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Belzebu, o santo da CNBB

Famoso pelo seu linguajar torpe e aberrante, o Lutero do Brasil não poupava pensamentos delirantes que deixou por escrito para a posteridade.

Este texto é apenas exemplo de novidade que faremos publica em breve.

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Esse tal “Ofício Divino das Comunidades” prefaciado pelo Presidente da Comissão Nacional de Liturgia, usando texto do amigo de Fidel Castro, o Cardeal corintiano Dom Arns, é um absurdo. É uma ofensa à Fé, aos santos e à Justiça divina.

Inspirado por Dom Arns e pelos comunistas infiltrados na CNBB é de estranhar que ainda não tenham colocado entre os santos e heróis Lenin e Stalin, ou quem sabe Belzebu.”

Fonte: montfort.org.br

Muitas duvidas sobre a santidade de João Paulo II

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

 

Muito prezado Professor Roberto,

Salve Maria.

Que eu me lembre, acusei João XXIII de ter sido modernista e processado na Santa Sé por isso, quando era jovem ainda. Não me lembro de ter dito isso de João Paulo II. Disse, sim, que João Paulo II foi fenomelogista, o que não lhe é elogio.

Para conhecer a vida de Karol Wojtyla, (Papa João Paulo II) recomendo-lhe que leia a biografia dele escrita por Carl Bernstein e Marco Politti, intitulada “Sua Santidade João Paulo II”. Possuo a edição francesa desse livro, mas sei que existe edição em língua portuguesa. Essa obra permite ter uma visão bem mais objetiva de João Paulo II do que a produzida pela mídia para uso do público.

Sem dúvida, o Papa João Paulo II foi um homem de grande personalidade e que arrastava multidões por sua simpatia pessoal. No Vaticano se diz, hoje, que ele enchia as praças e esvaziava as Igrejas… Basta fazer a conta dos católicos que passaram para o protestantismo durante o governo desse Papa, que morrendo, deixou uma igreja muito dividida: Teologia da Libertação contra RCC; sedevacantistas de vários naipes e de vários antipapas, e tradicionalistas de inúmeros matizes; neo cartecumanato contra todos e todos contra Kiko e Carmen; arautos contra TFP e a favor de tudo e de todos, e TFP contra tudo e contra todos; padre Marcelo Rossi contra padre Jonas Abib e padre Jonas contra outros grupos da RCC. Todos disputando “fiéis” e verbas no campeonato dos carismas e do dinheiro. E assim por diante. Não há hoje duas paróquias com a mesma missa tal a divisão deixada pelo Papa que queria unir a todos católicos e hereges sob Ut unum sint esquecendo-se que Jesus pediu isso para os apóstolos e para seus verdadeiros fiéis e não para unir os Apóstolos a Judas e a Caifás.

Dar-lhe o titulo de Magno só pode ser visto como fruto do chamado “oba, oba” da mídia. Um exagero e um absurdo.

A Igreja sempre cultuou santos que existiram

Paulo VI mandou retirar do culto alguns santos dos quais não havia registro documental histórico escrito. Isso foi um erro, pois o fato de não haver certidão de nascimento de um santo não prova que ele não existiu. Paulo VI seguiu um critério de cientificismo histórico sem sentido.

Aliás, a falta de seriedade teológica no que fez Paulo VI, nessa questão, se pode verificar no culto a São Jorge aqui no Brasil

Contou o insuspeito Dom Arns, em livro, que pediu ao papa que não proibisse o culto de São Jorge no Brasil, porque esse santo era protetor do Corinthians e que então Paulo VI atendeu esse pedido por causa do Corinthians a pedido de Dom Arns!!!

Não foi, então, São Jorge que salvou o Corinthians, mas esse clube de futebol que salvou São Jorge. E por intercessão de Dom Arns.

Parece piada.

Mas foi Dom Arns que garantiu que isso é História.

E veja como essa “cassação de santos” o prejudicou pois lhe colocou dúvidas sobre a historicidade e a santidade dos santos canonizados pela Igreja.

Não tenha dúvida alguma sobre a santidade de São Luis Rei, Dom Bosco e São Luis Grignon de Montfort.

Dúvidas deixa o livro de Marco Politti e de Carl Bernstein sobre a santidade de João Paulo II. Que Deus o tenha em sua paz.

In Corde Jesu, semper,

Orlando Fedeli

 

Fonte: Montfort.org.br

A CNBB está prestes a romper com Roma

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Foi a CNBB quem criou o PT, esse partido comunista nascido em sacristia com a bênção do Cardeal Arns.

A CNBB nada critica seriamente nesse governo de comunistas e de ex terroristas anistiados e regiamente indenizados que promovem uma política absolutamente contrária à moral e à doutrina católica. Muitos Bispos seguem uma doutrina favorável ao aborto, e a outras imoralidades. Esses Bispos são modernistas e fazem parte do cisma “silencioso” de que falava o Papa João Paulo II, e que está prestes a se tornar um cisma berrante. Desses Bispos modernistas nada há o que esperar.”

Fonte: montfort.org.br

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