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A Montfort, a grande inimiga do “Summorum Pontificum”

É impressionante a sanha anticatólica professada pelo site Montfort. Fiel à técnica desleal de seu mentor, Orlando Fedeli, qualquer coisa é boa para denegrir os Pastores da Igreja. Poucos são os bispos que não tenham sofrido alguma injúria por parte desse movimento. Agora foi a vez de um bispo do estado de São Paulo, o […]

é legítimo condenar e combater os erros do Vaticano II.

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“A exigência de que a FSSPX responda até o fim de Junho, na festa de São Pedro, parece ter sido bem aceita por Dom Fellay que já está em reunião com seus principais assessores para responder ao Papa, até sábado. Caso se faça realmente esse acordo, ele permitirá a FSSPX retornar plenamente ao seio da Igreja, fato que teria conseqúências imensas na Igreja.

A anulação da excomunhão de Dom Lefebvre e de Dom Mayer, significaria, implicitamente, que é legítimo condenar e combater os erros do Vaticano II, exatamente como esses dois heróis da Fé fizeram durante muitos anos. E que é legítimo apontar, como eles fizeram, erros e desvios na missa de Paulo VI.
Logo, significaria que a Santa Sé reconhece que o Vaticano II não foi infalível, e que ele é passível de críticas.”

Fonte: montfort.org.br

Heresias dentro dos textos da CNBB

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Que significa: “O amor de Cristo nos uniu”?
Cristo ama a todos os homens, e nem por isso os homens são unidos por esse amor de Cristo.
O que une as pessoas é o amor a Cristo, e não o amor de Cristo.
E o que significa “Santo, Santo Santo, é o Deus do Universo” ?
Deus do universo era Júpiter.
Nosso Deus não é o Deus do Universo, e sim o Deus criador do Universo.
A respeito da expressão esquisita “Ele está no meio de nós”, ela está errada.
Em português, dever-se-a dizer: “Ele está entre nós”, e não no meio de nós.
Essa frase tal como é usada, hoje, nas igrejas pode dar a entender que Deus está presente no povo. O que é absurdo e herético.
Ora, há padres que afirmam que, com as palavras da Consagração, Jesus fica presente no povo, e não na hóstia.
E isso é herético.
Portanto, a esquisita expressão “Ele está no meio de nós” pode favorecer uma heresia.
Quando o sacerdote diz: “O Senhor esteja convosco”, é muito mais correto responder a tradução do texto oficial em latim: “E com teu espírito”, e não esse esquisito “Ele está no meio de nós”.

“O amor de Cristo nos uniu”? Cristo ama a todos os homens, e nem por isso os homens são unidos por esse amor de Cristo. O que une as pessoas é o amor a Cristo, e não o amor de Cristo.”

Fonte: montfort.org.br

Orlando Fedeli: a missa é fruto da maçonaria

A MISSA NOVA TEM SABOR DE HERESIA

Orlando Fedeli: “A anulação das injustas excomunhões será o reconhecimento oficial de que Dom Lefèbvre e Dom Mayer, ao contrário de hereges ou cismáticos rebeldes, foram dois heróis da Fé por recusarem os erros do Concílio Vaticano II e da Nova Missa de Paulo VI, que eles sempre acusaram de ter sabor de heresia.

Isso será a declaração indireta de que eles tinham razão no que defendiam, e que é permitido criticar os erros do Vaticano II e da Missa Nova. Logo, que o Vaticano II não foi um Concílio infalível, pois um concílio infalível tem que ser totalmente aceito e nunca recusado.“[1]

A MISSA NOVA PRODUTO DE UM MAÇOM E SEIS PASTORES PROTESTANTES

Orlando Fedeli: “Sobre a Missa de Paulo VI, o senhor deveria ler os estudos do Cardeal Ratzinger e as críticas que ele fazia à Nova Missa de Paulo VI, missa elaborada pelo maçon Monsenhor Anibale Bugnini — (Esse estava na lista de Mino Pecorelli) e seis pastores protestantes.”[2]

42 ANOS DE MISSAS NOVAS: 42 ANOS DE PROFANAÇÕES

Orlando Fedeli: “42 anos após o Concílio Vaticano II, depois de 38 anos da Missa Nova de Paulo VI, o Papa Bento XVI liberou a Missa de sempre dos entraves que a má vontade de certos Bispos modernistas lhe opusera. Má vontade, porque a Missa de sempre nunca foi revogada e nem proibida.”

“42 anos os fiéis católicos viveram no deserto, tendo que suportar a dor imensa das profanações nas Missas-show.”

“A Igreja ostenta ainda as marcas de sua paixão de 42 anos. Mas a Igreja está viva e triunfante com a Missa que retorna, nesse novo amanhecer da Igreja. As trevas estão se dissipando. É a aurora que renasce no horizonte da História da Santa Igreja.”

“Só ela, como Cristo, pode suportar uma paixão tão sangrenta como a destes 42 anos de profanações, e ressurgir viva e triunfante do túmulo em que a morte pensava ter vencido a Vida e imposto a mentira.”[3]

HÁ QUARENTA ANOS QUE CERTAS MISSAS PODEM SER INVÁLIDAS. OUTRAS CERTAMENTE SACRÍLEGAS

Orlando Fedeli: “Vários afirmam que a transubstanciação não é do pão e do vinho no Corpo e Sangue de Cristo, e sim da “comunidade” em Cristo. O povo é que seria transubstanciado e divinizado pela consagração. E o povo é que seria o sacerdote. O celebrante apenas presidiria a assembléia. Daí, a missa ter que ser rezada em vernáculo, e de frente para o povo.

“Alguns desses erros podem tornar certas Missas inválidas. Outras certamente são sacrílegas. Por isso, ou Cristo não é realmente levantado, ou Ele é mal levantado, não obtendo o povo os frutos convenientes da Missa. E isso dura já quarenta anos.”[4]

MISSA DE PAULO VI DESTRUIU A FÉ

Orlando Fedeli: “A Nova catequese nascida dos erros modernistas do Concílio Vaticano II só ensina heresias e produz ateus como a senhora bem notou. E a Nova Missa de Paulo VI só destruiu a Fé e fez perder todo o respeito pelo Santíssimo Sacramento.”[5]

A NOVA MISSA É PURA ESCAMOTEAÇÃO

Orlando Fedeli: “Ora, a Nova Missa escamoteia que a Missa é a renovação

do sacrifício da Cruz. Ela escamoteia a noção de sacrifício propiciatório, escamoteia o ofertório, e acentua de modo excessivo a Ressurreição, dando a entender que todos estão salvos com a tradução de “pro multis” com a expressão “por todos”, e não “por muitos”, agora, graças a Deus condenada pelo Vaticano.”[6]

A MISSA DE PAULO VI FOI UMA “COISA FABRICADA” ARTIFICIALMENTE

Orlando Fedeli: “Bento XVI tem mostrado que a Sagrada Liturgia tem um núcleo divino que não pode ser tocado, e que no mais ela se desenvolveu segundo a Tradição, enquanto a Missa de Paulo VI foi uma “coisa fabricada” artificialmente.[7]

A MISSA DE PAULO VI É UMA PROFANAÇÃO LUTERANA COM A PERMISSÃO E APLAUSO DOS PADRES

Orlando Fedeli: “A Missa de sempre – agora os modernistas franceses o confessam — tem uma Teologia oposta à Teologia da Missa de Paulo VI.

“Uma –a Missa de sempre, é teocêntrica. A Missa nova de Paulo VI é antropocêntrica, como o Concílio Vaticano II.

“ A Missa de sempre, é a renovação do sacrifício de Cristo, no Calvário, como o Papa João Paulo II o repetiu nove vezes na Ecclesia de Eucharistia. A Missa nova exclui a noção de sacrifício. Ela comemora a salvação universal. Por isso é ceia, é banquete. Comemora uma festa, como dizia Lutero. Com pandeiro, bateria, guitarras, cuíca e reco-reco. Com moçoilas que em vez de cantar em cafés dançantes, cantam na igreja, profanando-a. Com a permissão e aplauso dos padres, infelizmente.

