COPA.”
  83. - Pasquinelli, Dante. Consejo del Nuncio en Madrid. 1-12-69; # 32-124. “PADA.”
  84. - Pellegrino, Michele. Cardenal. Llamado “Protector de la Iglesia”, Arzobispo de Turín, donde se custodia la Sábana San ta de Jesús). 5-2-60; # 352-36. “PALMI.”
  85. - Piana, Giannino. 9-2-70; # 314-52. “GIPI.”
  86. - Pimpo, Mario. Vicario de la Oficina de Asuntos Generales. 3-15-70; # 793-43. “PIMA.”
  87. - Pinto, Monseñor Pío Vito. Adjunto de la Secretaría de Estado y Notario de la Segunda Sección del Tribunal Supremo de la Signatura Apostólica.. 4-2-70; # 3317-42. “PIPIVI.”
  88. - Poletti, Ugo. Cardenal. Vicario de S.S. Diocesis de Roma. Controla el clero de Roma desde 3-6-73. Miembro de la Sagrada Congregación de los sacramentos y del Culto Divino. Él es Presidente de los Trabajos Pontificios y de la preservación de la Fe. También Presidente de la Academia de Liturgia. 2-17-69; # 32-1425. “UPO.”
  89. - Rizzi, Monseñor Mario. Sagrada Congregación de Ritos Orientales. Nombrado como “Prelado Obispo de Honor del Santo Padre, el Papa”. Trabaja bajo la órdenes del masón de alto grado Mario Brini en la manipulación del Canon de Leyes. 9-16-69; # 43-179. “MARI,” “MONMARI.”
  90. - Romita, Florenzo. Estaba en la Sagrada Congregación del Clero. 4-21-56; # 52-142. “FIRO.”
  91. - Rogger, Igine. Oficial en S.S. (Diócesis de Roma). 4-16-68; # 319-13. “IGRO.”
  92. - Rossano, Pietro. Sagrada Congregación de Religiones no-cristianas. 2-12-68; # 3421-a. “PIRO.”
  93. - Rovela, Virgillio. 6-12-64; # 32-14. “ROVI.”
  94. - Sabbatani, Aurelio. Arzobispo de Iustiniana (Giusgno, Milar Province, Italia). Primer Secretario de la Signatura Superior Apostólica. 6-22-69; # 87-43. “ASA”
  95. - Sacchetti, Guilio. Delegado del Gobernador Marchese. 8-23-59; # 0991-b. “SAGI.”
  96. - Salerno, Francesco. Obispo. Prefecto Atti. Eccles. 5-4-62; # 0437-1. “SAFRA”
  97. - Santangelo, Franceso. Substituto General del Consejo de defensa Legal.. 11-12-70; # 32-096. “FRASA.”
  98. - Santini, Pietro. Viceoficial de la Vicaría. 8-23-64; # 326-11. “SAPI.”
  99. - Savorelli, Fernando. 1-14-69; # 004-51. “SAFE.”
  100. - Savorelli, Renzo. 6-12-65; # 34-692. “RESA.”
  101. - Scanagatta, Gaetano. Sagrada Congregación del Clero. Miembro de la comisión de Pomei y Loreto, Italia. 9-23-71; # 42-023. “GASCA.”
  102. - Schasching, Giovanni. 3-18-65; # 6374-23. “GISCHA,” “GESUITA.”
  103. - Schierano, Mario. Obispo titular de  Acrida (Acri en la provincia de Cosenza, Italia.) Capellán militar jefe de las Fuerzas Armadas Italianas. 7-3-59; #14-3641. “MASCHI.”
  104. - Semproni, Domenico. Tribunal de la Vicaría del vaticano. 4-16-60; # 00-12. “DOSE.”
  105. - Sensi, Giuseppe Mario. Arzobispo titular de Sardi (Asia Menor, cerca de Esmirna). Papal Nunzio to Portugal. 11-2-67; # 18911-47. “GIMASE.”
  106. - Sposito, Luigi. Comisión de los Archivos Pontificios para los Archivos de la Iglesia en Italia. Administrador Jefe de la Sede apostólica del Vaticano.
  107. - Suenens, Leo. Cardenal. Título: Protector de la Iglesia de San Pedro Encadenado, en el exterior de Roma. Promueve el Pentecostalismo Protestante (carismáticos). Destructor de muchos dogmas de la Iglesia cuando trabajaba en las tres Sagradas Congregaciones: 1) Propagación de la Fe; 2) Ritos y ceremonias litúrgicos; 3) Seminarios. 6-15-67; # 21-64. “LESU.”
  108. - Trabalzini, Dino. Obispo de  Rieti (Reate, Peruga, Italia). Obispo auxiliar del Sur de Roma. 2-6-65; # 61-956. “TRADI.”
  109. - Travia, Antonio. Arzobispo titular de Termini Imerese. Encargado de las escuelas católicas. 9-15-67; # 16-141. “ATRA.”
  110. - Trocchi, Vittorio. Secretario para seglares católicos en el Consistorio del Estado Vaticano. 7-12-62; # 3-896. “TROVI.”
  111. - Tucci, Roberto. Director General de Radio Vaticana. 6-21-57; # 42-58. “TURO.”
  112. - Turoldo, David. 6-9-67; # 191-44. “DATU.”
  113. - Vale, Georgio. Sacerdote. Oficial de la Diócesis de Roma. 2-21-71; # 21-328. “VAGI.”
  114. - Vergari, Piero. Jefe de la Oficina de protocolo de la Signatura vaticana. 12-14-70; # 3241-6. “PIVE.”
  115. - Villot, Jean. Cardenal. Secretario de Estado con el papa Pablo VI. Fue Camerlengo (Tesorero). “JEANNI,” “ZURIGO.”
  116. - Zanini, Lino. Arzobispo titular de Adrianopoli, que está en Adrianopolis, Turquía. Nuncio Apostólico.
            LOS SIGUIENTES CLÉRIGOS FUERON DENUNCIADOS DESPUÉS DE QUE LA LISTA ANTERIOR FUERA COMPILADA:

Fregi, Francesco Egisto. 2-14-63; # 1435-87.
Tirelli, Sotiro. 5-16-63; # 1257-9. “TIRSO.”
Cresti, Osvaldo. 5-22-63; # 1653-6. “CRESO.”
Rotardi, Tito. 8-13-63; # 1865-34. “TROTA.”
Orbasi, Igino. 9-17-73; # 1326-97. “ORBI.”
Drusilla, Italia. 10-12-63; # 1653-2. “”DRUSI “
Ratosi, Tito. 11-22-63; # 1542-74 “TRATO.”
Crosta, Sante. 11-17-63; # 1254-65. “CROSTAS.

            
            En resumidas cuentas: Bea, Casaroli, Villot, Bugnini, Lienart, Suenens, Marcincus, Dadaglio, Baggio y decenas de obispos… Sin contar los demás paises.
            Nota del editor: Uno comprende perfectamente la causa del asesinato del señor Pecorelli. Si obró movido por afán de justicia, es sin duda un mártir. Y se pregunta ¿Quién tenían los Papas que no fuera masón? Esto corrobora las profecías. Todo lo posterior al Concilio tiene el sello masónico y más recientemente judaizante. 
            (Se agradecerá cualquier ayuda en la traducción correcta de las instituciones católicas o de cualquier otro error que detecte el lector. Gracias).
            [ Tomado de la siguiente página en inglés:
             Cephas Ministries (http://catholic.cephasministry.com) ]
Fonte: montfort.org.br

Belzebu, o santo da CNBB

Famoso pelo seu linguajar torpe e aberrante, o Lutero do Brasil não poupava pensamentos delirantes que deixou por escrito para a posteridade.

Este texto é apenas exemplo de novidade que faremos publica em breve.

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Esse tal “Ofício Divino das Comunidades” prefaciado pelo Presidente da Comissão Nacional de Liturgia, usando texto do amigo de Fidel Castro, o Cardeal corintiano Dom Arns, é um absurdo. É uma ofensa à Fé, aos santos e à Justiça divina.

Inspirado por Dom Arns e pelos comunistas infiltrados na CNBB é de estranhar que ainda não tenham colocado entre os santos e heróis Lenin e Stalin, ou quem sabe Belzebu.”

Fonte: montfort.org.br

Bento XVI é tímido

Orlando Fedeli da Associação Cultural Montfort:

“A justiça para com Dom Lefebvre e Dom Mayer está feita, graças a Deus!

Resta a publicação do Terceiro Segredo de Fátima em sua integridade, isto é, a publicação da explicação feita por Nossa Senhora, da visão tornada conhecida em 2000.

Ato de coragem admirável desse Papa naturalmente tímido”

Fonte: Montfort.org.br

Não era natural esperar isso de Bento XVI dada sua formação progressista

Orlando Fedeli da Associação Cultural Montfort:

“E o que há de mais belo no pontificado e na pessoa de Bento XVI, é que não era natural esperar isso dele. Natural seria esperar dele um pontificado de acordo com a formação que ele teve. Natural seria esperar dele  um pontificado de acordo com as idéias do perito progressista do Vaticano II que ele foi.”

Fonte: Montfort.org.br

Orlando Fedeli “Escrevi já mais de dez mil…

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Escrevi já mais de dez mil cartas. Mas a sua vale por dez mil.”

Fonte: montfort.org.br

De qual igreja fala Fedeli?

Orlando Fedeli da Associação Cultural Montfort:

“Foi Nossa Senhora quem abençoou os textos do site Montfort e fez com que você encontrasse o que precisava.

Caso você um dia vá até Fátima, diga a Nossa Senhora que tenha pena de mim também, para que eu possa servi-la até morrer. Diga a Ela que, como pela minha idade, falta-me ainda pouco tempo, que Ele me permita dar aulas e escrever cartas em defesa da Igreja Católica até o dia de minha morte, porque só pela Igreja quero viver e morrer.”

Fonte: montfort.org.br

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

%d bloggers like this: