As “95 teses” do Lutero brasileiro


AS “95 TESES” DO LUTERO DO BRASIL

(Apenas um mostruário)

A CONSPIRAÇÃO MODERNISTA DA CNBB

  • O Modernismo e o Marxismo dominam a CNBB
  • A cúpula dirigente da CNBB impinge como doutrina católica o marxismo
  • O Anticristo será seguidor das cartilhas da Pastoral da Terra da CNBB
  • A CNBB temporaliza a Igreja. Jamais combate heresias e pecados
  • A CNBB só lança manifestos vazios de Fé e indigestos de marxismo
  • Silêncio cúmplice e acobardado da CNBB com comunistas e abortistas
  • Cheiro de maçonaria nas Campanhas da Fraternidade da CNBB
  • Bispos fariseus: no shopping de jeans e camisa aberta
  • Para o Clero nacional nada é pecado
  • Lenin, Stalin e Belzebu, santos e heróis para a CNBB
  • Heresias nos textos litúrgicos da CNBB
  • CNBB é a fonte da verborréia eclesiástica mais inútil
  • Bispos da CNBB preferem o marxismo aos ensinamentos da Igreja
  • A CNBB não é a Igreja.
  • As decisões da CNBB não obrigam ninguém
  • A CNBB atua na penumbra das sacristias modernistas
  • CNBB persegue de novo a Cristo em Belém
  • Dom Fernando Mason, bispo modernista e muito contraditório
  • Seminários de homossexuais, freiras amantes de bispos.
  • Não recomendo nenhum seminário
  • Os seminários formam padres ridículos
  • Mau gosto de bispo auxiliar de São Paulo
  • O bispo contrário à pena de morte cai em heresia
  • Bom padre não tem carro nem trabalha com mulheres
  • Dízimo: heresia modernista
  • Ministros da Eucaristia: invenção desastrosa do Concílio
  • A traição de Dom Fernando Rifan

A CONSPIRAÇÃO MAÇÔNICA DENTRO DA IGREJA

  • A Gnose: a religião oculta da História presente no Concílio Vaticano II
  • O Vaticano II sintetizou a doutrina católica com a doutrina da Maçonaria
  • A Cabala – gnose judaica – presente no Concílio Vaticano II
  • O Vaticano II trocou a paz de Cristo pela paz das sociedades secretas
  • Gnosticismo nos documentos do Concílio
  • O erro fundamental do Vaticano II: visão gnóstica do homem
  • Cardeal Sodano, líder modernista da Cúria romana
  • Lojas maçônicas no Vaticano, de bispos e cardeais
  • O Cardeal Martini é maçom
  • O mistério de Paulo VI com as sociedades secretas
  • Influência da maçonaria em João XXIII e Paulo VI

OS PAPAS DO VATICANO II

  • Qualquer fiel pode fazer um juízo pessoal das atitudes de um Papa
  • Os Papas do Vaticano II: homens de cerviz duríssima!
  • João XXIII atrelou a Igreja ao Comunismo
  • João XXIII e Paulo VI na origem da teologia herética do Concílio
  • João XXIII e Paulo VI, ansiosos por entrar em diálogo com o diabo
  • João XXIII, amigo de modernistas e maçons
  • Bento XV foi inimigo pessoal de São Pio X e líder modernista
  • Paulo VI escondia uma doutrina espúria: a Igreja Soviética
  • Papa João Paulo II fracassou no seu ecumenismo
  • Papa João Paulo II deixou uma herança de divisão
  • Textos de João Paulo II contrários ao Evangelho
  • Canonizações em massa de João Paulo II: infalibilidade real?
  • O então Padre Ratzinger protagonista da abertura do Concílio ao relativismo religioso
  • O cardeal Ratzinger tenta salvar o texto do Concílio
  • O Segredo de Fátima: O Cardeal Ratzinger quer tapar o Sol com a peneira
  • Ambigüidade e hesitação de Bento XVI face ao Concílio
  • Bento XVI pretende arejar a compreensão do Vaticano II
  • Em Bento XVI é preciso distinguir o modernista e o Papa
  • Bento XVI afirma coisas contrárias aos ensinamentos da Igreja
  • Bento XVI teve formação teológica hegeliana de linha modernista
  • Bento XVI não é São Pio X
  • Os cambaleios doutrinários de Bento XVI
  • Bento XVI pode morrer assassinado pelos modernistas
  • A diplomacia de Bento XVI não é de acordo com as recomendações de Nosso Senhor
  • Contradição clamorosa de Bento XVI
  • Bento XVI homenageou maçom cabalista e rezou na mesquita
  • Bento XVI: contradição relativista. Qual a verdadeira intenção dele?
  • Bento XVI caminha devagar… E vacilante
  • A ala modernista pode eleger um Papa radicalmente revolucionário

A CONSPIRAÇÃO DO CONCILIO VATICANO II

  • O Concílio Vaticano II tem sabor de heresia e não pode ser aceito
  • É uma graça de Deus ver os erros do Concílio Vaticano II
  • O Vaticano II é a causa do aumento das seitas
  • A Colegialidade do Vaticano II causa de muitas apostasias
  • A nova Igreja Conciliar é democrática e relativista.
  • Deus salvará a Igreja da verborréia modernista do Concílio
  • Quando seja condenado o ecumenismo modernista do Concílio Vaticano II as multidões vão retornar à Igreja
  • O Concílio Vaticano II é o responsável pelas heresias do clero progressista
  • O Concílio Vaticano II se fez de surdo diante dos mártires do Comunismo
  • O Vaticano II amordaçou a verdade pregando os ensinamentos errôneos do ecumenismo.
  • O Segredo de Fátima fala da catástrofe do Concílio
  • Marxismo de sacristia e emocionalismo irracional delirante, frutos do Concílio Vaticano II
  • O Concílio provocou a entrada da fumaça de Satanás na Igreja e a demolição dela pelos maus padres
  • A Igreja aggiornata do Vaticano II é uma Igreja descartável
  • O Vaticano II: demolição, revoltas, divisões, profanações e apostasias
  • O Vaticano II teve erros que trouxeram uma catástrofe para a Igreja e para o mundo
  • A força destrutiva do Concílio é a sua linguagem dupla, escorregadia, enganadora
  • A Nova Igreja igualitária do Vaticano II é fundada sobre a fumaça de Satanás e visa destruir a Igreja de sempre
  • Igreja Igualitária, Soviética, Satânica: a Igreja do Vaticano II
  • O “Povo de Deus”: a nova Igreja nascida do Concílio
  • A nova Igreja Conciliar é laxista, tudo permite
  • A Igreja Conciliar fabricou uma liturgia sacrílega
  • A Igreja Conciliar é contra o Santíssimo Sacramento, contra o celibato, contra Deus, uiva ritmos selvagens, vai à praia e toma cerveja em bares e boates
  • Os “avances” da Igreja Conciliar: apostasias em massa no clero e nos fiéis
  • A pastoralidade foi o cavalo de Tróia do Concílio
  • A “pastoralidade” do Concílio serve para modernistas e conservadores
  • O Novo Catecismo está fora da realidade
  • Os frutos do Novo Catecismo: a fumaça de satanás e a apostasia silenciosa
  • Análise dos erros modernistas presentes no Concílio Vaticano II

A CONSPIRAÇÃO LITÚRGICA: A NOVA MISSA

  • A Missa Nova tem sabor de heresia
  • A Missa Nova produto de um maçom e seis pastores protestantes
  • 42 anos de Missas Novas: 42 anos de profanações
  • Há quarenta anos que certas missas podem ser inválidas. Outras certamente sacrílegas
  • Missa de Paulo VI destruiu a Fé
  • A nova Missa é pura escamoteação
  • A Missa de Paulo VI foi uma “coisa fabricada” artificialmente
  • A Missa de Paulo VI é uma profanação luterana com a permissão e aplauso dos padres

A CONSPIRAÇÃO DENTRO DA IGREJA

  • Os movimentos post-conciliares mataram vocações arruinando as Ordens religiosas
  • Todos os novos movimentos são sectários e ensinam velhas heresias
  • Os movimentos pós conciliares: igrejolas na Igreja
  • Comunhão e Libertação: movimento modernista, esotérico e ecumênico
  • Legionários de Cristo, Opus Dei e os Arautos: os mesmos erros
  • Opus Dei: sociedade secreta gnóstica? Atua escondendo o “Dei”.
  • Dom Fernando Areas Rifan com medo de perder os donativos dos EE.UU
  • O Movimento Sacerdotal Mariano, é feito para defender o Vaticano II com pseudo revelações
  • Os Legionários de Cristo são ecumênicos e modernistas
  • Os Focolares: ecumênicos e heréticos
  • Chiara Lubich: ligada com a Maçonaria
  • A RCC, fruto da conspiração Modernista
  • Canção Nova, RCC e Padre Jonas Abib: veneno para as almas
  • Comunhão e Libertação é gnóstico e cabalístico
  • Neo Catecumenais: movimento secreto repleto de erros contra a Fé
  • RCC, TL, Neo Catecumenato, Focolari, Arautos do Evangelho: todos pregam erros doutrinários
  • Os frutos do Concílio: Padres Marcelo Rossi, Jonas Abib, Juarez, Zezinho
  • Zenit, agência de notícias modernista

A MONTFORT… OS FIÉIS

  • A Montfort entre os poucos que se dizem católicos
  • Sou absolutamente fechado ao pensamento moderno
  • Meus alunos são minha honra e minha glória
  • No Prof. Fedeli admiramos a Verdade católica
  • Deus me dê forças para lutar ou me tire a vida
  • A Montfort estará sempre combatendo pela Igreja, na noite, no amanhecer e no dia futuro
  • Só é possível colaborar com a Montfort acertando os ponteiros sobre o Vaticano II e Missa Nova.
  • Quero mais zelo contra os hereges. Que eu marche diretamente contra o inimigo
  • Quero escrever cartas em defesa da Igreja até o dia de minha morte
  • Mais de 1000 cartas em defesa da Fé!
  • Deus me permite, na velhice, ver o fruto de minhas cartas
  • Faço o que posso para defender a Fé.
  • A Montfort só segue os passos de Jesus
  • A Montfort é contra a direita, contra a esquerda e contra o centro
  • Viso a conversão das almas e a humilhação dos inimigos da Fé
  • A Montfort é a voz da Idade Média, dos cruzados antigos, que canta a fidelidade ao Syllabus contra os sacrilégios das missas novas
  • Bendito seja Deus que nos suscitou para esta guerra santa
  • Sou pelo que é eterno. Combato as profanações. Faço catedrais nas almas
Fonte: Texto de circulação restrita, divulgado por membros da Montfort: verdades-catolicas.pdf
O conteúdo deste blog pode ser conferido no site Montfort (desde que eles não retirem os textos, o que não seria de estranhar pois é o normal nos seguidores de Orlando Fedeli).

13 responses to “As “95 teses” do Lutero brasileiro”

  1. Marcos Paulo says :

    Boa tarde, gostei do blog e fica aqui o meu apoio ao combate dos erros de Fedeli. Porém gostaria de fazer algumas observações.
    Antes digo que não sou seguidor do tradicionalismo e nem do modernismo da teologia da Libertação. Fui aluno de D. Henrique Soares e aceito todos os concílios da Igreja, incluindo o Vaticano II, porém o próprio Papa Bento XVI nos fala da necessidade de interpretarmos o concílio na hermenêutica da continuidade.
    Sobre o marxismo, é evidente que nas últimas décadas, partes importantes da CNBB tem se rendido ao marxismo, basta constatar o amplo apoio que o ex-frei Leonardo Boff e Frei Betto continua tendo entre os padres e bispos que levantam a bandeira vermelha, e digo, não são poucos.
    Para fazer um teste, vão para alguma reunião da CPT e CIMI e constate o quanto o marxismo ainda domina esses caras.

  2. Fiscal says :

    ORLANDO FEDELI. O MEGA-HEREGE.

    Fedeli foi sedevancantista militante. Professava que depois de Paulo VI a Igreja ficou sem papas porque todos hereges. Não bastava ser sedevacantista. Também defendia a “eclesia vacante”, ou seja, que a Igreja desapareceu depois do Concílio Vaticano II.
    Escreveu o “profeta das vacâncias”:

    ” Não é então de espantar que o Concílio Vaticano II tenha realizado e posto em execução as reforma preconizadas pelos hereges modernistas. Foi do Vaticano II que nasceu uma Nova Igreja oposta à Igreja Católica Apostólica Romana. Essa Nova Igreja, sem dogmas, evolutiva, ecumênica, igualitária e humanista abriu-se ao mundo e à civilização moderna, aceitando até o Socialismo. Essa Nova Igreja Conciliar se mostra sedenta de coisas novas “Rerum novarum semel excitara cupidine”)… in Nos Labirintos de Eco, de Orlando Fedeli, Ed. Veritas, pág. 105.

    Portanto, pelas palavras do Professor O. Fedeli (escritas) não existe mais a Igreja Católica. Uma nova igreja surgiu, e em oposição daquela. E A INOVAÇÃO É, SIM, UMA NOVA INSTITUIÇÃO, TANTO QUE O SR. FEDELI CONSIDEROU A NOVA IGREJA COMO SUBSTANTIVO PRÓPRIO, grafando o nome Igreja Nova com MAIÚSCULAS.

    Assim, o Sr, Fedeli defendia a existência de DUAS IGREJAS: A real, herege e impostora, e a virtual, a verdadeira, que desapareceu.

    Se prevaleceu una “Nova Igreja” em oposição à verdadeira, então as eleições de Papas são inválidas, sendo todos impostores, o que nos leva a rever a antiga adesão de Fedeli ao sede-vacantismo.

    Esta dicotomia revela que o Sr. Fedeli, infelizmente, ERA UM MEGA-HEREGE.

    Onde está a verdadeira Igreja? Por acaso residiu em seu íntimo? Estaria aí a razão de se incoporar como inquisidor, realizando o seu tribunal on-line? Não estaria tentando proclamar todo este tempo sua suposta missão de ser depositário da verdadeira Igreja? Não estaria aí explicado sua pretensão de ser um cavaleiro dos tempos modernos, infrigindo ataques contra a herética Nova Igreja? E quem seria, depois da sua morte, o sucessor do depósito da igreja virtual?

    Somente esta frase era motivo para levar os escritos deste senhor para o Tribunal Eclesiástico. Porém, o cavaleiro das vacâncias, o baluarte do vago, tombou frente Àquela que preconizava como Nova Igreja, pois pouco depois do lançamento do seu livro (2004) esteve com o Papa João Paulo II e pediu sua benção. Depois saiu do encontro repetindo: Viva o Papa! Até parece que tremeu com a iminência de uma punição. Ora, quem escolheu este Papa foi exatamente a suposta “Nova Igreja” que Fedeli tinha rejeitado.

    Por tudo isto, deve-se uma palavra àqueles que seguiram ou se simpatizaram com Fedeli de boa-fé. Somente a Cristo (e a sua Igreja) deve-se confiar, pois como Ele disse, “Eu sou o caminho, a verdade, a vida”.

  3. fiscal says :

    Ainda a respeito da adoção da “Eclesia vacante” por Orlando Fedeli, no sentido de que a Igreja é vacante, ou seja, a Igreja Católica desapareceu existindo atualmente somente um “fantoche” que representa a própria Igreja, teoria que o Sr. Orlando defendeu POR ESCRITO, há ainda de se destacar que este senhor renegou o Credo, porque consta ali que a Igreja é UNA. Não existe uma igreja impostora e outra que desaparareceu. Cremos, os católicos, que existe somente uma Igreja, visível, e protegida pelo Espírito Santo, que permanece pelos tempos. Ela não se retira, mesmo que erros possam ter acontecido. Ela não dá oportunidade para uma outra farsante, que toma até o espaço físico da Verdadeira, como o Vaticano. Ela é UNA. Não existe dicotomia. Não existe a Igreja e a “Nova Igreja” conforme defendeu o Sr. Orlando. Entender que a Igreja Católica desapareceu, existindo hodiernamente apenas uma representação Daquela, é efetivamente se AFASTAR da Igreja, e o significado teológico de AFASTAMENTO da Igreja é exatamente o de SEITA.

  4. Priscilla says :

    Em relação a CNBB, são quase todas justas as acusações por parte do senhor Fedeli.

  5. fiscal says :

    Em post recente (31/01/2012), no site da Montfort, a Sra. Lúcia Zucchi, ao que consta esposa do atual presidente da Montfort, Sr. Alberto Zucchi, ao criticar o Concílio Vaticano II, defendeu a tese da “eclesia vacante” tão querida do Prof. Orlando Fedeli. Ali ela encerra seu comentário insinuando que o referido concílio estabeleceu a Nova Igreja, em detrimento da verdadeira Igreja. Portanto, os seguidores do Sr. Fedeli mantém seu posicionamento herético, infelizmente. Como o Concílo não teve caráter dogmático ele está sujeito a críticas. Porém, as críticas não podem chegar ao cúmulo de se defender o desaparecimento da Igreja Católica para surgimento da Nova Igreja não católica. Contudo, devemos desejar o retorno dos seguidores da Montfort à unidade da Igreja, reconhecendo que Ela é única, que ela permaneceu viva e edificante mesmo depois do advento do Concílio Vaticano II mesmo com erros que supostamente possa ter tido.

  6. fiscal says :

    O Papa Bento XVI tem se manifestado reitaradamente a respeito da unidade da Igreja. Ouçamos o nosso Pastor: ” Olhando para o passado, para as divisões que no curso do século dilaceraram o corpo de Cristo, tem-se continuadamente a impressão de que, em momentos críticos quando a diferença estava a nascer, não fora feito o suficiente por parte dos representantes da Igreja para manter ou reconquistar a reconciliação e a unidade. Fica-se a impressão de que as omissões na Igreja tenham a sua parte de culpa no fato de tais divisões se terem podido consolidar. Esta sensação do passado impõe-nos hoje a obrigação de realizar todos os esforços para que todos aqueles que nutriam verdadeiramente o desejo da unidade tenham a possibilidade de permanacer nesta unidade.”
    As palavras do Papa ressaltam a necessidade da UNIDADE. Atribuir o surgimento da NOVA IGREJA no seio da própria Igreja Católica, substituindo esta, é desconsiderar a UNIDADE tão querida pelo Papa. Definitivamente, como aprendemos com o Credo, a Igreja é UNA. Nenhum concílio teve o condão de subtrair a verdadeira Igreja para substrituir por outra igreja, até porque se assim fosse entendido, o Papa Bento XVI, de reinado triunfante, seria um impostor, um agente que finge ser o Vigáro de Cristo.
    VIVA O PAPA!

  7. Fiscal says :

    A LUTA DE CLASSE E O SR. ORLANDO FEDELI. Não surpreende mais a heresia defendida pelo Sr. Fedeli que a Igreja Católica não existe mais depois do Concílio Vaticano II, conforme abaixo exposto. Todavia, esse senhor atacou muito o Concílio Vaticano II porque seria o mesmo impregnado de marxismo. Logo o concílio incitaria a luta de classes. Mas o próprio Professor Orlando patrocinou a luta de classes dentro da TFP ao desmoralizar a classe social de Plínio Correa de Oliveira. Escreveu o professor no site da Montfort que “certamente não tive educação aristocrática e francesa, como comentou, certa vez, um padre: “O Professor Fedeli é um italianão grosseiro, que jamais poderia compreender as maneiras aristocráticas e frnacesas de Dr. Plínio…” E acrescenta Fedeli, rejeitando a educação aristocrática: “Graças a Deus!”
    Ainda se rebelando contra a classe social, diz o suposto direitista, antes destacando que foi um moleque de rua: “Os moleques de rua não tinham – Graças a Deus !!! maneiras as “aristocráticas e francesas” de certos granfininhos de Higienópolis”. O deboche dos “granfininhos” realça a indisposição com pessoas da classe rica.
    A ironia contra os ricos aparece novamente quando diz que “Ele, Plínio, e os demais riquinhos do grupo, ficaram admirados com este gesto. Eu fiquei surpreso por essa admiração, pois dinheiro nunca valeu nada para mim.”

  8. Fiscal says :

    E, ainda, colocando moleque no mais alto patamar da dignidade humana, em detrimento ao “riquinho”, afirma Fedeli que “essa era uma das muitas diferenças entre quem fora moleque pobre e quem fora marquesinho só em sonhos trans-esféricos.”
    É surpreendente que um direitista ironize a classe rica. E como criticar a Igreja pós conciliar que colocou a opção preferencial pelos pobres se ele mesmo se pôs na situação preferencial de pobre contra ricos? É o PC do O. E mais surpreendente que sabidamente o Sr. Fedeli é um especialista da Revolução Francesa, que defendia publicamente os nobres (os marquesinhos de Versailles), mas que interiormente abominava a classe superiora. Mas dentro deste cipoal de contradições não é de se indagar se suas posições não era mesmo coisa de moleque!

  9. fiscal says :

    Veio a calhar o recente post do site da Montfort sobre a vida exemplar do menino Rolando Rivi. Conta-se que o menino era tido como levado, que, todavia, a partir da primeira comunhão transformou-se em bom garoto, martirizado posteriormente por causa da sua adesão ao seminário. Ali ficou claro que jamais o menino daria “graças a Deus” por ser moleque, mas graças a Deus por deixar de ser moleque, e levar uma vida exemplar. Se o relato postado foi uma pretensa resposta ao que dito neste forum, tal relato não serve como paralelo à vida do Sr. Orlando Fedeli, que, aos quatro ventos, ESCREVEU que foi um moleque de rua graças a Deus. Todos sabemos que moleque de rua não leva vida exemplarmente. Não é paradigma para a vida espiritual. Da boca suja não sai um louvor a Deus.A sujeira das roupas e outras sujeiras servem mais ao mundanismo que à vida espiritual. Não é possível que a crise da Igreja fosse tanta que Deus suscitasse um moleque para salvá-la. Teria surgido a ordem dos orlandinos dos moleques descalços? A verdade é que rejeitamos as traquinagens do Professor Orlando Fedeli, como apregoar o desaparecimento da Igreja Católica, e nos detemos, encatados, com crianças exemplares, porque inocentes, merecedoras do acolhimento de Nosso Senhor, porque convidou os pequeninos. Não. Os moleques não são parâmetros de conduta a ponto de desejarmos graças por sermos moleques. Nos moleques devemos considerar as suas almas, para que mudem com a graça de Deus.

  10. fiscal says :

    OS ERROS DOUTRINÁRIOS DE ORLANDO FEDELI. Nos posts abaixo ficou claro que o Sr. Fedeli defendeu que a Igreja Católica FENECEU, MORREU, DESAPARECEU depois do Concílio Vaticano II, que foi substituída pelo que ele chamou de Nova Igreja Conciliar. Tal heresia é a maior de todos os tempos, e já existia na Idade Média. Indicamos que os seus erros poderiam ser verificados no livro de sua autoria (Nos Labirintos de Eco). Todavia, o Professor Orlando expandiu seus erros também na internet, pois essa aberrante tese foi também defendida no site da Montfort. Vejamos:

    ” A Igreja Nova do Vaticano II, sendo aggiornata, seria, de fato, uma igreja descartável.”

    ” Você -meu caro “Católico Indignado” – mostra bem que o modelo da Igreja Igualitária proposto pelo herege Padre Libânio visa destruir a Igreja Católica Apostólica Romana, substituindo-a por outra, nascida do Concílio Vaticano II.”

    ” A Igreja do Padre Libânio, a Nova Igreja do Vaticano II, é uma seita herética modernista, igualitária, que não é Una, nem Santa, nem Católica, nem Apostólica. É um Soviet. A Igreja Soviética dos “Teólogos” da Escravidão, nascida do Concílio Vaticano II, devia ser chamada Igreja Igualitária, Soviética, Satânica”.

    ” O Vaticano II criou uma Nova Igreja, a Igreja do POVO DE DEUS, que é hegelianamente oposta à Igreja Católica Apostólica Romana, fundada por Cristo, sobre Pedro. Duas Igrejas metafísica e teologicamente opostas como tese e antítese. Quem é católico não pode aceitar essa Nova Igreja Igualitária, comunitária – soviética – anti-Papa, anti-Romana proposta por Padre J. B. Libânio, COM BASE NO VATICANO II”.

    ” A Nova Igreja Conciliar é laxista na moral, tudo permitindo, e quer ser apenas filantrópica, proclamando-se Igreja do Amor, entendido como fazer apenas o bem material”.

    Nessa sarabanda de absurdas afirmações ESCRITAS, ficam as indagações. Se tivesse razão o Sr. Fedeli a sucessão apostólica acabou a partir do Vaticano II? As ordenações dos padres a partir de então foram inválidas? E os sacramentos valeram por todo esse período? E as canonizações foram nulas? E os cardeais nomeados nesse período são efetivamente cardeais? E os seus votos para elegerem o Papa? Então não temos mais o Papa? Então não é possível dar vivas ao Papa!

  11. Kondde says :

    Realemente Priscila, em relação as acusações da CNBB são quase todas justas não… São TODAS justas.

  12. João Carlos Leite says :

    Somente para judar um pouco a discussão. Esse texto pode elucidar alguma coisas:

    Sede-vacantistas

    Para os que nunca ouviram esta expressão eu explico: são aqueles que afirmam que o papa não é papa. Não tem papa. A sede está vacante, ou seja, vazia. Esta tese baseia-se no fato de que a teologia católica não exclui a possibilidade de um papa perder o papado por pecado formal de heresia. Porém, isto que é uma possibilidade teológica, não pode ser afirmado categoricamente por ninguém neste mundo, pois também é doutrina católica que o papa só pode ser julgado pela Igreja, o que exige um outro papa legitimamente eleito, devidamente escolhido pelo Divino Espírito Santo.
    Aqui aparece o erro contrário, afirmado pelos legalistas: se o papa só pode ser julgado por outro futuro papa, porque vocês julgam o que o papa afirma e ensina? Ora, o que nós fazemos não é julgar o papa, mas sim as afirmações e ensinamentos dele. O que ele diz é certo ou errado? Julgar o papa seria afirmar que determinada ação ou ensinamento mostra que ele perdeu a fé, tornou-se um herege formal. Mas dizer que o ecumenismo ou a liberdade religiosa, ou qualquer outro erro ensinado pelos papas depois de Vaticano II é heresia, não significa dizer que a alma do papa esteja formalmente em pecado de heresia. Só Deus sabe. Daí a necessidade de se abster de afirmar que o papa não é mais papa ou nunca o foi. Alguém pode desconfiar disso, por causa dos escândalos contrários à fé, mas não se tem meios de saber, na fase atual do combate.

    Quando Lutero quis casar com a freira, inventou uma nova religião sem sacerdócio, e disse que a religião católica romana era obra de satanás. Saiu e bateu a porta. Declarou sua heresia publicamente. Mas os papas de Vaticano II continuam usando a autoridade dos papas, afirmando ser o Vigário de Cristo, sendo reconhecidos como bispos de Roma. Daí a dificuldade de se saber se aderem formalmente aos erros de Vaticano II ou se são fantoches nas mãos dos inimigos de Cristo, cegos, imprudentes, desobedientes, mas ainda católicos.

    Os sede-vacantistas são a gente mais orgulhosa que eu conheço, pois são movidos pela cegueira espiritual. Herdeiros daquele primeiro orgulho que elevou o espírito de Eva a ouvir uma palavrinha mágica, e querer mudar o mundo! Sereis como deuses! Quiseram ser mais do que eram na realidade e sairam empurrando a tudo e a todos que estavam na frente, ou seja, precipitaram simplesmente toda a humanidade no pecado! Pois os sede-vacantistas são assim. Cegos para a realidade, empurram todos que se encontram à frente e saem por aí, aos bandos, dizendo que só eles são verdadeiros católicos, só eles encontraram a solução da crise da Igreja.

    Querem ver alguns exemplos do que são capazes? Nos Estados Unidos, nos anos oitenta, um grupo de nove seminaristas da Fraternidade S. Pio X, no dia seguinte da ordenação sacerdotal, traíram a Mons. Lefebvre, deixando a Fraternidade. Eram sede-vacantistas escondidos que só esperaram a ordenação sacerdotal para tirar a máscara. Pensam que formaram um clero sólido e coerente? Ao contrário. Como toda obra fundada na opinião e movida pelo amor-próprio, foram brigando uns com os outros, em puro espírito sectário, dividindo-se em pequenos grupos. No meio do turbilhão, o demônio suscitou um bispo vietnamita, que saiu pelo mundo sagrando bispos, inclusive nas seitas com falsos papas, como Palmar de Tróia. A falta de vergonha na cara é tamanha que alguns destes bispos, hoje, alegam o estado de necessidade para chamar leigos casados para serem ordenados e sagrados.

    Dirão as más línguas: Mons. Lefebvre e a Fraternidade S. Pio X também se fundamentam neste estado de necessidade. É verdade, e por uma razão simples. Ele existe, pois não temos acesso à autoridade para a recepção dos sacramentos isentos dos erros de Vaticano II. Mas a diferença entre a nossa posição e a dos sede-vacantistas é enorme. Mons. Lefebvre sempre agiu dentro da norma católica, baseado na doutrina e na lei canônica. O estado de necessidade, para a Fraternidade, é razão para ela agir de modo forte, mas segundo o Direito: ordenação de jovens em plena condição de serem ordenados, segundo o Direito canônico. A própria sagração dos bispos, em 1988, para quatro padres já experimentados na doutrina e sabedoria, e após esgotar todos os meios para obter de Roma as autorizações necessárias. Do lado dos sede-vacantistas, vendo que conseguem mais adeptos entre leigos imprudentes e exagerados, não hesitam em subverter as bases do direito para alcançar seus objetivos. Querem agora formar um clero de velhos avôs de báculo e mitra. É patético.

    Pois é a essa gente que alguns dos nossos resolveram se ligar. Jovens guiados por velhos inescrupulosos, cegos e imprudentes. Jovens que agem hoje como aqueles seminaristas traidores, que ferem compromissos assumidos diante do padre, que tentam aliciar pessoas à sua volta, arrogantes e orgulhosos. Que fique aqui a denúncia: se nossos leitores, fiéis, amigos, receberem propostas de listas de e-mails, blogs, orkut etc para discutir a matéria, não aceitem. Eles não querem discutir, mas tão somente manipular as consciências com textos antigos dos papas que, lidos de modo isolado, parecem lhes dar razão. Fogem da linha segura e constante que Mons. Lefebvre sempre seguiu, na profunda catolicidade do seu combate pela fé. Rezemos por esse pobres rapazes.

    Não abaixem a guarda, não deixemos de denunciar com todo o rigor, os erros perversos deste diabólico concílio que tantos males trouxe à Igreja; mas tenhamos prudência e humildade, para que a luz da fé não seja a nossa própria luz, mas a daquele Verbo que veio a esse mundo e habitou entre nós.
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    Apologética Dom Lourenço Fleichman, OSB Sedevacantismo
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  13. Fiscal says :

    Em post recente, no site Montfort, Eder Silva faz um desafio ao menos inusual. Fala que assim como os membros da Montfort foram acusados de hereges e cismáticos também o Papa Paulo VI tem que ser condenado na mesma medida. Não percebeu o articulista que ao lançar o desafio reconheceu a própria condenação da entidade. É como se dissesse: Somos hereges tanto quanto Paulo VI. Portanto, o desafio é inusual porque produz auto-condenação e porque atribuiu a outros o papel de lançar o Papa na fogueira.
    O articulista, sob o pretexto de tratar sobre a ruptura da liturgia com o advento da missa nova, acaba concluindo que efetivamente ocorreu a ruptura da Igreja pós conciliar com a tradição bi-milenar, quando os dois fatos são absolutamente diferentes. A ruptura da liturgia é um fato totalmente reconhecido pela Igreja, e embora de suma importância não é tema tão abrangente quanto a ruptura da Igreja a todo o passado do Magistério.
    De qualquer forma, o mérito do artigo é de se dar nome aos bois. A Montfort efetivamente aderiu à tese da hermeneutica da ruptura, entendendo que com o Concílio Vaticano II a Igreja Católica DESAPARECEU. Sintomática a contrariedade do autor com Bento XVI quando afirma que “peritos” defenderam a hermeneutica da continuidade. Ora, é conhecido que Bento XVI foi perito no Concílio.
    O Papa tão querido da Montfort, “o Papa de Fátima” como dizia Fedeli, agora merece a desconsideração. Afinal quem mandou ele não ser o “Papa de Fátima”. Quem mandou ele renunciar. Quem mandou ele não acompanhar o site Montfort para continuar seu pontificado.
    Mas se querem a fogueira do Paulo VI, é pouco o desgosto com Bento XVI.
    Todavia, esses desatinos não são novidades. Eder simplesmente segue as molecagens do guru Fedeli, o homem que deu graças a Deus por ser moleque. Por isso, traquinagens doutrinárias surgem, tais como o espiritismo da Sr. Ivone Fedeli, que confessou que conversa com os mortos (geralmente em casa, com o Fedeli somente no túmulo).
    Porém, Eder é um neófito na iniciação dos caras sujas. Por certo tem bom espírito. O melhor é fechar esse beco de molecagens e os bens intencionados juntarem-se a outro grupo católico, mesmo que conservador, mas isento de idissiocrasias exóticas.

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