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Bispo denuncia: A Montfort é veneno a camino da heresia e do cisma.

Dom Henrique S. da Costa, bispo da Diocese de Palmares – PE

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“Cuidado com o site Montfort, pois está se afastando do sentir com a Igreja… É o caminho que leva à heresia e ao cisma. É bom evitá-lo! Queira Deus que os jovens não se deixem levar por essas idéias obsessivas… Repito: cuidado com o site Montfort: está fazendo mal; parece doce católico, mas é veneno! O site Montfort desautoriza o Papa Paulo VI e seus sucessores e, assim, põe-se em rota de colisão com a Igreja. Sugiro, portanto, aos meus caros Visitantes, muita prudência ao visitar o referido site, sabendo que estão entrando em contato com opiniões de um grupo que não está em plena sintonia com o sentimento da Igreja e de seus pastores, correndo, assim, o risco de afastarem-se da plena comunhão com a Igreja.”

(Dom Henrique Soares da Costa, bispo da Diocese de Palmares – PE)

Fonte: https://www.domhenrique.com.br/single-post/2008/12/29/Site-Montfort-tradicionalistas-integristas-e-males-congêneres

Alberto Zucchi ou a personificação da falsidade

Muito foi dito sobre o motivo real da divisão da Montfort. O tal problema econômico que teria motivado a separação não passa de fakenews, porque é notória a má gestão da entidade. Os seus eventos impressionam pela ausência de público e o desagrado aumenta dia após dia. Os poucos que tinham capacidade de levar as coisas no rumo certo (segundo eles) em boa hora saíram da entidade.

O principal motivo da divisão foi a “limpeza interna” ou “depuração da Montfort” daqueles que aceitaram o Vaticano II como eles dizem. O pretexto foi o comparecimento da viúva Fedeli a uma inocente “Celebração da Palavra” oficiada por Dom Odilo Scherer na abertura do sínodo arquidiocesano de São Paulo. É possível imaginar uma desculpa mais absurda? Expulsar a viúva do “Professor” por razões mais fúteis?

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Dom Odilo com Zucchi

Isso foi o principal motivo para concretizar a desejada “limpeza da face” da Montfort. Como bem observou uma página tradicionalista conhecida, tudo não passou de pura escusa, pois o mesmo Zucchi atuou de modo semelhante “quando convidou dom Odilo para pregar Amoris Laetitia no congresso da Montfort, ou que concede a padres do IBP que reconhecem, sem nenhuma cerimônia, assistir a Missa no rito de Paulo VI quando necessário (por exemplo, o Padre Paul Aulagnier, incensado pelos membros da Montfort como grande combatente da Tradição).[1]

 

Na realidade, a tal “missa nova” foi o pretexto. O ditador Zucchi deu seu golpe de Estado na Montfort.

Uma entidade que se denomina católica e que expulsa membros pelo fato de ouvirem uma pregação do arcebispo de São Paulo? Isso não fere os princípios mais básicos da Constituição, no que se referem à liberdade religiosa? Vê-se, uma vez mais, a aplicação do mesmo atuar de Maquiavel. Ou dos clássicos gurus de seita quando são contrariados em seu pensamento. Porém, para Zucchi não há problemas, e no facebook da Montfort se pode ler:

“Nesta ocasião foi informado que os que compareceram naquela celebração o fizeram à total revelia da direção da Montfort e que, questionados sobre o seu procedimento, permaneceram em silêncio sem apresentar nenhuma explicação. Ademais, todos os que lá estiveram deixaram voluntariamente de frequentar a Montfort”.

Está claro o que significa “silêncio” e “voluntariamente” em linguagem “fedeliana”. Um dia aventaremos algo sobre o “dicionário fedeliano”, com documentos muito interessantes que circulam de mão em mão…

Porém, na realidade, o motivo da expulsão é outro. Como explica o já citado site de informação, “a iniciativa de Ivone de fundar uma comunidade religiosa distante do raio de influência (ou seria do governo?) de Zucchi e de seu IBP, buscando diretamente o reconhecimento da Arquidiocese de São Paulo, sem se sujeitar à ‘liderança’ do presidente da Montfort.”

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Ivone Fedeli

Em outras palavras, como todos os ditadores, Zucchi não podia tolerar perder o controle: sua meta de mudar a Montfort capitalizava muito com uma “ruptura interna” para produzir maior credibilidade.

Como árvore má, da seiva do Lutero do Brasil surgiram dois ramos. Um fiel a sua essência, mas infiel aos métodos: Zucchi. O ramo da Madre Ivone, ao contrário, guardou a sua memória na doutrina, mas traiu o seu legado ao confiar “na anti-igreja do Vaticano II”.

O mesmo site explica:

“O que se diz é que Ivone-Edvaldo seguem sendo um ramo mais puritano e rigorista da Montfort, e Zucchi-IBP um ramo, digamos, mais liberal, ao menos do ponto de vista dos costumes. Contudo, a narrativa de Zucchi no vídeo mencionado procura transmitir o contrário: Ivone seria concessiva ao progressismo, por causa da Celebração da Palavra; e ele seria mais fiel ao seu defunto marido que a própria viúva.”

Em resumo, com a morte de Fedeli findou a antiga Montfort. Mas, a falta de uma, surgiram duas novas seitas: uma que se  entregou à Igreja sob a forma de uma congregação religiosa, tendo na viúva uma Madre Superiora (estranha coisa fez Dom Odilo, pois ela não mudou de opinião quanto ao Concilio), e a seita do Zucchi que se adaptou ao mundo moderno, com miragem de radicalidade interna, mas que, na verdade, vive uma dupla realidade: uma libertinagem de pensamento com uma fachada de antiprogressismo.

O vídeo referido pelo site em questão é notável. Em uma reunião interna (sempre no escuro), Zucchi pretender justificar os motivos da ruptura e ataca a missa católica, dizendo que “Fedeli (como a Montfort) sempre condenou essa porcaria”. A declaração é contundente e não deixa dúvida. A reação do auditório é notável. O vídeo é a prova mais clara da deriva sectária de Zucchi, em continuação às doutrinas do Lutero do Brasil.

A modo ilustrativo, recordemos que as afirmações do Fedeli sobre a missa estão na mesma linha. Para Orlando Fedeli, a missa dita nova “tem sabor de heresia”[2], foi produto de “um maçom e seis pastores protestantes”[3], contem “heresias gnósticas e outras teses maçônicas”[4] e é “a causante da apostasia de milhares de sacerdotes”[5]. Para o Lutero do Brasil, e agora Zucchi, desde a promulgação de missa de Paulo VI a Igreja vive “dezenas de anos de profanações” [6], missas “inválidas e sacrílegas”[7]. Em resumo, para o Lutero do Brasil, Orlando Fedeli, a missa nova é “outra religião”[8], “uma profanação luterana”[9] que “destruiu a fé”[10] com “pura escamoteação”[11]e “fabricada artificialmente”[12].

A história se repete. Como o Lutero histórico (Martinho), à sua morte sucederam novas seitas e correntes de pensamento.

A propósito, um dia falaremos sobre Guilherme Chenta, o misterioso personagem desaparecido, autor do Legado Montfort (blog.legadomontfort.com.br) e que enigmáticas pressões o forçaram a desistir de seu projeto. Pretendia ele deixar para a posteridade todas as doutrinas do Fedeli.  As últimas cartas do Orlando Fedeli eram assinadas por este seu “secretário fiel”, como se constata nesta missiva. Nela, Chenta fala de seu plano, e de forma misteriosa o apresenta como empreendimento da Montfort:

“Gostaria de ressaltar, no entanto, que tudo isso não é resultado de uma geração espontânea ou algo parecido, mas fruto de um amplo, ousado e árduo projeto que temos desenvolvido aqui na Montfort cujo nome é Legado Montfort”.[13]

Tudo foi uma farsa. Na realidade, o “LegadoMontfort” embaraçava os desejos de Zucchi de dulcificar a Montfort. Chenta lembrava demais ao Fedeli e tinha que sumir, com o seu blog. O que aconteceu com ele? Queima de arquivo? Foi mesmo deletado o conteúdo do seu Legado? O que tinha lá que Zucchi receava vir ao conhecimento das bases da Montfort? Mera disputa de poder ou novas informações comprometedoras?

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Guilherme Chenta, o secretário do Fedeli

No próximo post veremos uma revelação surpreendente sobre a Montfort…

 

 

Fontes

[1] https://fratresinunum.com/2018/07/02/divididos-o-cisma-da-montfort-zucchi-versus-a-viuva-fedeli/

[2] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=reabilita_lefebvre&lang=bra

[3] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060520141933&lang=bra

[4] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=por_muitos&lang=bra

[5] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=por_muitos&lang=bra

[6] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=motu_proprio_missa&lang=bra

[7] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228&lang=bra

[8] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=por_muitos&lang=bra

[9] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20061228200752&lang=bra

[10] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20070208233449&lang=bra

[11] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228&lang=bra

[12] http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060520141933&lang=bra

[13] http://www.montfort.org.br/bra/cartas/apoio/20091109075241/

De qual igreja fala Fedeli?

Orlando Fedeli da Associação Cultural Montfort:

“Foi Nossa Senhora quem abençoou os textos do site Montfort e fez com que você encontrasse o que precisava.

Caso você um dia vá até Fátima, diga a Nossa Senhora que tenha pena de mim também, para que eu possa servi-la até morrer. Diga a Ela que, como pela minha idade, falta-me ainda pouco tempo, que Ele me permita dar aulas e escrever cartas em defesa da Igreja Católica até o dia de minha morte, porque só pela Igreja quero viver e morrer.”

Fonte: montfort.org.br

Marchar contra o inimigo, no ponto mais duro da batalha

Orlando Fedeli da Associação Cultural Montfort:

“Padre, rogo-lhe do fundo de minha alma: nas suas Missas peça a Deus que me dê mais zelo contra os hereges, e simplicidade de alma, que me faça ir diretamente contra os inimigos de Deus, sem voltinhas e sem rodeios. Como dizia Du Guesclin em sua oração ao Rei São Luís IX: “que eu marche “droit au but, droit au plus dru”, isto é que eu marche diretamente contra o inimigo, no ponto mais duro da batalha, galhardamente. “

“O que quero é que Deus me perdoe meus erros e meus pecados. Para obter esse perdão, luto pela defesa da Fé, e pela conversão das almas, indo sempre “droit au but, droit au plus dru”.

Quem sabe, padre, Deus levando em conta minha reta intenção, e meu combate, tenha misericórdia de meus inúmeros pecados e me conceda a sua paz. Porque, como Santa Joana d´Arc, afirmo que só se conseguirá a paz na ponta da lança.”

Fonte: montfort.org.br

Vaticano II e missa nova, com Fedeli não!

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort

 “Você tem razão. Essa pessoa, infelizmente, ficou cega pelo ódio. Esse indivíduo, pedira para entrar em contato comigo, pois pretendia colaborar com a Montfort. Disse-lhe que isso só seria possível acertando os ponteiros sobre o Concílio Vaticano II e a Missa Nova.”

Fonte: montfort.org.br

Orlando Fedeli, delirando…

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

 “Sem ligações jurídicas com qualquer grupo, apenas comprometida com a defesa da Igreja e da Fé católica, a Montfort aproveitará, em suas polêmicas, todas as concessões de princípio feitas e admitidas por Bento XVI, para continuar a atacar os erros modernistas do Concílio Vaticano II, como a colegialidade, o ecumenismo, a liberdade de religião e de consciência, o estado laico e a Missa Nova, combatendo ainda o sede vacantismo, os cismas e as revoltas, confiante de que o canto do galo anuncia a aurora. Confiante nAquele que disse que “As portas do Inferno não prevalecerão”, a Montfort estará sempre combatendo pela Igreja, agora, na noite dos erros, enquanto o galo canta, no amanhecer, e mesmo durante o dia futuro.”

Fonte: montfort.org.br

A guerra de Fedeli vai para longe…

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Certamente a guerra não terminou. Nem estará terminada com a liberação da Missa de sempre. Isso é certo. A guerra durará muito tempo, mesmo depois de liberada a Missa de sempre”.

Fonte: montfort.org.br

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