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A Associação Cultural Montfort à beira do cisma

É difícil falar de “cisma”, no sentido teológico, ao se tratar de uma seita. O própria da seita é já constituir uma nova religião. No caso concreto, a Associação Cultural Montfort ela é conhecida pelas sua doutrina delirante do guru Orlando Fedeli, morto em patente ruptura com a Hierarquia da Igreja.

Os recentes acontecimentos produzidos pela renúncia do nosso Papa Bento XVI colocaram esta seita na beira do cisma… para não dizer do abismo doutrinal. À precária situação interna criada pelo falecimento do guru, com as lutas pelo poder da entidade, sobreveio agora uma disputa doutrinal. No seio da entidade estariam a disputar duas correntes: as seguidoras do cisma da FSSPX, com o Alberto Zucci como chefe moderado e que se apresenta como presidente da seita atual, e a corrente que segue a postura sedevacantista de Orlando Fedeli, com o Elder Silva como líder desbocado. O primeiro torce para que o Papa atual, antes de deixar o cargo, aceite as exigências dos lefebvristas, pois o se comenta dentro da Montfort que o próximo papa seria “progressista”. Já o segundo, Eder Silva, mais na linha do guru Fedeli, aposta pela hipótese de dois papas simultâneos e o consequente caos que isso poderia trazer para a Igreja. Mas nesse contexto estariam postas as condições para o cumprimento das profecias do Orlando Fedeli, onde a Montfort seria a única fiel dentro da Igreja. Resta saber quem seria o papa: Zucchi ou Eder?

Tudo loucura de seita.

Deixando de lado a ideologia do Alberto Zucchi, que pela sua incapacidade aos poucos que vai perdendo influencia dentro da Montfort, vamos a focar nossa atenção no discípulo fiel do guru Orlando Fedeli. É ele, o Eder Silva, o mais autêntico representante da heresia fedeliana. Maçonaria, gnosticismo, ocultismo e conspirações são para ele o normal dentro do Concílio Vaticano II. Para ele, a Igreja Católica caiu toda em heresia por causa da missa de Paulo VI, que para ele é fruto do trabalho de maçons:

 Lutero esbanjava aversão ao que ele denominava de Missa sacrílega e abominável. No entanto, toda essa fulminação iria mudar após a reforma litúrgica operada pela comissão do Vaticano II. De odiada, a Missa após Paulo VI surgiu sob os aplausos dos inimigos da Igreja. Os hereges jactaram-se diante da reforma litúrgica que provocou a destruição da piedade católica. (Fonte: http://www.xxx.org.br/a-intencao-a-participacao-e-a-conclusao-protestante-na-missa-nova/) ((Trocar xxx pelo nome montfort))

Para ele, Eder Silva, fiel seguidor de Orlando Fedeli, a questão é clara: Paulo VI cometeu uma heresia e por tanto deixou de ser papa:

 O que pensar de um Papa que admitiu hereges na fabricação de um rito que se promulgou como ordinário da Igreja? Evidentemente, não seremos nós a responder essa questão. (Fonte: idem)

Paulo VI e Monsenhor Bugnini convocaram os hereges para construir uma renovada liturgia. (Fonte: idem)

Se de fato a FSSPX consegue uma aproximação com Roma vai ficar ainda uma questão em pé: o cisma de Orlando Fedeli e a Associação Cultural Montfort, com o Alberto Zucchi e Eder Silva dentro da panela…

Qui vivra, verra!

O veneno da Montfort destilado novamente

Orlando Fedeli morreu. Mas os seus discípulos não deixam de destilar o mesmo veneno e ódio contra a Igreja. Agora é o Eder Silva, com artigo absurdo dizendo as maiores loucuras e que configuram a heresia apontada pelo Prefeito da Doutrina da Fe. Pelas afirmações deste membro da seita Montfort se descobre o lobo por debaixo da pele de ovelha. Fica alguma duvida do caráter sectário deste movimento que se apresenta como católico? Já está na hora de esclarecer ao povo católico das intenções sórdidas deste grupelho sectário. Eis algumas afirmações do fedeliano Eder Silva, onde podemos ver a mesma sanha sectária do Orlando Fedeli. Até onde vai o ódio contra a Igreja destes falsos católicos? E ainda enganam o povo do Brasil…

Eder Silva, da Associação Cultural Montfort:

“A Missa Nova é a principal “chave” denunciadora da conspiração modernista.”

“Os protagonistas da reforma litúrgica aspiravam alterar ou obscurecer as verdades da Fé para promover a propaganda ecumênica”

“O Concílio de Trento fizera da Missa a expressão mais perfeita e burilada da Doutrina Católica sobre a Redenção e o Sacrifício Eucarístico. Paulo VI, trilhando caminho oposto, procura “novos modos de expressão”, necessariamente menos precisos, pois terão que contemplar novas “vias” teológicas, comprometendo assim o clássico adágio “lex orandi lex credendi” que deixaria de ser aplicado na Missa… ou se mudaria o próprio conteúdo da fé!”

“Movido pelo declarado empenho de aproximação entre o rito católico e a ceia herética protestante, Paulo VI levou adiante a fabricação do Ritus Modernus.”

“Para executar essa missão de ofuscamento dos elementos católicos da Missa, o Papa elegeu o Monsenhor Annibale Bugnini. Esse padre conciliar, que terminou sua vida afastado do Vaticano, teve mais tarde seu nome mencionado na lista de maçons tornada pública por Mino Peccorelli.

“Bugnini correspondeu à vontade ecumênica do Papa realizando a transformação do sacrifício católico da Missa num festivo banquete luterano.

O Papa desejou e Bugnini executou.”

“Seria a Missa Nova de Paulo VI o produto de um plano maçônico para destruir a força da Igreja Católica?  Verdade ou não, acreditamos que esse trabalho não teria sido possível ou talvez não teria sido satisfatoriamente realizado, se Monsenhor Bugnini não tivesse contado com a colaboração direta de seis pastores protestantes que, participando ativamente enquanto consultores, ajudaram a produzir uma Missa tanto quanto possível nos moldes da liturgia protestante. Acreditem ou não, a Missa Nova é uma obra ecumênica de hereges.”

Fonte: Montfort.org.br

Maçonaria na Igreja: cardeais maçons.

O tema fundamental de Orlando Fedeli e os grupos fundados ou inspirados nele, sejam a Montfort ou o Fratresinunum, é sem duvida a conspiração maçônica dentro da Igreja. A idéia de grupos ocultos que tramam na escuridão é uma paixão para eles. Para Fedeli, tudo fica reduzido a gnose e maçonaria, onde apenas a Montfort fica de fora de uma conspiração universal. Ele seria o profeta a ficar de fora de toda a Humanidade, junto com os imaculados da Montfort, e denunciar os erros da conspiração secreta. Agora, morto o profeta, fica a tarefa a para o Alberto Zucchi e a viuva Ivone. Mas o pessoal do Fratesinunum não fica por menos e a luta pela denúncia profética vai longe.

Vejamos um exemplo da paranóia publicado pela Montfort Associação Cultural. O documento em espanhol foi publicado pelo Fedeli também:

 

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Orlando Fedeli:
“O que se diz é que no Vaticano, e não na Igreja de São Pedro, há lojas maçônicas constituídas por Monsenhores Bispos e até cardeais. Consta até que no Vaticano funcionam quatro Lojas maçônicas.
Anos atrás o jornalista Mino Pecorelli, publicou um documento dando uma lista de 123 cardeais e Bispos com cargos no Vaticano e que seriam maçons. Mino Peccorelli era membro da loja P2, e foi assassinado um ano depois de publicar a lista de maçons, em plena rua, quando dirigia seu carro. Mando-lhe anexada essa lista.
In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli

EL ASESINATO DEL PERIODISTA MINO PECORELLI EN 1979…Y LA LISTA CUYA PUBLICACIÓN LE COSTÓ LA VIDA.
            Antes de dejar que un historiador tan cualificado como Ricardo de la Cierva nos narre la trama en torno al asesinato de este periodista, debemos aclarar varios aspectos previos:          
            l.- El “Concilio” Vaticano II es herético de por sí, pero dos pruebas que lo corroboran son el que sus promotores fueran ministros del Anticristo y que sus frutos hayan demostrado ser infernales (Bugnini y la reforma litúrgica). Todos los enemigos de la Iglesia lo defienden…
             2.- La masonería es un arma de los hijos del Diablo para destruir a Jesucristo y a su Iglesia, y naturalmente no responde a la imagen beatífica que las televisiones ofrecen o a los testimonios de masones de grados ínfimos a los que no les han enseñado ni el significado del Templo de Salomón.
             3.- Se nos quiere hacer creer que todas las profecías del Nuevo Testamento, las apariciones de la Virgen y las visiones de los santos, no tienen nada que ver con esta época y que la Iglesia goza de magnífica salud. Además, en las Biblias católicas, cada vez más “adornadas” se identifica al Anticristo y al número de la Bestia 666…¡con Nerón!. ¡Magnífico intento, rabinos! ¡ATENTOS A LAS VERSIONES DE LA BIBLIA – ES SU PRÓXIMO ASALTO! Busquen versiones lo más antiguas posible: traducciones de la Vulgata Latina o como mucho, la Nácar-Colunga. Comparen los textos y las notas.
            Extractos de: Ricardo de la Cierva. La hoz y la cruz. Auge y caída del marxismo y la teología de la liberación. Editorial Fénix. Serie Máxima.
“Todos los fieles tienen el derecho, y a veces incluso el deber, en razón de su propio conocimiento, competencia y prestigio, de manifestar a los Pastores sagrados su opinión sobre aquello que pertenece al bien de la Iglesia y de manifestarlo a los demás fieles, salvando siempre la integridad de la fe y de las costumbres, la reverencia hacia los Padres y habida cuenta de la utilidad común y la dignidad de las personas”. [p. VIII]
            Canon 212. Código de Derecho Canónico vigente, incluso sancionado por Juan Pablo II.
 
            “En los comienzos de 1976 aparecieron en muchos órganos de comunicación de todo el mundo unas sorprendentes listas con datos muy concretos sobre la vasta infiltración de la masonería en la Iglesia católica. Pablo VI, que las repasó personal y cuidadosamente, quedó casi fulminado al comprobar que su delegado y hombre fuerte de la reforma litúrgica, monseñor Aníbal Bugnini, figuraba en la primera de esas listas con el nº 25, nombre masónico secreto BUAN, fecha de iniciación 23 de abril de 1963 y contraseña secreta 136-75 (Cfr. Bulletin de l´Occident Chrétien 12 (Julio 1976) Bourg Le-Roi). Al fin de este capítulo valoraremos la credibilidad de estas listas masónicas de 1976 que algunos encartados desmintieron, entre ellos monseñor Bugnini; pero no pudo convencer a Pablo VI, que le destituyó como secretario y factotum del “Consilium” para la reforma litúrgica y le alejó a un puesto diplomático marginal, la delegación apostólica en Irán. (en Y. Chiron, Paul VI. París, Perin, 1963). [p. 11]
            “…la bellísima duquesa de Kent, primer miembro de la familia real que se convierte abiertamente al catolicismo desde la deserción de Enrique VIII en el siglo XVI. La duquesa, esposa nada menos que del Gran Maestre de la Gran Logia de Inglaterra (que asistió a la ceremonia) ofreció el alto ejemplo de una conversión tan sincera como sencilla, como si no se tratara de un acontecimiento histórico sino de un retorno natural a las fuentes de la fe en Inglaterra. La han seguido miles de pastores y fieles anglicanos, alarmados por las aberraciones recientes de su Iglesia vacía y exangüe.” [p. 70]
            “La conciencia de la crisis ya no abandonó a Pablo VI hasta su muerte. Se atribuía una seria responsabilidad personal y pastoral en ella, que minaba su salud y le hacía envejecer prematuramente. Ante su confidente Jean Guitton hizo, poco antes de morir, esta confesión dramática: “Hay una gran turbación en este momento de la Iglesia y lo que se cuestiona es la fe. Lo que me turba cuando considero al mundo católico es que dentro del catolicismo parece a veces que pueda dominar un pensamiento de tipo no católico, y puede suceder que este pensamiento no católico dentro del catolicismo se convierta mañana en el más fuerte. pero nunca representará el pensamiento de la Iglesia. Es necesario que subsista una pequeña grey, por muy pequeña que sea”. Años después Guitton comentaba: “Pablo VI tenía razón. Y hoy nos damos cuenta. estamos viviendo una crisis sin precedentes. La Iglesia, es más, la historia del mundo, nunca ha conocido crisis semejante…Podemos decir, que por primera vez en su larga historia, la humanidad en su conjunto es a-teológica, no posee de manera clara, pero diría que tampoco de manera confusa, el sentido de eso que llamamos el misterio de Dios” [p. 84]
“En Italia los comunistas controlaban ya desde sus administraciones regionales y locales al cincuenta y dos por ciento de la población. La rebeldía marxista de los teólogos de la liberación se extendía por gran parte de Suramérica. Pablo VI ya no parecía el mismo. Sus secretarios le oían repetir, obsesivamente: “No quiero traicionar a Cristo”. Publicaciones confidenciales de Europa y los Estados Unidos difundían extrañas listas de prelados de la Curia adeptos a la Masonería, entre ellos el artífice de la reforma litúrgica, monseñor Bugnini, cuyo caso había investigado directamente el Papa, que se vio obligado a alejarle a la oscura delegación apostólica en Teherán, en vez de concederle el capelo que todo el mundo esperaba; en el capítulo que dedicaremos a las relaciones entre la iglesia y la masonería analizaremos las fuentes de estas denuncias masónicas, que se atribuyeron al periodista Mino Pecorelli, quien pronto sufrió una oscura muerte.” [p. 101
“El viernes 1 de septiembre se reunió (Juan Pablo I) con los periodistas, a quienes trató como colegas; y a nadie quiso excluir del encuentro, ni siquiera al arriscado independiente Mino Pecorelli, vetado por muchos desde que insertó un par de años antes en su hoja confidencial de información una lista de prominentes masones de la Iglesia y de la Curia que había angustiado a Pablo VI y que el Papa Luciani se proponía analizar caso por caso…El encuentro más emocionante tuvo lugar, sin duda, el 5 de septiembre, cuando entró a verle el metropolita de Leningrado Nikodim, un hombre santo, poseído de espíritu ecuménico, que se arrojó a los pies del Papa para ofrecerle su obediencia como cabeza de la Iglesia universal. Los dos se abrazaron en nombre de Cristo y la emoción del nuevo prelado católico fue tan intensa que sufrió un espasmo y falleció en brazos de Juan Pablo I, cuya impresión fue indecible. Es muy extraño que este acontecimiento, históricamente probado, no haya suscitado ni entonces ni después más que comentarios de rutina…a medida que pasaban aquellos días intensísimos Juan Pablo I iba comprendiendo en el fondo de su alma la agonía de su atormentado predecesor.” [p. 472]
               
                         Mino Pecorelli asesinado en venganza por la Masonería
“El periodista Mino Pecorelli, que había denunciado la infiltración masónica en las alturas de la Iglesia, fue asesinado en Roma el 22 de marzo de 1979, de forma misteriosa que parecía ritual. Nadie hurgó en esa muerte hasta que en 1995, durante el proceso del dirigente democristiano Giulio Andreotti, alguien le acusó de haber ordenado el asesinato del denunciante.” [p. 484]
 
 
            La siguiente lista de masones fue reimpresa con algunas actualizaciones del “Bulletin de l”Occident Chrétien Nr.12, Julio, 1976, (Director Pierre Fautrad a Fye – 72490 Bourg Le Roi.) Todos los hombres de esta lista, si son masones, están excomulgados por la Ley canónica 2338. cada nombre es seguido por su posición si es conocida; la fecha en que fue iniciado en la Masonería, su código y su nombre en clave, si son conocidos. 
            Los nombres son casi todos italianos. Seguramente si incluyera españoles, franceses, alemanes, norteamericanos…sería varias veces más larga. Esto le costó la vida a Pecorelli, y quizás también la información que tenía sobre el asesinato de Juan Pablo I. En color blanco, los más importantes:
           [ EN RAZÓN DE LA IMPORTANCIA DE ESTA LISTA, LA HEMOS PUBLICADO SIN TRADUCIR POR COMPLETO. LO ANTES POSIBLE LA SUSTITUIREMOS POR LA VERSIÓN ÍNTEGRA EN ESPAÑOL. ]
                  
                                        El Cardenal Bea (en realidad Behayim, criptojudío y masón, “eminencia gris” del Concilio Vaticano II), el arzobispo Bugnini (perpetrador de la nueva liturgia) y el nuncio Dadaglio (artífice de la “renovación” de la Iglesia española). Y el cardenal Casaroli, Secretario de Estado en una década decisiva.
  1. – Albondi, Alberto. Obispo de Livorno, (Leghorn). Iniciado 8-5-58; I.D. # 7-2431.
  2. – Abrech, Pio. En la Sagrada Congregación Obispos. 11-27-67; # 63-143.
  3. – Acquaviva, Sabino. Profesor de Religión en la Universidad de  Padua. 12-3-69; # 275-69.
  4. – Alessandro, Padre Gottardi. (Doctor en las reuniones masónicas).  Presidente de los Hermanos Maristas. 6-14-59.
  5. – Angelini Fiorenzo. Obispo de Messenel, Grecia. 10-14-57; # 14-005.
  6. – Argentieri, Benedetto. Patriarca  de la Santa Sede. 3-11-70; # 298-A.
  7. – Bea, Augustin. Cardenal. Secretario de Estado (próximo al Papa) bajo los Papas Juan XXIII y  Pablo VI. (Nota del editor: en realidad, alias de Behayim).
  8. – Baggio, Sebastiano. Cardenal. Prefecto de la Sagrada Congregación de los Obispos. (Ésta es una Congregación crucial para el nombramiento de nuevos obispos). Secretario de Estado bajo el Papa Juan Pablo II desde 1989 a 1992. 8-14-57; # 85-1640. Nombre en clave masónica “SEBA.” El controla la consagración de obispos.
  9. – Balboni, Dante. Ayudante pontificio en el Vaticano. Comisión para estudios bíblicos. 7-23-68; # 79-14 “BALDA.”
  10. – Baldassarri Salvatore. Obispo de Rávena, Italia. 2-19-58; # 4315-19. “BALSA.”
  11. – Balducci, Ernesto. Artista de imágenes religiosas. No dejan ningún detalle. 5-16-66; # 1452-3.
  12. – Basadonna, Ernesto. Prelado de Milán, 9-14-63; # 9-243. “BASE.”
  13. – Batelli, Guilio. Miembro seglar de numerosas academias científicas. 8-24-59; # 29-A. “GIBA.”
  14. – Bedeschi, Lorenzo. 2-19-59; # 24-041. “BELO.”
  15. – Belloli, Luigi. Rector del Seminario de Lombardia, Italia. 4-6-58; # 22-04. “BELLU.”
  16. – Belluchi, Cleto. Obispo Coadjutor de Fermo, Italia. 6-4-68; # 12-217.
  17. – Bettazzi, Luigi. Obispo de Ivera, Italia. 5-11-66; # 1347-45. “LUBE.”
  18. – Bianchi, Ciovanni. 10-23-69; # 2215-11. “BIGI.”
  19. – Biffi, Franco, Monseñor. Rector de la Universidad Pontificia de la Iglesia de San Juan lateranense. Es el director de esta universidad y controla lo que está siendo enseñado. Confesaba a Pablo VI. 8-15-59. “BIFRA.”
  20. – Bicarella, Mario. Prelado de Vicenza, Italia. 9-23-64; # 21-014. “BIMA.”
  21. – Bonicelli, Gaetano. Obispo de Albano, Italia. 5-12-59; # 63-1428, “BOGA.”
  22. – Boretti, Giancarlo. 3-21-65; # 0-241. “BORGI.”
  23. – Bovone, Alberto. Secretario sustituto de la Oficina sagrada. 3-30-67; # 254-3. “ALBO.”
  24. – Brini, Mario. Arzobispo. Secretario para China, Oriente y los paganos. Miembro de las Comisiones pontificias para Rusia. Tiene el control de la reelaboración del Derecho Canónico. 7-7-68; # 15670. “MABRI.”
  25. – Bugnini, Annibale. Arzobispo. Autor del Novus Ordo Missae. (Reforma litúrgica). Desterrado a la nunciatura en Irán por Pablo VI. 4-23-63; # 1365-75. “BUAN.”
  26. – Buro, Michele. Obispo. Obispo. Prelado de la Comisión Pontificia para Sudamérica. 3-21-69; # 140-2. “BUMI.”
  27. – Cacciavillan, Agostino. Secretaría de Estado. 11-6-60; # 13-154.
  28. – Cameli, Umberto. Director de la Ofician de Asuntos eclesiásticos de Italia en el cuidado de la educación de la doctrina católica. 11-17-60; # 9-1436.
  29. – Caprile, Giovanni. Director de los Asuntos Civiles Católicos. 9-5-57; # 21-014. “GICA.”
  30. – Caputo, Giuseppe. 11-15-71; # 6125-63. “GICAP.”
  31. – Casaroli, Agostino. Cardenal. Secretario de Estado (muy cercano al Papa) con el Papa Juan Pablo II desde el 1 de julio de 1979 hasta su retiro en 1989. 9-28-57; # 41-076. “CASA.”
  32. – Cerruti, Flaminio. Jefe de la Oficina de la Universidad para el estudio de las Congregaciones. 4-2-60; # 76-2154. “CEFLA.”
  33. – Ciarrocchi, Mario. Obispo. 8-23-62; # 123-A. “CIMA.”
  34. – Chiavacci, Enrico. Profesor de Teología Moral, Universidad de Florencia, Italia. 7-2-70; # 121-34. “CHIE.”
  35. – Conte, Carmelo. 9-16-67; # 43-096. “CONCA.”
  36. – Csele, Alessandro. 3-25-60; # 1354-09. “ALCSE.”
  37. – Dadagio, Luigi. Nuncio de Papa en España. Arzobispo de Lero. Un buen elemento. Artífice de la “revolución” en la Iglesia española. Se mostró especialmente sádico y rastrero con el General Franco en sus últimos años de enfermedad y vejez. 9-8-67. # 43-B. “LUDA.”
  38. – D”Antonio, Enzio. Arzobispo de Trivento. 6-21-69; # 214-53.
  39. – De Bous, Donate. Obispo. 6-24-68; # 321-02. “DEBO.”
  40. – Del Gallo Reoccagiovane, Luigi. Obispo.
  41. – Del Monte, Aldo. Obispo de Novara, Italia. 8-25-69; # 32-012. “ADELMO.”
  42. – Faltin, Danielle. 6-4-70; # 9-1207. “FADA.”
  43. – Ferraioli, Giuseppe. Miembro de la Sagrada Congregación para Asuntos Públicos. 11-24-69; # 004-125. “GIFE.”
  44. – Franzoni, Giovanni. 3-2-65; # 2246-47. “FRAGI.”
  45. – Gemmiti, Vito. Sagrada Congregación de Obispos. 3-25-68; # 54-13. “VIGE.”
  46. – Girardi, Giulio. Teólogo marxista. Propagandista de la “Teología” de la Liberación. 9-8-70; # 1471-52. “GIG.”
  47. – Fiorenzo, Angelinin. Obispo. Título de Comendador del Espíritu Santo. Vicario General de los Hospitales de Roma. Controla las fundaciones de los hospitales. Consagrado obispo el 7-19-56; iniciación masónica el  10-14-57.
  48. – Giustetti, Massimo. 4-12-70; # 13-065. “GIUMA.”
  49. – Gottardi, Alessandro. Procurador y  Postulador General de los hermanos Maristas. Arzobispo de Trento. 6-13-59; # 2437-14. “ALGO.”
  50. – Gozzini, Mario. 5-14-70; # 31-11. “MAGO.”
  51. – Grazinai, Carlo. Rector del Seminario Menor del Vaticano. 7-23-61; # 156-3. “GRACA.”
  52. – Gregagnin, Antonio. Tribuno de las Primeras Causas de beatificación. 10-19-67; # 8-45. “GREA.”
  53. – Gualdrini, Franco. Rector de Capranica. 5-22-61; # 21-352. “GUFRA.”
  54. – Ilari, Annibale. Abad. 3-16-69; # 43-86. “ILA.”
  55. – Laghi, Pio. Nuncio, Delegado Apostólico en Argentina,y después en EE.UU. hasta 1995. 8-24-69; # 0-538. “LAPI.”
  56. – Lajolo, Giovanni. Miembro del Concilio de Asuntos Públicos de la Iglesia. 7-27-70; # 21-1397. “LAGI.”
  57. – Lanzoni, Angelo. Jefe de la Oficina de la Secretaría de Estado. 9-24-56; # 6-324. “LANA.”
  58. – Levi, Virgillio (alias Levine), Monsignor. Drrector Asistente del periódico oficial del Vaticano,  L”Osservatore Romano. Dirige la estación de Radio vaticana. 7-4-58; # 241-3. “VILE.”
  59. – Lozza, Lino. Canciller de la Academia romana de Santo Tomás de Aquino para la Religión católica. 7-23-69; # 12-768. “LOLI.”
  60. – Lienart, Achille. Cardenal. Gran Maestro masón de alto grado. Obispo de Lille, Francia. Encargado de reclutar nuevos masones.  Fue el jefe de las fuerzas “progresistas” en el Concilio Vaticano II.
  61. – Macchi, Pasquale. Cardenal. Prelado de Honor y Secretario Privado del Papa Pablo VI y Secretario Privado hasta que fue excomulgado por herejía. Fue reintegrado por el Secretario de Estado Jean Villot, y hecho Cardenal. 4-23-58; # 5463-2. “MAPA.”
  62. – Mancini, Italo. Director de Su Santidad. 3-18-68; # l551-142. “MANI.”
  63. – Manfrini, Enrico. Consultor agregado de la Comisión Pontificia de Arte Sagrado. 2-21-68; # 968-c. “MANE.”
  64. – Marchisano, Francesco. Prelado de Honor del Papa. Secretario de la Congregación para los estudios en Seminarios y Universidades. 2-4-61; 4536-3. “FRAMA.”
  65. – Marcinkus, Paul. Natural de Cicero, Illinois. 1, 90 metros de altura. Presidente del Instituto de enseñanza Religiosa. 8-21-67; # 43-649. Llamado con el espiritual apodo de “GORILA”. Culpable de los delitos y escándalos financieros de finales de los 70. Inmortalizado en la tercera parte de “El Padrino”. Nombre en clave “MARPA.”
  66. – Marsili, Saltvatore. Abad de la Orden de San Benedicto de Finalpia cerca de Módena, Italia. 7-2-63; # 1278-49. “SALMA.”
  67. – Mazza, Antonio. Obispo Titular de Velia. Secretario General del Año Santo. 1975. 4-14-71. # 054-329. “MANU.”
  68. – Mazzi, Venerio. Miembro del Concilio de Asuntos Públicos de la Iglesia. 10-13-66; # 052-s. “MAVE.”
  69. – Mazzoni, Pier Luigi. Congregación de Obispos. 9-14-59; # 59-2. “PILUM.”
  70. – Maverna, Luigi. Obispo de Chiavari, Genoa, Italia. Asistente general de la Acción Católica italiana. 6-3-68; # 441-c. “LUMA.”
  71. – Mensa, Albino. Arzobispo de Verrcelli, Piamonte, Italia. 7-23-59; # 53-23. ” MENA.”
  72. – Messina, Carlo. 3-21-70; # 21-045. “MECA.”
  73. – Messina, Zanon (Adele). 9-25-68; # 045-329. ” AMEZ.”
  74. – Monduzzi, Dino. Regente para la Prefectura de la Casa Pontificia. 3-11 -67; # 190-2. “MONDI.”
  75. – Mongillo, Daimazio. Profesor dominico de Teología Moral, Instituto de los Santos Ángeles de Roma.  2-16-69; # 2145-22. “MONDA.”
  76. – Morgante, Marcello. Obispo de Ascoli Piceno en Italia Oriental. 7-22-55; # 78-3601. MORMA.”
  77. – Natalini, Teuzo. Vicepresidente de los Archivos de la Secretaría del Vaticano. 6-17-67; # 21-44d. “NATE.”
  78. – Nigro, Carmelo. Rector del Seminario Pontificio de Estudios Mayores. 12-21-70; # 23-154. “CARNI.”
  79. – Noe, Virgillio. Cabeza de la Sagrada Congregación del Culto Divino. Él y Bugnini pagaron a 5 ministros protestantes y un rabino judío para que elaboraran el Nuevo Orden de la Misa (Novus Ordo Mass). 4-3-61; # 43652-21. “VINO.”
  80. – Palestra, Vittorie. Consejero legal de la Sagrada Rota del estado Vaticano. 5-6-43; # 1965. “PAVI.”
  81. – Pappalardo, Salvatore. Cardenal. Arzobispo de Palermo, Sicilia 4-15-68; # 234-07. “SALPA.”
  82. – Pasqualetti, Gottardo. 6-15-60; # 4-231. “COPA.”
  83. – Pasquinelli, Dante. Consejo del Nuncio en Madrid. 1-12-69; # 32-124. “PADA.”
  84. – Pellegrino, Michele. Cardenal. Llamado “Protector de la Iglesia”, Arzobispo de Turín, donde se custodia la Sábana San ta de Jesús). 5-2-60; # 352-36. “PALMI.”
  85. – Piana, Giannino. 9-2-70; # 314-52. “GIPI.”
  86. – Pimpo, Mario. Vicario de la Oficina de Asuntos Generales. 3-15-70; # 793-43. “PIMA.”
  87. – Pinto, Monseñor Pío Vito. Adjunto de la Secretaría de Estado y Notario de la Segunda Sección del Tribunal Supremo de la Signatura Apostólica.. 4-2-70; # 3317-42. “PIPIVI.”
  88. – Poletti, Ugo. Cardenal. Vicario de S.S. Diocesis de Roma. Controla el clero de Roma desde 3-6-73. Miembro de la Sagrada Congregación de los sacramentos y del Culto Divino. Él es Presidente de los Trabajos Pontificios y de la preservación de la Fe. También Presidente de la Academia de Liturgia. 2-17-69; # 32-1425. “UPO.”
  89. – Rizzi, Monseñor Mario. Sagrada Congregación de Ritos Orientales. Nombrado como “Prelado Obispo de Honor del Santo Padre, el Papa”. Trabaja bajo la órdenes del masón de alto grado Mario Brini en la manipulación del Canon de Leyes. 9-16-69; # 43-179. “MARI,” “MONMARI.”
  90. – Romita, Florenzo. Estaba en la Sagrada Congregación del Clero. 4-21-56; # 52-142. “FIRO.”
  91. – Rogger, Igine. Oficial en S.S. (Diócesis de Roma). 4-16-68; # 319-13. “IGRO.”
  92. – Rossano, Pietro. Sagrada Congregación de Religiones no-cristianas. 2-12-68; # 3421-a. “PIRO.”
  93. – Rovela, Virgillio. 6-12-64; # 32-14. “ROVI.”
  94. – Sabbatani, Aurelio. Arzobispo de Iustiniana (Giusgno, Milar Province, Italia). Primer Secretario de la Signatura Superior Apostólica. 6-22-69; # 87-43. “ASA”
  95. – Sacchetti, Guilio. Delegado del Gobernador Marchese. 8-23-59; # 0991-b. “SAGI.”
  96. – Salerno, Francesco. Obispo. Prefecto Atti. Eccles. 5-4-62; # 0437-1. “SAFRA”
  97. – Santangelo, Franceso. Substituto General del Consejo de defensa Legal.. 11-12-70; # 32-096. “FRASA.”
  98. – Santini, Pietro. Viceoficial de la Vicaría. 8-23-64; # 326-11. “SAPI.”
  99. – Savorelli, Fernando. 1-14-69; # 004-51. “SAFE.”
  100. – Savorelli, Renzo. 6-12-65; # 34-692. “RESA.”
  101. – Scanagatta, Gaetano. Sagrada Congregación del Clero. Miembro de la comisión de Pomei y Loreto, Italia. 9-23-71; # 42-023. “GASCA.”
  102. – Schasching, Giovanni. 3-18-65; # 6374-23. “GISCHA,” “GESUITA.”
  103. – Schierano, Mario. Obispo titular de  Acrida (Acri en la provincia de Cosenza, Italia.) Capellán militar jefe de las Fuerzas Armadas Italianas. 7-3-59; #14-3641. “MASCHI.”
  104. – Semproni, Domenico. Tribunal de la Vicaría del vaticano. 4-16-60; # 00-12. “DOSE.”
  105. – Sensi, Giuseppe Mario. Arzobispo titular de Sardi (Asia Menor, cerca de Esmirna). Papal Nunzio to Portugal. 11-2-67; # 18911-47. “GIMASE.”
  106. – Sposito, Luigi. Comisión de los Archivos Pontificios para los Archivos de la Iglesia en Italia. Administrador Jefe de la Sede apostólica del Vaticano.
  107. – Suenens, Leo. Cardenal. Título: Protector de la Iglesia de San Pedro Encadenado, en el exterior de Roma. Promueve el Pentecostalismo Protestante (carismáticos). Destructor de muchos dogmas de la Iglesia cuando trabajaba en las tres Sagradas Congregaciones: 1) Propagación de la Fe; 2) Ritos y ceremonias litúrgicos; 3) Seminarios. 6-15-67; # 21-64. “LESU.”
  108. – Trabalzini, Dino. Obispo de  Rieti (Reate, Peruga, Italia). Obispo auxiliar del Sur de Roma. 2-6-65; # 61-956. “TRADI.”
  109. – Travia, Antonio. Arzobispo titular de Termini Imerese. Encargado de las escuelas católicas. 9-15-67; # 16-141. “ATRA.”
  110. – Trocchi, Vittorio. Secretario para seglares católicos en el Consistorio del Estado Vaticano. 7-12-62; # 3-896. “TROVI.”
  111. – Tucci, Roberto. Director General de Radio Vaticana. 6-21-57; # 42-58. “TURO.”
  112. – Turoldo, David. 6-9-67; # 191-44. “DATU.”
  113. – Vale, Georgio. Sacerdote. Oficial de la Diócesis de Roma. 2-21-71; # 21-328. “VAGI.”
  114. – Vergari, Piero. Jefe de la Oficina de protocolo de la Signatura vaticana. 12-14-70; # 3241-6. “PIVE.”
  115. – Villot, Jean. Cardenal. Secretario de Estado con el papa Pablo VI. Fue Camerlengo (Tesorero). “JEANNI,” “ZURIGO.”
  116. – Zanini, Lino. Arzobispo titular de Adrianopoli, que está en Adrianopolis, Turquía. Nuncio Apostólico.
            LOS SIGUIENTES CLÉRIGOS FUERON DENUNCIADOS DESPUÉS DE QUE LA LISTA ANTERIOR FUERA COMPILADA:

Fregi, Francesco Egisto. 2-14-63; # 1435-87.
Tirelli, Sotiro. 5-16-63; # 1257-9. “TIRSO.”
Cresti, Osvaldo. 5-22-63; # 1653-6. “CRESO.”
Rotardi, Tito. 8-13-63; # 1865-34. “TROTA.”
Orbasi, Igino. 9-17-73; # 1326-97. “ORBI.”
Drusilla, Italia. 10-12-63; # 1653-2. “”DRUSI “
Ratosi, Tito. 11-22-63; # 1542-74 “TRATO.”
Crosta, Sante. 11-17-63; # 1254-65. “CROSTAS.

            
            En resumidas cuentas: Bea, Casaroli, Villot, Bugnini, Lienart, Suenens, Marcincus, Dadaglio, Baggio y decenas de obispos… Sin contar los demás paises.
            Nota del editor: Uno comprende perfectamente la causa del asesinato del señor Pecorelli. Si obró movido por afán de justicia, es sin duda un mártir. Y se pregunta ¿Quién tenían los Papas que no fuera masón? Esto corrobora las profecías. Todo lo posterior al Concilio tiene el sello masónico y más recientemente judaizante. 
            (Se agradecerá cualquier ayuda en la traducción correcta de las instituciones católicas o de cualquier otro error que detecte el lector. Gracias).
            [ Tomado de la siguiente página en inglés:
             Cephas Ministries (http://catholic.cephasministry.com) ]
Fonte: montfort.org.br

2012: fim do mundo da heresia tradicionalista?

Terá isso relação com o fenômeno Maia e o fim do mundo em 2012? O mundo tradicionalista contrário ao Concílio Vaticano II, depois da declaração do Prefeito para a Doutrina da Fé, vai acabar. Eles foram declarados “heresia”. E foi em 2012.

Alberto Zucchi, depois de sua viagem a Roma, tomou providencias para evitar a condenação. O site Montfort perdeu o ar de velharia e entrou na modernidade. Ao menos, as cores melhoraram e o berreiro gratuito e boçal diminuíram. Alguém pode pensar que o Zucchi traiu o mestre e fez um site “descafeinado”. Também esqueceu o mestre e nem falou dele na festa de fim de ano da Montfort, coisa que até os mais fiéis comentaram. Para piorar, o seu discípulo fiel, o Chenta, deixou cair nas traças o “Legado” e sumiu da web. Tudo acabou…?

Não. A mesma heresia tradicionalista continua viva e venenosa, qual cobra do Paraíso, procurando inocentes para morder.

Vejamos uma amostra. O post que a Fratres colocou no ar sobre a “Comissão Episcopal para Tradução dos Textos Litúrgicos da CNBB”. Dizem que foi um “leitor” que mandou o “inspiradíssimo” e “belíssimo hino”.

Bem que a Congregação para a doutrina da Fé chama de “heresias” este tipo de atitudes. Atacam a CNBB, os bispos, a missa, e ainda se acham cristãos pelo fato de gostar do latim. Ser católico é só ir a missa ou é principalmente estar em comunhão com os pastores? Bastam dois minutos no site fratres para perceber a heresia tradicionalista mais radical.

Vejamos a baixaria do Fratres.

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Sugestão às equipes de liturgia: Hino para o Ano da Fé.

Para que as equipes de liturgia possam, em suas celebrações da Palavra, da Vida, da Partilha, da Comunidade, etc.,esclarecer os fiéis acerca da liturgia no Brasil neste Ano da Fé, apresentamos um belíssimo hino composto pelo leitor Pedro Pelogia — inspiradíssimo pelo post ‘Os sábios levitas que zelam por nossa liturgia’.

Comissão Episcopal para Tradução dos Textos Litúrgicos da CNBB.

ANJOS DE D-US

Se acontecer sacrilégio perto de você
Não adianta apelar para a CNBB
Inculturações e respeito aos ateus.

Então abra o missal e comece a provar
Quantas profanações eles fazem no altar
E o moderninho já vem com o garfo na mão.

Refrão:
Tem marmanjos zoando neste lugar
Enganando o povo em cima do altar
Invertendo a missa em todas as direções

Não sei se o papa não viu o que Bugnini teceu
Só sei que o sagrado desapareceu
Porque a P-2 fez o que quis

Quando um bispo abre a boca a Igreja se ferra
Ela perde, se esconde, se envergonha e nega,
Alegra o inferno com seu rito banal

Sinta todo domingo um sagrado desgosto
Vendo um padre pular com um sorriso no rosto
Encantando vovós e perdendo fiéis.

Ref. Tem marmanjos, etc.

Fonte: Fratresinunum

 

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É ou não é o mesmo espírito do Lutero brasileiro, usando de vulgaridades de toda ordem para com pessoas sagradas da Igreja? Peçamos ao Espírito que ilumine os seguidores do Fratres –como já o fez com a Montfort – para achar o caminho da luz de volta à casa do Pai. Recomendamos a eles assistir alguma missa de cura e libertação.

Sobre o hino composto pelo Pelogia (ou será Pelágio?), há que se pensar que talvez seja fruto de um certo neopelagianismo, pelo qual algumas pessoas julgam-se nascidas sem o pecado original, arvorando-se o direito de criticar e enfrentar desrespeitosamente os legítimos pastores e demais membros e da hierarquia católica. Será que a antiga heresia, refutada por Santo Agostinho e tantos outros, renasce das cinzas como a mítica fênix? O espirito de contestação contra a Igreja fez do Orlando Fedeli o Lutero do Brasil.  A Fratres in unum vai conseguir superar? É difícil, mas vai pelo mesmo caminho.

Tenhamos cuidado com os luteros fedelis, pelogias, fratres, etc…

 

A Montfort condenada por heresia?

A Congregação para a Doutrina da Fé condena a Monfort por heresia? Isso não era esperado pelos seguidores da Montfort. Que o próprio Prefeito para a Doutrina da Fé, o “bispo Müller” como eles o chamam, definisse como heresia a postura da Monfort, é algo que sem dúvida lhes terá doído. Porém eles não se […]

A Montfort, a grande inimiga do “Summorum Pontificum”

É impressionante a sanha anticatólica professada pelo site Montfort. Fiel à técnica desleal de seu mentor, Orlando Fedeli, qualquer coisa é boa para denegrir os Pastores da Igreja. Poucos são os bispos que não tenham sofrido alguma injúria por parte desse movimento. Agora foi a vez de um bispo do estado de São Paulo, o […]

Orlando Fedeli: cheiro de maçonaria nas campanhas da fraternidade da CNBB

Opinião do Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort. Isto é ou não é uma seita? Ou é gente doentia mentalmente? ——- “Na Igreja pós-conciliar só se fazem reuniões, congressos, manifestos, planos pastorais. A desgraça é que não há mais pastores de verdade e da verdade. O blá-blá-blá verborréico da CNBB, em suas Campanhas da Fraternidade — […]

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