“O Site Montfort publicou as declarações de Padres e leigos modernistas confessando isto: a oposição entre as duas Missas não é de língua. A oposição é teológica. Por isso, Paulo VI, recusou permitir a Missa de sempre:”[8]

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[1] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=reabilita_lefebvre〈=bra

[2] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060520141933〈=bra

[3] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=motu_proprio_missa〈=bra

[4] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228〈=bra

[5] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20070208233449〈=bra

[6] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228〈=bra

[7] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060520141933〈=bra

[8] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20061228200752〈=bra

Orlando Fedeli x Papas

QUALQUER FIEL PODE FAZER UM JUÍZO PESSOAL DAS ATITUDES DE UM PAPA

Orlando Fedeli: “João XXIII, em sua juventude, no seminário em Roma, foi amigo íntimo do modernista Ernesto Buonaiutti, autor do manifesto do Modernismo. Buonaiuti foi excomungado pelo papa São Pio X.

Depois, Monsenhor Roncalli foi padre piqueteiro patrocinando greves em fábricas, e fomentador do modernismo no seminário de Bergamo, onde ele ensinava. Foi processado por Roma poor defender teses modernistas. Foi amigo do Abbé Lambert Beauduin, um modernista responsável pelo Movimento liturgicista. Beauduin foi um ecumenista furioso, fundador da Abadia de Amay cujos monges apostataram em massa. Foi ele também o visado pela condenação do ecumenismo na encíclica Mortalium Animos de Pio XI contra o ecumenismo.

João XXIII foi amigo do maçon Yves Marsaudon com quem procurou harmonizar maçonaria e catolicismo. Foi protetor dos padres operários franceses, e fez o acordo de Metz com a URSS em 1962.

João XXIII foi, com Paulo VI, um dos fautores do Vaticano II, concílio que defendeu as teses do Modernismo, como provei em meu trabalho “Resposta ao Instituto Paolo VI de Brescia”, (veja no site Monfort).

Qualquer fiel pode fazer um juízo pessoal das atitudes de qualquer pessoa, inclusive de um Papa, desde que haja fundamento para isso.”[1]

OS PAPAS DO VATICANO II: HOMENS DE CERVIZ DURÍSSIMA!

 

Orlando Fedeli: “Em Fátima, em 1917, apareceu a Virgem Maria vestida de Sol.

Em vão, seus apelos se dirigiram aos Papas. Eles assinaram os acordos de Metz com a URSS e com a B´Nai Brith.

Em vão, pediu a Virgem que se voltasse para Cristo. Paulo VI voltou-se para a ONU, e a declarou a única esperança de paz para o mundo.

A paz de Cristo não veio. Veio a paz da ONU. Ela chegou com Bin Laden e com Bagdá.

Em vão, a Virgem Maria pediu aos Papas que consagrassem a Rússia ao seu Imaculado Coração, prometendo que, se isso fizessem, teriam paz. Pio XII e João Paulo II consagraram o Mundo, e não a Rússia. Daí, os castigos vieram como foram prometidos, em Fatima: guerras contínuas desde 1936.

Ó homens de cerviz duríssima!

Os do Vaticano…

Os do Vaticano II.

Em vão Nossa Senhora pediu penitência. Em vão pediu que se rezasse o terço. Preferiu-se o blá blá blá carismático do Concílio Vaticano II.

Em vez de rezar, preferiu-se o diálogo com o mundo.

Em vez de expor a doutrina de sempre, preferiu-se redigir “Manifestos”, longos, prolixos, indigestos. E heréticos. E marxistóides, boffentos e castristas. A CNBB especializou-se nessas peças heréticas materialistas, insuportáveis e vazias.

Profanou-se até a Missa. Fizeram-se as missas ecumênicas, protestantes e macumbíferas.

Em vez de penitência se organizou a “pastoral do turismo”… A pastoral da praia.

O clero debandou. Os conventos se laicizaram. Os seminários se esvaziaram. A caridade virou filantropia. Tudo porque se convocou um Concilio que Nossa Senhora de Fátima prevenira que não fosse convocado. Tudo porque se mudou a Liturgia sacrossanta por uma missa nova, fabricada por um maçom e seis pastores protestantes. As igrejas ficaram desertas, e parece até que a abominação da desolação entrou no lugar santo.

A fumaça de satanás entrou no templo de Deus.

Assim se instalou a “civilização do amor”…

Buscou-se a unidade sem a verdade. Em nome do ecumenismo…” [2]

JOÃO XXIII ATRELOU A IGREJA AO COMUNISMO

Orlando Fedeli: “O PT nasceu da Teologia da Libertação. Foi o braço e o punho fechado –comunista –executante dessa Teologia.

Ora, a Teologia da Libertação só surgiu porque o “bom” Papa João XXIII, em 1962, havia feito o acordo de Metz com a URSS, atrelando a Igreja ao Partido Comunista.

Desse acordo inacreditável da Igreja, com o comunismo, que João Paulo II chamou a Ideologia do Mal, nasceu a Ost Politik do Vaticano, liderada depois por Paulo VI e pelo Cardeal Casarolli.

Todo erro precisa se justificar. Daí a necessidade de justificar teologicamente o absurdo do acordo de Metz e da Ost Politik.

Durante anos a CNBB e os Bispos líderes da Teologia da Libertação apoiaram o PT, organizando para ele e para a revolução comunista as CEBS, pregando o marxismo e a propaganda petista nos sermões, fazendo das paróquias verdadeiras células comunistas e focos de guerrilha doutrinária, e, por vezes, armada.

O então Bispo de Santo André, Dom Cláudio Hummes, abriu sua catedral a Lula e a seus grevistas. Agora, Dom Hummes contou que participou de ações grevistas recebendo pedradas, com Lula.

O PT era o comunismo com máscara católica, nascido nas sacristias revolucionárias. Usou-se a religião para favorecer um partido de filosofia anti católica. E isso é traição à Fé.”[3]

JOÃO XXIII E PAULO VI NA ORIGEM DA TEOLOGIA HERÉTICA DO CONCÍLIO

Orlando Fedeli: “Desses acordos cúmplices com o “socialismo” da URSS nasceu a chamada Ost Politik do Vaticano.

João XXIII recebeu Adjubei, o genro do ditador assassino Kruschev.

Paulo VI recebeu Gromyko.

E por onde passa um lobo comunista, passa a alcatéia inteira do partido.

Paulo VI favoreceu enormemente o marxismo internacional, promovendo a Ost Politik através de Monsenhor — depois Cardeal — Casarolli, e insuflando o socialismo revolucionário na Conferência de Medellin.

Nascida da adaptação da Igreja ao mundo moderno, promovida pelo Concílio Vaticano II, para justificar a Ost Politik vaticana, e para promover o marxismo-cristão(???) é que se elaborou então a famigerada Teologia da Libertação, que o ex Frei Leonardo Boff definiu como “marxismo na Teologia.”

Foi com base nessa Ost Politik, e na Teologia da Libertação — sem falar da lógica interna da heresia igualitária do Modernismo — que eminentes figuras do clero aderiram a essa teologia herética.” [4]

JOÃO XXIII E PAULO VI, ANSIOSOS POR ENTRAR EM DIÁLOGO COM O DIABO

Orlando Fedeli: “Ao contrário do pacifismo otimista de João XXIII e de Paulo VI, ansiosos por entrar em diálogo e em acordo com o mundo – e, não esqueçamos, que o Príncipe deste mundo é o diabo”. [5]

JOÃO XXIII, AMIGO DE MODERNISTAS E MAÇONS

Orlando Fedeli: “Quanto ao Modernismo de João XXIII, isso é mais do que conhecido. Ele foi extremamente ligado ao líder dos Modernistas italianos, o Padre Ernesto Buonaiutti, desde os tempos em que ambos eram seminaristas. Buonaiutti foi padrinho de Roncalli em sua ordenação. Como ele foi também amigo do modernista Padre Lambert Beauduin, e do grão mestre da maçonaria Barão Yves Marsaudon, a quem o então Cardeal Roncalli aconselhou permanecer na Maçonaria.”[6]

“A vida de João XXIII tem sido totalmente manipulada pala mídia e pelos progressistas.

Esconde-se que ele foi amigo dos piores modernistas italianos — Ernesto Buonaiutti e Niccola Turchi. Esconde-se que ele mesmo foi processado pelo Santo Ofício por suspeita de Modernismo. Esconde-se seus acordos com maçons Marsaudon, em Paris. Esconde-se seu papel no Acordo de Metx entre o Vaticano e a URSS.

Até o cadáver dele tem sido usado para a propaganda. João XXIII determinou, em seu testamento, que tomassem o máximo cuidado com a preservação química de seu cadáver, embalsamando-o com todo o cuidado, a fim de evitar o que acontecera com o cadáver de Pio XII, que explodiu horrivelmente ao ser levado para Roma.

O cadáver do Papa João foi prudentissimamente embalsamado com todos os recursos mais modernos da Química. Entretanto, esse cadáver está exposto no Vaticano, sem aviso nenhum de que não se trata de milagre, como aconteceu com o corpo de São Pio X…”[7]

BENTO XV FOI INIMIGO PESSOAL DE SÃO PIO X E LÍDER MODERNISTA

Orlando Fedeli: Quanto a Bento XV, ele foi inimigo pessoal de São Pio X, e era um dos líderes progressistas, para não dizer modernistas, no Vaticano . Ele assumiu o nome de Bento, em, homenagem a um personagem do romance Il Santo do Modernista Antonio Fogazzaro, romance condenado ao Index por São Pio X. Durante seu pontificado, Bento XV seguiu diretrizes opostas às que adotara São Pio X.”[8]

PAULO VI ESCONDIA UMA DOUTRINA ESPÚRIA: A IGREJA SOVIÉTICA

Orlando Fedeli: “Ora, o Concílio Vaticano II adotou uma linguagem ambígua, — uma língua dupla — e, por vezes, até polissêmica. Daí as várias interpretações e leituras que ele causou, a ponto de Bento XVI garantir que dele ainda não foi dada a interpretação legítima oficial. É conhecida a confissão feita por um perito conciliar de que eles adotariam uma linguagem “diplomática” da qual, depois, tirariam as conseqüências que lhes conviesse.E foi o que aconteceu. A linguagem dupla — ambígua e capciosa — dos textos do Vaticano II causou todo o mal dos anos pós conciliares, dividindo os católicos em inúmeros grupos, cada um dando uma interpretação diversa da doutrina conciliar.

“Graças a Deus, crescem os que rejeitam essa ambigüidade proposital do Vaticano II e clamam pelo retorno da doutrina clara anterior a João XXIII. Porque, como confessou Padre J.B.Libânio do linguajar do Vaticano II:

“A linguagem é a grande via dos equívocos”.

“Isso é verdade, quando se usa uma linguagem dupla, condenada por Deus, pela honestidade e pelo bom senso. E Padre Libânio se alegra com essa duplicidade de linguagem que permitiu enganar os Bispos ingênuos.

“O próprio Paulo VI assina os documentos do Concílio com o título de “episcopus ecclesiae catholicae”. Esse título permite um duplo sentido. Num primeiro sentido, vale de todo bispo. Assim um bispo de uma diocese é bispo da igreja católica, situada na cidade ou região de que é bispo. Ou pode significar que o Papa é o único bispo da Igreja católica, isto é universal”.

“É realmente espantoso!

“Essa maneira nova de se intitular, usada por Paulo VI, tinha, então, escondida e insinuada em seu bojo, uma doutrina espúria: sem negar que o Papa é o Supremo Pontífice da Igreja, se insinuava, por meio de uma ambigüidade, que o Papa era um Bispo igual a qualquer outro Bispo, sendo apenas o Bispo de Roma. E essa ambigüidade gerava a possibilidade de democratizar a Igreja, acabando como seu caráter hierárquico. Razão teve, então, o perito modernista Yves Congar ao dizer que o Vaticano II teve papel idêntico que os Estados Gerais da Revolução Francesa, em 1789, que liquidou o poder do Rei da França, preparando seu futuro guilhotinamento. O Concílio Vaticano II, por sua ambígua doutrina da Colegialidade, prepara o destronamento do Papa.

“O Vaticano II lançou as bases ambíguas e movediças de uma Nova Igreja igualitária e democrática. “Comunitária”, como gosta de proclamar desinibidamente o novo clero, ansioso por ter sogra. O Concílio lançou as bases frouxas de uma igreja nova diametralmente oposta ao que é a Igreja católica Apostólica Romana. Daí, Padre JB Libânio falar em eclesiológica“revolução copernicana”realizada pelo Vaticano II. Copernicânica, sim, porque trocou o centro da Igreja. Antes o centro era o Papa. Agora, na Nova Igreja Soviética, o centro é o Povo.

“Padre Libânio repele a Igreja de sempre, a Igreja hierárquica, e propõe uma Nova Igreja igualitária, soviética, inspirada na ambigüidade do Vaticano II.”[9]

PAPA JOÃO PAULO II FRACASSOU NO SEU ECUMENISMO

Orlando Fedeli: “O Papa João Paulo II apoiou intensamente o ecumenismo. E apesar de todos os seus esforços e medidas para agradar os hereges nenhum deles se converteu ao catolicismo.

O Ecumenismo não só não converteu nenhum herege à Igreja, como teve um efeito péssimo: dividiu os católicos.”[10]

PAPA JOÃO PAULO II DEIXOU UMA HERANÇA DE DIVISÃO

Orlando Fedeli: “Contrariamente ao aplauso geral, a realidade mostra que João Paulo II, apesar de seu enorme valor humano, deixou uma herança de divisão. Ele que foi o papa do ecumenismo, nem conseguiu converter hereges ao Catolicismo, e nem deixar os próprios católicos unidos.”[11]

 

CANONIZAÇÕES EM MASSA DE JOÃO PAULO II: INFALIBILIDADE REAL?

Orlando Fedeli: “Não há como negar que muito numerosas canonizações realizadas por João Paulo II suscitaram perplexidades, trazendo à baila o tema da infalibilidade dessas canonizações.

Ademais, é sabido que houve uma excessiva simplificação do processo de canonização, que, segundo alguns, pode ter comprometido o julgamento acerca da heroicidade das virtudes do servo de Deus cuja vida é analisada.

Mais ainda: mesmo entre os que concordam com a infalibilidade das canonizações, discute-se qual é o objeto dessa infalibilidade: o Papa pronunciaria infalivelmente que toda vida e doutrina daquele servo de Deus pode ser tida como modelo, ou, embora essa afirmação faça parte da canonização, a infalibilidade do ato se restringiria tão somente à afirmação de que ele está no Céu, podendo portanto interceder por nós?”[13]

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[1] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20050813141959〈=bra

[2] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=mulher_dragao〈=bra

[3] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=politica&artigo=ptbras〈=bra

[4] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=politica&artigo=20050803125625〈=bra

[5] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=mulher_dragao〈=bra

[6] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050412124357〈=bra

[7] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20040320084223〈=bra

[8] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20040320084223〈=bra

[9] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070122092537〈=bra

[10] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=outros&artigo=20050406142146〈=bra

[11] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=papa&artigo=heranca_papa〈=bra

[12] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20041231124433〈=bra

[13] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20050505153602〈=bra

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