Arquivo | missa RSS for this section

A Associação Cultural Montfort à beira do cisma

É difícil falar de “cisma”, no sentido teológico, ao se tratar de uma seita. O própria da seita é já constituir uma nova religião. No caso concreto, a Associação Cultural Montfort ela é conhecida pelas sua doutrina delirante do guru Orlando Fedeli, morto em patente ruptura com a Hierarquia da Igreja.

Os recentes acontecimentos produzidos pela renúncia do nosso Papa Bento XVI colocaram esta seita na beira do cisma… para não dizer do abismo doutrinal. À precária situação interna criada pelo falecimento do guru, com as lutas pelo poder da entidade, sobreveio agora uma disputa doutrinal. No seio da entidade estariam a disputar duas correntes: as seguidoras do cisma da FSSPX, com o Alberto Zucci como chefe moderado e que se apresenta como presidente da seita atual, e a corrente que segue a postura sedevacantista de Orlando Fedeli, com o Elder Silva como líder desbocado. O primeiro torce para que o Papa atual, antes de deixar o cargo, aceite as exigências dos lefebvristas, pois o se comenta dentro da Montfort que o próximo papa seria “progressista”. Já o segundo, Eder Silva, mais na linha do guru Fedeli, aposta pela hipótese de dois papas simultâneos e o consequente caos que isso poderia trazer para a Igreja. Mas nesse contexto estariam postas as condições para o cumprimento das profecias do Orlando Fedeli, onde a Montfort seria a única fiel dentro da Igreja. Resta saber quem seria o papa: Zucchi ou Eder?

Tudo loucura de seita.

Deixando de lado a ideologia do Alberto Zucchi, que pela sua incapacidade aos poucos que vai perdendo influencia dentro da Montfort, vamos a focar nossa atenção no discípulo fiel do guru Orlando Fedeli. É ele, o Eder Silva, o mais autêntico representante da heresia fedeliana. Maçonaria, gnosticismo, ocultismo e conspirações são para ele o normal dentro do Concílio Vaticano II. Para ele, a Igreja Católica caiu toda em heresia por causa da missa de Paulo VI, que para ele é fruto do trabalho de maçons:

 Lutero esbanjava aversão ao que ele denominava de Missa sacrílega e abominável. No entanto, toda essa fulminação iria mudar após a reforma litúrgica operada pela comissão do Vaticano II. De odiada, a Missa após Paulo VI surgiu sob os aplausos dos inimigos da Igreja. Os hereges jactaram-se diante da reforma litúrgica que provocou a destruição da piedade católica. (Fonte: http://www.xxx.org.br/a-intencao-a-participacao-e-a-conclusao-protestante-na-missa-nova/) ((Trocar xxx pelo nome montfort))

Para ele, Eder Silva, fiel seguidor de Orlando Fedeli, a questão é clara: Paulo VI cometeu uma heresia e por tanto deixou de ser papa:

 O que pensar de um Papa que admitiu hereges na fabricação de um rito que se promulgou como ordinário da Igreja? Evidentemente, não seremos nós a responder essa questão. (Fonte: idem)

Paulo VI e Monsenhor Bugnini convocaram os hereges para construir uma renovada liturgia. (Fonte: idem)

Se de fato a FSSPX consegue uma aproximação com Roma vai ficar ainda uma questão em pé: o cisma de Orlando Fedeli e a Associação Cultural Montfort, com o Alberto Zucchi e Eder Silva dentro da panela…

Qui vivra, verra!

O veneno da Montfort destilado novamente

Orlando Fedeli morreu. Mas os seus discípulos não deixam de destilar o mesmo veneno e ódio contra a Igreja. Agora é o Eder Silva, com artigo absurdo dizendo as maiores loucuras e que configuram a heresia apontada pelo Prefeito da Doutrina da Fe. Pelas afirmações deste membro da seita Montfort se descobre o lobo por debaixo da pele de ovelha. Fica alguma duvida do caráter sectário deste movimento que se apresenta como católico? Já está na hora de esclarecer ao povo católico das intenções sórdidas deste grupelho sectário. Eis algumas afirmações do fedeliano Eder Silva, onde podemos ver a mesma sanha sectária do Orlando Fedeli. Até onde vai o ódio contra a Igreja destes falsos católicos? E ainda enganam o povo do Brasil…

Eder Silva, da Associação Cultural Montfort:

“A Missa Nova é a principal “chave” denunciadora da conspiração modernista.”

“Os protagonistas da reforma litúrgica aspiravam alterar ou obscurecer as verdades da Fé para promover a propaganda ecumênica”

“O Concílio de Trento fizera da Missa a expressão mais perfeita e burilada da Doutrina Católica sobre a Redenção e o Sacrifício Eucarístico. Paulo VI, trilhando caminho oposto, procura “novos modos de expressão”, necessariamente menos precisos, pois terão que contemplar novas “vias” teológicas, comprometendo assim o clássico adágio “lex orandi lex credendi” que deixaria de ser aplicado na Missa… ou se mudaria o próprio conteúdo da fé!”

“Movido pelo declarado empenho de aproximação entre o rito católico e a ceia herética protestante, Paulo VI levou adiante a fabricação do Ritus Modernus.”

