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A Cabala – gnose judaica – presente no Concílio Vaticano II

Orlando Fedeli da Associação Cultural Montfort:

“A Gaudium et Spes afirma que há uma semente divina no homem. Portanto, em todo homem, seja ele batizado ou não, tenha ele Fé, ou não.

E além da Gnose, também a Cabala — que é a Gnose judaica – afirma que há no homem uma centelha ou uma semente divina”

“O Concílio Vaticano II fundamentou nessa doutrina falsa a idéia da salvação universal, já que, se o homem tem uma semente divina, nenhum homem pode ser condenado ao inferno. Também é dessa idéia de uma semente ou centelha divina existente em cada homem, é que vem a idéia de a que revelação é universal, e, portanto, de que é possível salvar-se em qualquer religião.

Daí, o ecumenismo e o seu conseqüente indiferentismo religioso.

Daí, a Igreja Conciliar — como dizem os novos teólogos — querer oferecer seus préstimos ao “Gênero Humano”, para realizar, enfim, a Fraternidade Universal, com a Igualdade, Liberdade e Fraternidade.

Fraternidade. Fraternidade sem Pai, é claro.”

Fonte: Montfort.org.br

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Opus Dei: sociedade secreta gnóstica, esconde o “Dei”…

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“O Opus Dei é quase secreto (aliás, que estranho nome o de numerário, e mais estarnho o de supernumerário. É o único super que é infra no mundo).

E é por isso que o Opus, em geral não responde aos numerosos ataques e denúncias feitas por ex membros da entidade, e que são concordes em seus testemunhos e em suas acusações. “

“Tenho lido muitos livros do Opus, e sobre o Opus, e há tempos examino o Opus Dei. Li vários livros de Monsenhor Escrivá. E não gostei deles. Não gostei do título Surco — em francês Sillon… (Sillon era o nome de um movimento católico liberal condenado por São Pio X, na Carta Apostólica Notre Charge Apostolique).

Não gostei do Questões Atuais do Cristianismo, onde Monsenhor Escrivá afirma a um maometano:

“És filho de Deus como eu” (Cfr. Mons José Maria Escrivá, Questões Atuais do Cristianismo, Quadrante, São Paulo, 1986, 3a. edição, p.128).”

Isso está errado. É o Batismo que torna o homem filho adotivo de Deus, e um maometano não é batizado, e, por isso mesmo, não é filho de Deus como o é um batizado. E, além de batizado, Monsenhor Escrivá era sacerdote.

Li também o livro de Monsenhor Escrivá intitulado Amigos de Deus, no qual ele escreveu:

“Pensemos que o Todo-Poderoso, aquele que governa o Universo através de sua providência, não deseja servos forçados, prefere filhos livres. Introduziu na alma de cada um de nós — embora tenhamos nascido proni ad peccatum, inclinados para o pecado, pela queda de nossos primeiros pais — uma centelha de sua inteligência infinita, a atração pelo que é bom, uma ânsia de paz perdurável.” (Mons. Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, Homilias, Quadrante, São Paulo, 1979, p.25. O destaque é meu).

Essa tese de que Deus colocou “uma centelha de sua inteligência infinita” é inaceitável, pois é a própria tese da Gnose e da Cabala.

E falando em Gnose, acho estranhíssimo que Monsenhor Escrivá e o Opus tenham como selo a rosa e a cruz…

Que esquisito!… Além da sociedade secreta Rosa Cruz, que é gnóstica, Lutero também usava esse símbolo.

Nesse mesmo livro, Amigos de Deus, Monsenhor Escrivá escreve:

“Por isso não é correto falar de liberdade de consciência que equivale a considerar como de boa categoria moral a atitude do homem que rejeita a Deus” ( Mons. Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, Quadrante, São Paulo, 1979, p.24. O destaque é do autor).

Ora, na página seguinte, ele escreveu o oposto:

“Eu defendo com todas as minhas forças a liberdade de consciência, que denota não ser lícito a ninguém impedir que a criatura preste culto a Deus” (Mons. Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, Quadrante, São Paulo, 1979, p.25. O destaque é do autor).

E não faça acrobacias semânticas para harmonizar esses textos contraditórios.

No mínimo, há pouca clareza nesses posicionamentos, se não quiser admitir a contradição.

Li a Biografia de Mons. Escrivá, O Fundador do Opus,de Andrés Vazques de Prada. E muitos outros livros que não vou analisar, porque não me interessa abrir uma polêmica com o Opus, que no Brasil, é conservador. Estou apenas respondendo ao que você me escreveu. Ainda agora, Dom Javier Etchevarria, Prelado do Opus Dei, respondendo a questões de Patrícia Mayorga, de El Mercurio, de Santiago de Chile, em 21 de Janeiro de 1996, declarou:

“Nos textos do Vaticano II, ouve-se o eco de muitas idéias pronunciadas pelo fundador do Opus Dei, São Josemaría Escrivá por volta dos anos trinta. Todos os Concílios formam uma unidade de magistério, onde não há contradição. Mas — se é que se pode falar assim — dir-lhe-ia que o Opus Dei tem, no Concílio Vaticano II, a sua pátria doutrinal, composta ao mesmo tempo de tradição e novidade”(www.opusdei.org. Artigo impresso de: www.opusdei.org/art.php?=34&p=11445).

Que pena! E que lamentável!

Você me diz:

“O fundador dizia que os membros teriam liberdade para pensar da maneira que lhes fosse conveniente quando o assunto era política, sempre agindo com prudência. Obviamente que essa liberdade é restrita apenas ao que a Igreja impõe: por exemplo, claro que não há ninguém no Opus que seja comunista, posto que um católico não pode ser comunista”.

Estranho que uma entidade católica dê liberdade de pensar a seus membros como lhes aprouver, mesmo com a restrição que você coloca. Um católico deve pensar somente como a Igreja ensina. Não somos ovelhas selvagens soltas no mundo. Pertencemos ao redil de Cristo e somos obrigados a pensar e a viver como a Igreja ordena.

E eu mesmo, meu caro Rodolfo, lembro-me de ter discutido com um rapaz espanhol do Opus Dei, lá pela década de 1960, que defendia idéias marxistas… E o Lauand é bem liberal. E o Padre Panikar era bem modernista.

São Pio X dizia que os católicos devem atuar de bandeira desfraldada. E você me confessa que:

“o senhor não viu e nunca verá nenhuma campanha “do Opus Dei”. Mas garanto ao senhor que em muitas delas o senhor verá membros da Obra lá, atuando fortemente. Um exemplo é o aborto”.

Essa é a confissão de que o Opus recusa tomar posição pública. O Opus só atua de “bandeira enrolada”. O que é lamentável.

Na questão do aborto, de fato, alguns do Opus tomaram posição individualmente. Em geral, eu não os tenho visto defendendo a lei de Deus, mas apenas a Constituição, a lei positiva. Isso é muito pouco, porque o aborto é mau, sobretudo por contrariar a lei de Deus e a lei natural. Mas o Opus sempre atua escondendo o “Dei”.

E se a lei positiva mudar? A defesa do Opus ficará no ar.

E isso não é correto: devemos defender a lei de Deus de modo claro, e não esconder que somos católicos.

Afinal o Opus é Dei, ou não?

Uma política de escamoteios não agrada a Deus.

Você me tira toda esperança de mudança, quanto a essa política de camuflagem do Opus, ao dizer-me: “O fato de não haver manifestações públicas do Opus Dei remete ao carisma do mesmo, o que de maneira alguma quer dizer que seus membros sejam omissos. Muito pelo contrário. Isso não é esconder-se. Isso é algo que veio junto com a fundação do Opus Dei, e que não mudará, penso eu”.

Portanto, você admite que os membros do Opus não são omissos. Mas que o carisma do Opus é o da camuflagem, atuando através de seus membros, e nunca assumindo a luta e a responsabilidade. E você chama isso de “o carisma do Opus”?

Sem querer magoá-lo, devo dizer-lhe: Deus me livre desse carisma.”

Fonte: montfort.org.br

Orlando Fedeli e a conspiração maçônica dentro do Vaticano.

A GNOSE: A RELIGIÃO OCULTA DA HISTÓRIA PRESENTE NO CONCÍLIO VATICANO II

Orlando Fedeli: “Com a queda do marxismo, o que já se manifestava aqui e acolá se irradiou por todo o nosso cético século XX: houve uma grande explosão de misticismo. Só se fala em horóscopos, tarot, hinduísmo, homeopatia, alquimia, ocultismo, esoterismo e todos os tipos de superstição se alastram. E até ateus marxistas passaram a exibir em seus carros o dísticos “eu creio em duendes”.

O fenômeno foi tão invasivo que a famosa revista internacional 30 Giorni começou a publicar repetidos artigos sobre o misticismo herético e sobre a Gnose. E o que era assunto de eruditos passou a ser tema amplamente divulgado e universalmente admitido [1].

Assim, torna-se hoje bem claro que razão cabia bem a Simone de Pètrement que, ao analisar a literatura a partir do Romantismo, isto é, a partir da Revolução Francesa, concluiu: “a julgar por nossa literatura, nós entramos numa idade gnóstica” [2].

Erich Voegelin, examinando os sistemas totalitários de nosso tempo – nazismo, fascismo, e comunismo – chega a conclusão de que eram sistemas gnósticos e os partidos que adotaram esses sistemas eram, na verdade, “ersatzs” da religião. Ele não hesita em colocar também a psicanálise e o progressismo no mesmo balaio da gnose:

“Dizendo movimentos gnósticos entendemos referir-nos a movimentos como o progressismo, o positivismo, o marxismo, a psicanálise, o comunismo, o fascismo e o nacional-socialismo (nazismo)” [3].

Não falta mesmo quem veja na própria ciência moderna reflexos da gnose antiga. Por exemplo, Jacques Lacarrière chama Einstein, Planck e Heisemberg “ces gnostiques de notre temps” [4].

Sem significar que endossemos as conclusões da o

bra, é interessante, entretanto, lembrar o best-seller de Fritjoff Capra – “O Tao da Física”-, que pretende ligar toda física moderna ao gnosticismo.

Poderíamos citar muitos outros autores. Para os limites de um artigo bastam-nos entretanto os fatos, esses eruditos e as revistas de divulgação cultural.

* * *

Quando se estuda a gnose entra-se num labirinto cheio de brumas, tentando descobrir segredos que permitirão chegar a um mistério. Não é de estranhar que o tema se preste a confusões.

É pois necessário estabelecer distinções. E uma primeira é entre panteísmo e gnose. O próprio Dictionnaire de Théologie Catholique de A. Vacant e E. Mangenot [5] cita, de cambulhada, doutrinas panteístas e gnósticas, sem distingui-las. Em seu elenco estão desde as religiões hinduístas, do Egito, China e Caldéia, passando por Heráclito e Parmênides juntos, pelo sufita Ibn Arabi, Campanela até Diderot, Kant, Novalis e os românticos.

Ora, o panteísmo é a doutrina que considera que tudo – inclusive a matéria – é Deus. A gnose, ao contrário, em quase todos os seus sistemas condena a matéria como obra maligna.

Simplificando um tanto o problema, cujos meandros não podem ser examinados nos limites deste artigo, pode-se dizer que o panteísmo representa uma corrente plutôt otimista, enquanto a gnose é pessimista [6].

O panteísmo é naturalista, monista e tende ao racionalismo.

A gnose é dualista, anti- cósmica e anti-racionalista. Mas essa é uma distinção que deveria em alguns casos ser matizada, porque alguns sistemas gnósticos são ambivalentes, com relação ao mundo material, que é dialeticamente amado e odiado ao mesmo tempo.[7] Por outro lado, há sistemas panteístas que admitem a transformação da matéria em espírito, ao fim da evolução.[8]

Por exemplo, nota-se no sistema panteísta de Plotino uma clara tendência para gnose, embora esse autor neoplatônico tenha até escrito uma obra contra os gnósticos de seu tempo.

Conviria ainda dizer que o panteísmo é uma anti-câmara para a gnose, sistema reservado para espíritos mais tendentes ao misticismo orgulhoso do que ao sensualismo.

* * *

Para conceituar a gnose, poderíamos dizer que ela pretende ser “o conhecimento do incognoscível”.

Evidentemente, essa conceituação revela uma contradição que é típica da gnose. Conhecer o incognoscível é uma contradição conceitual e lógica. Mas ocorre que a gnose repele a inteligência e a lógica como enganadoras. O verdadeiro conhecimento seria intuitivo, imediato e não discursivo e lógico.

Conhecer o incognoscível, de fato, significa dar ao homem o conhecimento de Deus e do mal, coisas impossíveis de compreender. De fato não podemos compreender ou conhecer a própria essência de Deus que é ser infinito e transcendente, impossível de ser captado por nosso intelecto. Também não podemos entender o mal e o pecado: o mal enquanto ser não existe, e o mal moral não tem razão que o justifique.

Assim, a gnose pretende oferecer ao homem um conhecimento natural que o colocaria em posição de compreender – e portanto superar – a Deus, de compreender a mal, e, ademais, de conhecer sua natureza mais íntima, que seria divina.

