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Orlando Fedeli: a missa é fruto da maçonaria

A MISSA NOVA TEM SABOR DE HERESIA

Orlando Fedeli: “A anulação das injustas excomunhões será o reconhecimento oficial de que Dom Lefèbvre e Dom Mayer, ao contrário de hereges ou cismáticos rebeldes, foram dois heróis da Fé por recusarem os erros do Concílio Vaticano II e da Nova Missa de Paulo VI, que eles sempre acusaram de ter sabor de heresia.

Isso será a declaração indireta de que eles tinham razão no que defendiam, e que é permitido criticar os erros do Vaticano II e da Missa Nova. Logo, que o Vaticano II não foi um Concílio infalível, pois um concílio infalível tem que ser totalmente aceito e nunca recusado.“[1]

A MISSA NOVA PRODUTO DE UM MAÇOM E SEIS PASTORES PROTESTANTES

Orlando Fedeli: “Sobre a Missa de Paulo VI, o senhor deveria ler os estudos do Cardeal Ratzinger e as críticas que ele fazia à Nova Missa de Paulo VI, missa elaborada pelo maçon Monsenhor Anibale Bugnini — (Esse estava na lista de Mino Pecorelli) e seis pastores protestantes.”[2]

42 ANOS DE MISSAS NOVAS: 42 ANOS DE PROFANAÇÕES

Orlando Fedeli: “42 anos após o Concílio Vaticano II, depois de 38 anos da Missa Nova de Paulo VI, o Papa Bento XVI liberou a Missa de sempre dos entraves que a má vontade de certos Bispos modernistas lhe opusera. Má vontade, porque a Missa de sempre nunca foi revogada e nem proibida.”

“42 anos os fiéis católicos viveram no deserto, tendo que suportar a dor imensa das profanações nas Missas-show.”

“A Igreja ostenta ainda as marcas de sua paixão de 42 anos. Mas a Igreja está viva e triunfante com a Missa que retorna, nesse novo amanhecer da Igreja. As trevas estão se dissipando. É a aurora que renasce no horizonte da História da Santa Igreja.”

“Só ela, como Cristo, pode suportar uma paixão tão sangrenta como a destes 42 anos de profanações, e ressurgir viva e triunfante do túmulo em que a morte pensava ter vencido a Vida e imposto a mentira.”[3]

HÁ QUARENTA ANOS QUE CERTAS MISSAS PODEM SER INVÁLIDAS. OUTRAS CERTAMENTE SACRÍLEGAS

Orlando Fedeli: “Vários afirmam que a transubstanciação não é do pão e do vinho no Corpo e Sangue de Cristo, e sim da “comunidade” em Cristo. O povo é que seria transubstanciado e divinizado pela consagração. E o povo é que seria o sacerdote. O celebrante apenas presidiria a assembléia. Daí, a missa ter que ser rezada em vernáculo, e de frente para o povo.

“Alguns desses erros podem tornar certas Missas inválidas. Outras certamente são sacrílegas. Por isso, ou Cristo não é realmente levantado, ou Ele é mal levantado, não obtendo o povo os frutos convenientes da Missa. E isso dura já quarenta anos.”[4]

MISSA DE PAULO VI DESTRUIU A FÉ

Orlando Fedeli: “A Nova catequese nascida dos erros modernistas do Concílio Vaticano II só ensina heresias e produz ateus como a senhora bem notou. E a Nova Missa de Paulo VI só destruiu a Fé e fez perder todo o respeito pelo Santíssimo Sacramento.”[5]

A NOVA MISSA É PURA ESCAMOTEAÇÃO

Orlando Fedeli: “Ora, a Nova Missa escamoteia que a Missa é a renovação

do sacrifício da Cruz. Ela escamoteia a noção de sacrifício propiciatório, escamoteia o ofertório, e acentua de modo excessivo a Ressurreição, dando a entender que todos estão salvos com a tradução de “pro multis” com a expressão “por todos”, e não “por muitos”, agora, graças a Deus condenada pelo Vaticano.”[6]

A MISSA DE PAULO VI FOI UMA “COISA FABRICADA” ARTIFICIALMENTE

Orlando Fedeli: “Bento XVI tem mostrado que a Sagrada Liturgia tem um núcleo divino que não pode ser tocado, e que no mais ela se desenvolveu segundo a Tradição, enquanto a Missa de Paulo VI foi uma “coisa fabricada” artificialmente.[7]

A MISSA DE PAULO VI É UMA PROFANAÇÃO LUTERANA COM A PERMISSÃO E APLAUSO DOS PADRES

Orlando Fedeli: “A Missa de sempre – agora os modernistas franceses o confessam — tem uma Teologia oposta à Teologia da Missa de Paulo VI.

“Uma –a Missa de sempre, é teocêntrica. A Missa nova de Paulo VI é antropocêntrica, como o Concílio Vaticano II.

“ A Missa de sempre, é a renovação do sacrifício de Cristo, no Calvário, como o Papa João Paulo II o repetiu nove vezes na Ecclesia de Eucharistia. A Missa nova exclui a noção de sacrifício. Ela comemora a salvação universal. Por isso é ceia, é banquete. Comemora uma festa, como dizia Lutero. Com pandeiro, bateria, guitarras, cuíca e reco-reco. Com moçoilas que em vez de cantar em cafés dançantes, cantam na igreja, profanando-a. Com a permissão e aplauso dos padres, infelizmente.

“O Site Montfort publicou as declarações de Padres e leigos modernistas confessando isto: a oposição entre as duas Missas não é de língua. A oposição é teológica. Por isso, Paulo VI, recusou permitir a Missa de sempre:”[8]

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[1] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=reabilita_lefebvre〈=bra

[2] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060520141933〈=bra

[3] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=motu_proprio_missa〈=bra

[4] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228〈=bra

[5] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20070208233449〈=bra

[6] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228〈=bra

[7] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060520141933〈=bra

[8] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20061228200752〈=bra

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