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O veneno da Montfort destilado novamente

Orlando Fedeli morreu. Mas os seus discípulos não deixam de destilar o mesmo veneno e ódio contra a Igreja. Agora é o Eder Silva, com artigo absurdo dizendo as maiores loucuras e que configuram a heresia apontada pelo Prefeito da Doutrina da Fe. Pelas afirmações deste membro da seita Montfort se descobre o lobo por debaixo da pele de ovelha. Fica alguma duvida do caráter sectário deste movimento que se apresenta como católico? Já está na hora de esclarecer ao povo católico das intenções sórdidas deste grupelho sectário. Eis algumas afirmações do fedeliano Eder Silva, onde podemos ver a mesma sanha sectária do Orlando Fedeli. Até onde vai o ódio contra a Igreja destes falsos católicos? E ainda enganam o povo do Brasil…

Eder Silva, da Associação Cultural Montfort:

“A Missa Nova é a principal “chave” denunciadora da conspiração modernista.”

“Os protagonistas da reforma litúrgica aspiravam alterar ou obscurecer as verdades da Fé para promover a propaganda ecumênica”

“O Concílio de Trento fizera da Missa a expressão mais perfeita e burilada da Doutrina Católica sobre a Redenção e o Sacrifício Eucarístico. Paulo VI, trilhando caminho oposto, procura “novos modos de expressão”, necessariamente menos precisos, pois terão que contemplar novas “vias” teológicas, comprometendo assim o clássico adágio “lex orandi lex credendi” que deixaria de ser aplicado na Missa… ou se mudaria o próprio conteúdo da fé!”

“Movido pelo declarado empenho de aproximação entre o rito católico e a ceia herética protestante, Paulo VI levou adiante a fabricação do Ritus Modernus.”

“Para executar essa missão de ofuscamento dos elementos católicos da Missa, o Papa elegeu o Monsenhor Annibale Bugnini. Esse padre conciliar, que terminou sua vida afastado do Vaticano, teve mais tarde seu nome mencionado na lista de maçons tornada pública por Mino Peccorelli.

“Bugnini correspondeu à vontade ecumênica do Papa realizando a transformação do sacrifício católico da Missa num festivo banquete luterano.

O Papa desejou e Bugnini executou.”

“Seria a Missa Nova de Paulo VI o produto de um plano maçônico para destruir a força da Igreja Católica?  Verdade ou não, acreditamos que esse trabalho não teria sido possível ou talvez não teria sido satisfatoriamente realizado, se Monsenhor Bugnini não tivesse contado com a colaboração direta de seis pastores protestantes que, participando ativamente enquanto consultores, ajudaram a produzir uma Missa tanto quanto possível nos moldes da liturgia protestante. Acreditem ou não, a Missa Nova é uma obra ecumênica de hereges.”

Fonte: Montfort.org.br

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Orlando Fedeli igual ao Cristo?

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“À sua Excelência Reverendíssima,

Dom Orani João Tempesta, Digníssimo Arcebispo de Belém do Pará.

Excia.

Recebi a informação que Vossa Excia., por meio de um sacerdote da Cúria Arquidiocesana, comunicou a um amigo meu, que me convidara a dar palestras em Belém, que “não gostaria que houvesse, nesse momento, palestras minhas em sua Arquidiocese”. Por amor à união…

Um pedido de Vossa Excia., de fato, é uma ordem.

Quero crer que V. Excia Rvdma. é fiel seguidor do ecumenismo conciliar e que, seguindo o Concílio Vaticano II, jamais fez pedido igual a Teólogos da Libertação seguidores de Fidel Castro, e nem deixou de dialogar com hereges protestantes…

Por amor à união…

Para comigo, o diálogo não vale, e a tolerância conciliar não é invocada.

Deo gratias!

Praticando o ecumenismo, creio que V. Excia jamais proibiu que entrassem e falassem, em Belém, protestantes, judeus, muçulmanos, hereges, fariseus e saduceus, e mesmo boffes e bettos de todos os tipos.
Com todo respeito por sua autoridade episcopal, quero dizer-lhe, Excia. Rvdma. que, embora exorbitante, seu pedido-ordem concede, à Montfort e a mim, uma honra imensa e muito especial. Pois não sou o primeiro a quem se recusa entrada em Belém. OUTRO, infinitamente santo, teve também sua entrada em Belém, um dia, recusada.

Vossa Excia me colocou em divina companhia.

Deus lhe pague.

Rogando a Deus que o recompense por sua generosa recusa, me subscrevo atenciosamente,
in Corde Jesu, semper,

Orlando Fedeli.

São Paulo, 15 de Junho de 2007″

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20070618233706&lang=bra

Orlando Fedeli e a Montfort: os únicos fiéis a Deus?


DEUS ME PERMITE, NA VELHICE, VER O FRUTO DE MINHAS CARTAS

Orlando Fedeli: “Como Deus é bom que me permite, já bem na velhice, ver um fruto nascido de minhas cartas, escritas na solidão de meu escritório e lançadas ao mundo pela internet, sem saber que olhos as lerão, sem saber que fruto terão, e, de repente, ver chegar no monitor uma resposta como a sua, que é um SIM tão pleno a Deus Nosso Senhor.”[17]

FAÇO O QUE POSSO PARA DEFENDER A FÉ.

Orlando Fedeli: “Tenho defeitos sim, Padre. Mas faço o que posso para defender a Fé.

E com certo êxito.

Afinal, Padre, o site Montfort– graças a Deus — tem convertido muitas pessoas e afervorado outras. Tem soprado brasas que estavam apagando, e suscitado labaredas de amor a Deus e à Santa Igreja. Tem dado apoio a canas torcidas, que estavam para quebrar.

Afinal, temos alcançado até mais de 210.000 acessos num único mês, no site Montfort (acessos únicos).

Um site “aberto” ao mundo moderno teria alcançado esse número, padre?

Experimente…

E o site Montfort não tem figurinhas, não tem anjinhos esvoaçando, não tem piadas. Tem textos doutrinários longos. E é um site “fechado” e polêmico. Um site nada ecumênico. Briguento. Que consegue que pessoas com quem brigou, escrevam, depois, agradecendo.

Graças a Deus!

O senhor não percebeu como os jovens escrevem para o site Montfort?

Quem deveria estar digitando cartas e lutando pela Fé, deviam ser os pastores. Se um leigo, professor já bem velho, compreende que é obrigado a fazer isso, é porque depois do Vaticano II, o excesso de pastorais e de reuniões, deve ter impedido que os padres tenham tempo de cuidar das ovelhas….

O senhor não quer fazer um site para responder dúvidas do povo fiel?

Certamente seria um site com mais zelo e simplicidade que o da Montfort.

Eu me tornaria um de seus leitores… caso o senhor não fosse… “aberto”! Claro!

Com a sua autoridade de sacerdote o senhor teria muito mais poder em sua palavra.

Faça-o, padre.”[18]

A MONTFORT SÓ SEGUE OS PASSOS DE JESUS

Orlando Fedeli: “JESUS NÃO FUNDOU UM MOVIMENTO ECUMÊNICO ABERTO AO FARISAISMO, AO SADUCEISMO, E AO PAGANISMO.

Jesus foi fechado aos erros de seu tempo, e os combateu.

Jesus mandou aos Apóstolos: “Ide e ensinai”

Jesus não mandou: “Ide e dialogai”. Onde, padre, existe no evangelho uma recomendação de Jesus para sermos “abertos”?

Ele, pelo contrário, condenou o caminho largo, e disse que seguíssemos o caminho estreito.”[19]

A MONTFORT É CONTRA A DIREITA, CONTRA A ESQUERDA E CONTRA O CENTRO

Orlando Fedeli: “Somos contra a esquerda, contra a direita, e contra o centro quer na desgraçada e bem corrupta política civil, quer na política eclesiástica, que também não vive na graça de Deus.

Somos Católicos Apostólicos Romanos. Por isso somos contra todas as heresias e erros de esquerda e de direita. Somos contra o Panteísmo e contra a Gnose.”[20]

VISO A CONVERSÃO DAS ALMAS E A HUMILHAÇÃO DOS INIMIGOS DA FÉ

Orlando Fedeli: “Como você, muitos começam a ler o site Montfort e têm raiva. Depois começam a se divertir com a derrota de um sofista qualquer. Aí começam a entender algum argumento. Finalmente, acabam por compreender que estamos numa luta, e como disse São Pio X a respeito de alguns católicos briguentos de seu tempo acusados de serem violentos: “Que se quereria? Que numa guerra se trocassem gentilezas? Numa guerra se dão golpes duros.”

E, visando a conversão das almas e a humilhação dos inimigos da Fé, tenho esperança que Deus compensará meus pecados e defeitos e abençoará o fim que viso.”[21]

A MONTFORT É A VOZ DA IDADE MÉDIA, DOS CRUZADOS ANTIGOS, QUE CANTA A FIDELIDADE AO SYLLABUS CONTRA OS SACRILÉGIOS DAS MISSAS NOVAS

Orlando Fedeli: “Há duas igrejas hoje. E essa igreja modernista infitrada na Santa Igreja temos que combatê-la com todas as nossas forças. Graças a Deus há muitos hoje que apoiam o site Montfort nessa luta em defesa da verdadeira Igreja de sempre. E como você notou, os jovens vem em grande número apoiar a Montfort.

Nossas reuniões regorjitam de jovens entusiasmados pela Fé Católica, devotos do papado e servos de Nossa Senhora, querendo consolar o Coração de Jesus por tantas ofensas.

São os jovens da Montofrt — “voz da Idade Média” — cantando o Credo Romano de sempre, com o mesmo ardor dos cruzados antigos. Cantando fidelidade ao Syllabus, esperando em Fátima e rezando por Bento XVI. Ardendo em desejo santo pela Missa de sempre, com santa indignação contra os sacrilégios cometidos nas missas novas, missas-show, às quais Bento XVI, se Deus quiser, vai logo mais por um fim.”[22]

BENDITO SEJA DEUS QUE NOS SUSCITOU PARA ESTA GUERRA SANTA

Orlando Fedeli: “Escrever na Internet, sem jamais ver os leitores, o mais das vezes sem conhecê-los — era o seu caso, para mim, até algumas horas atrás — equivale ao labutar de um lavrador que lança sementes, à noite, num campo que não vê, e que não pode nem depois verificar o resultado, e, de hábito, sem poder colher a seara. Só no dia do juízo ver-se-ão os frutos que a Montfort semeia na Internet, de sorte que, chegando uma carta como a sua, Deus me permite ver os frutos bons, numa alma que eu não conhecia. Como me permite entrever que existem tantas outras pessoas abandonadas às quais a Montfort está ajudando sem o saber.

Claro que o lavrador sabe, com toda a certeza, que, lançando a semente, virá o fruto.

Mas que alegria contemplar o trigal balouçando ao sol!

Que alegria, mesmo à noite, ter nas mãos uma simples espiga probante que existe a seara!

Então, vale bem a pena ficar escrevendo horas e horas a fio, discutindo, debatendo, incentivando, lutando, entre injúrias e ofensas, conclamando!

Ainda que não se vejam e nem se saibam os resultados, é certo que Deus abençoa o apostolado feito, “às escuras”, ao brilho eletrônico de um monitor.

Então, atrás dessa tela, onde meus dedos imprimem letras, há uma alma que me lê. Uma alma que discorda. Uma alma que se irrita, a princípio, mas que não consegue deixar de voltar, a discutir — ainda que dentro de si mesmo — com um velho e brabo professor que ele também não vê. Uma alma a quem Deus fala no silêncio da noite, como num eco, sussurrando baixinho no fundo da alma: “Veja, meu filho… É bem verdade!”

Até que, numa aurora imensa, uma grande luz nasce para quem jazia nas sombras da morte: é verdade! A Igreja Católica é a verdade! Jesus é a Verdade! O Papa é o doce Cristo na Terra!

Oh meu Deus, é verdade! É verdade! É verdade!

E renasce a Fé num menino criado entre rezas e novenas, que se afastou de Deus, e que volta. Como o filho pródigo!

Como não me comover, pensando que Deus me permitiu, a mim, miserável professorzinho secundário, ajudar um filho a voltar à casa do Pai!

Foi Deus quem fez isso. Foi Nossa Senhora que nos abençoou. Foi um instrumento vil — um professor no anoitecer da vida –que despertou um moço generoso, através de um instrumento ainda mais vil: um miserável computador.

Deus que pode fazer das pedras filhos de Abraão, bem pode fazer também de um computador uma espada.

E como não me comover ao ouvi-lo dizer que sempre você reza por um professor que você nem conhecia, a não ser pelas letras frias do computador?

Deus seja louvado que nos uniu, como labaredas, no mesmo fogo da Fé Católica. Porque, agora, você, meu filho, — permita-me chamá-lo assim, por causa de minha idade – é como eu: a mesma luz da Fé brilha em nossas almas. O mesmo desejo de defender a Santa Igreja nos une.

Encontramo-nos, hoje, como dois cruzados, vindos de terras diversas, sob a mesma cruz e a mesma bandeira e com a mesma espada.

Bendito seja Deus que nos suscitou para esta santa “guerra”, pela salvação das almas.”[23]

SOU PELO QUE É ETERNO. COMBATO AS PROFANAÇÕES. FAÇO CATEDRAIS NAS ALMAS

Orlando Fedeli: “Muito prezado Fernando, salve Maria.

Você me pergunta de modo um tanto provocativo e impertinente: “o que faço na Igreja “.

Mas será que você ainda não o percebeu?

Defendo a Fé.

Faço o que fiz a vida inteira: ensino o Catecismo.

Que faço na Igreja?

Mas o que pode fazer um pecador, como eu, na Igreja?

Rezo e peço perdão a Nosso Senhor pelos meus pecados. Rezo e me confesso. Rezo, assisto Missa, e comungo sempre que posso.

Claro você se interessa em saber, e me pergunta com uma certa indignação, que sou eu na Igreja.

Que sou na Igreja?

Mas praticamente nada. Ou quase poeira.

Um velho professor que conta as histórias que pesquisou a vida inteira, em velhos livros, buscando os traços sanguinolentos dos mártires e dos heróis nas veredas da História.

Que faço na Igreja?

Faço o que devo. Deixando meu velho coração cansado se entusiasmar na conquista de uma alma jovem e heróica para Cristo.

Que sou na Igreja?

Sou um simples fiel. Fui Congregado Mariano, quando havia Congregações Marianas.

Fui da Ordem Terceira do Carmo, quando as havia, no estilo antigo, em São Paulo.

Estilo antigo?

Perdão.

Na Igreja Católica, nada há propriamente de antigo. Só há coisas de sempre. Para sempre. Porque a verdade católica é eterna. É para sempre. A verdade católica não evolui.

Perguntar-me-á você: mas o senhor não pertence, hoje, a nenhum movimento moderno?

Não. Graças a Deus, não.

A nenhum.

Detesto tudo o que é moderno.

Sou pelo que é eterno.

Nem balanço a cabeça, e nem agito as mãos, sacudindo lencinhos. Nem danço nos santuários. Nem profano a igreja com baterias e rocks. Nem enrolo a língua, fingindo ter carismas, para que me admirem, e para que não me entendam.

Quero que me entendam.

Faço questão de que ouçam meu brado bradar os argumentos da verdade.

Por isso falo bem claro, para que tudo fique bem claro.

Que faço na Igreja?

Mas você não percebeu ainda?

Ensino, aos que ignoram e têm boa vontade para aprender, algo daquilo que sei.

Você não percebeu ainda, que também martelo argumentos em quem se atreve a negar a Verdade Católica ou contra quem ousa atacar a Fé?

Que faço na Igreja?

Peço a Nossa Senhora que faça de minha alma uma espada. E com Ela, faço almas-espadas.

Que faço ainda na Igreja?

Combato as profanações, que você parece defender.

Que faço na Igreja?

Rezo e estudo. Rezo e escrevo artigos.

Dou aulas. Muitíssimas aulas.

(Todas de graça. Todas por graça).

Desperto entusiasmo e ódios.

Aturo desaforos e incompreensões. Suporto calúnias e silêncios murmurantes…

E respondo cartas.

Muitas que perguntam com humildade. Muitas, muitas… que me agradecem o ensinamento recebido. Ou até a Fé recuperada.

Que faço na Igreja?

Atiço brasas que se apagavam. Fortaleço, tanto quanto posso, com a ajuda de Deus, canas torcidas. Sopro, tanto quanto posso, em fogueiras bruxuleantes.

Acendo tochas.

Inflamo candelabros.

Faço moços cantarem a alegria de lutar e de defender a Fé católica.

E respondo cartas.

Algumas pretensiosas. Outras impertinentes. Umas mal educadas. Outras atrevidas e ignorantes. Algumas cheias de ódio porque vazias de argumentos.

Cada carta é um desafio. Cada carta um duelo. À sabre ou florete. E o prêmio que procuro é a conversão de uma alma para Nosso Senhor.

Cada carta é um combate. Sempre na brecha. Sempre na muralha da Santa Igreja. E meu coração vigia, quando meus olhos dormem. Sonhando com argumentos.

Que faço na Igreja?

Mas simplesmente — com a graça e a ajuda de Deus — faço o que fiz toda a minha vida. Como Pierre de Craon, da peça Une jeune fille Violaine, faço catedrais nas almas. Catedrais de luz e de vitrais, de verdades e virtudes, “cheias de sombra e luz, para que Deus habite nelas”.

E você, meu caro Fernando, você não quereria me ajudar a defender Nosso Senhor de quem, hoje, se riem os ateus e infiéis, coroando-O de espinhos, e os hereges, cuspindo sofismas em sua Divina Face?

Você, se você tem um coração valente, você… venha comigo.

Venha.

Venha comigo até…

in Corde Jesu, semper,

Orlando Fedeli.”[24]

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[17] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20061127033251&lang=bra

[18] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050908181612&lang=bra

[19] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050908181612&lang=bra

[20] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=outros&artigo=20060601143951&lang=bra

[21] /FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20070803164121&lang=bra

[22] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20060501020700&lang=bra

[23] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20041022125747&lang=bra

[24] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20040824131614&lang=bra

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