A gnose é então a religião que oferece ao homem o conhecimento do bem e do mal.

Ora, sabe-se que a árvore do fruto proibido do Éden era exatamente a árvore do conhecimento ou ciência do bem e do mal (Gen. II,10). Assim, teria sido a gnose a tentação de Adão. Com efeito, a serpente prometeu a nossos primeiros pais que, se comessem o fruto proibido, “seriam como deuses, conhecendo o bem e o mal” (Gen., III,5). A tentação de Adão e Eva foi a de se tornarem deuses. Essa é a grande tentação do homem, que, levado pelo orgulho, como Lúcifer, não admite sua finitude, não aceita sua contingência.

Essa tentação é, de fato, uma revolta anti-metafísica. Ora, é esse um outro modo de conceituar a gnose: uma revolta anti-metafísica.

Se admitirmos essa interpretação da tentação adâmica, teremos que concluir existência uma continuidade da gnose na História. E é o que constatam os estudiosos: a gnose apresenta-se realmente como uma religião ora oculta, ora pública, mantendo porém unidade e continuidade no transcorrer da História.

Ladislao Mittner, ao estudar o pietismo protestante, seita mística e gnóstica oriunda dos tratados de Jacob Boehme e fundada por Spenner liga essa seita a uma única grande corrente gnóstica existente na História.

Para representar a unidade do fenômeno religioso gnóstico, Mittner usa a imagem muito própria e muito cogente do rio cársico.

No Carso, região calcárea da ex-Iugoslávia, há risos que de repente desaparecem na solo extremamente permeável de calcáreo e passam a correr subterraneamente, voltando a aparecer na superfície muitos quilômetros além. Rio cársico é aquele que aparece e desaparece, tornando-se ora visível ora oculto em seu percurso.

Mittner diz que “é quase impossível distinguir o pietismo das muitas outras seitas religiosas da época. Filões singulares do movimento apresentam fenômenos cársicos: aparecem, desaparecem, e, de repente, reaparecem mais além, sem que a identidade do filão possa ser propriamente demostrada”.[9]

Assim é a gnose: na história, ela é um fenômeno religioso do tipo cársico.

Essa unidade histórica da gnose através dos tempos e civilizações é constatada por muitos autores. Dennis de Rougemont, por exemplo, escreve:

“Mais perto de nós que Platão e os drúidas, uma espécie de unidade mística do mundo indo-europeu se desenha como em filigrama no plano de fundo das heresias da Idade Média. Se nós abraçamos o domínio geográfico e histórico que vai da Índia à Bretanha, constatamos que uma religião aí se espalhou, para falar a verdade, de um modo subterrâneo, desde o século III de nossa era, sincretizando o conjunto dos mitos do Dia e da Noite tal como eles tinham sido elaborados inicialmente na Pérsia, depois nos segredos gnósticos e órficos e é a fé maniquéia”.[10]

Por sua vez, H. I. Marrou atesta:

“(…) da fato, a gnose e seu dualismo pessimista exprimem umas das tendências mais profundas do espírito humano, uma das duas ou três opções fundamentais entre as quais o homem deve finalmente escolher. Claude Tresmontant mostrou bem a permanência da tentação gnóstica, sem cessar reaparecida, sob formas diversas no pensamento ocidental no curso de sua história nos Bogomilas e Cátaros da Idade Média, em Spinoza, Leibnitz, Fichte, Schelling, Hegel. Poder-se-ia continuar esta história além do romantismo alemão e até nossos dias: o destino de Simone Weil é particularmente muito significativo; foi bem o seu neo-gnosticismo que a deteve finalmente na soleira da Igreja e sua herança se reencontrava na obra histórica de sua amiga e discípula Simone de Pétrement”.[11]

O tema, além de misterioso e fascinante, é muito atual. Voltaremos a ele, a fim de informar nossos amigos leitores sobre as brumas que envolveram nossa época após o Vaticano II e o fim do Marxismo.”[12]

GNOSTICISMO NOS DOCUMENTOS DO CONCÍLIO

Orlando Fedeli: “A respeito do Concílio Vaticano II, recomendo-lhe que leia o longo estudo (http://www.XXXX.org.br/cadernos/vaticano2a.html) que fiz, em resposta ao Instituto Paulo VI de Brescia, demonstrando o caráter gnóstico de alguns documentos desse Concílio pastoral e não dogmático.

Esse Concílio recusou-se a ensinar infalivelmente. Quis exprimir-se apenas pastoralmente. E ao recusar definir a doutrina católica infalivelmente, tornou possível exprimi-la falivelmente, isto é, tornou possível “a introdução da fumaça de satanás no templo de Deus”, como disse o próprio Paulo VI.”[16]

O ERRO FUNDAMENTAL DO VATICANO II: VISÃO GNÓSTICA DO HOMEM

Orlando Fedeli: “O erro fundamental do Vaticano II consistiu em ter uma visão gnóstica do homem, pois afirma, com a Gnose, que há uma semente divina no homem, o que faz absurdamente dele um deus em potencial.”[17]

CARDEAL SODANO, LÍDER MODERNISTA DA CÚRIA ROMANA

Orlando Fedeli: “O Cardeal Ratzinger e o Papa João Paulo II quiseram publicar esse Terceiro Segredo em 2000, mas os elementos modernistas da Cúria, liderados pelo Cardeal Sodano, se opuseram a isso, e fizeram publicar apenas a visão que Nossa Senhora concedeu aos três pastorezinhos de Fátima e da qual trata o Terceiro Segredo.”[18]

 

O MISTÉRIO DE PAULO VI COM AS SOCIEDADES SECRETAS

Orlando Fedeli: “Compreendendo bem o que disse Paulo VI – que a paz resulta do culto do Homem – compreende-se facilmente que esse Papa não acreditava que a paz viesse de Cristo através da Igreja, mas sim da ONU:

“Nossa Mensagem quer ser, principalmente, uma ratificação moral e solene desta instituição– [a ONU] – (…) Nós estamos convencidos que esta Organização representa o caminho obrigatório da civilização moderna e da paz mundial (…) Os povos se voltam para as Nações Unidas como para a última esperança da concórdia e da paz. Nós ousamos trazer-lhe, aqui, junto com o Nosso, o seu tributo de honra e de esperança” (Paulo VI, Discurso na ONU – 4 de Outubro de 1968).

Ora, não é segredo para ninguém quais sejam as relações da ONU com as sociedades secretas que cultuam o Homem, e que buscam a Fraternidade Universal.

Que mistério envolve a vida de Paulo VI e em que acreditava ele?

E como esse mistério se introduziu no Concílio?”[21]

INFLUÊNCIA DA MAÇONARIA EM JOÃO XXIII E PAULO VI

Orlando Fedeli: “Os estudos históricos mais sérios comprovam a influência das seitas secretas nesses dois papas (João XXIII e Paulo VI). Quanto a eles terem sido ou não filiados à uma seita secreta não tenho informação comprovada. Houve acusação sobre ligações de Paulo VI com certas lojas.”[22]

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[1] cfr. 30 Giorni Ano VII, fev. 1992, pag.54, artigo “Lutero? Delírio Maniqueísta”; ano V no.2, fev. 1990, pag.3. Nessa revista é citado o Cardeal de Lubac, para quem a corrente espiritualista, mística e gnóstica da maçonaria prevalece na cultura atual.

[2] Simone de Pètrement, “Le dualisme chez Platon, les gnostiques et les manichéens”, PUF, Paris, 1947, pg.347

[3] Erich Voegelin, ” II mito del Mondo Nuovo”, Rasconi Mildo, 1976, pág.16

[4] Jacques Lacarrière, “Les Gnostiques”, Gallimard, Paris, 1973, pág.78

[5] Paris, Lib. Letourzey et Assé, 1932, verbete Pantheisme

[6] cfr. R.P. Festugère, La Revèlation d’Hermes Trimegiste, Lib. Lecoffre J. Gabalda, Paris, 1954, 4 vols., especialmente o vol. III Les doctrines de l’âme págs. 73/83

[7] cfr. Robert M. Grant, La gnose et les origines chretiènnes, Seuil, Paris, 1964, p.17

[8] cfr. H.C. Puech, Position spirituelle et signification de Plotin, in En quête de la gnose, 2vol., Gallimard, Paris, p. 74/75

[9] L. Mittner, Storia della Letteratura Tedesca – Dall Pietismo al Romanticismo, Einandi, Milão, 1964, p.40

[10] Dennis de Rougemont, L’amour et I’Occident, Plon, Paris, 1939, p. 47

[11] H. I. Marrou, prefácio da edição francesa da obra de R.M. Grant, La gnose et les origines chretiènnes, Seuil, Paris, 1964, p.8.

[12] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=religiao&artigo=gnose〈=bra

[13] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=eclesiologia〈=bra

[14] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=destevao〈=bra

[15] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=destevao〈=bra

[16] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20040815003100〈=bra

[17] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=destevao〈=bra

[18]FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=3segredo_concilio〈=bra

[19] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20040825102520〈=bra

[20] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060520141933〈=bra

[21] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=destevao〈=bra

[22] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20051228141726〈=bra

Orlando Fedeli ataca os novos movimentos

OS MOVIMENTOS POST-CONCILIARES MATARAM VOCAÇÕES ARRUINANDO AS ORDENS RELIGIOSAS

Orlando Fedeli: “Os chamados movimentos da nova evangelização, surgidos depois do Concílio Vaticano II, fizeram uma grande mal à Igreja, matando as vocações e arruinando às Ordens religiosas, que esses movimentos procuraram substituir com a sua nova mentalidade festiva Conciliar.”[1]


OS MOVIMENTOS PÓS CONCILIARES: IGREJOLAS NA IGREJA

Orlando Fedeli: “Os movimentos eclesiásticos pós conciliares combatem as antigas Ordens e Congregações que pretendem substituir. Estas se defendem contra a usurpação feita por esses movimentos novos, que se apresentam como igrejolas na Igreja.

O Opus Dei combate os jesuítas, que lhes devolvem a raiva e a rixa. Os Neo Catecumenais de Kiko disputam espaço com os Focolari. Os Legionários de Cristo rivalizam com os Arautos de Cristo em busca de freguesia e de donativos. Os da Comunhão e Libertação combatem os modernistas radicais em nome da “Presença”. Os racionalistas marxistas da Teologia da Libertação chamam os carismáticos da RCC de irracionalistas alienados, que por sua vez consideram os teólogos da libertação de teólogos da escravidão stalinista.

E tanto os da TL como os da RCC, nesse caso, ambos têm razão.

Na babel atual, alguns dizem que falam a língua dos anjos, e outros a língua de Marx, de Stalin e de Fidel.

A divisão é geral.”[3]


DOM FERNANDO AREAS RIFAN COM MEDO DE PERDER OS DONATIVOS DOS EE.UU

Orlando Fedeli: “Se os católicos americanos fiéis à Missa de sempre soubessem o que diz aqui o campeão do tradicionalismo… Adeus donativos…”[7]

O MOVIMENTO SACERDOTAL MARIANO, É FEITO PARA DEFENDER O VATICANO II COM PSEUDO REVELAÇÕES

Orlando Fedeli: “A respeito do Movimento Sacerdotal do Padre Gobbi, basta ler seus livros narrando as pseudo visões de Nossa Senhora para ver que é um movimento aparicionista preparado para defender o Vaticano II com pseudo revelações.”[8]

COMUNHÃO E LIBERTAÇÃO É GNÓSTICO E CABALÍSTICO

Orlando Fedeli: “Comunhão e Libertação — que nome mais estranho! — de Monsenhor Giussani, está encharcado de espírito gnóstico e modernista. Basta atentar para a misteriosa “presença” da qual Monsenhor Giussani fala, fala, fala, e dela não explica nada nunca, para se perceber que ele está falando da Shekhinah, isto é, de uma presença imanente da Divindade em todas as coisas. E isso é cabalismo. É Gnose.”[14]

NEO CATECUMENAIS: MOVIMENTO SECRETO REPLETO DE ERROS CONTRA A FÉ

Orlando Fedeli: “O Neo catecumenato é um movimento semi secreto. Poucos tem acesso às apostilas de Kiko e Carmen. Li algumas delas que estão repeletas de erros gravíssimos conta a Fé. Escrevi contra esses erros no site Montfort. Agora, o Vaticano tomou algumas medidas contra as estranhas práticas liturgico-sabáticas do neo catecumenato que cheiram a judaizantes. E os Neo Catecumenais estão custando a obedecer. E se obedecerem, será provavelmente da boca para fora, pois sempre tiveram cerimônias reservadas (secretas) e se o Papa os obrigar a mudar, tornar-se-ão ainda mais secretas.”[15]

ZENIT, AGÊNCIA DE NOTÍCIAS MODERNISTA

Orlando Fedeli: “Zenit — agência que normalmente apresenta as notícias de modo… modernista.”[18]

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[1] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20061228200752〈=bra

[3] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=papa&artigo=heranca_papa〈=bra

[7] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20070816195520〈=bra

[8] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=filosofia&artigo=20040812170830〈=bra

[14] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20061228200752〈=bra

[15] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20061228200752〈=bra

[18] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=destevao〈=bra

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