“Para executar essa missão de ofuscamento dos elementos católicos da Missa, o Papa elegeu o Monsenhor Annibale Bugnini. Esse padre conciliar, que terminou sua vida afastado do Vaticano, teve mais tarde seu nome mencionado na lista de maçons tornada pública por Mino Peccorelli.

“Bugnini correspondeu à vontade ecumênica do Papa realizando a transformação do sacrifício católico da Missa num festivo banquete luterano.

O Papa desejou e Bugnini executou.”

“Seria a Missa Nova de Paulo VI o produto de um plano maçônico para destruir a força da Igreja Católica?  Verdade ou não, acreditamos que esse trabalho não teria sido possível ou talvez não teria sido satisfatoriamente realizado, se Monsenhor Bugnini não tivesse contado com a colaboração direta de seis pastores protestantes que, participando ativamente enquanto consultores, ajudaram a produzir uma Missa tanto quanto possível nos moldes da liturgia protestante. Acreditem ou não, a Missa Nova é uma obra ecumênica de hereges.”

Fonte: Montfort.org.br

A Montfort, a grande inimiga do “Summorum Pontificum”

É impressionante a sanha anticatólica professada pelo site Montfort. Fiel à técnica desleal de seu mentor, Orlando Fedeli, qualquer coisa é boa para denegrir os Pastores da Igreja. Poucos são os bispos que não tenham sofrido alguma injúria por parte desse movimento. Agora foi a vez de um bispo do estado de São Paulo, o […]

Liberdade para criticar o Concílio e a Missa

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Com esse decreto de justiça para com Dom Lefebvre e Dom Mayer, o Papa Bento XVI indiretamente afirmou que não há violação da Fé em criticar, e até em recusar o Vaticano II e a Missa Nova de Paulo VI. Portanto, estão completamente errados aqueles que afirmam que atacar o Vaticano II é cair em heresia, como tantas vezes se acusou o site Montfort.”

Fonte: montfort.org.br

IBP e os delírios do Lutero brasileiro.

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

 “O decreto papal que fundou o Instituto do Bom Pastor parece ser o início de um novo dia para a Santa Igreja. Está começando a amanhecer. O Padre Laguérie garante que em Novembro será dia claro.

Colocando a situação, como se apresenta, hoje, em termos enxadrísticos, o decreto do Instituto Bom Pastor permitiu eliminar a “Dama” do adversário modernista (a Missa Nova), e colocou o “Rei” adversário (o Vaticano II) a descoberto, para levar constantes cheques, estando sob ameaça de mate.

É bem verdade que a luta não terminou e que situação exige vigilância e combate.

Por enquanto, que se eliminar a “Dama”, e que se vão dando cheques constantes ao “Rei” adversário. Até o mate final.”

Fonte: montfort.org.br

é legítimo condenar e combater os erros do Vaticano II.

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“A exigência de que a FSSPX responda até o fim de Junho, na festa de São Pedro, parece ter sido bem aceita por Dom Fellay que já está em reunião com seus principais assessores para responder ao Papa, até sábado. Caso se faça realmente esse acordo, ele permitirá a FSSPX retornar plenamente ao seio da Igreja, fato que teria conseqúências imensas na Igreja.

A anulação da excomunhão de Dom Lefebvre e de Dom Mayer, significaria, implicitamente, que é legítimo condenar e combater os erros do Vaticano II, exatamente como esses dois heróis da Fé fizeram durante muitos anos. E que é legítimo apontar, como eles fizeram, erros e desvios na missa de Paulo VI.
Logo, significaria que a Santa Sé reconhece que o Vaticano II não foi infalível, e que ele é passível de críticas.”

Fonte: montfort.org.br

Heresias dentro dos textos da CNBB

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Que significa: “O amor de Cristo nos uniu”?
Cristo ama a todos os homens, e nem por isso os homens são unidos por esse amor de Cristo.
O que une as pessoas é o amor a Cristo, e não o amor de Cristo.
E o que significa “Santo, Santo Santo, é o Deus do Universo” ?
Deus do universo era Júpiter.
Nosso Deus não é o Deus do Universo, e sim o Deus criador do Universo.
A respeito da expressão esquisita “Ele está no meio de nós”, ela está errada.
Em português, dever-se-a dizer: “Ele está entre nós”, e não no meio de nós.
Essa frase tal como é usada, hoje, nas igrejas pode dar a entender que Deus está presente no povo. O que é absurdo e herético.
Ora, há padres que afirmam que, com as palavras da Consagração, Jesus fica presente no povo, e não na hóstia.
E isso é herético.
Portanto, a esquisita expressão “Ele está no meio de nós” pode favorecer uma heresia.
Quando o sacerdote diz: “O Senhor esteja convosco”, é muito mais correto responder a tradução do texto oficial em latim: “E com teu espírito”, e não esse esquisito “Ele está no meio de nós”.

“O amor de Cristo nos uniu”? Cristo ama a todos os homens, e nem por isso os homens são unidos por esse amor de Cristo. O que une as pessoas é o amor a Cristo, e não o amor de Cristo.”

Fonte: montfort.org.br

%d bloggers like this: