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A CNBB não se importa com heresias e pecados

Uma vez mais, o Lutero do Brasil não esconde a sua verborréia contra a CNBB, tema habitual de seus artigos. O super-inquisidor do s. XX não deixa nada em pé… e apenas consegue enxergar defeitos em todo aquilo que não seja de sua conveniência pessoal.

A Montfort Associação Cultural quer se desfazer deste passado ingrato de seu fundador. Mas deletar do site não é suficiente. É preciso uma declaração pública de repúdio a todas as maluquices do Orlando Fedeli. O moderado Alberto Zucchi fará isso?

 

Orlando Fedeli:

 “É lamentável o que faz a CNBB, há tantos anos. Só se preocupa com economia, produção e outras questões materiais, mais parecendo um partido político — e de esquerda, atrelado ao PT e ao PC — do que uma entidade, nem digo católica, mas simplesmente religiosa.”

“Agora a CNBB se preocupa com a água. Quando deveria se preocupar com as almas que estão se afogando em heresias e pecados que a CNBB jamais combate. Por que a CNBB não cuida da poluição da livrarias católicas onde se vendem livros repletos de heresias? Essa é a poluição com a qual os Bispos deveriam se preocupar.”

E com a poluição da TV, que faz a CNBB?

Esse Bispo, — como em geral a CNBB praticamente toda — temporaliza a missão da Igreja, e pretende sacralizar o dever do Estado.”

Fonte: montfort.org.br

 

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O Anticristo será seguidor das cartilhas da CNBB

A demência dos grupos tradicionalistas é visível em algumas afirmações do Orlando Fedeli. Esta poderia ser da fratresinunum mas é da Associação Cultural Montfort. É difícil conhecer a posição de cada uma no ranking da loucura. Que cada um tire as suas conclusões.

 

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Meu caro, você não está seguindo os passos de Cristo.

Saiba que o Profeta Daniel, falando do Anticristo, afirmou que ele “fará cessar o sacrifício perpétuo” (Dan. XI, 31) e “repartirá a terra gratuitamente” (Dan. XI, 39) aos seus seguidores.

Portanto, o Anticristo será seguidor das cartilhas da Pastoral da Terra da CNBB.”

Fonte: montfort.org.br

Bento XVI x CNBB: a retórica tradicionalista.

Os ataques à CNBB é um clássico dos grupos tradicionalistas brasileiros. A Montfort, com Orlando Fedeli, leva a dianteira, seguida muito de perto pelo fratresinunum. Até o mesmo linguajar não deixa de levanta suspeitas sobre os verdadeiros autores daquele site anônimo. Se comenta que poderiam ser uma dissidência das muitas acontecidas no seio da seita aberta pelo Orlando Fedeli e hoje liderada pelo moderado Alberto Zucchi.

Muitos são os adjetivos para designar a Conferência dos bispos do Brasil. A técnica mais freqüente é jogar o papa contra os bispos. Nessa hora eles exaltam a figura do papa pois é útil. Depois chegará a vez de criticar o papa, usando outros papas ou mesmo a Bíblia, santos ou Concílios. É sempre o sistema que usou Lutero para fazer a sua Reforma.

Vejamos alguns exemplos de Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

 “Que contradição entre um Papa que combate o modernismo e os Bispos da CNBB que ensinam marxismo, mal lido, e socialismo de sacristia.”

“O que trouxe imenso júbilo na visita de Bento XVII foram as palavras do Papa. O que ele disse aos Bispos da CNBB na Catedral de São Paulo foi espetacular! Disse tudo o que a CNBB precisava ouvir, e que ela jamais disse em seus numerosíssimos manifestos das Campanhas da Fraternidade naturalista. É é evidente que o Papa Bento XVI sabe que os Bispos brasileiros defendem o contrário do que ele disse.”

“Então, por que o Papa lhes disse isso?

Para que, uma vez, pelo menos, os Bispos da teologia da Libertação da CNBB ouvissem o que era preciso que ouvissem.

Disse o Papa o que ele disse, para que os católicos do Brasil, que há tantos anos têm que engolir, têm que suportar, os longos, prolixos, marxistóides e indigestos manifestos da CNBB, soubessem que o Papa pensa o contrário do que a cúpula dirigente da CNBB impinge como doutrina católica: marxismo de sacristia (teologia da libertação).”

“XVI desafiou não só os hereges da Teologia da Libertação, mas também a Mídia, e a quem manda na Mídia, e a quem maneja Lula, fazendo-o falar em laicismo.”

Fonte: montfort.org.br

No próximo post veremos o sistema utilizado pelo fratresinunum, muito semelhante no seu estilo cachaceiro com a Montfot. Será que a raiz da árvore é a mesma?

2012: fim do mundo da heresia tradicionalista?

Terá isso relação com o fenômeno Maia e o fim do mundo em 2012? O mundo tradicionalista contrário ao Concílio Vaticano II, depois da declaração do Prefeito para a Doutrina da Fé, vai acabar. Eles foram declarados “heresia”. E foi em 2012.

Alberto Zucchi, depois de sua viagem a Roma, tomou providencias para evitar a condenação. O site Montfort perdeu o ar de velharia e entrou na modernidade. Ao menos, as cores melhoraram e o berreiro gratuito e boçal diminuíram. Alguém pode pensar que o Zucchi traiu o mestre e fez um site “descafeinado”. Também esqueceu o mestre e nem falou dele na festa de fim de ano da Montfort, coisa que até os mais fiéis comentaram. Para piorar, o seu discípulo fiel, o Chenta, deixou cair nas traças o “Legado” e sumiu da web. Tudo acabou…?

Não. A mesma heresia tradicionalista continua viva e venenosa, qual cobra do Paraíso, procurando inocentes para morder.

Vejamos uma amostra. O post que a Fratres colocou no ar sobre a “Comissão Episcopal para Tradução dos Textos Litúrgicos da CNBB”. Dizem que foi um “leitor” que mandou o “inspiradíssimo” e “belíssimo hino”.

Bem que a Congregação para a doutrina da Fé chama de “heresias” este tipo de atitudes. Atacam a CNBB, os bispos, a missa, e ainda se acham cristãos pelo fato de gostar do latim. Ser católico é só ir a missa ou é principalmente estar em comunhão com os pastores? Bastam dois minutos no site fratres para perceber a heresia tradicionalista mais radical.

Vejamos a baixaria do Fratres.

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Sugestão às equipes de liturgia: Hino para o Ano da Fé.

Para que as equipes de liturgia possam, em suas celebrações da Palavra, da Vida, da Partilha, da Comunidade, etc.,esclarecer os fiéis acerca da liturgia no Brasil neste Ano da Fé, apresentamos um belíssimo hino composto pelo leitor Pedro Pelogia — inspiradíssimo pelo post ‘Os sábios levitas que zelam por nossa liturgia’.

Comissão Episcopal para Tradução dos Textos Litúrgicos da CNBB.

ANJOS DE D-US

Se acontecer sacrilégio perto de você
Não adianta apelar para a CNBB
Inculturações e respeito aos ateus.

Então abra o missal e comece a provar
Quantas profanações eles fazem no altar
E o moderninho já vem com o garfo na mão.

Refrão:
Tem marmanjos zoando neste lugar
Enganando o povo em cima do altar
Invertendo a missa em todas as direções

Não sei se o papa não viu o que Bugnini teceu
Só sei que o sagrado desapareceu
Porque a P-2 fez o que quis

Quando um bispo abre a boca a Igreja se ferra
Ela perde, se esconde, se envergonha e nega,
Alegra o inferno com seu rito banal

Sinta todo domingo um sagrado desgosto
Vendo um padre pular com um sorriso no rosto
Encantando vovós e perdendo fiéis.

Ref. Tem marmanjos, etc.

Fonte: Fratresinunum

 

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É ou não é o mesmo espírito do Lutero brasileiro, usando de vulgaridades de toda ordem para com pessoas sagradas da Igreja? Peçamos ao Espírito que ilumine os seguidores do Fratres –como já o fez com a Montfort – para achar o caminho da luz de volta à casa do Pai. Recomendamos a eles assistir alguma missa de cura e libertação.

Sobre o hino composto pelo Pelogia (ou será Pelágio?), há que se pensar que talvez seja fruto de um certo neopelagianismo, pelo qual algumas pessoas julgam-se nascidas sem o pecado original, arvorando-se o direito de criticar e enfrentar desrespeitosamente os legítimos pastores e demais membros e da hierarquia católica. Será que a antiga heresia, refutada por Santo Agostinho e tantos outros, renasce das cinzas como a mítica fênix? O espirito de contestação contra a Igreja fez do Orlando Fedeli o Lutero do Brasil.  A Fratres in unum vai conseguir superar? É difícil, mas vai pelo mesmo caminho.

Tenhamos cuidado com os luteros fedelis, pelogias, fratres, etc…

 

Belzebu, o santo da CNBB

Famoso pelo seu linguajar torpe e aberrante, o Lutero do Brasil não poupava pensamentos delirantes que deixou por escrito para a posteridade.

Este texto é apenas exemplo de novidade que faremos publica em breve.

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Esse tal “Ofício Divino das Comunidades” prefaciado pelo Presidente da Comissão Nacional de Liturgia, usando texto do amigo de Fidel Castro, o Cardeal corintiano Dom Arns, é um absurdo. É uma ofensa à Fé, aos santos e à Justiça divina.

Inspirado por Dom Arns e pelos comunistas infiltrados na CNBB é de estranhar que ainda não tenham colocado entre os santos e heróis Lenin e Stalin, ou quem sabe Belzebu.”

Fonte: montfort.org.br

Orlando Fedeli: cheiro de maçonaria nas campanhas da fraternidade da CNBB

Opinião do Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort. Isto é ou não é uma seita? Ou é gente doentia mentalmente? ——- “Na Igreja pós-conciliar só se fazem reuniões, congressos, manifestos, planos pastorais. A desgraça é que não há mais pastores de verdade e da verdade. O blá-blá-blá verborréico da CNBB, em suas Campanhas da Fraternidade — […]

Fedeli condena bispo de heresia

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

 “Mandaram-me pela internet um artigo do Bispo de Piracicaba, Dom Fernando Mason, publicado no site da Desafinada Canção Nova, em que sua Excelência trata da igualdade ou não das religiões. Os dois primeiros parágrafos do senhor Bispo de Piracicaba são surpreendentemente bem católicos.

Por que esse Bispo não parou seu artigo no final do segundo parágrafo?

Seria um artigo bem curto, mas católico.”

“Depois deste início perfeitamente correto, Dom Fernando Mason, descamba para contradições chocantes com o que disse inicialmente. As contradições de Dom Fernando Mason são tantas, que até parece que o artigo foi escrito por duas pessoas diferentes.

Ora, São Pio X havia prevenido que os modernistas, para enganar, costumavam dizer numa página o que haviam negado na outra.

Dom Mason supera os modernistas: se contradiz na mesma página”.

“Dom Mason caiu sob a condenação do Vaticano I e da Pascendi.

É o que dá seguir o Vaticano II…”.

Fonte: montfort.org.br

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