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Bispo denuncia: A Montfort é veneno a camino da heresia e do cisma.

Dom Henrique S. da Costa, bispo da Diocese de Palmares – PE

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“Cuidado com o site Montfort, pois está se afastando do sentir com a Igreja… É o caminho que leva à heresia e ao cisma. É bom evitá-lo! Queira Deus que os jovens não se deixem levar por essas idéias obsessivas… Repito: cuidado com o site Montfort: está fazendo mal; parece doce católico, mas é veneno! O site Montfort desautoriza o Papa Paulo VI e seus sucessores e, assim, põe-se em rota de colisão com a Igreja. Sugiro, portanto, aos meus caros Visitantes, muita prudência ao visitar o referido site, sabendo que estão entrando em contato com opiniões de um grupo que não está em plena sintonia com o sentimento da Igreja e de seus pastores, correndo, assim, o risco de afastarem-se da plena comunhão com a Igreja.”

(Dom Henrique Soares da Costa, bispo da Diocese de Palmares – PE)

Fonte: https://www.domhenrique.com.br/single-post/2008/12/29/Site-Montfort-tradicionalistas-integristas-e-males-congêneres

Exoterismo dentro da Associação Cultural Montfort? O “mantra secreto”

Que nas seitas se praticam atos litúrgicos secretos, isso não é novidade. Que tais atos de culto têm como centro o guru-fundador, também ninguém ignora. O que poucos sabem é que a diferença existente entre as seitas é o grau de demência coletiva, fruto da capacidade de “divinização” com que cada guru consegue iludir seus seguidores.

Orlando Fedeli foi um dos mais perigosos de seu gênero. Dotado de uma verborreia incansável e de uma grande facilidade de argumentação sob um invólucro de fidelidade à Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, conseguiu criar, de maneira sub-reptícia, uma imagem de si mesmo que o tornam único. Quem estuda seus escritos, como o texto-homenagem que alguns de seus alunos publicaram para enaltecê-lo, constata facilmente que Fedeli, como Lutero, se mostrava imbuído de uma missão divina de salvar a Igreja e toda a humanidade dos problemas existentes. Vejamos o que ele dizia para seus seguidores:

“O que faço na Igreja? Detesto tudo o que é moderno.

Sou pelo que é eterno.

Faço questão de que ouçam meu brado bradar os argumentos da verdade.

Você̂ não percebeu ainda, que também martelo argumentos em quem se atreve a negar a Verdade Católica ou contra quem ousa atacar a Fé?

Peco a Nossa Senhora que faca de minha alma uma espada. E com Ela, faço almas-espadas.

Combato as profanações. Desperto entusiasmo e ódios.

Atiço brasas que se apagavam. Fortaleço, tanto quanto posso, com a ajuda de Deus, canas torcidas. Sopro, tanto quanto posso, em fogueiras bruxuleantes.

Acendo tochas. Inflamo candelabros.

Cada carta é um combate. Sempre na brecha. Sempre na muralha da Santa Igreja. E meu coração vigia, quando meus olhos dormem. Sonhando com argumentos.

Faço catedrais nas almas. Catedrais de luz e de vitrais, de verdades e virtudes, “cheias de sombra e luz, para que Deus habite nelas”.

Você̂, se você̂ tem um coração valente, você̂… venha comigo. Venha.

Venha comigo até…”[1]

E vários o seguiram… Dentre eles Alberto Zucchi.

Sendo assim, não é estranho que comecem a vazar informações sobre diversas coisas estranhas que ali são realizadas. A final, a mentira tem perna curta… Em concreto, um leitor do blog nos encaminha algo surpreendente. Pudemos comprovar sua veracidade, pois circula na web desde 2006 e nunca foi desmentido pela Montfort. Cada um pode julgar por si mesmo, porém sua redação lembra um mantra gnóstico hinduísta, de cunho exotérico. Isso, sim: ignoramos se desde que assumiu o controle da entidade Alberto Zucchi continuou com esse culto, pois tanto ele como a hoje Madre Ivone nunca se pronunciaram oficialmente sobre o tema. Resta saber se o mesmo culto não é feito agora para Zucchi.

Mais uma vez agradecemos a colaboração de tantas pessoas que durante muito tempo foram enganadas pela Montfort.

Eis o texto (com o erros de grafia originais):


Ladainhas e rogações ao Professor

 

Kyrie eleison

Christe eleison

R: Kyrie eleison

Chiste, audi nos

R: Christe, exaudi nos

Pater de caelis, Deus miserere nobis

Fili, Redémptor mundi Deus, miserere nobis

Spiritus Sancte Deus, miserere nobis

Sancta Trinitas unus Deus, miserere nobis

 

Que Vossa Sabedoria, ó Professor, tome conta e posse de mim!

Que Vosso Discernimento, ó Professor, seja meu escudo contra as heresias de hoje!

Que Vosso Senso Histórico, ó Professor, ilumine minha inteligência para compreender e amar a Obra de Deus!

Que a verdadeira seiva sadia da plebe, plena em Vós, ó Professor, me ajude em meus caminhos!

Que a agilidade angélica nas polêmicas, que em Vós é insuperável, ó Professor, seja meu instrumento na luta contra o mal!

Que nossa Santa Mãe, a carinhosa da. Tosca, me proteja e me ampare num verdadeiro Perpetuo Socorro!

Que o Vosso Carisma Apostolico, ó Professor, jamais se retire da terra!

Que a Santa Igreja seja sempre assistida pelos Vossos dons, ó Professor, para assim tornar-se mais patente sua imortalidade!

Paladino da Ortodoxia, ó Professor, rogai por nós

Intrépido no combate aos maus, ó Professor, rogai por nós

Puro de coração e de espírito, ó Professor, rogai por nós

Inabalável diante dos erros do Concilio, ó Professor, rogai por nós

Vós que nunca vos vendestes a Estrutura, ó Professor, rogai por nós Invencível Martelo contra o profeta de Higienopolis, ó Professor, rogai por nós

Pelo Vosso insuperavel Panache, ó Professor, rogai por nós

Vós que sois o Atanasio brasileiro, ó Professor, rogai por nós

Vós que sois o Amante da Guerra Santa, ó Professor, rogai por nós

Vós que sois o Denfensor Ardoroso das Cruzadas e da Inquisição, ó Professor, rogai por nós

Vós que sois a Pedra de Escandalo e Sinal de Contradição, ó Professor, rogai por nós

Ó Professor Inconparável, rogai por nós

Rogai por nós ó Santo Professor, para que sejamos dignos do futuro no qual nos fizestes crer

 

Oremus

Na terrível crise pela qual passam a Igreja e a Civilização, nós que fomos chamados a Vos admirar e a seguir Vossos passos, sentimos o desamparo de nossa fraquesa e por isso imploramos a Vossa poderosa interceçao para nos manter dentro da firme promessa de sempre desejarmos mais cristais atrevimentos. Que Vossos infalíveis conselhos sejam a luz de nossos caminhos. assim seja

[1] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20040824131614&lang=bra

Alberto Zucchi ou a personificação da falsidade

Muito foi dito sobre o motivo real da divisão da Montfort. O tal problema econômico que teria motivado a separação não passa de fakenews, porque é notória a má gestão da entidade. Os seus eventos impressionam pela ausência de público e o desagrado aumenta dia após dia. Os poucos que tinham capacidade de levar as coisas no rumo certo (segundo eles) em boa hora saíram da entidade.

O principal motivo da divisão foi a “limpeza interna” ou “depuração da Montfort” daqueles que aceitaram o Vaticano II como eles dizem. O pretexto foi o comparecimento da viúva Fedeli a uma inocente “Celebração da Palavra” oficiada por Dom Odilo Scherer na abertura do sínodo arquidiocesano de São Paulo. É possível imaginar uma desculpa mais absurda? Expulsar a viúva do “Professor” por razões mais fúteis?

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Dom Odilo com Zucchi

Isso foi o principal motivo para concretizar a desejada “limpeza da face” da Montfort. Como bem observou uma página tradicionalista conhecida, tudo não passou de pura escusa, pois o mesmo Zucchi atuou de modo semelhante “quando convidou dom Odilo para pregar Amoris Laetitia no congresso da Montfort, ou que concede a padres do IBP que reconhecem, sem nenhuma cerimônia, assistir a Missa no rito de Paulo VI quando necessário (por exemplo, o Padre Paul Aulagnier, incensado pelos membros da Montfort como grande combatente da Tradição).[1]

 

Na realidade, a tal “missa nova” foi o pretexto. O ditador Zucchi deu seu golpe de Estado na Montfort.

Uma entidade que se denomina católica e que expulsa membros pelo fato de ouvirem uma pregação do arcebispo de São Paulo? Isso não fere os princípios mais básicos da Constituição, no que se referem à liberdade religiosa? Vê-se, uma vez mais, a aplicação do mesmo atuar de Maquiavel. Ou dos clássicos gurus de seita quando são contrariados em seu pensamento. Porém, para Zucchi não há problemas, e no facebook da Montfort se pode ler:

“Nesta ocasião foi informado que os que compareceram naquela celebração o fizeram à total revelia da direção da Montfort e que, questionados sobre o seu procedimento, permaneceram em silêncio sem apresentar nenhuma explicação. Ademais, todos os que lá estiveram deixaram voluntariamente de frequentar a Montfort”.

Está claro o que significa “silêncio” e “voluntariamente” em linguagem “fedeliana”. Um dia aventaremos algo sobre o “dicionário fedeliano”, com documentos muito interessantes que circulam de mão em mão…

Porém, na realidade, o motivo da expulsão é outro. Como explica o já citado site de informação, “a iniciativa de Ivone de fundar uma comunidade religiosa distante do raio de influência (ou seria do governo?) de Zucchi e de seu IBP, buscando diretamente o reconhecimento da Arquidiocese de São Paulo, sem se sujeitar à ‘liderança’ do presidente da Montfort.”

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Ivone Fedeli

Em outras palavras, como todos os ditadores, Zucchi não podia tolerar perder o controle: sua meta de mudar a Montfort capitalizava muito com uma “ruptura interna” para produzir maior credibilidade.

Como árvore má, da seiva do Lutero do Brasil surgiram dois ramos. Um fiel a sua essência, mas infiel aos métodos: Zucchi. O ramo da Madre Ivone, ao contrário, guardou a sua memória na doutrina, mas traiu o seu legado ao confiar “na anti-igreja do Vaticano II”.

O mesmo site explica:

“O que se diz é que Ivone-Edvaldo seguem sendo um ramo mais puritano e rigorista da Montfort, e Zucchi-IBP um ramo, digamos, mais liberal, ao menos do ponto de vista dos costumes. Contudo, a narrativa de Zucchi no vídeo mencionado procura transmitir o contrário: Ivone seria concessiva ao progressismo, por causa da Celebração da Palavra; e ele seria mais fiel ao seu defunto marido que a própria viúva.”

Em resumo, com a morte de Fedeli findou a antiga Montfort. Mas, a falta de uma, surgiram duas novas seitas: uma que se  entregou à Igreja sob a forma de uma congregação religiosa, tendo na viúva uma Madre Superiora (estranha coisa fez Dom Odilo, pois ela não mudou de opinião quanto ao Concilio), e a seita do Zucchi que se adaptou ao mundo moderno, com miragem de radicalidade interna, mas que, na verdade, vive uma dupla realidade: uma libertinagem de pensamento com uma fachada de antiprogressismo.

O vídeo referido pelo site em questão é notável. Em uma reunião interna (sempre no escuro), Zucchi pretender justificar os motivos da ruptura e ataca a missa católica, dizendo que “Fedeli (como a Montfort) sempre condenou essa porcaria”. A declaração é contundente e não deixa dúvida. A reação do auditório é notável. O vídeo é a prova mais clara da deriva sectária de Zucchi, em continuação às doutrinas do Lutero do Brasil.

A modo ilustrativo, recordemos que as afirmações do Fedeli sobre a missa estão na mesma linha. Para Orlando Fedeli, a missa dita nova “tem sabor de heresia”[2], foi produto de “um maçom e seis pastores protestantes”[3], contem “heresias gnósticas e outras teses maçônicas”[4] e é “a causante da apostasia de milhares de sacerdotes”[5]. Para o Lutero do Brasil, e agora Zucchi, desde a promulgação de missa de Paulo VI a Igreja vive “dezenas de anos de profanações” [6], missas “inválidas e sacrílegas”[7]. Em resumo, para o Lutero do Brasil, Orlando Fedeli, a missa nova é “outra religião”[8], “uma profanação luterana”[9] que “destruiu a fé”[10] com “pura escamoteação”[11]e “fabricada artificialmente”[12].

A história se repete. Como o Lutero histórico (Martinho), à sua morte sucederam novas seitas e correntes de pensamento.

A propósito, um dia falaremos sobre Guilherme Chenta, o misterioso personagem desaparecido, autor do Legado Montfort (blog.legadomontfort.com.br) e que enigmáticas pressões o forçaram a desistir de seu projeto. Pretendia ele deixar para a posteridade todas as doutrinas do Fedeli.  As últimas cartas do Orlando Fedeli eram assinadas por este seu “secretário fiel”, como se constata nesta missiva. Nela, Chenta fala de seu plano, e de forma misteriosa o apresenta como empreendimento da Montfort:

“Gostaria de ressaltar, no entanto, que tudo isso não é resultado de uma geração espontânea ou algo parecido, mas fruto de um amplo, ousado e árduo projeto que temos desenvolvido aqui na Montfort cujo nome é Legado Montfort”.[13]

Tudo foi uma farsa. Na realidade, o “LegadoMontfort” embaraçava os desejos de Zucchi de dulcificar a Montfort. Chenta lembrava demais ao Fedeli e tinha que sumir, com o seu blog. O que aconteceu com ele? Queima de arquivo? Foi mesmo deletado o conteúdo do seu Legado? O que tinha lá que Zucchi receava vir ao conhecimento das bases da Montfort? Mera disputa de poder ou novas informações comprometedoras?

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Guilherme Chenta, o secretário do Fedeli

No próximo post veremos uma revelação surpreendente sobre a Montfort…

 

 

Fontes

[1] https://fratresinunum.com/2018/07/02/divididos-o-cisma-da-montfort-zucchi-versus-a-viuva-fedeli/

[2] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=reabilita_lefebvre&lang=bra

[3] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060520141933&lang=bra

[4] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=por_muitos&lang=bra

[5] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=por_muitos&lang=bra

[6] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=motu_proprio_missa&lang=bra

[7] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228&lang=bra

[8] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=por_muitos&lang=bra

[9] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20061228200752&lang=bra

[10] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20070208233449&lang=bra

[11] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228&lang=bra

[12] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060520141933&lang=bra

[13] http://www.montfort.org.br/bra/cartas/apoio/20091109075241/

Alberto Zucchi, entre Maquiavel e Lutero.

“Morto o pastor, as ovelhas se dispersam”. Este princípio também se aplica indubitavelmente a todas as seitas. Cada uma tem o chefe que merece… ou que quer! Basta o guru desaparecer, e logo os abutres disputarão seu cadáver. É uma lei da História… e com a agremiação Montfort não poderia ser de outra forma.

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Os seguidores do Fedeli acreditam que ele consegue graças do Céu

Em vida, a personalidade forte de Fedeli reuniu seus seguidores, forçando-o a seguir uma determinada linha de comportamento, mesmo que ele contradissesse as consciências da maioria. Isto levou ao surgimento de veladas inconformidades. Um dos inconformados, Alberto Zucchi, sempre objetava às atitudes demasiadamente truculentas  de seu mestre. O trato rude e boçal de seu chefe causava-lhe mal estar e desconforto. Ele admitiu isso a alguns de seus íntimos em várias ocasiões, o que foi comentado por Chenta em seu blog, não mais existente. Ganhando simpatia e preparando sua sucessão, Zucchi tinha um plano e aguardava a morte de Fedeli para alcançá-lo. Sabia perfeitamente bem que a presença de Fedeli era um obstáculo intransponível. Mas a morte inesperada do líder o pegou despreparado. Demorou longos anos para organizar-se. Se Orlando Fedeli se encaixa no epíteto do Lutero brasileiro, Zucchi indubitavelmente leva o prêmio do Maquiavel da Mooca.

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Zucchi, o eterno inconforme

Zucchi sempre quis uma Montfort mais suave; polêmica, mas adaptada aos novos tempos, sem entrar em conflito com a Igreja como fez Orlando Fedeli. E sua própria apresentação mostrava este objetivo: oposição ao mundo usando o próprio mundo. Ao contrário do professor que defendeu o confronto frontal contra o mundo moderno:

 

“Jesus não mandou: ‘Ide e dialogai’. Onde, padre, existe no evangelho uma recomendação de Jesus para sermos “abertos“? Ele, pelo contrário, condenou o caminho largo, e disse que seguíssemos o caminho estreito.”[1]

“Há duas igrejas hoje. E essa igreja modernista infiltrada na Santa Igreja temos que combatê-la com todas as nossas forças.”[2]

“Como você, muitos começam a ler o site Montfort e têm raiva.”[3]

“Somos contra a esquerda, contra a direita, e contra o centro”.[4]

“E o site Montfort não tem figurinhas, não tem anjinhos esvoaçando, não tem piadas. Tem textos doutrinários longos. E é um site “fechado” e polêmico. Um site nada ecumênico. Briguento.”[5]

“Sou absolutamente fechado ao pensamento moderno”.[6]

Mas Zucchi queria dialogar com o mundo moderno. E ele o conseguiu.

E se devemos reconhecer uma coerência de pensamento em Fedeli, embora psicopático, em Zucchi encontramos falsidade e mentiras como instrumentos de poder. Basta verificar o atual site Montfort, o fruto mais genuíno da vida do Lutero do Brasil, Orlando Fedeli, para constatar que ele realmente está sob nova direção. Estamos longe daquele site, que muitos consideraram o maior site polemista do Brasil, comentado por muitos sites tradicionalistas e progressistas. Como uma fera desdentada, desde a morte de Fedeli, não mais se ouve falar daquele site que era o terror da web. Hoje ele não é mais que um carrinho de pipoca intelectual açucarada, em que autores descafeinados se esforçam para transmitir uma imagem de polemistas sem garras, comentando coisas sem sentido nem rumo, em um interminável festival de vaidades. Fedeli está enterrado também em seu próprio site.

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Equipe do antigo site Montfort. À direita do Lutero do Brasil o seu fiel secretário Guilherme Chenta

Mas há algo que deve ser reconhecido em Zucchi. Talvez sua origem da terra da máfia o tenha cumulado com semelhantes dotes. Impregnado do espírito de Maquiavel, Zucchi faz um jogo duplo. Se, por um lado, ele apresenta uma Montfort Light para o mundo moderno, por outro se radicalizou internamente para evitar comentários desagradáveis de suas próprias bases. Somos informados de que, por trás das portas, os ataques ao clero e o desenvolvimento de doutrinas sectárias têm crescido muito, com novas ideias e perspectivas. O pontificado do Papa Francisco permitiu a Zucchi uma posição mais confortável internamente, com a possibilidade de atacar a igreja com mais liberdade.

Chegou a hora de derrubar Zucchi? É o que já se comenta internamente… Estamos nas vésperas de uma nova divisão na Montfort? Terá a Madre Ivone um papel em tudo isso? Aguarde o próximo post…

 

Fontes

[1] http://www.montfort.org.br/bra/cartas/polemicas/20050908181612/

[2] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20060501020700&lang=bra

[3] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20070803164121&lang=bra

[4] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=outros&artigo=20060601143951&lang=bra

[5] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050908181612&lang=bra

[6] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050908181612&lang=bra

A Associação Cultural Montfort à beira do cisma

É difícil falar de “cisma”, no sentido teológico, ao se tratar de uma seita. O própria da seita é já constituir uma nova religião. No caso concreto, a Associação Cultural Montfort ela é conhecida pelas sua doutrina delirante do guru Orlando Fedeli, morto em patente ruptura com a Hierarquia da Igreja.

Os recentes acontecimentos produzidos pela renúncia do nosso Papa Bento XVI colocaram esta seita na beira do cisma… para não dizer do abismo doutrinal. À precária situação interna criada pelo falecimento do guru, com as lutas pelo poder da entidade, sobreveio agora uma disputa doutrinal. No seio da entidade estariam a disputar duas correntes: as seguidoras do cisma da FSSPX, com o Alberto Zucci como chefe moderado e que se apresenta como presidente da seita atual, e a corrente que segue a postura sedevacantista de Orlando Fedeli, com o Elder Silva como líder desbocado. O primeiro torce para que o Papa atual, antes de deixar o cargo, aceite as exigências dos lefebvristas, pois o se comenta dentro da Montfort que o próximo papa seria “progressista”. Já o segundo, Eder Silva, mais na linha do guru Fedeli, aposta pela hipótese de dois papas simultâneos e o consequente caos que isso poderia trazer para a Igreja. Mas nesse contexto estariam postas as condições para o cumprimento das profecias do Orlando Fedeli, onde a Montfort seria a única fiel dentro da Igreja. Resta saber quem seria o papa: Zucchi ou Eder?

Tudo loucura de seita.

Deixando de lado a ideologia do Alberto Zucchi, que pela sua incapacidade aos poucos que vai perdendo influencia dentro da Montfort, vamos a focar nossa atenção no discípulo fiel do guru Orlando Fedeli. É ele, o Eder Silva, o mais autêntico representante da heresia fedeliana. Maçonaria, gnosticismo, ocultismo e conspirações são para ele o normal dentro do Concílio Vaticano II. Para ele, a Igreja Católica caiu toda em heresia por causa da missa de Paulo VI, que para ele é fruto do trabalho de maçons:

 Lutero esbanjava aversão ao que ele denominava de Missa sacrílega e abominável. No entanto, toda essa fulminação iria mudar após a reforma litúrgica operada pela comissão do Vaticano II. De odiada, a Missa após Paulo VI surgiu sob os aplausos dos inimigos da Igreja. Os hereges jactaram-se diante da reforma litúrgica que provocou a destruição da piedade católica. (Fonte: http://www.xxx.org.br/a-intencao-a-participacao-e-a-conclusao-protestante-na-missa-nova/) ((Trocar xxx pelo nome montfort))

Para ele, Eder Silva, fiel seguidor de Orlando Fedeli, a questão é clara: Paulo VI cometeu uma heresia e por tanto deixou de ser papa:

 O que pensar de um Papa que admitiu hereges na fabricação de um rito que se promulgou como ordinário da Igreja? Evidentemente, não seremos nós a responder essa questão. (Fonte: idem)

Paulo VI e Monsenhor Bugnini convocaram os hereges para construir uma renovada liturgia. (Fonte: idem)

Se de fato a FSSPX consegue uma aproximação com Roma vai ficar ainda uma questão em pé: o cisma de Orlando Fedeli e a Associação Cultural Montfort, com o Alberto Zucchi e Eder Silva dentro da panela…

Qui vivra, verra!

O veneno da Montfort destilado novamente

Orlando Fedeli morreu. Mas os seus discípulos não deixam de destilar o mesmo veneno e ódio contra a Igreja. Agora é o Eder Silva, com artigo absurdo dizendo as maiores loucuras e que configuram a heresia apontada pelo Prefeito da Doutrina da Fe. Pelas afirmações deste membro da seita Montfort se descobre o lobo por debaixo da pele de ovelha. Fica alguma duvida do caráter sectário deste movimento que se apresenta como católico? Já está na hora de esclarecer ao povo católico das intenções sórdidas deste grupelho sectário. Eis algumas afirmações do fedeliano Eder Silva, onde podemos ver a mesma sanha sectária do Orlando Fedeli. Até onde vai o ódio contra a Igreja destes falsos católicos? E ainda enganam o povo do Brasil…

Eder Silva, da Associação Cultural Montfort:

“A Missa Nova é a principal “chave” denunciadora da conspiração modernista.”

“Os protagonistas da reforma litúrgica aspiravam alterar ou obscurecer as verdades da Fé para promover a propaganda ecumênica”

“O Concílio de Trento fizera da Missa a expressão mais perfeita e burilada da Doutrina Católica sobre a Redenção e o Sacrifício Eucarístico. Paulo VI, trilhando caminho oposto, procura “novos modos de expressão”, necessariamente menos precisos, pois terão que contemplar novas “vias” teológicas, comprometendo assim o clássico adágio “lex orandi lex credendi” que deixaria de ser aplicado na Missa… ou se mudaria o próprio conteúdo da fé!”

“Movido pelo declarado empenho de aproximação entre o rito católico e a ceia herética protestante, Paulo VI levou adiante a fabricação do Ritus Modernus.”

“Para executar essa missão de ofuscamento dos elementos católicos da Missa, o Papa elegeu o Monsenhor Annibale Bugnini. Esse padre conciliar, que terminou sua vida afastado do Vaticano, teve mais tarde seu nome mencionado na lista de maçons tornada pública por Mino Peccorelli.

“Bugnini correspondeu à vontade ecumênica do Papa realizando a transformação do sacrifício católico da Missa num festivo banquete luterano.

O Papa desejou e Bugnini executou.”

“Seria a Missa Nova de Paulo VI o produto de um plano maçônico para destruir a força da Igreja Católica?  Verdade ou não, acreditamos que esse trabalho não teria sido possível ou talvez não teria sido satisfatoriamente realizado, se Monsenhor Bugnini não tivesse contado com a colaboração direta de seis pastores protestantes que, participando ativamente enquanto consultores, ajudaram a produzir uma Missa tanto quanto possível nos moldes da liturgia protestante. Acreditem ou não, a Missa Nova é uma obra ecumênica de hereges.”

Fonte: Montfort.org.br

João Paulo II x Jesus Cristo?

Segundo Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort, hoje dirigida pelo Alberto Zucchi e pela viuva Ivone, os ensinamentos do Papa João Paulo II contradizem os de Cristo. A profundidade teológica do inquisidor da Mooca é de envergonhar  qualquer menino de catequese paroquial. Mas este sujeito foi o fundador da seita Montfort e pensador oficial de grupos tradicionalistas como o Fratresinunum. Assim vai a Igreja de Deus… e eles enganando cada dia o povo.

O que vai fazer a Montfort agora? Eles ainda não se retrataram das doideiras de seu fundador. Não vão enganar ninguém por deixar o site mais moderninho (parabéns ao Chenta) se não fazem uma renuncia oficial do Lutero do Brasil, Orlando Fedeli. Mas o Zucchi, discípulo fiel, fará isso? Ou em breve veremos ele ajoelhado aos pés de Bento XVI como o seu mestre fez com João Paulo II? Alias… é bem de fariseu… escrever estas coisas de depois tirar fotos com o Papa para enganar o povo.

 

Orlando Fedeli: “É evidente que o Vaticano II tomou e recomendou uma atitude de otimismo e confiança no homem.

É notório que o Papa João Paulo II seguiu, durante bastante tempo, essa linha de confiança no homem.

Prova disso é o que está escrito na encíclica Redemptor Hominis, no número 12:

“A atitude missionária começa sempre por um movimento de profunda estima por aquilo “que há no homem”( Jo. 2, 25)por aquilo que há no íntimo de seu espírito” (João Paulo II, encíclica Redemptor Hominis, n* 12, Paulinas, p.32).

Ora, o Evangelho de São João capítulo II, versículo 25, ao qual remete esse texto diz:

“e porque não necessitava de que lhe dessem testemunho de homem algum, pois sabia por si mesmo o que havia no homem”.

Só que essa frase do versículo 25 é ligada à anterior que diz:

“Mas Jesus não se fiava neles, porque os conhecia a todos, e porque não necessitava de que lhe dessem testemunho de homem algum, pois sabia por si mesmo o que havia no homem” (Jo II , 24-25).

Agora, explique-me você como conciliar o que diz São João que “Jesus não se fiava neles, porque os conhecia a todos”, e porque não necessitava de que lhe dessem testemunho de homem algum, “pois sabia por si mesmo o que havia no homem” e o que escreveu João Paulo II, na encíclica Redemptor Hominis: “A atitude missionária começa sempre por um movimento de profunda estima por aquilo “que há no homem” (Jo. 2, 25) por aquilo que há no íntimo de seu espírito” (João Paulo II, encíclica Redemptor Hominis, n* 12, Paulinas, p.32).

Afinal, como Jesus, não devemos nos fiar nos homens – como disse São João – ou devemos ter profunda estima por aquilo “que há no homem”, como escreveu João Paulo II ?

Explique-me, meu caro Renato, como conciliar esses textos.

Creio que você vai ter que fazer grande acrobacia para conciliar o que é inconciliável.”

Fonte: montfort.org.br

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