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Muitas duvidas sobre a santidade de João Paulo II

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

 

Muito prezado Professor Roberto,

Salve Maria.

Que eu me lembre, acusei João XXIII de ter sido modernista e processado na Santa Sé por isso, quando era jovem ainda. Não me lembro de ter dito isso de João Paulo II. Disse, sim, que João Paulo II foi fenomelogista, o que não lhe é elogio.

Para conhecer a vida de Karol Wojtyla, (Papa João Paulo II) recomendo-lhe que leia a biografia dele escrita por Carl Bernstein e Marco Politti, intitulada “Sua Santidade João Paulo II”. Possuo a edição francesa desse livro, mas sei que existe edição em língua portuguesa. Essa obra permite ter uma visão bem mais objetiva de João Paulo II do que a produzida pela mídia para uso do público.

Sem dúvida, o Papa João Paulo II foi um homem de grande personalidade e que arrastava multidões por sua simpatia pessoal. No Vaticano se diz, hoje, que ele enchia as praças e esvaziava as Igrejas… Basta fazer a conta dos católicos que passaram para o protestantismo durante o governo desse Papa, que morrendo, deixou uma igreja muito dividida: Teologia da Libertação contra RCC; sedevacantistas de vários naipes e de vários antipapas, e tradicionalistas de inúmeros matizes; neo cartecumanato contra todos e todos contra Kiko e Carmen; arautos contra TFP e a favor de tudo e de todos, e TFP contra tudo e contra todos; padre Marcelo Rossi contra padre Jonas Abib e padre Jonas contra outros grupos da RCC. Todos disputando “fiéis” e verbas no campeonato dos carismas e do dinheiro. E assim por diante. Não há hoje duas paróquias com a mesma missa tal a divisão deixada pelo Papa que queria unir a todos católicos e hereges sob Ut unum sint esquecendo-se que Jesus pediu isso para os apóstolos e para seus verdadeiros fiéis e não para unir os Apóstolos a Judas e a Caifás.

Dar-lhe o titulo de Magno só pode ser visto como fruto do chamado “oba, oba” da mídia. Um exagero e um absurdo.

A Igreja sempre cultuou santos que existiram

Paulo VI mandou retirar do culto alguns santos dos quais não havia registro documental histórico escrito. Isso foi um erro, pois o fato de não haver certidão de nascimento de um santo não prova que ele não existiu. Paulo VI seguiu um critério de cientificismo histórico sem sentido.

Aliás, a falta de seriedade teológica no que fez Paulo VI, nessa questão, se pode verificar no culto a São Jorge aqui no Brasil

Contou o insuspeito Dom Arns, em livro, que pediu ao papa que não proibisse o culto de São Jorge no Brasil, porque esse santo era protetor do Corinthians e que então Paulo VI atendeu esse pedido por causa do Corinthians a pedido de Dom Arns!!!

Não foi, então, São Jorge que salvou o Corinthians, mas esse clube de futebol que salvou São Jorge. E por intercessão de Dom Arns.

Parece piada.

Mas foi Dom Arns que garantiu que isso é História.

E veja como essa “cassação de santos” o prejudicou pois lhe colocou dúvidas sobre a historicidade e a santidade dos santos canonizados pela Igreja.

Não tenha dúvida alguma sobre a santidade de São Luis Rei, Dom Bosco e São Luis Grignon de Montfort.

Dúvidas deixa o livro de Marco Politti e de Carl Bernstein sobre a santidade de João Paulo II. Que Deus o tenha em sua paz.

In Corde Jesu, semper,

Orlando Fedeli

 

Fonte: Montfort.org.br

Orlando Fedeli e a Montfort: os únicos fieis!

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Depois desse Concílio surgiram tantas divisões entre os católicos, nasceram tantos tipos diferentes e tantos modos diversos de ser católico, que a definição normal já não diz nada para as pessoas comuns. Ficou necessário acrescentar um outro adjetivo à expressão da única religião e da única fé verdadeiras. E o acréscimo necessário para se definir qual a religião católica que se tem, demonstra que se perdeu a unidade da Fé.

Hoje há católicos tradicionalistas e católicos seguidores do Vaticano II.

Mas, mesmo nesses dois grupos não há unidade. Os que se afirmam contrários ao Vaticano II se dividem em sedevacantistas e inimigos do sede vacantismo; lefevristas e campistas, seguidores da Fraternidade de São Pedro e, fiéis do Barroux, etc. Os seguidores do Vaticano II, por sua vez, se dividem também em Modernistas explícitos, como Guitton e os Cardeais Kasper, Lehman, Martini, Koenig e Arns, ou seguidores moderados do Vaticano II, como os cardeais Ratzinger e Castrillón Hoyos.

Há os seguidores do “espírito do Vaticano II”, e os seguidores da “letra do Vaticano II”. Há católicos seguidores da marxista Teologia da Libertação, e há os católicos carismáticos. Há os que se dizem católicos conservadores, do tipo Opus Dei, e os que seguem a orientação “jesuítica”. Há católicos da “Comunhão e Libertação”, seguidores de Monsenhor Giussani, e os da Canção Nova. Há católicos tefepistas e os que seguem a banda dos Arautos do Evangelho, ex-devotos de Dr. Plínio e de Dona Lucília. Há os católicos seguidores de Chiara Lubich, e os seguidores da cismática Vassula Ryden. Há os católicos do Neo Catecumenato, fanáticos de Kiko Arguelo, e os católicos do Padre Gobbi. Há católicos ditos ultramontanos, e católicos liberais. Há os aparicionistas, que acreditam em tudo quanto é visão, e os seguidores de Frei Betto, que só crêem em Betto, Marx e Boff.

Enfim, há de tudo. Só é difícil de encontrar quem seja Católico Apostólico Romano, apenas, sem nenhum adjetivo a mais.”

“Nós que queremos ser Católicos Apostólicos Romanos, sem nenhum adjetivo a mais.”

Fonte: montfort.org.br

Orlando Fedeli: sim!, sou contra tudo!!

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“E o senhor alude a um possível “fechamento” de minha parte com relação a esses movimentos. E me pergunta: “Por que tanta aversão?” Por causa dos erros doutrinários deles, Padre. Não se pode ser aberto a erros doutrinários. E quem não tem aversão ao pecado cairá nele. E isso vale também – e muito mais — para os pecados contra a Fé.

Quem não tem aversão aos erros contra a Fé está em perigo de cair em erro, ou em heresia, como quem não tem aversão à impureza está pronto a cair nela.

Pois, Padre, vamos deixar bem claro, desde o início: sou contra, sim, à RCC, à TL, ao Neo Catecumenato, aos Focolari, aos Arautos do Evangelho de Scognamiglio, com botas, profetas, caixa e bumbo, e etc., pelos erros doutrinários que há nesses movimentos.”

Fonte: montfort.org.br

Focolares são heréticos, comunistas e ecumênicos.

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Mando-lhe documentos sobre o tema que me pede.

Neles você constatará que os Foccolari são ecumênicos, e não combatem o comunismo. No segundo documento em italiano, você poderá ver que ela defende a doutrina herética da Kenosis, isto, que Deus se esvazia, deixa de ser, para que nós nos tornemos Deus, no lugar dele.”

Fonte: montfort.org.br

Focolares: Chiara Lubich foi da maçonaria

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Os Foccolari, por exemplo, trabalham por uma fraternidade universal e religiosa ecumênica, humanitária, antropocêntrica, com um espírito de tolerância próprio das sociedades secretas. Não é então de estranhar que Chiara Lubich tenha recebido o Prêmio Templeston da Maçonaria”.

Fonte: montfort.org.br

Canção Nova, RCC, Arautos do Evangelho, Focolares, Legionários de Cristo, ensinam heresias.

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Sua carta é preciosa porque dá um testemunho vivo do que acontece nessa seita protestantosa que é a RCC e particularmente a seita da Canção Nova. Concordo inteiramente com você. Esses movimentos são sectários pois se colocam como Igreja. Julgam-se a verdadeira Igreja, e consideram a Igreja Católica institucional uma coisa perempta, ultrapassada. É característica comum a todos os chamados “novos movimentos eclesiais” colocarem-se com a verdadeira Igreja que vai substituir a Igreja de sempre.

Neo Catecumenato, Focolares, RCC, Canção Nova, Teologia da Libertação, Arautos do Evangelho, Oficinas de Oração e Vida, TFP, Legionários de Cristo, Toca de Assis, etc. são movimentos que seguem um líder humano carismático, colocam o sentimento acima da fé e da verdade, são de princípios ou pelo menos tendências Modernistas. Todos se julgam A Igreja. Kiko, Plínio, Padre Jonas, Chiara Lubich, Padre Larrañaga, Padre Marcial, etc julgam-se profetas de uma Nova Igreja pós conciliar. Todos pretendem ter carismas extraordinários. Todos se julgam movidos pelo Espírito Santo.

O que eles nunca aceitam é o ensinamento infalível dos Papas. Quando muito se escudam no Concílio Vaticano II que interpretam segundo o “espírito” que os move. Todos pretendem ser jovens ensinado velhas heresias.”

Fonte: montfort.org.br

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