Arquivo | Delírios RSS for this section

Bispo denuncia: A Montfort é veneno a camino da heresia e do cisma.

Dom Henrique S. da Costa, bispo da Diocese de Palmares – PE

dom-henrique-soares-da-costa-427x600

“Cuidado com o site Montfort, pois está se afastando do sentir com a Igreja… É o caminho que leva à heresia e ao cisma. É bom evitá-lo! Queira Deus que os jovens não se deixem levar por essas idéias obsessivas… Repito: cuidado com o site Montfort: está fazendo mal; parece doce católico, mas é veneno! O site Montfort desautoriza o Papa Paulo VI e seus sucessores e, assim, põe-se em rota de colisão com a Igreja. Sugiro, portanto, aos meus caros Visitantes, muita prudência ao visitar o referido site, sabendo que estão entrando em contato com opiniões de um grupo que não está em plena sintonia com o sentimento da Igreja e de seus pastores, correndo, assim, o risco de afastarem-se da plena comunhão com a Igreja.”

(Dom Henrique Soares da Costa, bispo da Diocese de Palmares – PE)

Fonte: https://www.domhenrique.com.br/single-post/2008/12/29/Site-Montfort-tradicionalistas-integristas-e-males-congêneres

Exoterismo dentro da Associação Cultural Montfort? O “mantra secreto”

Que nas seitas se praticam atos litúrgicos secretos, isso não é novidade. Que tais atos de culto têm como centro o guru-fundador, também ninguém ignora. O que poucos sabem é que a diferença existente entre as seitas é o grau de demência coletiva, fruto da capacidade de “divinização” com que cada guru consegue iludir seus seguidores.

Orlando Fedeli foi um dos mais perigosos de seu gênero. Dotado de uma verborreia incansável e de uma grande facilidade de argumentação sob um invólucro de fidelidade à Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, conseguiu criar, de maneira sub-reptícia, uma imagem de si mesmo que o tornam único. Quem estuda seus escritos, como o texto-homenagem que alguns de seus alunos publicaram para enaltecê-lo, constata facilmente que Fedeli, como Lutero, se mostrava imbuído de uma missão divina de salvar a Igreja e toda a humanidade dos problemas existentes. Vejamos o que ele dizia para seus seguidores:

“O que faço na Igreja? Detesto tudo o que é moderno.

Sou pelo que é eterno.

Faço questão de que ouçam meu brado bradar os argumentos da verdade.

Você̂ não percebeu ainda, que também martelo argumentos em quem se atreve a negar a Verdade Católica ou contra quem ousa atacar a Fé?

Peco a Nossa Senhora que faca de minha alma uma espada. E com Ela, faço almas-espadas.

Combato as profanações. Desperto entusiasmo e ódios.

Atiço brasas que se apagavam. Fortaleço, tanto quanto posso, com a ajuda de Deus, canas torcidas. Sopro, tanto quanto posso, em fogueiras bruxuleantes.

Acendo tochas. Inflamo candelabros.

Cada carta é um combate. Sempre na brecha. Sempre na muralha da Santa Igreja. E meu coração vigia, quando meus olhos dormem. Sonhando com argumentos.

Faço catedrais nas almas. Catedrais de luz e de vitrais, de verdades e virtudes, “cheias de sombra e luz, para que Deus habite nelas”.

Você̂, se você̂ tem um coração valente, você̂… venha comigo. Venha.

Venha comigo até…”[1]

E vários o seguiram… Dentre eles Alberto Zucchi.

Sendo assim, não é estranho que comecem a vazar informações sobre diversas coisas estranhas que ali são realizadas. A final, a mentira tem perna curta… Em concreto, um leitor do blog nos encaminha algo surpreendente. Pudemos comprovar sua veracidade, pois circula na web desde 2006 e nunca foi desmentido pela Montfort. Cada um pode julgar por si mesmo, porém sua redação lembra um mantra gnóstico hinduísta, de cunho exotérico. Isso, sim: ignoramos se desde que assumiu o controle da entidade Alberto Zucchi continuou com esse culto, pois tanto ele como a hoje Madre Ivone nunca se pronunciaram oficialmente sobre o tema. Resta saber se o mesmo culto não é feito agora para Zucchi.

Mais uma vez agradecemos a colaboração de tantas pessoas que durante muito tempo foram enganadas pela Montfort.

Eis o texto (com o erros de grafia originais):


Ladainhas e rogações ao Professor

 

Kyrie eleison

Christe eleison

R: Kyrie eleison

Chiste, audi nos

R: Christe, exaudi nos

Pater de caelis, Deus miserere nobis

Fili, Redémptor mundi Deus, miserere nobis

Spiritus Sancte Deus, miserere nobis

Sancta Trinitas unus Deus, miserere nobis

 

Que Vossa Sabedoria, ó Professor, tome conta e posse de mim!

Que Vosso Discernimento, ó Professor, seja meu escudo contra as heresias de hoje!

Que Vosso Senso Histórico, ó Professor, ilumine minha inteligência para compreender e amar a Obra de Deus!

Que a verdadeira seiva sadia da plebe, plena em Vós, ó Professor, me ajude em meus caminhos!

Que a agilidade angélica nas polêmicas, que em Vós é insuperável, ó Professor, seja meu instrumento na luta contra o mal!

Que nossa Santa Mãe, a carinhosa da. Tosca, me proteja e me ampare num verdadeiro Perpetuo Socorro!

Que o Vosso Carisma Apostolico, ó Professor, jamais se retire da terra!

Que a Santa Igreja seja sempre assistida pelos Vossos dons, ó Professor, para assim tornar-se mais patente sua imortalidade!

Paladino da Ortodoxia, ó Professor, rogai por nós

Intrépido no combate aos maus, ó Professor, rogai por nós

Puro de coração e de espírito, ó Professor, rogai por nós

Inabalável diante dos erros do Concilio, ó Professor, rogai por nós

Vós que nunca vos vendestes a Estrutura, ó Professor, rogai por nós Invencível Martelo contra o profeta de Higienopolis, ó Professor, rogai por nós

Pelo Vosso insuperavel Panache, ó Professor, rogai por nós

Vós que sois o Atanasio brasileiro, ó Professor, rogai por nós

Vós que sois o Amante da Guerra Santa, ó Professor, rogai por nós

Vós que sois o Denfensor Ardoroso das Cruzadas e da Inquisição, ó Professor, rogai por nós

Vós que sois a Pedra de Escandalo e Sinal de Contradição, ó Professor, rogai por nós

Ó Professor Inconparável, rogai por nós

Rogai por nós ó Santo Professor, para que sejamos dignos do futuro no qual nos fizestes crer

 

Oremus

Na terrível crise pela qual passam a Igreja e a Civilização, nós que fomos chamados a Vos admirar e a seguir Vossos passos, sentimos o desamparo de nossa fraquesa e por isso imploramos a Vossa poderosa interceçao para nos manter dentro da firme promessa de sempre desejarmos mais cristais atrevimentos. Que Vossos infalíveis conselhos sejam a luz de nossos caminhos. assim seja

[1] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20040824131614&lang=bra

Alberto Zucchi ou a personificação da falsidade

Muito foi dito sobre o motivo real da divisão da Montfort. O tal problema econômico que teria motivado a separação não passa de fakenews, porque é notória a má gestão da entidade. Os seus eventos impressionam pela ausência de público e o desagrado aumenta dia após dia. Os poucos que tinham capacidade de levar as coisas no rumo certo (segundo eles) em boa hora saíram da entidade.

O principal motivo da divisão foi a “limpeza interna” ou “depuração da Montfort” daqueles que aceitaram o Vaticano II como eles dizem. O pretexto foi o comparecimento da viúva Fedeli a uma inocente “Celebração da Palavra” oficiada por Dom Odilo Scherer na abertura do sínodo arquidiocesano de São Paulo. É possível imaginar uma desculpa mais absurda? Expulsar a viúva do “Professor” por razões mais fúteis?

odilo2

Dom Odilo com Zucchi

Isso foi o principal motivo para concretizar a desejada “limpeza da face” da Montfort. Como bem observou uma página tradicionalista conhecida, tudo não passou de pura escusa, pois o mesmo Zucchi atuou de modo semelhante “quando convidou dom Odilo para pregar Amoris Laetitia no congresso da Montfort, ou que concede a padres do IBP que reconhecem, sem nenhuma cerimônia, assistir a Missa no rito de Paulo VI quando necessário (por exemplo, o Padre Paul Aulagnier, incensado pelos membros da Montfort como grande combatente da Tradição).[1]

 

Na realidade, a tal “missa nova” foi o pretexto. O ditador Zucchi deu seu golpe de Estado na Montfort.

Uma entidade que se denomina católica e que expulsa membros pelo fato de ouvirem uma pregação do arcebispo de São Paulo? Isso não fere os princípios mais básicos da Constituição, no que se referem à liberdade religiosa? Vê-se, uma vez mais, a aplicação do mesmo atuar de Maquiavel. Ou dos clássicos gurus de seita quando são contrariados em seu pensamento. Porém, para Zucchi não há problemas, e no facebook da Montfort se pode ler:

“Nesta ocasião foi informado que os que compareceram naquela celebração o fizeram à total revelia da direção da Montfort e que, questionados sobre o seu procedimento, permaneceram em silêncio sem apresentar nenhuma explicação. Ademais, todos os que lá estiveram deixaram voluntariamente de frequentar a Montfort”.

Está claro o que significa “silêncio” e “voluntariamente” em linguagem “fedeliana”. Um dia aventaremos algo sobre o “dicionário fedeliano”, com documentos muito interessantes que circulam de mão em mão…

Porém, na realidade, o motivo da expulsão é outro. Como explica o já citado site de informação, “a iniciativa de Ivone de fundar uma comunidade religiosa distante do raio de influência (ou seria do governo?) de Zucchi e de seu IBP, buscando diretamente o reconhecimento da Arquidiocese de São Paulo, sem se sujeitar à ‘liderança’ do presidente da Montfort.”

unnamed

Ivone Fedeli

Em outras palavras, como todos os ditadores, Zucchi não podia tolerar perder o controle: sua meta de mudar a Montfort capitalizava muito com uma “ruptura interna” para produzir maior credibilidade.

Como árvore má, da seiva do Lutero do Brasil surgiram dois ramos. Um fiel a sua essência, mas infiel aos métodos: Zucchi. O ramo da Madre Ivone, ao contrário, guardou a sua memória na doutrina, mas traiu o seu legado ao confiar “na anti-igreja do Vaticano II”.

O mesmo site explica:

“O que se diz é que Ivone-Edvaldo seguem sendo um ramo mais puritano e rigorista da Montfort, e Zucchi-IBP um ramo, digamos, mais liberal, ao menos do ponto de vista dos costumes. Contudo, a narrativa de Zucchi no vídeo mencionado procura transmitir o contrário: Ivone seria concessiva ao progressismo, por causa da Celebração da Palavra; e ele seria mais fiel ao seu defunto marido que a própria viúva.”

Em resumo, com a morte de Fedeli findou a antiga Montfort. Mas, a falta de uma, surgiram duas novas seitas: uma que se  entregou à Igreja sob a forma de uma congregação religiosa, tendo na viúva uma Madre Superiora (estranha coisa fez Dom Odilo, pois ela não mudou de opinião quanto ao Concilio), e a seita do Zucchi que se adaptou ao mundo moderno, com miragem de radicalidade interna, mas que, na verdade, vive uma dupla realidade: uma libertinagem de pensamento com uma fachada de antiprogressismo.

O vídeo referido pelo site em questão é notável. Em uma reunião interna (sempre no escuro), Zucchi pretender justificar os motivos da ruptura e ataca a missa católica, dizendo que “Fedeli (como a Montfort) sempre condenou essa porcaria”. A declaração é contundente e não deixa dúvida. A reação do auditório é notável. O vídeo é a prova mais clara da deriva sectária de Zucchi, em continuação às doutrinas do Lutero do Brasil.

A modo ilustrativo, recordemos que as afirmações do Fedeli sobre a missa estão na mesma linha. Para Orlando Fedeli, a missa dita nova “tem sabor de heresia”[2], foi produto de “um maçom e seis pastores protestantes”[3], contem “heresias gnósticas e outras teses maçônicas”[4] e é “a causante da apostasia de milhares de sacerdotes”[5]. Para o Lutero do Brasil, e agora Zucchi, desde a promulgação de missa de Paulo VI a Igreja vive “dezenas de anos de profanações” [6], missas “inválidas e sacrílegas”[7]. Em resumo, para o Lutero do Brasil, Orlando Fedeli, a missa nova é “outra religião”[8], “uma profanação luterana”[9] que “destruiu a fé”[10] com “pura escamoteação”[11]e “fabricada artificialmente”[12].

A história se repete. Como o Lutero histórico (Martinho), à sua morte sucederam novas seitas e correntes de pensamento.

A propósito, um dia falaremos sobre Guilherme Chenta, o misterioso personagem desaparecido, autor do Legado Montfort (blog.legadomontfort.com.br) e que enigmáticas pressões o forçaram a desistir de seu projeto. Pretendia ele deixar para a posteridade todas as doutrinas do Fedeli.  As últimas cartas do Orlando Fedeli eram assinadas por este seu “secretário fiel”, como se constata nesta missiva. Nela, Chenta fala de seu plano, e de forma misteriosa o apresenta como empreendimento da Montfort:

“Gostaria de ressaltar, no entanto, que tudo isso não é resultado de uma geração espontânea ou algo parecido, mas fruto de um amplo, ousado e árduo projeto que temos desenvolvido aqui na Montfort cujo nome é Legado Montfort”.[13]

Tudo foi uma farsa. Na realidade, o “LegadoMontfort” embaraçava os desejos de Zucchi de dulcificar a Montfort. Chenta lembrava demais ao Fedeli e tinha que sumir, com o seu blog. O que aconteceu com ele? Queima de arquivo? Foi mesmo deletado o conteúdo do seu Legado? O que tinha lá que Zucchi receava vir ao conhecimento das bases da Montfort? Mera disputa de poder ou novas informações comprometedoras?

maxresdefault-2

Guilherme Chenta, o secretário do Fedeli

No próximo post veremos uma revelação surpreendente sobre a Montfort…

 

 

Fontes

[1] https://fratresinunum.com/2018/07/02/divididos-o-cisma-da-montfort-zucchi-versus-a-viuva-fedeli/

[2] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=reabilita_lefebvre&lang=bra

[3] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060520141933&lang=bra

[4] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=por_muitos&lang=bra

[5] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=por_muitos&lang=bra

[6] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=motu_proprio_missa&lang=bra

[7] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228&lang=bra

[8] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=por_muitos&lang=bra

[9] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20061228200752&lang=bra

[10] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20070208233449&lang=bra

[11] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228&lang=bra

[12] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060520141933&lang=bra

[13] http://www.montfort.org.br/bra/cartas/apoio/20091109075241/

Alberto Zucchi, entre Maquiavel e Lutero.

“Morto o pastor, as ovelhas se dispersam”. Este princípio também se aplica indubitavelmente a todas as seitas. Cada uma tem o chefe que merece… ou que quer! Basta o guru desaparecer, e logo os abutres disputarão seu cadáver. É uma lei da História… e com a agremiação Montfort não poderia ser de outra forma.

DSC01054

Os seguidores do Fedeli acreditam que ele consegue graças do Céu

Em vida, a personalidade forte de Fedeli reuniu seus seguidores, forçando-o a seguir uma determinada linha de comportamento, mesmo que ele contradissesse as consciências da maioria. Isto levou ao surgimento de veladas inconformidades. Um dos inconformados, Alberto Zucchi, sempre objetava às atitudes demasiadamente truculentas  de seu mestre. O trato rude e boçal de seu chefe causava-lhe mal estar e desconforto. Ele admitiu isso a alguns de seus íntimos em várias ocasiões, o que foi comentado por Chenta em seu blog, não mais existente. Ganhando simpatia e preparando sua sucessão, Zucchi tinha um plano e aguardava a morte de Fedeli para alcançá-lo. Sabia perfeitamente bem que a presença de Fedeli era um obstáculo intransponível. Mas a morte inesperada do líder o pegou despreparado. Demorou longos anos para organizar-se. Se Orlando Fedeli se encaixa no epíteto do Lutero brasileiro, Zucchi indubitavelmente leva o prêmio do Maquiavel da Mooca.

maxresdefault-4

Zucchi, o eterno inconforme

Zucchi sempre quis uma Montfort mais suave; polêmica, mas adaptada aos novos tempos, sem entrar em conflito com a Igreja como fez Orlando Fedeli. E sua própria apresentação mostrava este objetivo: oposição ao mundo usando o próprio mundo. Ao contrário do professor que defendeu o confronto frontal contra o mundo moderno:

 

“Jesus não mandou: ‘Ide e dialogai’. Onde, padre, existe no evangelho uma recomendação de Jesus para sermos “abertos“? Ele, pelo contrário, condenou o caminho largo, e disse que seguíssemos o caminho estreito.”[1]

“Há duas igrejas hoje. E essa igreja modernista infiltrada na Santa Igreja temos que combatê-la com todas as nossas forças.”[2]

“Como você, muitos começam a ler o site Montfort e têm raiva.”[3]

“Somos contra a esquerda, contra a direita, e contra o centro”.[4]

“E o site Montfort não tem figurinhas, não tem anjinhos esvoaçando, não tem piadas. Tem textos doutrinários longos. E é um site “fechado” e polêmico. Um site nada ecumênico. Briguento.”[5]

“Sou absolutamente fechado ao pensamento moderno”.[6]

Mas Zucchi queria dialogar com o mundo moderno. E ele o conseguiu.

E se devemos reconhecer uma coerência de pensamento em Fedeli, embora psicopático, em Zucchi encontramos falsidade e mentiras como instrumentos de poder. Basta verificar o atual site Montfort, o fruto mais genuíno da vida do Lutero do Brasil, Orlando Fedeli, para constatar que ele realmente está sob nova direção. Estamos longe daquele site, que muitos consideraram o maior site polemista do Brasil, comentado por muitos sites tradicionalistas e progressistas. Como uma fera desdentada, desde a morte de Fedeli, não mais se ouve falar daquele site que era o terror da web. Hoje ele não é mais que um carrinho de pipoca intelectual açucarada, em que autores descafeinados se esforçam para transmitir uma imagem de polemistas sem garras, comentando coisas sem sentido nem rumo, em um interminável festival de vaidades. Fedeli está enterrado também em seu próprio site.

222003_121102664635550_6885871_n

Equipe do antigo site Montfort. À direita do Lutero do Brasil o seu fiel secretário Guilherme Chenta

Mas há algo que deve ser reconhecido em Zucchi. Talvez sua origem da terra da máfia o tenha cumulado com semelhantes dotes. Impregnado do espírito de Maquiavel, Zucchi faz um jogo duplo. Se, por um lado, ele apresenta uma Montfort Light para o mundo moderno, por outro se radicalizou internamente para evitar comentários desagradáveis de suas próprias bases. Somos informados de que, por trás das portas, os ataques ao clero e o desenvolvimento de doutrinas sectárias têm crescido muito, com novas ideias e perspectivas. O pontificado do Papa Francisco permitiu a Zucchi uma posição mais confortável internamente, com a possibilidade de atacar a igreja com mais liberdade.

Chegou a hora de derrubar Zucchi? É o que já se comenta internamente… Estamos nas vésperas de uma nova divisão na Montfort? Terá a Madre Ivone um papel em tudo isso? Aguarde o próximo post…

 

Fontes

[1] http://www.montfort.org.br/bra/cartas/polemicas/20050908181612/

[2] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20060501020700&lang=bra

[3] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20070803164121&lang=bra

[4] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=outros&artigo=20060601143951&lang=bra

[5] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050908181612&lang=bra

[6] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050908181612&lang=bra

As novas heresias às voltas do Papa Bento XVI

O mundo católico anda em confusão. A surpreendente renúncia do Papa deixou os fiéis quase sem dizer o que dizer. Os únicos que falam, e o fazem sem medo são os heresiarcas atrevidos que não poupam asneiras. Agora é a vez do fratresinunum, fazendo eco do suspeito frade carmelita Tiago de S. José, o qual levanta o véu da nova heresia do futuro: O Papa Bento não vai deixar de ser papa… pois ele foi pressionado a renunciar… por tanto… vamos ter dois papas sobre a Igreja. É o prato cheio para toda espécie de luteros tradicionalistas. Eis as palavras do frade tradicionalista:

Confesso que tenho dificuldade de acreditar que o Papa está mesmo tomando esta decisão livremente

Seria correto que se elegesse um Papa enquanto o outro ainda está vivo sobre a terra? Este Papa seria legítimo? O que devemos fazer?

Fonte: http://xxx.com/2013/02/15/canite-tuba-in-sion/

(troque o xxx pelo fratresinunum)

Maçonaria na Igreja: cardeais maçons.

O tema fundamental de Orlando Fedeli e os grupos fundados ou inspirados nele, sejam a Montfort ou o Fratresinunum, é sem duvida a conspiração maçônica dentro da Igreja. A idéia de grupos ocultos que tramam na escuridão é uma paixão para eles. Para Fedeli, tudo fica reduzido a gnose e maçonaria, onde apenas a Montfort fica de fora de uma conspiração universal. Ele seria o profeta a ficar de fora de toda a Humanidade, junto com os imaculados da Montfort, e denunciar os erros da conspiração secreta. Agora, morto o profeta, fica a tarefa a para o Alberto Zucchi e a viuva Ivone. Mas o pessoal do Fratesinunum não fica por menos e a luta pela denúncia profética vai longe.

Vejamos um exemplo da paranóia publicado pela Montfort Associação Cultural. O documento em espanhol foi publicado pelo Fedeli também:

 

————————————-

 

Orlando Fedeli:
“O que se diz é que no Vaticano, e não na Igreja de São Pedro, há lojas maçônicas constituídas por Monsenhores Bispos e até cardeais. Consta até que no Vaticano funcionam quatro Lojas maçônicas.
Anos atrás o jornalista Mino Pecorelli, publicou um documento dando uma lista de 123 cardeais e Bispos com cargos no Vaticano e que seriam maçons. Mino Peccorelli era membro da loja P2, e foi assassinado um ano depois de publicar a lista de maçons, em plena rua, quando dirigia seu carro. Mando-lhe anexada essa lista.
In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli

EL ASESINATO DEL PERIODISTA MINO PECORELLI EN 1979…Y LA LISTA CUYA PUBLICACIÓN LE COSTÓ LA VIDA.
            Antes de dejar que un historiador tan cualificado como Ricardo de la Cierva nos narre la trama en torno al asesinato de este periodista, debemos aclarar varios aspectos previos:          
            l.- El “Concilio” Vaticano II es herético de por sí, pero dos pruebas que lo corroboran son el que sus promotores fueran ministros del Anticristo y que sus frutos hayan demostrado ser infernales (Bugnini y la reforma litúrgica). Todos los enemigos de la Iglesia lo defienden…
             2.- La masonería es un arma de los hijos del Diablo para destruir a Jesucristo y a su Iglesia, y naturalmente no responde a la imagen beatífica que las televisiones ofrecen o a los testimonios de masones de grados ínfimos a los que no les han enseñado ni el significado del Templo de Salomón.
             3.- Se nos quiere hacer creer que todas las profecías del Nuevo Testamento, las apariciones de la Virgen y las visiones de los santos, no tienen nada que ver con esta época y que la Iglesia goza de magnífica salud. Además, en las Biblias católicas, cada vez más “adornadas” se identifica al Anticristo y al número de la Bestia 666…¡con Nerón!. ¡Magnífico intento, rabinos! ¡ATENTOS A LAS VERSIONES DE LA BIBLIA – ES SU PRÓXIMO ASALTO! Busquen versiones lo más antiguas posible: traducciones de la Vulgata Latina o como mucho, la Nácar-Colunga. Comparen los textos y las notas.
            Extractos de: Ricardo de la Cierva. La hoz y la cruz. Auge y caída del marxismo y la teología de la liberación. Editorial Fénix. Serie Máxima.
“Todos los fieles tienen el derecho, y a veces incluso el deber, en razón de su propio conocimiento, competencia y prestigio, de manifestar a los Pastores sagrados su opinión sobre aquello que pertenece al bien de la Iglesia y de manifestarlo a los demás fieles, salvando siempre la integridad de la fe y de las costumbres, la reverencia hacia los Padres y habida cuenta de la utilidad común y la dignidad de las personas”. [p. VIII]
            Canon 212. Código de Derecho Canónico vigente, incluso sancionado por Juan Pablo II.
 
            “En los comienzos de 1976 aparecieron en muchos órganos de comunicación de todo el mundo unas sorprendentes listas con datos muy concretos sobre la vasta infiltración de la masonería en la Iglesia católica. Pablo VI, que las repasó personal y cuidadosamente, quedó casi fulminado al comprobar que su delegado y hombre fuerte de la reforma litúrgica, monseñor Aníbal Bugnini, figuraba en la primera de esas listas con el nº 25, nombre masónico secreto BUAN, fecha de iniciación 23 de abril de 1963 y contraseña secreta 136-75 (Cfr. Bulletin de l´Occident Chrétien 12 (Julio 1976) Bourg Le-Roi). Al fin de este capítulo valoraremos la credibilidad de estas listas masónicas de 1976 que algunos encartados desmintieron, entre ellos monseñor Bugnini; pero no pudo convencer a Pablo VI, que le destituyó como secretario y factotum del “Consilium” para la reforma litúrgica y le alejó a un puesto diplomático marginal, la delegación apostólica en Irán. (en Y. Chiron, Paul VI. París, Perin, 1963). [p. 11]
            “…la bellísima duquesa de Kent, primer miembro de la familia real que se convierte abiertamente al catolicismo desde la deserción de Enrique VIII en el siglo XVI. La duquesa, esposa nada menos que del Gran Maestre de la Gran Logia de Inglaterra (que asistió a la ceremonia) ofreció el alto ejemplo de una conversión tan sincera como sencilla, como si no se tratara de un acontecimiento histórico sino de un retorno natural a las fuentes de la fe en Inglaterra. La han seguido miles de pastores y fieles anglicanos, alarmados por las aberraciones recientes de su Iglesia vacía y exangüe.” [p. 70]
            “La conciencia de la crisis ya no abandonó a Pablo VI hasta su muerte. Se atribuía una seria responsabilidad personal y pastoral en ella, que minaba su salud y le hacía envejecer prematuramente. Ante su confidente Jean Guitton hizo, poco antes de morir, esta confesión dramática: “Hay una gran turbación en este momento de la Iglesia y lo que se cuestiona es la fe. Lo que me turba cuando considero al mundo católico es que dentro del catolicismo parece a veces que pueda dominar un pensamiento de tipo no católico, y puede suceder que este pensamiento no católico dentro del catolicismo se convierta mañana en el más fuerte. pero nunca representará el pensamiento de la Iglesia. Es necesario que subsista una pequeña grey, por muy pequeña que sea”. Años después Guitton comentaba: “Pablo VI tenía razón. Y hoy nos damos cuenta. estamos viviendo una crisis sin precedentes. La Iglesia, es más, la historia del mundo, nunca ha conocido crisis semejante…Podemos decir, que por primera vez en su larga historia, la humanidad en su conjunto es a-teológica, no posee de manera clara, pero diría que tampoco de manera confusa, el sentido de eso que llamamos el misterio de Dios” [p. 84]
“En Italia los comunistas controlaban ya desde sus administraciones regionales y locales al cincuenta y dos por ciento de la población. La rebeldía marxista de los teólogos de la liberación se extendía por gran parte de Suramérica. Pablo VI ya no parecía el mismo. Sus secretarios le oían repetir, obsesivamente: “No quiero traicionar a Cristo”. Publicaciones confidenciales de Europa y los Estados Unidos difundían extrañas listas de prelados de la Curia adeptos a la Masonería, entre ellos el artífice de la reforma litúrgica, monseñor Bugnini, cuyo caso había investigado directamente el Papa, que se vio obligado a alejarle a la oscura delegación apostólica en Teherán, en vez de concederle el capelo que todo el mundo esperaba; en el capítulo que dedicaremos a las relaciones entre la iglesia y la masonería analizaremos las fuentes de estas denuncias masónicas, que se atribuyeron al periodista Mino Pecorelli, quien pronto sufrió una oscura muerte.” [p. 101
“El viernes 1 de septiembre se reunió (Juan Pablo I) con los periodistas, a quienes trató como colegas; y a nadie quiso excluir del encuentro, ni siquiera al arriscado independiente Mino Pecorelli, vetado por muchos desde que insertó un par de años antes en su hoja confidencial de información una lista de prominentes masones de la Iglesia y de la Curia que había angustiado a Pablo VI y que el Papa Luciani se proponía analizar caso por caso…El encuentro más emocionante tuvo lugar, sin duda, el 5 de septiembre, cuando entró a verle el metropolita de Leningrado Nikodim, un hombre santo, poseído de espíritu ecuménico, que se arrojó a los pies del Papa para ofrecerle su obediencia como cabeza de la Iglesia universal. Los dos se abrazaron en nombre de Cristo y la emoción del nuevo prelado católico fue tan intensa que sufrió un espasmo y falleció en brazos de Juan Pablo I, cuya impresión fue indecible. Es muy extraño que este acontecimiento, históricamente probado, no haya suscitado ni entonces ni después más que comentarios de rutina…a medida que pasaban aquellos días intensísimos Juan Pablo I iba comprendiendo en el fondo de su alma la agonía de su atormentado predecesor.” [p. 472]
               
                         Mino Pecorelli asesinado en venganza por la Masonería
“El periodista Mino Pecorelli, que había denunciado la infiltración masónica en las alturas de la Iglesia, fue asesinado en Roma el 22 de marzo de 1979, de forma misteriosa que parecía ritual. Nadie hurgó en esa muerte hasta que en 1995, durante el proceso del dirigente democristiano Giulio Andreotti, alguien le acusó de haber ordenado el asesinato del denunciante.” [p. 484]
 
 
            La siguiente lista de masones fue reimpresa con algunas actualizaciones del “Bulletin de l”Occident Chrétien Nr.12, Julio, 1976, (Director Pierre Fautrad a Fye – 72490 Bourg Le Roi.) Todos los hombres de esta lista, si son masones, están excomulgados por la Ley canónica 2338. cada nombre es seguido por su posición si es conocida; la fecha en que fue iniciado en la Masonería, su código y su nombre en clave, si son conocidos. 
            Los nombres son casi todos italianos. Seguramente si incluyera españoles, franceses, alemanes, norteamericanos…sería varias veces más larga. Esto le costó la vida a Pecorelli, y quizás también la información que tenía sobre el asesinato de Juan Pablo I. En color blanco, los más importantes:
           [ EN RAZÓN DE LA IMPORTANCIA DE ESTA LISTA, LA HEMOS PUBLICADO SIN TRADUCIR POR COMPLETO. LO ANTES POSIBLE LA SUSTITUIREMOS POR LA VERSIÓN ÍNTEGRA EN ESPAÑOL. ]
                  
                                        El Cardenal Bea (en realidad Behayim, criptojudío y masón, “eminencia gris” del Concilio Vaticano II), el arzobispo Bugnini (perpetrador de la nueva liturgia) y el nuncio Dadaglio (artífice de la “renovación” de la Iglesia española). Y el cardenal Casaroli, Secretario de Estado en una década decisiva.
  1. – Albondi, Alberto. Obispo de Livorno, (Leghorn). Iniciado 8-5-58; I.D. # 7-2431.
  2. – Abrech, Pio. En la Sagrada Congregación Obispos. 11-27-67; # 63-143.
  3. – Acquaviva, Sabino. Profesor de Religión en la Universidad de  Padua. 12-3-69; # 275-69.
  4. – Alessandro, Padre Gottardi. (Doctor en las reuniones masónicas).  Presidente de los Hermanos Maristas. 6-14-59.
  5. – Angelini Fiorenzo. Obispo de Messenel, Grecia. 10-14-57; # 14-005.
  6. – Argentieri, Benedetto. Patriarca  de la Santa Sede. 3-11-70; # 298-A.
  7. – Bea, Augustin. Cardenal. Secretario de Estado (próximo al Papa) bajo los Papas Juan XXIII y  Pablo VI. (Nota del editor: en realidad, alias de Behayim).
  8. – Baggio, Sebastiano. Cardenal. Prefecto de la Sagrada Congregación de los Obispos. (Ésta es una Congregación crucial para el nombramiento de nuevos obispos). Secretario de Estado bajo el Papa Juan Pablo II desde 1989 a 1992. 8-14-57; # 85-1640. Nombre en clave masónica “SEBA.” El controla la consagración de obispos.
  9. – Balboni, Dante. Ayudante pontificio en el Vaticano. Comisión para estudios bíblicos. 7-23-68; # 79-14 “BALDA.”
  10. – Baldassarri Salvatore. Obispo de Rávena, Italia. 2-19-58; # 4315-19. “BALSA.”
  11. – Balducci, Ernesto. Artista de imágenes religiosas. No dejan ningún detalle. 5-16-66; # 1452-3.
  12. – Basadonna, Ernesto. Prelado de Milán, 9-14-63; # 9-243. “BASE.”
  13. – Batelli, Guilio. Miembro seglar de numerosas academias científicas. 8-24-59; # 29-A. “GIBA.”
  14. – Bedeschi, Lorenzo. 2-19-59; # 24-041. “BELO.”
  15. – Belloli, Luigi. Rector del Seminario de Lombardia, Italia. 4-6-58; # 22-04. “BELLU.”
  16. – Belluchi, Cleto. Obispo Coadjutor de Fermo, Italia. 6-4-68; # 12-217.
  17. – Bettazzi, Luigi. Obispo de Ivera, Italia. 5-11-66; # 1347-45. “LUBE.”
  18. – Bianchi, Ciovanni. 10-23-69; # 2215-11. “BIGI.”
  19. – Biffi, Franco, Monseñor. Rector de la Universidad Pontificia de la Iglesia de San Juan lateranense. Es el director de esta universidad y controla lo que está siendo enseñado. Confesaba a Pablo VI. 8-15-59. “BIFRA.”
  20. – Bicarella, Mario. Prelado de Vicenza, Italia. 9-23-64; # 21-014. “BIMA.”
  21. – Bonicelli, Gaetano. Obispo de Albano, Italia. 5-12-59; # 63-1428, “BOGA.”
  22. – Boretti, Giancarlo. 3-21-65; # 0-241. “BORGI.”
  23. – Bovone, Alberto. Secretario sustituto de la Oficina sagrada. 3-30-67; # 254-3. “ALBO.”
  24. – Brini, Mario. Arzobispo. Secretario para China, Oriente y los paganos. Miembro de las Comisiones pontificias para Rusia. Tiene el control de la reelaboración del Derecho Canónico. 7-7-68; # 15670. “MABRI.”
  25. – Bugnini, Annibale. Arzobispo. Autor del Novus Ordo Missae. (Reforma litúrgica). Desterrado a la nunciatura en Irán por Pablo VI. 4-23-63; # 1365-75. “BUAN.”
  26. – Buro, Michele. Obispo. Obispo. Prelado de la Comisión Pontificia para Sudamérica. 3-21-69; # 140-2. “BUMI.”
  27. – Cacciavillan, Agostino. Secretaría de Estado. 11-6-60; # 13-154.
  28. – Cameli, Umberto. Director de la Ofician de Asuntos eclesiásticos de Italia en el cuidado de la educación de la doctrina católica. 11-17-60; # 9-1436.
  29. – Caprile, Giovanni. Director de los Asuntos Civiles Católicos. 9-5-57; # 21-014. “GICA.”
  30. – Caputo, Giuseppe. 11-15-71; # 6125-63. “GICAP.”
  31. – Casaroli, Agostino. Cardenal. Secretario de Estado (muy cercano al Papa) con el Papa Juan Pablo II desde el 1 de julio de 1979 hasta su retiro en 1989. 9-28-57; # 41-076. “CASA.”
  32. – Cerruti, Flaminio. Jefe de la Oficina de la Universidad para el estudio de las Congregaciones. 4-2-60; # 76-2154. “CEFLA.”
  33. – Ciarrocchi, Mario. Obispo. 8-23-62; # 123-A. “CIMA.”
  34. – Chiavacci, Enrico. Profesor de Teología Moral, Universidad de Florencia, Italia. 7-2-70; # 121-34. “CHIE.”
  35. – Conte, Carmelo. 9-16-67; # 43-096. “CONCA.”
  36. – Csele, Alessandro. 3-25-60; # 1354-09. “ALCSE.”
  37. – Dadagio, Luigi. Nuncio de Papa en España. Arzobispo de Lero. Un buen elemento. Artífice de la “revolución” en la Iglesia española. Se mostró especialmente sádico y rastrero con el General Franco en sus últimos años de enfermedad y vejez. 9-8-67. # 43-B. “LUDA.”
  38. – D”Antonio, Enzio. Arzobispo de Trivento. 6-21-69; # 214-53.
  39. – De Bous, Donate. Obispo. 6-24-68; # 321-02. “DEBO.”
  40. – Del Gallo Reoccagiovane, Luigi. Obispo.
  41. – Del Monte, Aldo. Obispo de Novara, Italia. 8-25-69; # 32-012. “ADELMO.”
  42. – Faltin, Danielle. 6-4-70; # 9-1207. “FADA.”
  43. – Ferraioli, Giuseppe. Miembro de la Sagrada Congregación para Asuntos Públicos. 11-24-69; # 004-125. “GIFE.”
  44. – Franzoni, Giovanni. 3-2-65; # 2246-47. “FRAGI.”
  45. – Gemmiti, Vito. Sagrada Congregación de Obispos. 3-25-68; # 54-13. “VIGE.”
  46. – Girardi, Giulio. Teólogo marxista. Propagandista de la “Teología” de la Liberación. 9-8-70; # 1471-52. “GIG.”
  47. – Fiorenzo, Angelinin. Obispo. Título de Comendador del Espíritu Santo. Vicario General de los Hospitales de Roma. Controla las fundaciones de los hospitales. Consagrado obispo el 7-19-56; iniciación masónica el  10-14-57.
  48. – Giustetti, Massimo. 4-12-70; # 13-065. “GIUMA.”
  49. – Gottardi, Alessandro. Procurador y  Postulador General de los hermanos Maristas. Arzobispo de Trento. 6-13-59; # 2437-14. “ALGO.”
  50. – Gozzini, Mario. 5-14-70; # 31-11. “MAGO.”
  51. – Grazinai, Carlo. Rector del Seminario Menor del Vaticano. 7-23-61; # 156-3. “GRACA.”
  52. – Gregagnin, Antonio. Tribuno de las Primeras Causas de beatificación. 10-19-67; # 8-45. “GREA.”
  53. – Gualdrini, Franco. Rector de Capranica. 5-22-61; # 21-352. “GUFRA.”
  54. – Ilari, Annibale. Abad. 3-16-69; # 43-86. “ILA.”
  55. – Laghi, Pio. Nuncio, Delegado Apostólico en Argentina,y después en EE.UU. hasta 1995. 8-24-69; # 0-538. “LAPI.”
  56. – Lajolo, Giovanni. Miembro del Concilio de Asuntos Públicos de la Iglesia. 7-27-70; # 21-1397. “LAGI.”
  57. – Lanzoni, Angelo. Jefe de la Oficina de la Secretaría de Estado. 9-24-56; # 6-324. “LANA.”
  58. – Levi, Virgillio (alias Levine), Monsignor. Drrector Asistente del periódico oficial del Vaticano,  L”Osservatore Romano. Dirige la estación de Radio vaticana. 7-4-58; # 241-3. “VILE.”
  59. – Lozza, Lino. Canciller de la Academia romana de Santo Tomás de Aquino para la Religión católica. 7-23-69; # 12-768. “LOLI.”
  60. – Lienart, Achille. Cardenal. Gran Maestro masón de alto grado. Obispo de Lille, Francia. Encargado de reclutar nuevos masones.  Fue el jefe de las fuerzas “progresistas” en el Concilio Vaticano II.
  61. – Macchi, Pasquale. Cardenal. Prelado de Honor y Secretario Privado del Papa Pablo VI y Secretario Privado hasta que fue excomulgado por herejía. Fue reintegrado por el Secretario de Estado Jean Villot, y hecho Cardenal. 4-23-58; # 5463-2. “MAPA.”
  62. – Mancini, Italo. Director de Su Santidad. 3-18-68; # l551-142. “MANI.”
  63. – Manfrini, Enrico. Consultor agregado de la Comisión Pontificia de Arte Sagrado. 2-21-68; # 968-c. “MANE.”
  64. – Marchisano, Francesco. Prelado de Honor del Papa. Secretario de la Congregación para los estudios en Seminarios y Universidades. 2-4-61; 4536-3. “FRAMA.”
  65. – Marcinkus, Paul. Natural de Cicero, Illinois. 1, 90 metros de altura. Presidente del Instituto de enseñanza Religiosa. 8-21-67; # 43-649. Llamado con el espiritual apodo de “GORILA”. Culpable de los delitos y escándalos financieros de finales de los 70. Inmortalizado en la tercera parte de “El Padrino”. Nombre en clave “MARPA.”
  66. – Marsili, Saltvatore. Abad de la Orden de San Benedicto de Finalpia cerca de Módena, Italia. 7-2-63; # 1278-49. “SALMA.”
  67. – Mazza, Antonio. Obispo Titular de Velia. Secretario General del Año Santo. 1975. 4-14-71. # 054-329. “MANU.”
  68. – Mazzi, Venerio. Miembro del Concilio de Asuntos Públicos de la Iglesia. 10-13-66; # 052-s. “MAVE.”
  69. – Mazzoni, Pier Luigi. Congregación de Obispos. 9-14-59; # 59-2. “PILUM.”
  70. – Maverna, Luigi. Obispo de Chiavari, Genoa, Italia. Asistente general de la Acción Católica italiana. 6-3-68; # 441-c. “LUMA.”
  71. – Mensa, Albino. Arzobispo de Verrcelli, Piamonte, Italia. 7-23-59; # 53-23. ” MENA.”
  72. – Messina, Carlo. 3-21-70; # 21-045. “MECA.”
  73. – Messina, Zanon (Adele). 9-25-68; # 045-329. ” AMEZ.”
  74. – Monduzzi, Dino. Regente para la Prefectura de la Casa Pontificia. 3-11 -67; # 190-2. “MONDI.”
  75. – Mongillo, Daimazio. Profesor dominico de Teología Moral, Instituto de los Santos Ángeles de Roma.  2-16-69; # 2145-22. “MONDA.”
  76. – Morgante, Marcello. Obispo de Ascoli Piceno en Italia Oriental. 7-22-55; # 78-3601. MORMA.”
  77. – Natalini, Teuzo. Vicepresidente de los Archivos de la Secretaría del Vaticano. 6-17-67; # 21-44d. “NATE.”
  78. – Nigro, Carmelo. Rector del Seminario Pontificio de Estudios Mayores. 12-21-70; # 23-154. “CARNI.”
  79. – Noe, Virgillio. Cabeza de la Sagrada Congregación del Culto Divino. Él y Bugnini pagaron a 5 ministros protestantes y un rabino judío para que elaboraran el Nuevo Orden de la Misa (Novus Ordo Mass). 4-3-61; # 43652-21. “VINO.”
  80. – Palestra, Vittorie. Consejero legal de la Sagrada Rota del estado Vaticano. 5-6-43; # 1965. “PAVI.”
  81. – Pappalardo, Salvatore. Cardenal. Arzobispo de Palermo, Sicilia 4-15-68; # 234-07. “SALPA.”
  82. – Pasqualetti, Gottardo. 6-15-60; # 4-231. “COPA.”
  83. – Pasquinelli, Dante. Consejo del Nuncio en Madrid. 1-12-69; # 32-124. “PADA.”
  84. – Pellegrino, Michele. Cardenal. Llamado “Protector de la Iglesia”, Arzobispo de Turín, donde se custodia la Sábana San ta de Jesús). 5-2-60; # 352-36. “PALMI.”
  85. – Piana, Giannino. 9-2-70; # 314-52. “GIPI.”
  86. – Pimpo, Mario. Vicario de la Oficina de Asuntos Generales. 3-15-70; # 793-43. “PIMA.”
  87. – Pinto, Monseñor Pío Vito. Adjunto de la Secretaría de Estado y Notario de la Segunda Sección del Tribunal Supremo de la Signatura Apostólica.. 4-2-70; # 3317-42. “PIPIVI.”
  88. – Poletti, Ugo. Cardenal. Vicario de S.S. Diocesis de Roma. Controla el clero de Roma desde 3-6-73. Miembro de la Sagrada Congregación de los sacramentos y del Culto Divino. Él es Presidente de los Trabajos Pontificios y de la preservación de la Fe. También Presidente de la Academia de Liturgia. 2-17-69; # 32-1425. “UPO.”
  89. – Rizzi, Monseñor Mario. Sagrada Congregación de Ritos Orientales. Nombrado como “Prelado Obispo de Honor del Santo Padre, el Papa”. Trabaja bajo la órdenes del masón de alto grado Mario Brini en la manipulación del Canon de Leyes. 9-16-69; # 43-179. “MARI,” “MONMARI.”
  90. – Romita, Florenzo. Estaba en la Sagrada Congregación del Clero. 4-21-56; # 52-142. “FIRO.”
  91. – Rogger, Igine. Oficial en S.S. (Diócesis de Roma). 4-16-68; # 319-13. “IGRO.”
  92. – Rossano, Pietro. Sagrada Congregación de Religiones no-cristianas. 2-12-68; # 3421-a. “PIRO.”
  93. – Rovela, Virgillio. 6-12-64; # 32-14. “ROVI.”
  94. – Sabbatani, Aurelio. Arzobispo de Iustiniana (Giusgno, Milar Province, Italia). Primer Secretario de la Signatura Superior Apostólica. 6-22-69; # 87-43. “ASA”
  95. – Sacchetti, Guilio. Delegado del Gobernador Marchese. 8-23-59; # 0991-b. “SAGI.”
  96. – Salerno, Francesco. Obispo. Prefecto Atti. Eccles. 5-4-62; # 0437-1. “SAFRA”
  97. – Santangelo, Franceso. Substituto General del Consejo de defensa Legal.. 11-12-70; # 32-096. “FRASA.”
  98. – Santini, Pietro. Viceoficial de la Vicaría. 8-23-64; # 326-11. “SAPI.”
  99. – Savorelli, Fernando. 1-14-69; # 004-51. “SAFE.”
  100. – Savorelli, Renzo. 6-12-65; # 34-692. “RESA.”
  101. – Scanagatta, Gaetano. Sagrada Congregación del Clero. Miembro de la comisión de Pomei y Loreto, Italia. 9-23-71; # 42-023. “GASCA.”
  102. – Schasching, Giovanni. 3-18-65; # 6374-23. “GISCHA,” “GESUITA.”
  103. – Schierano, Mario. Obispo titular de  Acrida (Acri en la provincia de Cosenza, Italia.) Capellán militar jefe de las Fuerzas Armadas Italianas. 7-3-59; #14-3641. “MASCHI.”
  104. – Semproni, Domenico. Tribunal de la Vicaría del vaticano. 4-16-60; # 00-12. “DOSE.”
  105. – Sensi, Giuseppe Mario. Arzobispo titular de Sardi (Asia Menor, cerca de Esmirna). Papal Nunzio to Portugal. 11-2-67; # 18911-47. “GIMASE.”
  106. – Sposito, Luigi. Comisión de los Archivos Pontificios para los Archivos de la Iglesia en Italia. Administrador Jefe de la Sede apostólica del Vaticano.
  107. – Suenens, Leo. Cardenal. Título: Protector de la Iglesia de San Pedro Encadenado, en el exterior de Roma. Promueve el Pentecostalismo Protestante (carismáticos). Destructor de muchos dogmas de la Iglesia cuando trabajaba en las tres Sagradas Congregaciones: 1) Propagación de la Fe; 2) Ritos y ceremonias litúrgicos; 3) Seminarios. 6-15-67; # 21-64. “LESU.”
  108. – Trabalzini, Dino. Obispo de  Rieti (Reate, Peruga, Italia). Obispo auxiliar del Sur de Roma. 2-6-65; # 61-956. “TRADI.”
  109. – Travia, Antonio. Arzobispo titular de Termini Imerese. Encargado de las escuelas católicas. 9-15-67; # 16-141. “ATRA.”
  110. – Trocchi, Vittorio. Secretario para seglares católicos en el Consistorio del Estado Vaticano. 7-12-62; # 3-896. “TROVI.”
  111. – Tucci, Roberto. Director General de Radio Vaticana. 6-21-57; # 42-58. “TURO.”
  112. – Turoldo, David. 6-9-67; # 191-44. “DATU.”
  113. – Vale, Georgio. Sacerdote. Oficial de la Diócesis de Roma. 2-21-71; # 21-328. “VAGI.”
  114. – Vergari, Piero. Jefe de la Oficina de protocolo de la Signatura vaticana. 12-14-70; # 3241-6. “PIVE.”
  115. – Villot, Jean. Cardenal. Secretario de Estado con el papa Pablo VI. Fue Camerlengo (Tesorero). “JEANNI,” “ZURIGO.”
  116. – Zanini, Lino. Arzobispo titular de Adrianopoli, que está en Adrianopolis, Turquía. Nuncio Apostólico.
            LOS SIGUIENTES CLÉRIGOS FUERON DENUNCIADOS DESPUÉS DE QUE LA LISTA ANTERIOR FUERA COMPILADA:

Fregi, Francesco Egisto. 2-14-63; # 1435-87.
Tirelli, Sotiro. 5-16-63; # 1257-9. “TIRSO.”
Cresti, Osvaldo. 5-22-63; # 1653-6. “CRESO.”
Rotardi, Tito. 8-13-63; # 1865-34. “TROTA.”
Orbasi, Igino. 9-17-73; # 1326-97. “ORBI.”
Drusilla, Italia. 10-12-63; # 1653-2. “”DRUSI “
Ratosi, Tito. 11-22-63; # 1542-74 “TRATO.”
Crosta, Sante. 11-17-63; # 1254-65. “CROSTAS.

            
            En resumidas cuentas: Bea, Casaroli, Villot, Bugnini, Lienart, Suenens, Marcincus, Dadaglio, Baggio y decenas de obispos… Sin contar los demás paises.
            Nota del editor: Uno comprende perfectamente la causa del asesinato del señor Pecorelli. Si obró movido por afán de justicia, es sin duda un mártir. Y se pregunta ¿Quién tenían los Papas que no fuera masón? Esto corrobora las profecías. Todo lo posterior al Concilio tiene el sello masónico y más recientemente judaizante. 
            (Se agradecerá cualquier ayuda en la traducción correcta de las instituciones católicas o de cualquier otro error que detecte el lector. Gracias).
            [ Tomado de la siguiente página en inglés:
             Cephas Ministries (http://catholic.cephasministry.com) ]
Fonte: montfort.org.br

João Paulo II x Jesus Cristo?

Segundo Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort, hoje dirigida pelo Alberto Zucchi e pela viuva Ivone, os ensinamentos do Papa João Paulo II contradizem os de Cristo. A profundidade teológica do inquisidor da Mooca é de envergonhar  qualquer menino de catequese paroquial. Mas este sujeito foi o fundador da seita Montfort e pensador oficial de grupos tradicionalistas como o Fratresinunum. Assim vai a Igreja de Deus… e eles enganando cada dia o povo.

O que vai fazer a Montfort agora? Eles ainda não se retrataram das doideiras de seu fundador. Não vão enganar ninguém por deixar o site mais moderninho (parabéns ao Chenta) se não fazem uma renuncia oficial do Lutero do Brasil, Orlando Fedeli. Mas o Zucchi, discípulo fiel, fará isso? Ou em breve veremos ele ajoelhado aos pés de Bento XVI como o seu mestre fez com João Paulo II? Alias… é bem de fariseu… escrever estas coisas de depois tirar fotos com o Papa para enganar o povo.

 

Orlando Fedeli: “É evidente que o Vaticano II tomou e recomendou uma atitude de otimismo e confiança no homem.

É notório que o Papa João Paulo II seguiu, durante bastante tempo, essa linha de confiança no homem.

Prova disso é o que está escrito na encíclica Redemptor Hominis, no número 12:

“A atitude missionária começa sempre por um movimento de profunda estima por aquilo “que há no homem”( Jo. 2, 25)por aquilo que há no íntimo de seu espírito” (João Paulo II, encíclica Redemptor Hominis, n* 12, Paulinas, p.32).

Ora, o Evangelho de São João capítulo II, versículo 25, ao qual remete esse texto diz:

“e porque não necessitava de que lhe dessem testemunho de homem algum, pois sabia por si mesmo o que havia no homem”.

Só que essa frase do versículo 25 é ligada à anterior que diz:

“Mas Jesus não se fiava neles, porque os conhecia a todos, e porque não necessitava de que lhe dessem testemunho de homem algum, pois sabia por si mesmo o que havia no homem” (Jo II , 24-25).

Agora, explique-me você como conciliar o que diz São João que “Jesus não se fiava neles, porque os conhecia a todos”, e porque não necessitava de que lhe dessem testemunho de homem algum, “pois sabia por si mesmo o que havia no homem” e o que escreveu João Paulo II, na encíclica Redemptor Hominis: “A atitude missionária começa sempre por um movimento de profunda estima por aquilo “que há no homem” (Jo. 2, 25) por aquilo que há no íntimo de seu espírito” (João Paulo II, encíclica Redemptor Hominis, n* 12, Paulinas, p.32).

Afinal, como Jesus, não devemos nos fiar nos homens – como disse São João – ou devemos ter profunda estima por aquilo “que há no homem”, como escreveu João Paulo II ?

Explique-me, meu caro Renato, como conciliar esses textos.

Creio que você vai ter que fazer grande acrobacia para conciliar o que é inconciliável.”

Fonte: montfort.org.br

%d bloggers like this: