é legítimo condenar e combater os erros do Vaticano II.


Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“A exigência de que a FSSPX responda até o fim de Junho, na festa de São Pedro, parece ter sido bem aceita por Dom Fellay que já está em reunião com seus principais assessores para responder ao Papa, até sábado. Caso se faça realmente esse acordo, ele permitirá a FSSPX retornar plenamente ao seio da Igreja, fato que teria conseqúências imensas na Igreja.

A anulação da excomunhão de Dom Lefebvre e de Dom Mayer, significaria, implicitamente, que é legítimo condenar e combater os erros do Vaticano II, exatamente como esses dois heróis da Fé fizeram durante muitos anos. E que é legítimo apontar, como eles fizeram, erros e desvios na missa de Paulo VI.
Logo, significaria que a Santa Sé reconhece que o Vaticano II não foi infalível, e que ele é passível de críticas.”

Fonte: montfort.org.br

Tags: , , , , , , , , , , , , ,

About andresantos

um fiel de igreja que busca a verdade

2 responses to “é legítimo condenar e combater os erros do Vaticano II.”

  1. Amigo Montfort says :

    Fedeli comenta um acordo proposto pelo Papa à FSSPX,
    Visando finalizar de vez com o Cisma iniciado por Levebvre
    “In Memorian”.

    Logicamente quem estende a mão é o Vaticano, quem impõe condições é Bento XVI, quem oferece o acordo é A Santa Sé.

    Quem detém ou tem algo a oferecer é a verdadeira Igreja que se manteve unida desde o Concílio Vaticano II e que apesar de todos os ataques estes anos todos se manteve de pé e firme, por isso neste episódio representa a pessoa de Jesus que socorre aquele que clama.

    No entanto Fedeli é o mestre em colocar palavras onde elas não existem, colocar clausulas no acordo do qual ele nem faz parte, uma vez que combate a FSSPX e fala mau do Papa, que seria uma das condições do acordo.

    Vê se logo que não gostaria de um acordo, porque mesmo estando fora dele, impõe condições a ambos os lados e faz exigências descabíveis.

    Quem é o filho que estaria voltando ?
    A FSSPX volta para Roma ou Roma volta para a FSSPX ?
    O Sr Fedeli analiza o fato e propõe o absurdo de que Roma aceitaria enfim as condições propostas por Dom Lefebvre desde o início do Cisma, ora bem sabemos que este fogo já se esfriou a muito tempo e seus frutos na França não foram assim tão louváveis e exemplares, os proprios rebentos de Dom Lefebvre deram péssimos testemunhos de insubordinação e não fortaleceram sua causa, somente a enfraqueceram.

    A História da Brasa se repete mais uma vez, uma brasa fora do braseiro tende a se esfriar sozinha, enquanto que o braseiro continuará incandecente. Para retornar ao calor, deve-se retornar ao Braseiro, que seria Roma e a Santa Sé neste caso.

    Quem se diz ser Católico, deve estar em Comunhão com Roma, ou cairá no exemplo de Dom Lefebvre que escolheu a propria excomunhão do que se humilhar como o filho pródigo retornando à casa do Pai. Certamente esta não será a melhor opção dos que agora são responsáveis pelo rebanho de Dom Marcel Lefebvre.

    Fedeli errou em suas previsões se referindo à liberação da Missa de Sempre, tentado impó-la sobre a “Nova Missa”, fato que não ocorreu, e outras previsões suas jamais ocorrerão.

    Mas afinal.

    Qual seria a maior perda ?
    Quem Perderia mais se não houvesse acordo ?
    OU SE HOUVESSE ACORDO ?

    Eu apenas perderia o motivo de ficar respondendo textos como este de Fedeli, porque certamente não existirião mais.

    O que seria o melhor para todos Nós.

    ENFIM

    SEM INTRIGAS E SEM DIFAMAÇÕES.

    AMEM.

  2. Pedro says :

    A Agencia de noticias Ecclesia mostra os fatos de maneira bem diferente da de Fedeli, nada dizendo de levantamento da excomunhao de Lefebvre ou de licença para condenar o Vaticano II, muito pelo contrario. Vejam:

    Vaticano coloca condições para «regresso» dos lefebvrianos

    O Vaticano espera que o processo de reconciliação com os fiéis da Fraternidade São Pio X, fundada pelo Arcebispo Marcel Lefebvre, chegue a bom termo, mas coloca condições para o “regresso” dos tradicionalistas.

    Segundo a imprensa italiana, o responsável por este processo, Cardeal Dario Castrillon Hoyos, terá enviado uma carta ao responsável máximo da Fraternidade, Bispo Bernard Fellay, exigindo, entre outras, o respeito pelo Papa e a sua autoridade.

    As condições incluem ainda “uma resposta proporcionada à generosidade do Papa”, o compromisso para evitar qualquer intervenção pública que coloque em causa a sua pessoa e também o cumprimento de um prazo, fixado para o final do mês, para uma resposta positiva.

    Em Março deste ano, questionado em relação ao regresso à “plena comunhão” de pessoas excomungadas, o Cardeal colombiano fez questão de sublinhar que a questão com a Fraternidade São Pio X, fundada por Marcel Lefebvre, não se coloca nesses termos.

    “A excomunhão diz respeito apenas a quatro Bispos, porque foram ordenados sem mandato do Papa e conta a sua vontade, mas os sacerdotes estão apenas suspensos. A Missa que celebram é válida, sem dúvida, mas não lícita e, por isso, não é aconselhada a participação dos fiéis, a menos que não haja outra possibilidade num Domingo”, refere.

    O Bispo Bernard Fellay, superior geral da Fraternidade, e outros três Bispos foram excomungados a 2 de Julho de 1988, por terem sido ordenados “ilegitimamente” no seio da Fraternidade, por parte do Arcebispo Lefebvre. A carta apostólica “Ecclesia Dei”, de João Paulo II, constatou que esta ordenação de Bispos (a 30 de Junho de 1988) constituiu “um acto cismático”.

    Fellay foi recebido por Bento XVI no dia 29 de Agosto de 2005, num encontro marcado pelo “desejo de chegar à perfeita comunhão”.

    “Nem os sacerdotes nem os fiéis” da Fraternidade, explica D. Castrillón Hoyos, “estão excomungados”.

    A Comissão Ecclesia Dei, presidida pelo Cardeal Dario Castrillon Hoyos, tem como objectivo “facilitar a plena comunhão eclesial” dos fiéis ligados à Fraternidade fundada por Monsenhor Lefebvre, “conservando as suas tradições espirituais e litúrgicas”, em especial o uso do Missal Romano segundo a edição típica de 1962.

    O Cardeal colombiano desvaloriza, a este respeito, as divergências existentes a respeito do Concílio Vaticano II, lembrando que tanto Bernard Fellay como os outros Bispos da Fraternidade São Pio X “reconheceram expressamente o Vaticano II como Concílio Ecuménico”.

    “Também não se pode esquecer que Mons. Marcel Lefebvre assinou todos os documentos do Concílio. Penso que a sua crítica ao Concílio tenha mais a ver com a falta de clareza de alguns textos, que abriu caminho a interpretações que não estão de acordo com a doutrina tradicional”, afirma.

    Segundo o Cardeal Darío Castrillón Hoyos, as maiores dificuldades “são de carácter interpretativo ou têm a ver com alguns gestos ecuménicos, mas não com a doutrina do Vaticano II”.

Deixe seu comentário

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: