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Liberdade para criticar o Concílio e a Missa

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Com esse decreto de justiça para com Dom Lefebvre e Dom Mayer, o Papa Bento XVI indiretamente afirmou que não há violação da Fé em criticar, e até em recusar o Vaticano II e a Missa Nova de Paulo VI. Portanto, estão completamente errados aqueles que afirmam que atacar o Vaticano II é cair em heresia, como tantas vezes se acusou o site Montfort.”

Fonte: montfort.org.br

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é legítimo condenar e combater os erros do Vaticano II.

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“A exigência de que a FSSPX responda até o fim de Junho, na festa de São Pedro, parece ter sido bem aceita por Dom Fellay que já está em reunião com seus principais assessores para responder ao Papa, até sábado. Caso se faça realmente esse acordo, ele permitirá a FSSPX retornar plenamente ao seio da Igreja, fato que teria conseqúências imensas na Igreja.

A anulação da excomunhão de Dom Lefebvre e de Dom Mayer, significaria, implicitamente, que é legítimo condenar e combater os erros do Vaticano II, exatamente como esses dois heróis da Fé fizeram durante muitos anos. E que é legítimo apontar, como eles fizeram, erros e desvios na missa de Paulo VI.
Logo, significaria que a Santa Sé reconhece que o Vaticano II não foi infalível, e que ele é passível de críticas.”

Fonte: montfort.org.br

Orlando Fedeli e a conspiração maçônica dentro do Vaticano.

A GNOSE: A RELIGIÃO OCULTA DA HISTÓRIA PRESENTE NO CONCÍLIO VATICANO II

Orlando Fedeli: “Com a queda do marxismo, o que já se manifestava aqui e acolá se irradiou por todo o nosso cético século XX: houve uma grande explosão de misticismo. Só se fala em horóscopos, tarot, hinduísmo, homeopatia, alquimia, ocultismo, esoterismo e todos os tipos de superstição se alastram. E até ateus marxistas passaram a exibir em seus carros o dísticos “eu creio em duendes”.

O fenômeno foi tão invasivo que a famosa revista internacional 30 Giorni começou a publicar repetidos artigos sobre o misticismo herético e sobre a Gnose. E o que era assunto de eruditos passou a ser tema amplamente divulgado e universalmente admitido [1].

Assim, torna-se hoje bem claro que razão cabia bem a Simone de Pètrement que, ao analisar a literatura a partir do Romantismo, isto é, a partir da Revolução Francesa, concluiu: “a julgar por nossa literatura, nós entramos numa idade gnóstica” [2].

Erich Voegelin, examinando os sistemas totalitários de nosso tempo – nazismo, fascismo, e comunismo – chega a conclusão de que eram sistemas gnósticos e os partidos que adotaram esses sistemas eram, na verdade, “ersatzs” da religião. Ele não hesita em colocar também a psicanálise e o progressismo no mesmo balaio da gnose:

“Dizendo movimentos gnósticos entendemos referir-nos a movimentos como o progressismo, o positivismo, o marxismo, a psicanálise, o comunismo, o fascismo e o nacional-socialismo (nazismo)” [3].

Não falta mesmo quem veja na própria ciência moderna reflexos da gnose antiga. Por exemplo, Jacques Lacarrière chama Einstein, Planck e Heisemberg “ces gnostiques de notre temps” [4].

Sem significar que endossemos as conclusões da o

bra, é interessante, entretanto, lembrar o best-seller de Fritjoff Capra – “O Tao da Física”-, que pretende ligar toda física moderna ao gnosticismo.

Poderíamos citar muitos outros autores. Para os limites de um artigo bastam-nos entretanto os fatos, esses eruditos e as revistas de divulgação cultural.

* * *

Quando se estuda a gnose entra-se num labirinto cheio de brumas, tentando descobrir segredos que permitirão chegar a um mistério. Não é de estranhar que o tema se preste a confusões.

É pois necessário estabelecer distinções. E uma primeira é entre panteísmo e gnose. O próprio Dictionnaire de Théologie Catholique de A. Vacant e E. Mangenot [5] cita, de cambulhada, doutrinas panteístas e gnósticas, sem distingui-las. Em seu elenco estão desde as religiões hinduístas, do Egito, China e Caldéia, passando por Heráclito e Parmênides juntos, pelo sufita Ibn Arabi, Campanela até Diderot, Kant, Novalis e os românticos.

Ora, o panteísmo é a doutrina que considera que tudo – inclusive a matéria – é Deus. A gnose, ao contrário, em quase todos os seus sistemas condena a matéria como obra maligna.

Simplificando um tanto o problema, cujos meandros não podem ser examinados nos limites deste artigo, pode-se dizer que o panteísmo representa uma corrente plutôt otimista, enquanto a gnose é pessimista [6].

O panteísmo é naturalista, monista e tende ao racionalismo.

A gnose é dualista, anti- cósmica e anti-racionalista. Mas essa é uma distinção que deveria em alguns casos ser matizada, porque alguns sistemas gnósticos são ambivalentes, com relação ao mundo material, que é dialeticamente amado e odiado ao mesmo tempo.[7] Por outro lado, há sistemas panteístas que admitem a transformação da matéria em espírito, ao fim da evolução.[8]

Por exemplo, nota-se no sistema panteísta de Plotino uma clara tendência para gnose, embora esse autor neoplatônico tenha até escrito uma obra contra os gnósticos de seu tempo.

Conviria ainda dizer que o panteísmo é uma anti-câmara para a gnose, sistema reservado para espíritos mais tendentes ao misticismo orgulhoso do que ao sensualismo.

* * *

Para conceituar a gnose, poderíamos dizer que ela pretende ser “o conhecimento do incognoscível”.

Evidentemente, essa conceituação revela uma contradição que é típica da gnose. Conhecer o incognoscível é uma contradição conceitual e lógica. Mas ocorre que a gnose repele a inteligência e a lógica como enganadoras. O verdadeiro conhecimento seria intuitivo, imediato e não discursivo e lógico.

Conhecer o incognoscível, de fato, significa dar ao homem o conhecimento de Deus e do mal, coisas impossíveis de compreender. De fato não podemos compreender ou conhecer a própria essência de Deus que é ser infinito e transcendente, impossível de ser captado por nosso intelecto. Também não podemos entender o mal e o pecado: o mal enquanto ser não existe, e o mal moral não tem razão que o justifique.

Assim, a gnose pretende oferecer ao homem um conhecimento natural que o colocaria em posição de compreender – e portanto superar – a Deus, de compreender a mal, e, ademais, de conhecer sua natureza mais íntima, que seria divina.

A gnose é então a religião que oferece ao homem o conhecimento do bem e do mal.

Ora, sabe-se que a árvore do fruto proibido do Éden era exatamente a árvore do conhecimento ou ciência do bem e do mal (Gen. II,10). Assim, teria sido a gnose a tentação de Adão. Com efeito, a serpente prometeu a nossos primeiros pais que, se comessem o fruto proibido, “seriam como deuses, conhecendo o bem e o mal” (Gen., III,5). A tentação de Adão e Eva foi a de se tornarem deuses. Essa é a grande tentação do homem, que, levado pelo orgulho, como Lúcifer, não admite sua finitude, não aceita sua contingência.

Essa tentação é, de fato, uma revolta anti-metafísica. Ora, é esse um outro modo de conceituar a gnose: uma revolta anti-metafísica.

Se admitirmos essa interpretação da tentação adâmica, teremos que concluir existência uma continuidade da gnose na História. E é o que constatam os estudiosos: a gnose apresenta-se realmente como uma religião ora oculta, ora pública, mantendo porém unidade e continuidade no transcorrer da História.

Ladislao Mittner, ao estudar o pietismo protestante, seita mística e gnóstica oriunda dos tratados de Jacob Boehme e fundada por Spenner liga essa seita a uma única grande corrente gnóstica existente na História.

Para representar a unidade do fenômeno religioso gnóstico, Mittner usa a imagem muito própria e muito cogente do rio cársico.

No Carso, região calcárea da ex-Iugoslávia, há risos que de repente desaparecem na solo extremamente permeável de calcáreo e passam a correr subterraneamente, voltando a aparecer na superfície muitos quilômetros além. Rio cársico é aquele que aparece e desaparece, tornando-se ora visível ora oculto em seu percurso.

Mittner diz que “é quase impossível distinguir o pietismo das muitas outras seitas religiosas da época. Filões singulares do movimento apresentam fenômenos cársicos: aparecem, desaparecem, e, de repente, reaparecem mais além, sem que a identidade do filão possa ser propriamente demostrada”.[9]

Assim é a gnose: na história, ela é um fenômeno religioso do tipo cársico.

Essa unidade histórica da gnose através dos tempos e civilizações é constatada por muitos autores. Dennis de Rougemont, por exemplo, escreve:

“Mais perto de nós que Platão e os drúidas, uma espécie de unidade mística do mundo indo-europeu se desenha como em filigrama no plano de fundo das heresias da Idade Média. Se nós abraçamos o domínio geográfico e histórico que vai da Índia à Bretanha, constatamos que uma religião aí se espalhou, para falar a verdade, de um modo subterrâneo, desde o século III de nossa era, sincretizando o conjunto dos mitos do Dia e da Noite tal como eles tinham sido elaborados inicialmente na Pérsia, depois nos segredos gnósticos e órficos e é a fé maniquéia”.[10]

Por sua vez, H. I. Marrou atesta:

“(…) da fato, a gnose e seu dualismo pessimista exprimem umas das tendências mais profundas do espírito humano, uma das duas ou três opções fundamentais entre as quais o homem deve finalmente escolher. Claude Tresmontant mostrou bem a permanência da tentação gnóstica, sem cessar reaparecida, sob formas diversas no pensamento ocidental no curso de sua história nos Bogomilas e Cátaros da Idade Média, em Spinoza, Leibnitz, Fichte, Schelling, Hegel. Poder-se-ia continuar esta história além do romantismo alemão e até nossos dias: o destino de Simone Weil é particularmente muito significativo; foi bem o seu neo-gnosticismo que a deteve finalmente na soleira da Igreja e sua herança se reencontrava na obra histórica de sua amiga e discípula Simone de Pétrement”.[11]

O tema, além de misterioso e fascinante, é muito atual. Voltaremos a ele, a fim de informar nossos amigos leitores sobre as brumas que envolveram nossa época após o Vaticano II e o fim do Marxismo.”[12]

GNOSTICISMO NOS DOCUMENTOS DO CONCÍLIO

Orlando Fedeli: “A respeito do Concílio Vaticano II, recomendo-lhe que leia o longo estudo (http://www.XXXX.org.br/cadernos/vaticano2a.html) que fiz, em resposta ao Instituto Paulo VI de Brescia, demonstrando o caráter gnóstico de alguns documentos desse Concílio pastoral e não dogmático.

Esse Concílio recusou-se a ensinar infalivelmente. Quis exprimir-se apenas pastoralmente. E ao recusar definir a doutrina católica infalivelmente, tornou possível exprimi-la falivelmente, isto é, tornou possível “a introdução da fumaça de satanás no templo de Deus”, como disse o próprio Paulo VI.”[16]

O ERRO FUNDAMENTAL DO VATICANO II: VISÃO GNÓSTICA DO HOMEM

Orlando Fedeli: “O erro fundamental do Vaticano II consistiu em ter uma visão gnóstica do homem, pois afirma, com a Gnose, que há uma semente divina no homem, o que faz absurdamente dele um deus em potencial.”[17]

CARDEAL SODANO, LÍDER MODERNISTA DA CÚRIA ROMANA

Orlando Fedeli: “O Cardeal Ratzinger e o Papa João Paulo II quiseram publicar esse Terceiro Segredo em 2000, mas os elementos modernistas da Cúria, liderados pelo Cardeal Sodano, se opuseram a isso, e fizeram publicar apenas a visão que Nossa Senhora concedeu aos três pastorezinhos de Fátima e da qual trata o Terceiro Segredo.”[18]

 

O MISTÉRIO DE PAULO VI COM AS SOCIEDADES SECRETAS

Orlando Fedeli: “Compreendendo bem o que disse Paulo VI – que a paz resulta do culto do Homem – compreende-se facilmente que esse Papa não acreditava que a paz viesse de Cristo através da Igreja, mas sim da ONU:

“Nossa Mensagem quer ser, principalmente, uma ratificação moral e solene desta instituição– [a ONU] – (…) Nós estamos convencidos que esta Organização representa o caminho obrigatório da civilização moderna e da paz mundial (…) Os povos se voltam para as Nações Unidas como para a última esperança da concórdia e da paz. Nós ousamos trazer-lhe, aqui, junto com o Nosso, o seu tributo de honra e de esperança” (Paulo VI, Discurso na ONU – 4 de Outubro de 1968).

Ora, não é segredo para ninguém quais sejam as relações da ONU com as sociedades secretas que cultuam o Homem, e que buscam a Fraternidade Universal.

Que mistério envolve a vida de Paulo VI e em que acreditava ele?

E como esse mistério se introduziu no Concílio?”[21]

INFLUÊNCIA DA MAÇONARIA EM JOÃO XXIII E PAULO VI

Orlando Fedeli: “Os estudos históricos mais sérios comprovam a influência das seitas secretas nesses dois papas (João XXIII e Paulo VI). Quanto a eles terem sido ou não filiados à uma seita secreta não tenho informação comprovada. Houve acusação sobre ligações de Paulo VI com certas lojas.”[22]

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[1] cfr. 30 Giorni Ano VII, fev. 1992, pag.54, artigo “Lutero? Delírio Maniqueísta”; ano V no.2, fev. 1990, pag.3. Nessa revista é citado o Cardeal de Lubac, para quem a corrente espiritualista, mística e gnóstica da maçonaria prevalece na cultura atual.

[2] Simone de Pètrement, “Le dualisme chez Platon, les gnostiques et les manichéens”, PUF, Paris, 1947, pg.347

[3] Erich Voegelin, ” II mito del Mondo Nuovo”, Rasconi Mildo, 1976, pág.16

[4] Jacques Lacarrière, “Les Gnostiques”, Gallimard, Paris, 1973, pág.78

[5] Paris, Lib. Letourzey et Assé, 1932, verbete Pantheisme

[6] cfr. R.P. Festugère, La Revèlation d’Hermes Trimegiste, Lib. Lecoffre J. Gabalda, Paris, 1954, 4 vols., especialmente o vol. III Les doctrines de l’âme págs. 73/83

[7] cfr. Robert M. Grant, La gnose et les origines chretiènnes, Seuil, Paris, 1964, p.17

[8] cfr. H.C. Puech, Position spirituelle et signification de Plotin, in En quête de la gnose, 2vol., Gallimard, Paris, p. 74/75

[9] L. Mittner, Storia della Letteratura Tedesca – Dall Pietismo al Romanticismo, Einandi, Milão, 1964, p.40

[10] Dennis de Rougemont, L’amour et I’Occident, Plon, Paris, 1939, p. 47

[11] H. I. Marrou, prefácio da edição francesa da obra de R.M. Grant, La gnose et les origines chretiènnes, Seuil, Paris, 1964, p.8.

[12] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=religiao&artigo=gnose〈=bra

[13] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=eclesiologia〈=bra

[14] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=destevao〈=bra

[15] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=destevao〈=bra

[16] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20040815003100〈=bra

[17] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=destevao〈=bra

[18]FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=3segredo_concilio〈=bra

[19] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20040825102520〈=bra

[20] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060520141933〈=bra

[21] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=destevao〈=bra

[22] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20051228141726〈=bra

Orlando Fedeli: a missa é fruto da maçonaria

A MISSA NOVA TEM SABOR DE HERESIA

Orlando Fedeli: “A anulação das injustas excomunhões será o reconhecimento oficial de que Dom Lefèbvre e Dom Mayer, ao contrário de hereges ou cismáticos rebeldes, foram dois heróis da Fé por recusarem os erros do Concílio Vaticano II e da Nova Missa de Paulo VI, que eles sempre acusaram de ter sabor de heresia.

Isso será a declaração indireta de que eles tinham razão no que defendiam, e que é permitido criticar os erros do Vaticano II e da Missa Nova. Logo, que o Vaticano II não foi um Concílio infalível, pois um concílio infalível tem que ser totalmente aceito e nunca recusado.“[1]

A MISSA NOVA PRODUTO DE UM MAÇOM E SEIS PASTORES PROTESTANTES

Orlando Fedeli: “Sobre a Missa de Paulo VI, o senhor deveria ler os estudos do Cardeal Ratzinger e as críticas que ele fazia à Nova Missa de Paulo VI, missa elaborada pelo maçon Monsenhor Anibale Bugnini — (Esse estava na lista de Mino Pecorelli) e seis pastores protestantes.”[2]

42 ANOS DE MISSAS NOVAS: 42 ANOS DE PROFANAÇÕES

Orlando Fedeli: “42 anos após o Concílio Vaticano II, depois de 38 anos da Missa Nova de Paulo VI, o Papa Bento XVI liberou a Missa de sempre dos entraves que a má vontade de certos Bispos modernistas lhe opusera. Má vontade, porque a Missa de sempre nunca foi revogada e nem proibida.”

“42 anos os fiéis católicos viveram no deserto, tendo que suportar a dor imensa das profanações nas Missas-show.”

“A Igreja ostenta ainda as marcas de sua paixão de 42 anos. Mas a Igreja está viva e triunfante com a Missa que retorna, nesse novo amanhecer da Igreja. As trevas estão se dissipando. É a aurora que renasce no horizonte da História da Santa Igreja.”

“Só ela, como Cristo, pode suportar uma paixão tão sangrenta como a destes 42 anos de profanações, e ressurgir viva e triunfante do túmulo em que a morte pensava ter vencido a Vida e imposto a mentira.”[3]

HÁ QUARENTA ANOS QUE CERTAS MISSAS PODEM SER INVÁLIDAS. OUTRAS CERTAMENTE SACRÍLEGAS

Orlando Fedeli: “Vários afirmam que a transubstanciação não é do pão e do vinho no Corpo e Sangue de Cristo, e sim da “comunidade” em Cristo. O povo é que seria transubstanciado e divinizado pela consagração. E o povo é que seria o sacerdote. O celebrante apenas presidiria a assembléia. Daí, a missa ter que ser rezada em vernáculo, e de frente para o povo.

“Alguns desses erros podem tornar certas Missas inválidas. Outras certamente são sacrílegas. Por isso, ou Cristo não é realmente levantado, ou Ele é mal levantado, não obtendo o povo os frutos convenientes da Missa. E isso dura já quarenta anos.”[4]

MISSA DE PAULO VI DESTRUIU A FÉ

Orlando Fedeli: “A Nova catequese nascida dos erros modernistas do Concílio Vaticano II só ensina heresias e produz ateus como a senhora bem notou. E a Nova Missa de Paulo VI só destruiu a Fé e fez perder todo o respeito pelo Santíssimo Sacramento.”[5]

A NOVA MISSA É PURA ESCAMOTEAÇÃO

Orlando Fedeli: “Ora, a Nova Missa escamoteia que a Missa é a renovação

do sacrifício da Cruz. Ela escamoteia a noção de sacrifício propiciatório, escamoteia o ofertório, e acentua de modo excessivo a Ressurreição, dando a entender que todos estão salvos com a tradução de “pro multis” com a expressão “por todos”, e não “por muitos”, agora, graças a Deus condenada pelo Vaticano.”[6]

A MISSA DE PAULO VI FOI UMA “COISA FABRICADA” ARTIFICIALMENTE

Orlando Fedeli: “Bento XVI tem mostrado que a Sagrada Liturgia tem um núcleo divino que não pode ser tocado, e que no mais ela se desenvolveu segundo a Tradição, enquanto a Missa de Paulo VI foi uma “coisa fabricada” artificialmente.[7]

A MISSA DE PAULO VI É UMA PROFANAÇÃO LUTERANA COM A PERMISSÃO E APLAUSO DOS PADRES

Orlando Fedeli: “A Missa de sempre – agora os modernistas franceses o confessam — tem uma Teologia oposta à Teologia da Missa de Paulo VI.

“Uma –a Missa de sempre, é teocêntrica. A Missa nova de Paulo VI é antropocêntrica, como o Concílio Vaticano II.

“ A Missa de sempre, é a renovação do sacrifício de Cristo, no Calvário, como o Papa João Paulo II o repetiu nove vezes na Ecclesia de Eucharistia. A Missa nova exclui a noção de sacrifício. Ela comemora a salvação universal. Por isso é ceia, é banquete. Comemora uma festa, como dizia Lutero. Com pandeiro, bateria, guitarras, cuíca e reco-reco. Com moçoilas que em vez de cantar em cafés dançantes, cantam na igreja, profanando-a. Com a permissão e aplauso dos padres, infelizmente.

“O Site Montfort publicou as declarações de Padres e leigos modernistas confessando isto: a oposição entre as duas Missas não é de língua. A oposição é teológica. Por isso, Paulo VI, recusou permitir a Missa de sempre:”[8]

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[1] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=reabilita_lefebvre〈=bra

[2] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060520141933〈=bra

[3] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=motu_proprio_missa〈=bra

[4] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228〈=bra

[5] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20070208233449〈=bra

[6] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228〈=bra

[7] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060520141933〈=bra

[8] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20061228200752〈=bra

Orlando Fedeli x Papas

QUALQUER FIEL PODE FAZER UM JUÍZO PESSOAL DAS ATITUDES DE UM PAPA

Orlando Fedeli: “João XXIII, em sua juventude, no seminário em Roma, foi amigo íntimo do modernista Ernesto Buonaiutti, autor do manifesto do Modernismo. Buonaiuti foi excomungado pelo papa São Pio X.

Depois, Monsenhor Roncalli foi padre piqueteiro patrocinando greves em fábricas, e fomentador do modernismo no seminário de Bergamo, onde ele ensinava. Foi processado por Roma poor defender teses modernistas. Foi amigo do Abbé Lambert Beauduin, um modernista responsável pelo Movimento liturgicista. Beauduin foi um ecumenista furioso, fundador da Abadia de Amay cujos monges apostataram em massa. Foi ele também o visado pela condenação do ecumenismo na encíclica Mortalium Animos de Pio XI contra o ecumenismo.

João XXIII foi amigo do maçon Yves Marsaudon com quem procurou harmonizar maçonaria e catolicismo. Foi protetor dos padres operários franceses, e fez o acordo de Metz com a URSS em 1962.

João XXIII foi, com Paulo VI, um dos fautores do Vaticano II, concílio que defendeu as teses do Modernismo, como provei em meu trabalho “Resposta ao Instituto Paolo VI de Brescia”, (veja no site Monfort).

Qualquer fiel pode fazer um juízo pessoal das atitudes de qualquer pessoa, inclusive de um Papa, desde que haja fundamento para isso.”[1]

OS PAPAS DO VATICANO II: HOMENS DE CERVIZ DURÍSSIMA!

 

Orlando Fedeli: “Em Fátima, em 1917, apareceu a Virgem Maria vestida de Sol.

Em vão, seus apelos se dirigiram aos Papas. Eles assinaram os acordos de Metz com a URSS e com a B´Nai Brith.

Em vão, pediu a Virgem que se voltasse para Cristo. Paulo VI voltou-se para a ONU, e a declarou a única esperança de paz para o mundo.

A paz de Cristo não veio. Veio a paz da ONU. Ela chegou com Bin Laden e com Bagdá.

Em vão, a Virgem Maria pediu aos Papas que consagrassem a Rússia ao seu Imaculado Coração, prometendo que, se isso fizessem, teriam paz. Pio XII e João Paulo II consagraram o Mundo, e não a Rússia. Daí, os castigos vieram como foram prometidos, em Fatima: guerras contínuas desde 1936.

Ó homens de cerviz duríssima!

Os do Vaticano…

Os do Vaticano II.

Em vão Nossa Senhora pediu penitência. Em vão pediu que se rezasse o terço. Preferiu-se o blá blá blá carismático do Concílio Vaticano II.

Em vez de rezar, preferiu-se o diálogo com o mundo.

Em vez de expor a doutrina de sempre, preferiu-se redigir “Manifestos”, longos, prolixos, indigestos. E heréticos. E marxistóides, boffentos e castristas. A CNBB especializou-se nessas peças heréticas materialistas, insuportáveis e vazias.

Profanou-se até a Missa. Fizeram-se as missas ecumênicas, protestantes e macumbíferas.

Em vez de penitência se organizou a “pastoral do turismo”… A pastoral da praia.

O clero debandou. Os conventos se laicizaram. Os seminários se esvaziaram. A caridade virou filantropia. Tudo porque se convocou um Concilio que Nossa Senhora de Fátima prevenira que não fosse convocado. Tudo porque se mudou a Liturgia sacrossanta por uma missa nova, fabricada por um maçom e seis pastores protestantes. As igrejas ficaram desertas, e parece até que a abominação da desolação entrou no lugar santo.

A fumaça de satanás entrou no templo de Deus.

Assim se instalou a “civilização do amor”…

Buscou-se a unidade sem a verdade. Em nome do ecumenismo…” [2]

JOÃO XXIII ATRELOU A IGREJA AO COMUNISMO

Orlando Fedeli: “O PT nasceu da Teologia da Libertação. Foi o braço e o punho fechado –comunista –executante dessa Teologia.

Ora, a Teologia da Libertação só surgiu porque o “bom” Papa João XXIII, em 1962, havia feito o acordo de Metz com a URSS, atrelando a Igreja ao Partido Comunista.

Desse acordo inacreditável da Igreja, com o comunismo, que João Paulo II chamou a Ideologia do Mal, nasceu a Ost Politik do Vaticano, liderada depois por Paulo VI e pelo Cardeal Casarolli.

Todo erro precisa se justificar. Daí a necessidade de justificar teologicamente o absurdo do acordo de Metz e da Ost Politik.

Durante anos a CNBB e os Bispos líderes da Teologia da Libertação apoiaram o PT, organizando para ele e para a revolução comunista as CEBS, pregando o marxismo e a propaganda petista nos sermões, fazendo das paróquias verdadeiras células comunistas e focos de guerrilha doutrinária, e, por vezes, armada.

O então Bispo de Santo André, Dom Cláudio Hummes, abriu sua catedral a Lula e a seus grevistas. Agora, Dom Hummes contou que participou de ações grevistas recebendo pedradas, com Lula.

O PT era o comunismo com máscara católica, nascido nas sacristias revolucionárias. Usou-se a religião para favorecer um partido de filosofia anti católica. E isso é traição à Fé.”[3]

JOÃO XXIII E PAULO VI NA ORIGEM DA TEOLOGIA HERÉTICA DO CONCÍLIO

Orlando Fedeli: “Desses acordos cúmplices com o “socialismo” da URSS nasceu a chamada Ost Politik do Vaticano.

João XXIII recebeu Adjubei, o genro do ditador assassino Kruschev.

Paulo VI recebeu Gromyko.

E por onde passa um lobo comunista, passa a alcatéia inteira do partido.

Paulo VI favoreceu enormemente o marxismo internacional, promovendo a Ost Politik através de Monsenhor — depois Cardeal — Casarolli, e insuflando o socialismo revolucionário na Conferência de Medellin.

Nascida da adaptação da Igreja ao mundo moderno, promovida pelo Concílio Vaticano II, para justificar a Ost Politik vaticana, e para promover o marxismo-cristão(???) é que se elaborou então a famigerada Teologia da Libertação, que o ex Frei Leonardo Boff definiu como “marxismo na Teologia.”

Foi com base nessa Ost Politik, e na Teologia da Libertação — sem falar da lógica interna da heresia igualitária do Modernismo — que eminentes figuras do clero aderiram a essa teologia herética.” [4]

JOÃO XXIII E PAULO VI, ANSIOSOS POR ENTRAR EM DIÁLOGO COM O DIABO

Orlando Fedeli: “Ao contrário do pacifismo otimista de João XXIII e de Paulo VI, ansiosos por entrar em diálogo e em acordo com o mundo – e, não esqueçamos, que o Príncipe deste mundo é o diabo”. [5]

JOÃO XXIII, AMIGO DE MODERNISTAS E MAÇONS

Orlando Fedeli: “Quanto ao Modernismo de João XXIII, isso é mais do que conhecido. Ele foi extremamente ligado ao líder dos Modernistas italianos, o Padre Ernesto Buonaiutti, desde os tempos em que ambos eram seminaristas. Buonaiutti foi padrinho de Roncalli em sua ordenação. Como ele foi também amigo do modernista Padre Lambert Beauduin, e do grão mestre da maçonaria Barão Yves Marsaudon, a quem o então Cardeal Roncalli aconselhou permanecer na Maçonaria.”[6]

“A vida de João XXIII tem sido totalmente manipulada pala mídia e pelos progressistas.

Esconde-se que ele foi amigo dos piores modernistas italianos — Ernesto Buonaiutti e Niccola Turchi. Esconde-se que ele mesmo foi processado pelo Santo Ofício por suspeita de Modernismo. Esconde-se seus acordos com maçons Marsaudon, em Paris. Esconde-se seu papel no Acordo de Metx entre o Vaticano e a URSS.

Até o cadáver dele tem sido usado para a propaganda. João XXIII determinou, em seu testamento, que tomassem o máximo cuidado com a preservação química de seu cadáver, embalsamando-o com todo o cuidado, a fim de evitar o que acontecera com o cadáver de Pio XII, que explodiu horrivelmente ao ser levado para Roma.

O cadáver do Papa João foi prudentissimamente embalsamado com todos os recursos mais modernos da Química. Entretanto, esse cadáver está exposto no Vaticano, sem aviso nenhum de que não se trata de milagre, como aconteceu com o corpo de São Pio X…”[7]

BENTO XV FOI INIMIGO PESSOAL DE SÃO PIO X E LÍDER MODERNISTA

Orlando Fedeli: Quanto a Bento XV, ele foi inimigo pessoal de São Pio X, e era um dos líderes progressistas, para não dizer modernistas, no Vaticano . Ele assumiu o nome de Bento, em, homenagem a um personagem do romance Il Santo do Modernista Antonio Fogazzaro, romance condenado ao Index por São Pio X. Durante seu pontificado, Bento XV seguiu diretrizes opostas às que adotara São Pio X.”[8]

PAULO VI ESCONDIA UMA DOUTRINA ESPÚRIA: A IGREJA SOVIÉTICA

Orlando Fedeli: “Ora, o Concílio Vaticano II adotou uma linguagem ambígua, — uma língua dupla — e, por vezes, até polissêmica. Daí as várias interpretações e leituras que ele causou, a ponto de Bento XVI garantir que dele ainda não foi dada a interpretação legítima oficial. É conhecida a confissão feita por um perito conciliar de que eles adotariam uma linguagem “diplomática” da qual, depois, tirariam as conseqüências que lhes conviesse.E foi o que aconteceu. A linguagem dupla — ambígua e capciosa — dos textos do Vaticano II causou todo o mal dos anos pós conciliares, dividindo os católicos em inúmeros grupos, cada um dando uma interpretação diversa da doutrina conciliar.

“Graças a Deus, crescem os que rejeitam essa ambigüidade proposital do Vaticano II e clamam pelo retorno da doutrina clara anterior a João XXIII. Porque, como confessou Padre J.B.Libânio do linguajar do Vaticano II:

“A linguagem é a grande via dos equívocos”.

“Isso é verdade, quando se usa uma linguagem dupla, condenada por Deus, pela honestidade e pelo bom senso. E Padre Libânio se alegra com essa duplicidade de linguagem que permitiu enganar os Bispos ingênuos.

“O próprio Paulo VI assina os documentos do Concílio com o título de “episcopus ecclesiae catholicae”. Esse título permite um duplo sentido. Num primeiro sentido, vale de todo bispo. Assim um bispo de uma diocese é bispo da igreja católica, situada na cidade ou região de que é bispo. Ou pode significar que o Papa é o único bispo da Igreja católica, isto é universal”.

“É realmente espantoso!

“Essa maneira nova de se intitular, usada por Paulo VI, tinha, então, escondida e insinuada em seu bojo, uma doutrina espúria: sem negar que o Papa é o Supremo Pontífice da Igreja, se insinuava, por meio de uma ambigüidade, que o Papa era um Bispo igual a qualquer outro Bispo, sendo apenas o Bispo de Roma. E essa ambigüidade gerava a possibilidade de democratizar a Igreja, acabando como seu caráter hierárquico. Razão teve, então, o perito modernista Yves Congar ao dizer que o Vaticano II teve papel idêntico que os Estados Gerais da Revolução Francesa, em 1789, que liquidou o poder do Rei da França, preparando seu futuro guilhotinamento. O Concílio Vaticano II, por sua ambígua doutrina da Colegialidade, prepara o destronamento do Papa.

“O Vaticano II lançou as bases ambíguas e movediças de uma Nova Igreja igualitária e democrática. “Comunitária”, como gosta de proclamar desinibidamente o novo clero, ansioso por ter sogra. O Concílio lançou as bases frouxas de uma igreja nova diametralmente oposta ao que é a Igreja católica Apostólica Romana. Daí, Padre JB Libânio falar em eclesiológica“revolução copernicana”realizada pelo Vaticano II. Copernicânica, sim, porque trocou o centro da Igreja. Antes o centro era o Papa. Agora, na Nova Igreja Soviética, o centro é o Povo.

“Padre Libânio repele a Igreja de sempre, a Igreja hierárquica, e propõe uma Nova Igreja igualitária, soviética, inspirada na ambigüidade do Vaticano II.”[9]

PAPA JOÃO PAULO II FRACASSOU NO SEU ECUMENISMO

Orlando Fedeli: “O Papa João Paulo II apoiou intensamente o ecumenismo. E apesar de todos os seus esforços e medidas para agradar os hereges nenhum deles se converteu ao catolicismo.

O Ecumenismo não só não converteu nenhum herege à Igreja, como teve um efeito péssimo: dividiu os católicos.”[10]

PAPA JOÃO PAULO II DEIXOU UMA HERANÇA DE DIVISÃO

Orlando Fedeli: “Contrariamente ao aplauso geral, a realidade mostra que João Paulo II, apesar de seu enorme valor humano, deixou uma herança de divisão. Ele que foi o papa do ecumenismo, nem conseguiu converter hereges ao Catolicismo, e nem deixar os próprios católicos unidos.”[11]

 

CANONIZAÇÕES EM MASSA DE JOÃO PAULO II: INFALIBILIDADE REAL?

Orlando Fedeli: “Não há como negar que muito numerosas canonizações realizadas por João Paulo II suscitaram perplexidades, trazendo à baila o tema da infalibilidade dessas canonizações.

Ademais, é sabido que houve uma excessiva simplificação do processo de canonização, que, segundo alguns, pode ter comprometido o julgamento acerca da heroicidade das virtudes do servo de Deus cuja vida é analisada.

Mais ainda: mesmo entre os que concordam com a infalibilidade das canonizações, discute-se qual é o objeto dessa infalibilidade: o Papa pronunciaria infalivelmente que toda vida e doutrina daquele servo de Deus pode ser tida como modelo, ou, embora essa afirmação faça parte da canonização, a infalibilidade do ato se restringiria tão somente à afirmação de que ele está no Céu, podendo portanto interceder por nós?”[13]

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[1] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20050813141959〈=bra

[2] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=mulher_dragao〈=bra

[3] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=politica&artigo=ptbras〈=bra

[4] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=politica&artigo=20050803125625〈=bra

[5] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=mulher_dragao〈=bra

[6] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050412124357〈=bra

[7] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20040320084223〈=bra

[8] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20040320084223〈=bra

[9] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070122092537〈=bra

[10] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=outros&artigo=20050406142146〈=bra

[11] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=papa&artigo=heranca_papa〈=bra

[12] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20041231124433〈=bra

[13] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20050505153602〈=bra

Orlando Fedeli: O Concílio Vaticano II foi uma conspiração maçônica

O CONCÍLIO VATICANO II TEM SABOR DE HERESIA E NÃO PODE SER ACEITO

Orlando Fedeli: “Bento XVI, no discurso em pauta, demonstrou exatamente isso, que os textos do Vaticano II são susceptíveis de uma dupla interpretação: uma primeira interpretação mais evidente—a do espírito do Concílio, que Bento XVI condena como arriscando fazer ruptura com a doutrina católica –e uma segunda interpretação, a da letra do Vaticano II, que só seria harmônica com a doutrina católica de sempre, e que só se pode alcançar—o Papa o reconhece– com uma mais profunda e laboriosa interpretação.

Logo, a própria exposição de Bento XVI deixa patente que os textos do Vaticano II podem ser classificados como tendo sapiens heresim, com sabor de heresia, e que, portanto, são condenáveis.

Portanto, os textos do Vaticano II tendo sabor de heresia, e que, por isso mesmo, eles não podem ser aceitos.

Essa conclusão é inevitável.”[1]

É UMA GRAÇA DE DEUS VER OS ERROS DO CONCÍLIO VATICANO II

Orlando Fedeli: “Graças a Deus você viu e compreendeu bem os erros do Concílio Vaticano II e do ecumenismo. A cada dia que passa, um número crescente de católicos se dá conta dos males acarretados pelo pastoral Vaticano II, que mais favoreceu os lobos do que as ovelhas.

Você comentou bem a contradição do Cardeal Kasper, esse Cardeal que não crê na Ressurreição de Cristo, mas acredita nas parlapatices de suas conversas ecumênicas com hereges de todos os tipos. Até o Cardeal Kasper já não pode negaro fracasso do ecumenismo.”[2]

O VATICANO II É A CAUSA DO AUMENTO DAS SEITAS

Orlando Fedeli: “Uma segunda causa do êxodo de católicos para igrejolas protestantes e pentecostais foi o ecumenismo do Concílio Vaticano II. Se todas as religiões podem salvar, por que ficar na Igreja Católica que — quand même — exige determinadas coisas que as igrejolas não exigem?”[3]

A COLEGIALIDADE DO VATICANO II CAUSA DE MUITAS APOSTASIAS

Orlando Fedeli: “Uma terceira causa da dispersão das ovelhas fiéis foi a Colegialidade pregada pelo Concílio Vaticano II e aplicada diligentemente, após esse Concílio. Pela Colegialidade, os Bispos se consideram, agora, independentes do Papa. Eles julgam chefiar igrejas autônomas.”[4]

A NOVA IGREJA CONCILIAR É DEMOCRÁTICA E RELATIVISTA.

Orlando Fedeli: “A Colegialidade foi um golpe no poder papal. Os Bispos “obedecem” ao Papa quando concordam com ele. E nem ligam para o Papa, ou o desafiam, quando discordam dele. Veja, Doutor, o decreto que mandou recolocar os confessionários com grades, na igrejas. Quase ninguém o obedeceu. Veja o desconhecimento e a desobediência sistemática dos Bispos e Padres ao documento papal Redemptionis Sacramentum coibindo os abusos na Missa. Ninguém toma conhecimento dele, e mantém os abusos que quer.

“Ainda agora, no fim do ano, o Bispo de Corumbá promoveu cerimônia católica-umbandista escandalosa.

“A Colegialidade democratizou a Igreja. A Nova Igreja Conciliar é democrática. É relativista. Hoje, cada um faz o que quer, na igreja conciliar. Ninguém manda. Sobretudo, ninguém obedece. A Igreja parece que virou república. A Colegialidade feriu o Pastor Supremo — o Papa — e as ovelhas se dispersaram.”[5]

DEUS SALVARÁ A IGREJA DA VERBORRÉIA MODERNISTA DO CONCÍLIO

Orlando Fedeli: “Até que Deus fale uma só palavra e a Igreja será salva da verborréia modernista aprendida no Vaticano II.”[6]

QUANDO SEJA CONDENADO O ECUMENISMO MODERNISTA DO CONCÍLIO VATICANO II AS MULTIDÕES VÃO RETORNAR À IGREJA

Orlando Fedeli: “No site Montfort não há textos do Concílio Vaticano II. Há críticas. O Vaticano II foi o responsável maior pela imensa crise da Igreja em nossos dias. Ele foi um Concílio apenas pastoral, sem pretensão de ensinar nenhum dogma, e cujos conselhos pastotais só trouxeram confusão. O modernista Jean Guitton reconheceu que o Vaticano II ensinou aquilo que São Pio X condenara na encíclica Pascendi contra o Modernismo.”

“Falta condenar os erros modernistas do Concílio Vaticano II, inclusive a Unitatis Redintegratio.

“No dia em que o ecumenismo modernista do Vaticano II for condenado, haverá o retorno de multidões à Igreja Católica.”[7]

O CONCÍLIO VATICANO II É O RESPONSÁVEL PELAS HERESIAS DO CLERO PROGRESSISTA

Orlando Fedeli: “Sem dúvida, foi o Concílio Vaticano II o responsável pela crise catastrófica existente hoje entre os católicos. Esse Concílio pastoral e não infalível, permitiu a introdução de muitos erros modernistas na Igreja.

“Por exemplo, as heresias ensinadas no tal curso de teologia no CEFAP – Centro de Formação de Agentes de Pastoral, que dizem que Jesus não está presente na hóstia consagrada é um fruto típico da nova Teologia adotada pelo clero progressista. E quantos padres não rezam a Missa sem acreditar na presença real de Cristo na Hóstia?!”[8]

O CONCÍLIO VATICANO II SE FEZ DE SURDO DIANTE DOS MÁRTIRES DO COMUNISMO

Orlando Fedeli: “O Papa João XXIII — que foi modernista — mandou assinar um acordo, em Metz, no ano de 1962, com o PC da URSS. Por esse acordo, a URSS permitiria que alguns representantes dos cismáticos russos estivessem presentes no Vaticano II como “observadores”. A igreja se comprometeria, por seu lado, a não condenar, no Vaticano II, o comunismo, o marxismo, e até que nem se citaria a URSS.

O acordo foi assinado pelo Cardeal Tisserand, como representante da Igreja, e pelo Arcebispo Nikodin, coronel da KGB, representando a URSS. Nikodin foi o mesmo que iria morrer muito misteriosamente, na presença de João Paulo I, que, por sua vez, morreria 18 dias depois também de modo muito misterioso.

Resultado dos acordos de Metz: o Concílio Vaticano II foi o único Concílio, nos 2.000 anos da Igreja, que se comprometeu a não condenar a heresia mais viva de seu tempo, e a heresia mais nefasta, e a maior inimiga da Igreja, em toda a sua História.”

O Vaticano II se calou diante do Comunismo.

O Vaticano II não condenou a URSS e o marxismo.

O Vaticano II se fez de surdo para não ouvir o clamor dos mártires do Comunismo Internacional. Mas, o sangue desses mártires clama por justiça, diante de Deus, contra os eclesiásticos cúmplices silenciosos dos crimes do socialismo soviético.[9]

O VATICANO II AMORDAÇOU A VERDADE PREGANDO OS ENSINAMENTOS ERRÔNEOS DO ECUMENISMO.

Orlando Fedeli: “O que se nota é um amordaçamento da verdade católica e a proclamação audaciosa da mentira e da liberdade para o mal.

“Esse amordaçamento da verdade provém do relativismo ecumênico do Concílio Vaticano II.

“Na Gaudium et Spes, se declarou, de modo absurdo, que existe no homem “uma semente divina” (Concílio Vaticano II, Gaudium et Spes, no. 3). Ora se essa tal semente existe no homem, Deus não poderia mandar ninguém para o inferno, pois estaria condenando algo de Si mesmo. Dai a crença absurda da salvação universal. Todos os homens, pertençam eles a religião que for, já estariam salvos. Todas as religiões salvariam, como se ensinou erradamente no Vaticano II. Daí o ecumenismo.”[10]

O SEGREDO DE FÁTIMA FALA DA CATÁSTROFE DO CONCÍLIO

Orlando Fedeli: “Temos o prazer de publicar um trecho do livro “Il Quarto Segretto” de Antonio Socci, tratando do Terceiro Segredo de Fátima, escamoteado – ao que se diz — pelo Cardeal Sodano, Segredo posto em paralelo com os sonhos de Dom Bosco.
O site Montfort já publicou análise semelhante, que agora, de certo modo, recebe aval da análise feita por esse renomado autor, que esteve em polêmica recente com o próprio Cardeal Bertone, a respeito da não publicação completa do terceiro segredo de Fátima pelo Vaticano.

A recente liberação da Missa de sempre feita pelo Motu Proprio do Papa Bento XVI, parece apontar para um novo passo em relação a Nossa Senhora: a publicação da íntegra do Terceiro Segredo de Fátima, que – ao que consta –, prevenia contra a convocação do Concílio e contra a mudança da Missa, coisas que João XXIII e Paulo VI não atenderam.

Vejam-se hoje os resultados catastróficos…

Fumaça de Satanás, apostasia geral, auto demolição da Igreja”[11]

MARXISMO DE SACRISTIA E EMOCIONALISMO IRRACIONAL DELIRANTE, FRUTOS DO CONCÍLIO VATICANO II

Orlando Fedeli: “De modo geral, depois do Concilio, se pregou ou um marxiasmo de sacristia, ou o emocionalismo irracional delirante da RCC.”[12]

O CONCÍLIO PROVOCOU A ENTRADA DA FUMAÇA DE SATANÁS NA IGREJA E A DEMOLIÇÃO DELA PELOS MAUS PADRES

Orlando Fedeli: “E quando voltará a pregá-la destemidamente? Creio que só quando ficar patente, e de novo oficialmente declarado, que o Concílio Vaticano II não foi infalível, pelo contrário, que ele foi um Concílio não só falível, mas que, infelizmente, ensinou erros bem graves, que causaram a espantosa crise que a Igreja Católica está atravessando desde o fim do Concílio, quando a fumaça de Satanás entrou no Templo de Deus, provocando a auto demolição da Igreja através dos maus padres.”

“Se o “espírito do Vaticano II” é reprovado, e se sua letra é criticavel, que sobra do Vaticano II?”[13]

A IGREJA AGGIORNATA DO VATICANO II É UMA IGREJA DESCARTÁVEL

Orlando Fedeli: “A Igreja Nova do Vaticano II, sendo aggiornata, seria, de fato, uma Igreja descartável. Para que então aderir a uma igreja de hoje, se amanhã ela estará superada, e deverá ser aggiornata de novo?”

“A Igreja aggiornata parece com a meteorologia: está sempre mudando.”[14]

O VATICANO II: DEMOLIÇÃO, REVOLTAS, DIVISÕES, PROFANAÇÕES E APOSTASIAS

Orlando Fedeli: “O Vaticano II só trouxe auto demolição, revoltas, divisões, profanações e apostasias, como nunca houve na Igreja e no clero. O Vaticano II permitiu que a fumaça de satanás entrasse no templo de Deus. Foi Paulo VI quem confessou isto. Onde estão os colégios católicos? Onde estão os conventos e as vocações? Onde estão os seminários repletos?”

O VATICANO II TEVE ERROS QUE TROUXERAM UMA CATÁSTROFE PARA A IGREJA E PARA O MUNDO
Orlando Fedeli: “Padre, não há conciliação entre a verdade e a heresia, entre a verdade e o erro, entre o bem e o mal. O Vaticano II teve erros que trouxeram uma catástrofe para a Igreja e para o mundo.”[15]

A FORÇA DESTRUTIVA DO CONCÍLIO É A SUA LINGUAGEM DUPLA, ESCORREGADIA, ENGANADORA

Orlando Fedeli: “Aliás, deveria agradecer a Padre Libânio a exposição escancarada que ele faz da heresia eclesiológica nascida do Concílio Vaticano II.”

“Que vantagem um modernista confessar isso: que o Vaticano II teve língua dupla. E confessar isso por escrito!

“E saber que na Sagrada Escritura se lê: “Denotatio pessima super bilinguem” [Fama péssima cai sobre a língua dupla”] (Eccli, V, 17).

“Porque a força destrutiva do Concílio Vaticano II é a sua linguagem dupla, polissêmica, enganadora, que ilude olhos que não querem ver, isto é, olhos de carolas de sacristia, olhos de padres que detestam combater, e que se escondem atrás das trincheiras de brumas da linguagem escorregadia do Vaticano II, arranjando desculpas para toda “jogada” modernista…

E protestam clamando na internet: “que o Vaticano II seja isso, não posso aceitar. Como 2.000 Bispos poderiam errar?”.

“É essa linguagem ambígua – dupla – dos textos do Concílio que permite a sua dupla leitura: a famosa leitura do “espírito do Concilio” condenada por Bento XVI, e a leitura da letra. Se não existisse essa letra ambígua, essa língua dupla nos textos do Vaticano II, seria impossível a leitura segundo o chamado “Espírito do Concílio”. Portanto, condenável é a letra do Vaticano II, que permite a existência desse espírito herético do Vaticano II. Não haveria uma hermenêutica de ruptura, se não existisse a letra que abre a brecha para a hermenêutica de ruptura. Baseando-se e citando os textos bífidos, duplos, do Vaticano II, os seguidores do “Espírito do Vaticano II” podem atacar e destruir o que desejam na Igreja, enquanto os defensores da letra tentam apenas dizer que a interpretação deles está errada. Mas, sustentando a letra, permitem que os radicais continuem sua obra de destruição. São os próprios textos do Vaticano II que são maus por sua duplicidade de entendimento.

Se o espírito do Vaticano II já foi condenado, que condenação não recairá sobre a letra? Pois Cristo disse que é a letra a que mata.”[16]

A NOVA IGREJA IGUALITÁRIA DO VATICANO II É FUNDADA SOBRE A FUMAÇA DE SATANÁS E VISA DESTRUIR A IGREJA DE SEMPRE

Orlando Fedeli: “Você — meu caro “Católico Indignado” — mostra bem que o modelo de Igreja igualitária proposto pelo herege Padre Libânio visa destruir a Igreja Católica Apostólica Romana, substituindo-a por outra, nascida do Concílio Vaticano II. Porque, como dizia Napoleão, só está destruído o que é substituído. Assim a Nova Missa substituiu a Missa de sempre para destruí-la. E a doutrina nova do Vaticano II recusou usar a terminologia escolástica substituindo-a pelo esdrúxulo linguajar da filosofia moderna, para destruir a doutrina católica. A Nova Igreja — com nova doutrina, nova terminologia, nova Teologia, visa destruir a Igreja de sempre. É essa nova terminologia dessa nova Teologia que introduziram na Igreja a fumaça de Satanás, da qual foi constituída a Nova Igreja Conciliar do Vaticano II.

“A Igreja Católica foi fundada por Cristo sobre a pedra da infalibilidade papal. Essa Nova Igreja igualitária do Vaticano II, tal como é exposta e defendida por Padre Libânio, é fundada sobre a fumaça de Satanás. Ela perecerá.”[17]

IGREJA IGUALITÁRIA, SOVIÉTICA, SATÂNICA: A IGREJA DO VATICANO II

Orlando Fedeli: “A Igreja de Padre Libânio, a Nova Igreja do Vaticano II, é uma seita herética modernista, igualitária, que não é Una, nem Santa, nem Católica, nem Apostólica. É um Soviet. A Igreja Soviética dos “Teólogos” da Escravidão, nascida do Concílio Vaticano II, devia ser chamada Igreja Igualitária, Soviética, Satânica.”[18]

O “POVO DE DEUS”: A NOVA IGREJA NASCIDA DO CONCÍLIO

Orlando Fedeli: “O Vaticano II criou uma Nova Igreja: a Igreja do POVO DE DEUS, que é hegelianamente oposta à Igreja Católica Apostólica Romana, fundada por Cristo, sobre Pedro.Duas Igrejas metafísica e teologicamente opostas como tese e antítese. Quem é católico não pode aceitar essa Nova Igreja igualitária, comunitária — soviética — anti-Papal, anti-Romana proposta por Padre J.B. Libânio, com base no Vaticano II.”

“Padre Libânio demonstra que enquanto a Igreja Católica – a Igreja de sempre – era Papal, monárquica, a Nova Igreja conciliar é Colegial. Enquanto a Igreja Católica Apostólica Romana é hierárquica, a Nova Igreja Conciliar é democrática, niveladora e igualitária. É laical. Enquanto a Igreja Católica Apostólica Romana veio do alto, dos Céus, fundada por Cristo, a Nova Igreja Conciliar vem das bases, do Povo, e por isso ela foi chamada de Igreja Povo de Deus.”[19]

A NOVA IGREJA CONCILIAR É LAXISTA, TUDO PERMITE

Orlando Fedeli: “A Nova Igreja Conciliar é laxista na moral, tudo permitindo, e quer serr apenas filantrópica, proclamando-se a Igreja do Amor, entendido como fazer apenas o bem material.”[20]

A IGREJA CONCILIAR FABRICOU UMA LITURGIA SACRÍLEGA

Orlando Fedeli: “A Igreja Católica Apostólica Romana tem uma liturgia divina imutável em sua essência, que renova o Sacrifício do Calvário. A Nova Igreja Conciliar fabricou uma liturgia sacrílega que se tornou um show, por vezes clownesco, no qual ela comemora a salvação universal.”[21]

A IGREJA CONCILIAR É CONTRA O SANTÍSSIMO SACRAMENTO, CONTRA O CELIBATO, CONTRA DEUS, UIVA RITMOS SELVAGENS, VAI À PRAIA E TOMA CERVEJA EM BARES E BOATES

Orlando Fedeli: “A Igreja Católica Apostólica Romana tem seu coração no Santíssimo Sacramento, onde Jesus Cristo, Deus e Homem, está realmente presente com seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade.

“A Nova Igreja Conciliar declara pela boca de certos teólogos que “é preciso tirar o Faraó que está no sacrário” (Padre Maurice Zundel), ou “esquecer o Deus de Belém” (Padre José Bedin), ou se declara “atéia daquele Velho barbudo que mora lá em cima” (Ex Frei Boff).

“A Igreja Católica Apostólica Romana eleva a Deus o canto gregoriano.

“A Nova Igreja Conciliar uiva, urra, desafina e rebola, em ritmos selvagens.

“A Igreja Católica Apostólica Romana tem por sinal a Cruz de Cristo, reza, jejua, é ascética e penitente.

A Nova Igreja Conciliar é contra o celibato, promove “cristotecas” vai à praia e toma cerveja em bares e boates.[22]

OS “AVANCES” DA IGREJA CONCILIAR: APOSTASIAS EM MASSA NO CLERO E NOS FIÉIS

Orlando Fedeli: “A Igreja, depois do Vaticano II, avançou em direção a que, Padre?

Em direção à apostasia, em número de padres que largaram a batina e a vida sacerdotal?

Avançou em número de freiras que abandonaram os conventos?

Avançou em número de fiéis que passaram para o protestantismo?

Avançou em número de igrejas fechadas? Em ausência dos fiéis nas Missas dominicais?

“Igreja avançada” que significa, para o senhor?

Por acaso, o senhor julga que os novos padres avançaram em saber teológico?

Não é o que se vê nos sermões…

Não é o que se vê nos manifestos da CNBB…

Não é o que se vê nos folhetos dominicais.

Não é o que se vê nos estudos teológicos publicados nas livrarias ditas católicas, as quais expõem mais livros de yoga, budismo, espiritismo, auto-ajuda, e tantas outras fábulas inventadas pelo diabo.

Aliás, os padres pós Vaticano II aposentaram o diabo, e esfriaram o inferno com ventiladores modernistas “anti mito”…

Por acaso o avanço foi em número de escândalos homossexuais e pederastas, como agora, digamos,… nos Estados Unidos?

E por que o senhor considera que a nova Igreja pós conciliar é “quente”?

Será que é pela cuíca, reco-reco, e rock and roll na Missa?”[23]

A PASTORALIDADE FOI O CAVALO DE TRÓIA DO CONCÍLIO

Orlando Fedeli: “O Concílio Vaticano II não foi infalível. Muito pelo contrário, porque além de ambiguidades propositais, a própria “pastoralidade” foi o cavalo de Tróia, usado conscientemente, para introduzir na Igreja doutrinas nada ortodoxas.”[24]

A “PASTORALIDADE” DO CONCÍLIO SERVE PARA MODERNISTAS E CONSERVADORES

Orlando Fedeli: “Assim funciona a elástica pastoralidade do Cavalo de Tróia conciliar:

a) Distinguem-se vários sentidos de uma mesma palavra;

b) Passa-se, depois, conforme for conveniente, de um sentido estrito para um sentido amplo, e vice-versa.

Com esse modo elástico de usar as palavras se pode ir desde um modernismo “light”, ou “diet”, para católicos conservadores, como o que é ensinado por Dom Estevão para os leitores perplexos de Pergunte e Responderemos, até o modernismo radical da Teologia da Libertação do ex frei Boff e do semi frei-Betto.

Dom Estevão Bettencourt, acariciando o pastoral Cavalo de Tróia do Vaticano II e procurando justificar seus erros, distinguindo sentidos estritos e amplos na ambígua e obscura terminologia do Vaticano II, lentamente prepara os seus leitores para aceitarem, se eles forem lógicos, a interpretação mais ampla da Teologia da Libertação de Frei Boff.

Por que, afinal, dever-se-ia aceitar a interpretação estrita ou a interpretação ampla dos termos ambíguos do Vaticano II? Quando valeria um sentido ou o outro? Quando vale a letra, e quando vale o espírito do Vaticano II?”[25]

ANÁLISE DOS ERROS MODERNISTAS PRESENTES NO CONCÍLIO VATICANO II

Orlando Fedeli: “À guisa de conclusão, permita-me fazer um pequeno esquema que pode ajudar a compreender o nexo dos erros do Modernismo, muitos deles expressos nos textos do Vaticano II, e outros, ainda que não literalmente expressos, servindo apenas para concatenação lógica entre eles.

1 – O erro fundamental: a existência de uma semente divina no homem

Salvo melhor juízo, considero que o erro fundamental do Vaticano II, erro do qual nascem, como de uma raiz, todos os demais erros desse Concílio pastoral é a afirmação da Gaudium et Spes de que Deus colocou uma semente divina no homem:

“Por isso, proclamamos a vocação altíssima do homem e afirmamos existir nele uma semente divina, o Sacrossanto Concílio oferece ao gênero humano a colaboração sincera da Igreja para o estabelecimento de uma fraternidade universal que corresponda a esta vocação” (Concílio Vaticano II, Constituição Dogmática Gaudium et Spes, n* 3. O destaque é meu).

Essa afirmação da Gaudium et Spes é contrária à doutrina católica defendendo uma tese tipicamente gnóstica.

Se alguma semente existe no homem é a do pecado. Pois está dito nos Salmos:

“Eis que fui concebido em iniqüidade, e minha mãe me concebeu no pecado”(Sl. L, 7).

Todo homem nasce com o pecado original, que causa uma grande desordem em sua natureza. O homem não tem semente divina em si. O texto da Gaudium et Spes discrepa diametralmente de tudo o que a Igreja sempre ensinou sobre o homem.

Além disto convém lembrar o que o mesmo Nosso Senhor Jesus Cristo nos ensinou:

“Ouvi-me todos e entendei: Não há coisa fora do homem que, entrando nele, o possa manchar, mas são as que saem do homem,essas são as que tornam o homem impuro. Se alguém tem ouvidos para ouvir , ouça”( Mc., VII, 15).

Portanto, o mal provém do interior do homem.

Logo, não há nele semente divina.

Quem tiver ouvidos para ouvir, ouça.

E não se nos venha dizer que essa semente divina no homem deve ser entendida como a graça santificante, porque esta nos é dada com o Batismo, e só os batizados a possuem, enquanto o texto da Gaudium et Spes atribui a existência de uma semente divina a todo homem.

Essa semente divina no homem seria o Cristo pmeumático, distinto do Jesus Cristo histórico. O homem Jesus teria sido apenas um homem extraordinário, que teria tido uma experiência interior com a semente divina existente nele—o Cristo–, como em qualquer outro homem. Ele teria sido apenas um primeiro homem a alcançar a auto-divinização pelo conhecimento da divindade imanente nele. Daí, alguns o chamarem de O Cristo. Noutras confissões religiosas essa semente divina poderia ser denominada Buda, Allah, Brahman, ou qualquer outro nome que seja.

Claro que disso nascem o ecumenismo e o indiferentismo religioso.

Como disso nasce também, depois de quarenta anos do Concílio, a Ditadura do Relativismo de que falou com tanta razão o Cardeal Ratzinger, em seu sermão, na Missa de abertura do Conclave, que o elegeu Papa Bento XVI.

Alguém poderia argumentar contra nós, citando a I Epístola de São João onde se lê:

“Todo o que nasce de Deus, não comete pecado, porque a semente de Deus permanece nele, e não pode pecar porque nasceu de Deus. Nisto se distinguem os filhos de Deus dos filhos do demônio” (Jo. I Epist., I, 9-10).

Repare o paciente leitor que São João diz: “Todo o que nasce de Deus” é que tem a “semente divina”. São João afirma que só tem a semente divina quem nasce de Deus. Enquanto que o Vaticano II afirma que todo homem tem essa semente divina.

São João afirma que o homem batizado, que “nasceu de Deus”, que “nasceu da água e do Espírito”, isto é, o homem batizado e elevado à ordem sobrenatural é que tem a “semente de Deus”, isto é a graça de Deus.

Por isso, como já citamos, São João diz no Evangelho:

“Mas a todos os que o receberam deu o poder de se tornarem filhos de Deus, aos que crêem em seu nome, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (Jo. I, 12-13).

O Vaticano II afirma que o homem, naturalmente tomado, tem a semente de Deus. O que identifica a ordem natural e a ordem sobrenatural que era um dos erros da gnose Modernista, condenada por São Pio X na Pascendi.

Para o Vaticano II, todo homem, mesmo o que “nasce do sangue e da vontade da carne” e da “vontade do homem” tem a tal semente divina.

O que diz o Vaticano II é o contrário do que diz São João em sua Epístola, e no seu Evangelho.

Aí vai a explanação de Santo Agostinho sobre a semente de Deus, da qual fala São João em sua Primeira Epístola:

“‘Todo o que é nascido de Deus, não comete o pecado, porque a semente de Deus permanece nele’. A ‘semente’ de Deus significa a palavra de Deus [Semen Dei, id est, verbum Dei], donde o Apóstolo dizer: ‘Fui eu que vos gerei em Jesus Cristo por meio do Evangelho’ (1 Cor 4, 15). ‘E não pode pecar, porque nasceu de Deus’.” (Santo Agostinho, Tractatus in Iohannis epistulam ad Parthos, Quinta Homilia, Nº 7).

Para o Doutor da Graça, como se vê, a “semente divina” seria o Evangelho enquanto meio pelo qual os fiéis são gerados em Cristo. Portanto, trata-se novamente do princípio da vida sobrenatural nos batizados. E não de algo que existiria em todos os homens, como quer o Vaticano II.

Vejamos também o Comentário da Bíblia da Universidade de Navarra a 1 Jo 3, 6-9, que citamos, apesar de sua extensão, em razão de sua extrema relevância para essa questão, lembra que:

“Para entender bem as afirmações de São João, convém recordar a sua batalha doutrinal contra os falsos mestres – os gnósticos –: estes pretendiam enganar os fiéis (v. 7), aduzindo um conhecimento especial de Deus (gnosis), que os situava por cima do bem e do mal, de maneira que o considerado pela Igreja como pecado, era para eles indiferente e incapaz de lhes arrebatar a sua pretendida união com Deus.

“Perante estes hereges, o Apóstolo faz-se eco das palavras do Senhor: ‘Pelos frutos se conhece a árvore’ (Mt 12,33). Assim, o verdadeiro cristão é conhecido pelas obras de justiça (v. 7), ou seja, pelo cumprimento dos mandamentos divinos, levando uma vida de santidade. Por isso são incompatíveis com o pecado as qualidades que definem a existência cristã: a filiação divina – ‘quem nasceu de Deus’ (v. 9) –, a união vital com Cristo – ‘quem permanece nEle’ (v. 6) –, a graça santificante junto com as virtudes infusas e os dons do Espírito Santo – tal parece ser o sentido da expressão “germe divino” (v. 9). Deste modo se entende como ‘quem permanece nEle (Cristo) não peca’ (v. 6).

“Mais ainda, enquanto ‘o germe divino permanece nele… não pode pecar’ (v. 9). É evidente que São João não pretende afirmar que o cristão seja impecável; ao começo da carta tinha dito: ‘Se dissermos que não temos pecados, enganamo-nos a nós próprios’ (1,8). O que quer deixar claro é que ninguém pode justificar o seu próprio pecado sob o subterfúgio de se proclamar filho de Deus; a justiça dos filhos de Deus reflete-se nas suas obras, enquanto ‘o que peca, esse é do Diabo’ (v. 8), visto que pelo próprio pecado rompeu com Deus e submeteu-se à escravidão do Demônio.

“A antiga heresia voltou a brotar, de alguma maneira, na nossa época: há quem afirme que a transgressão dos mandamentos divinos, mesmo em matéria grave, não rompe a união com Deus, enquanto se mantenha a ‘opção fundamental’ por Ele. Contra este erro, o Magistério da Igreja recorda que ‘se deverá evitar reduzir o pecado mortal a um ato de “opção fundamental” – como hoje se costuma dizer – contra Deus, entendendo com isso um desprezo explícito e formal de Deus ou do próximo. Comete-se, com efeito, um pecado mortal também, quando o homem, sabendo e querendo, escolhe, por qualquer razão, algo gravemente desordenado. Com efeito, nesta escolha está já incluído um desprezo do preceito divino, uma rejeição do amor de Deus para com a humanidade e para com toda a criação: o homem afasta-se de Deus e perde a caridade’ (João Paulo II, Reconciliatio et Paenitentia, nº 17).” (Bíblia Sagrada, traduzida por vários autores portugueses para Editorial Universus e anotada pela Faculdade de Teologia da Universidade de Navarra, Edições Theologica, Braga, 1991, Vol. III,José Maria Casciaro (dir.), p. 728-729. Os negritos são nossos; os itálicos, do original)

2 – Todo homem necessariamente estaria salvo. A salvação é universal

Desse modo, todo homem, pertença ele a religião que for, teria essa semente divina. Conseqüentemente, todo homem, por ser homem, tendo essa semente divina, estaria necessariamente salvo, tendo fé ou não, praticando ou não a lei de Deus, porque não se poderia pensar que Deus mandaria para o inferno quem tivesse em si uma semente divina. Deus não poderia condenar a si mesmo. É a tese da salvação universal, defendida pelo neo modernista Urs Von Balthasar, que tanta influência teve no Vaticano II. Daí, a teoria dos “cristãos anônimos”: ateus e hereges seriam cristãos sem o saberem, pois, ainda que o ignorassem, teriam em si uma semente divina que os faria substancialmente cristãos, e mesmo divinos.

3 – Fora da Igreja haveria salvação

O IV Concílio de Latrão proclamou o dogma de que fora da Igreja não há salvação:

“E uma só é a Igreja universal dos fiéis, fora da qual ninguém absolutamente pode se salvar” (Uma vero est fidelium universalis Ecclesia, extra quam nullus omnino salvatur”.

Claro que devem se incluir na igreja aqueles que pertencem à sua alma, e que estão fora de seu Corpo visível, por ignorância invencível.

Mas a doutrina do modernista Padre Henri de Lubac, seguida pelo Vaticano II, diz o contrário: a salvação seria universal graças à semente divina existente em todo homem.

A salvação não exigiria nem a Fé e nem a obediência aos dez mandamentos. Os homens pertenceriam à Igreja, ainda que não o soubessem. É a tese absurda dos “cristãos anônimos”, que poderiam ser os famosos “homens de boa vontade” que não se incluem em nenhuma religião.

4 – O antropocentrismo do Vaticano II

A afirmação da Gaudium et Spes de que há uma semente divina no homem faz dele o centro de tudo, apresentando o homem como um deus in fieri. Desse modo, o Vaticano II aceitou o Humanismo e o Antropocentrismo inserindo a Igreja na Modernidade. O Vaticano II, assim como a filosofia da Modernidade, colocou o Homem no lugar de Deus

O próprio Paulo VI constatou isso, e em lugar de corrigir esse erro idolátrico o aceitou, proclamando que a adesão do Vaticano II ao antropocentrismo foi proposital e não um desvio inadvertido.

Disse Paulo VI:

“Ainda há um outro ponto que Nós devemos destacar: toda esta riqueza doutrinária [do Concílio Vaticano II] visa somente uma coisa: servir o Homem’ (Paulo VI, Discurso de Encerramento do Vaticano II, em 7 de Dezembro de 1965)

“Tudo isto, e tudo aquilo que Nós podemos ainda dizer do valor humano do Concílio [Vaticano II], talvez tenha desviado o pensamento da Igreja do Concílio em direção de posicionamentos antropocêntricos, tomados da cultura Moderna? Não, a Igreja não se desviou, mas Ela se voltou em direção ao homem…

“A mentalidade moderna, habituada a julgar todas as coisas pelo seu valor, pela sua utilidade, quereria bem admitir que o valor do Concílio é grande pelo menos por esta razão: tudo foi orientado para a utilidade do homem! Portanto, não se declare mais inútil uma religião, como a religião Católica que, na sua forma, a mais consistente e eficaz, como esta do Concílio, proclama que Ela está toda inteira a serviço do homem…’ (Paulo VI, Discurso de Encerramento do Vaticano II, em 7 de Dezembro de 1965).

“Neste Concílio [Vaticano II] a Igreja quase se fez escrava da humanidade’ (Paulo VI, Discurso de Encerramento do Concílio Vaticano II, em 7 de Dezembro de 1965).

E ainda:

“Humanistas do século XX, reconhecei que também Nós temos o culto do Homem’. (Paulo VI, Discurso de Encerramento do Concílio Vaticano II, em 7 de Dezembro de 1965).

Na Sagrada Escritura se proclamou:

“Isto diz o Senhor: maldito o homem que confia no homem”(Jer. XVII, 5).

Mas, desgraçadamente, Paulo VI escreveu: ‘Nós temos fé no homem’. (Paulo VI, Entrevista em Sidney, 2 de Dezembro de 1970).

5 – A Religião como Fenômeno Humano

Sendo Deus imanente ao homem pela semente divina que existiria nele –em todo homem—a religião seria um fato natural, universal, nascido de dentro do ser humano.

Seria essa semente divina existente no homem – em todo e qualquer homem –a causa do fenômeno religioso. Desse modo, todas as religiões teriam a mesma e única origem. As distinções e diferenças de credo seriam resultantes da tentativa frustra de interpretar com palavras racionais aquilo que a semente divina manifesta inefavelmente no interior de qualquer homem. Portanto, as diferenças de credo seriam absolutamente secundárias. Seriam essas diversas crenças as responsáveis pela instituição das diferentes religiões. Porém, mais que as religiões, valeria a religiosidade fundamental. No fundo, haveria uma só religião, resultante da semente divina imanente ao homem. O importante não seria pertencer a esta ou àquela religião, crer nisto ou naquilo, mas atender ao apelo profundo da semente divina imersa no ser humano.

6 – A revelação não seria de verdades mas da própria res divina existente como semente no homem

Até o Vaticano II, sempre foi ensinado que a revelação era constituída por verdades que Deus fez o homem conhecer. Para a heresia modernista, condenada por São Pio X na encíclica Pascendi, a revelação não seria de verdades a que o intelecto humano deveria aderir por causa da autoridade de Deus revelador e da Igreja, mas sim por causa da própria substância de Deus, imanente no homem e no universo, e que se manifestaria ao homem por meio de uma experiência interior, que lhe daria um sentimento do divino existente nele mesmo.

Não é outra a noção de Gnose.

Ora, o próprio Instituto Paolo VI de Brescia, respondendo à nossa crítica ao Vaticano II, reconheceu que no Concílio de João XXIII e de Paulo VI

“se efetuou a passagem de uma concepção intelectualística para uma concepção histórico-salvífica personalística da revelação”.

E explicou a seguir que: “A concepção histórico-salvífica entende a revelação como auto-manifestação do próprio Deus à história e na história do homem, através da missão de Jesus e do Espírito”.

Conforme o Vaticano II, então, a revelação não deve ser entendida como ‘mera instrução divina’, mas que ela é uma revelação, de per si, salvadora.

Veja-se o que expôs o Centro Cultural Carlo Caffarra sobre esse ponto:

“Ouvindo quanto foi dito até agora, não quereria que pensassem do seguinte modo: Deus me faz conhecer a Si mesmo ‘O termo ‘Revelação’ conota, pois, um fato: Deus se dá a conhecer ao homem e faz o homem conhecer o projeto que Ele tem com relação a ele. Este projeto é que o homem participe da própria natureza divina. A ‘Revelação’, portanto é inseparavelmente teológica: é o próprio Deus que revela a si mesmo, e antropológica: é o próprio Deus que revela ao homem o seu destino’.

‘A palavra ‘Revelação’ – este é um ponto central – não é um puro discurso de palavras no sentido que Deus revela a si mesmo e faz conhecer o mistério da sua vontade falando somente ao homem sobre Si mesmo e sobre o mistério da sua vontade. Mas a ‘Revelação’ conota também, antes em primeiro lugar, um complexo de atos cumpridos por Deus mesmo; conota um conjunto de acontecimentos dos quais é responsável, ator Deus mesmo.’E’ através desses atos que Deus revela a si mesmo e faz conhecer o mistério da sua vontade. Mas, sempre para ter um conceito o quanto possível preciso de ‘Revelação’, e neste ponto é necessário fazer uma reflexão.'(Centro Culturale Cattolico Carlo Caffarra www.caffarra.it LA RIVELAZIONE DIVINA, ‘Cristo e la divina Scrittura sono il rimedio d’ogni disgusto’, lição dada aos professores. Ferrara 19-02-03. O negrito é meu e o sublinhado é do original).

E há outros autores ainda que afirmam a mesma conclusão, isto é, que o conceito de revelação do Vaticano II, no documento Dei Verbum, é realmente novo.

Gregory Baum e Avery Dulles- que depois foi feito Cardeal – estão entre eles:

‘Uma abordagem notavelmente informativa, clara e entusiasta da Dei Verbum saiu recentemente da pena de um outro especialista do Concílio, Gregory Baum, O.S.A. (‘Vatican II’s Constitution on Revelation: History and Interpretation,’ Theological Studies, vol. 28/1 (March 1967), pp. 51-75.). Ele assume a posição que o coração do documento deve ser encontrado no novo conceito de revelação contido no primeiro capítulo, nominalmente, que a revelação deve ser identificada com a pessoa de Jesus Cristo.’ (Avery Dulles, S.J., ‘Theological Table-Talk’, rivista Theology Today, Oct/1967, http://theologytoday.ptsem.edu/oct1967/v24-3-tabletalk1.htm. O negrito é meu).

Avery Dulles faz um paralelo entre a revelação conforme o Vaticano I e a revelação de acordo com o Vaticano II:

‘Em termos que são indicativos, porém por demais crus, para fazer justiça à complexidade da questão, pode-se dizer que o Vaticano I vê a revelação sob uma luz que é intelectualista, abstrata, escolástica e, até um certo ponto, proposicional. Ao contrário, a visão do Vaticano II pode ser adequadamente caracterizada como vitalista, concreta, bíblica e histórica.’ (Avery Dulles, S.J., ‘Theological Table-Talk’, rev. Theology Today, Oct/1967, http://theologytoday.ptsem.edu/oct1967/v24-3-tabletalk1.htm ).

Revelação conforme o Vaticano I:
1- Intelectualística
2- Abstrata
3- Escolástica
4- Proposicional
Revelação conforme o Vaticano II:
1- Vitalista
2- Concreta
3- Bíblica
4- Histórica

Qual das duas posições repete o que dizia o Modernismo?

Jean Guitton deu seu voto, respondendo que o Vaticano II é Modernista

E que o novo conceito de revelação do Vaticano II, defende que ela é da própria res divina mais do que de verdades recebidas e transmitidas intelectualmente é confirmado por Xavier Zubiri,.um filósofo considerado mestre pelo Neo Catecumenato, movimento nascido do espírito do Vaticano II. Os livros desse autor são adotados nos seminários Redemptoris Mater, do caminho Neo Catecumenal.

‘Zubiri, entende a revelação desde a experiência da religação, como a presença real de Deus, enquanto pessoa, no fundo da realidade humana. Quem recebe essa peculiar e gratuita palpitação se converte, por isso, em ‘iluminante’, mas sempre será uma palpitação de Deus desde o próprio seio do espírito humano.Se chamamos revelação ao conjunto de verdades e palavras, é porque ela é destinada aos demais e a eles elas são transmitidas com palavras; porém no receptor primário a revelação é uma iluminação interior. Revelação, entretanto, supõe ter entendido que o fundamento da divindade é um Deus pessoal e livre. No prólogo ao livro de Olegario González Misterio trinitario y existencia humana, Zubiri diz que a função própria da revelação é constituir o homem em Deus, e dirigir sua vida em direção a ele. Revelação não é incorporação a uma doutrina, mas incorporação do próprio Deus à realidade humana, incorporação que culmina (no cristianismo) na Encarnação.’ (María Lucrecia Rovaletti, ‘La dimensión teologal del hombre – Apuntes en torno al tema de la religación en Xavier Zubiri’, nota 45, ftp://www.zubiri.org/zubiri/general/xzreview/1999/rovaletti1999.doc O sublinhado e negrito são meus ).

Portanto, para esses teólogos, a revelação, conforme o Vaticano II, teria por objeto “uma verdadeira comunhão inter-pessoal entre o homem e a Santíssima Trindade”, que tornaria o homem Deus.

Esse seria o “mistério do homem” que Cristo teria vindo revelar ao homem: que no fundo de seu ser haveria uma semente divina que o torna Deus, e que dessa semente nasce a revelação da própria res divina ao homem.

7 – A revelação divina interior em cada homem é inefável. Por isso, todos os credos são deformadores da revelação

A revelação divina seria inefável. Querer traduzi-la em palavras a deformaria. Daí, todos os credos serem sem valor ante a experiência mística pessoal. Os dogmas seria tentativas vãs de formulação da verdade impossível de ser alcançada. Todos os dogmas seriam então superáveis e susceptíveis de uma interpretação cada vez mais profunda. Por isso, as igrejas deveriam dialogar ecumenicamente, uma auxiliando as outras, dando, umas às outras, o que teriam alcançado intuir da realidade divina jamais alcançável.

8 – Nenhuma Religião particular poderia se afirmar como a única verdadeira e nem pretender ter o monopólio da Verdade.

Se a revelação não é constituída por verdades dirigidas ao intelecto, mas é uma experiência interior com a divindade imanente no homem, se essa experiência mística é inefável, é absurdo uma religião concreta pretender possuir a verdade religiosa.

Todas as religiões possuiriam algo da verdade revelada na experiência religiosa. Todas as religiões seriam de algum modo verdadeiras, sem que nenhuma delas pudesse se dizer a única verdadeira, a única possuidora da verdade, pois que, em sentido próprio, não há verdade.

9 – As igrejas instituídas teriam então um só fundo divino comum.

Acima das diversidades de credos, dever-se-ia colocar então a adesão à experiência religiosa fundamental que seria inefável, isto é, impossível de ser expressa por meio de palavras. Daí, os dogmas deverem ser deixados de lado, salientando a experiência mística interior, proveniente do contato com a semente divina imanente no homem. Mais do que a Fé, valeria a experiência mística, o conhecimento –a Gnose—que levaria intuitivamente, e não racionalmente, a entrar em contato com a divindade imanente. Mais do que os dogmas e pretensas verdades das várias religiões, valeria o amor.

10 – A Igreja verdadeira seria espiritual e formada por aqueles que atingiram a experiência interior, conhecendo o mistério do homem, isto é, a semente divina no homem

A Igreja de Cristo seria essa comunidade dos homens que teriam alcançado a união íntima com Deus, união a que toda a humanidade é chamada, pois que todo homem, pelo simples fato de ser homem, possui a semente divina em si, e não pode se perder. Daí a doutrina da salvação universal e a identificação da Igreja com a humanidade.

A Igreja espiritual teria como fim auxiliar a realização da fraternidade universal, pela divinização de todo homem. Não é outro o fim da Maçonaria.

11 – A Igreja de Cristo — a Igreja espiritual – subsiste em todas as religiões positivas.

Em todas as religiões se encontrariam homens que teriam chegado a alcançar o conhecimento do mistério do homem, por meio de uma experiência mística pessoal e interior. A subsistência da Igreja espiritual –a Igreja de Cristo – teria graus diversos em cada religião concreta. Mais do que qualquer outra, a Igreja Espiritual subsistiria na Igreja Católica, sem lhe dar, porém, superioridade sobre qualquer outra.

12 – O Ecumenismo tem por fim reunir todas as religiões instituídas na única Igreja espiritual divinizante

Para realizar a fraternidade universal e constituir a única Igreja Espiritual seria preciso, passando por cima dos dogmas que dividem e separam, ultrapassando as intolerâncias, realizar a unidade da humanidade através do amor que unifica. A Igreja Espiritual é a Igreja do Amor, Igreja sem dogmas, pobre porque é espiritual, sem estruturas, sem hierarquia, colegial,democrática.

Pois é claro que se em todo homem há uma semente divina, nenhum homem pode se colocar como hierarquicamente superior. A igreja espiritual é igualitária, comunitária. Ela não admite um Papa, nem Bispos ou sacerdotes que se coloquem acima do povo. Todos seriam iguais, e a Igreja Espiritual tem que ser necessariamente democrática.

13 – Na Igreja Espiritual não há distinção entre clero e povo

Todo homem, possuindo em si uma semente divina, nenhum homem poderia se colocar acima de outro como intermediário entre a Divindade e cada pessoa humana. Todos os homens seriam igualmente sacerdotes, profetas e reis.

Na Igreja Espiritual não poderia haver hierarquia. A Igreja Espiritual tem que ser democrática, popular. No máximo, se toleraria uma coordenação a serviço da comunidade. No máximo, o poder deveria ser colegial.

14 – As cerimônias da Igreja Espiritual seriam comunitárias não admitindo nenhuma distinção nem de poder, nem de sexo, nem de religião.

Se toda pessoa tem uma semente divina em si, não teria cabimento excluir a mulher do sacerdócio. Como não teria cabimento, numa cerimônia religiosa, haver algum homem ser tido como superior. Todos seriam igualmente sacerdotes. Portanto, quem rezaria a Missa seria o povo, a comunidade. Daí, a Missa ter que ser dita na língua do povo para que todos participem igualmente dela. Daí, a Missa ter que ser voltada para o povo. A Missa deve ser antropocêntrica.

A Missa Nova de Paulo VI responde exatamente a esses pressupostos.

15 – As cerimônias na Igreja Espiritual são divinizantes e festivas.

A Missa da Igreja espiritual não seria a renovação de um sacrifício que teria sido realizado por Jesus no Calvário, para a redenção dos homens.

Todos os homens necessariamente já estão salvos porque é impossível que a Divindade condene uma de suas sementes à perdição eterna.

A Missa seria a comemoração festiva da salvação universal. Daí, ela dever ser feita com cânticos alegres. Ela seria um banquete festivo.

Na hóstia, Cristo estaria tão presente como em qualquer homem. Cristo estaria na comunidade, e não apenas num pedaço de pão. A transubstanciação seria cósmica. “Cristo” – a semente divina—estaria no meio de nós.

Na missa, o que ocorreria seria a fusão de todas as sementes divinas dos participantes, a fusão de todos os homens na Divindade. Daí a festa. A Missa seria a comemoração da divinização universal.

São Paulo, 14 de Julho de 2.005

Orlando Fedeli”[28]

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[1] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=papa&artigo=espirito_vaticano_ii〈=bra

[2] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228〈=bra

[3] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228〈=bra

[4] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228〈=bra

[5] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070102224228〈=bra

[6] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20050309201910〈=bra

[7] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20050115222937〈=bra

[8] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060827212750〈=bra

[9] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=politica&artigo=20050803125625〈=bra

[10] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060918160017〈=bra

[11] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=fatima_bosco〈=bra

[12] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060918160017〈=bra

[13] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20060918160017〈=bra

[14] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070121194106〈=bra

[15] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20061228200752〈=bra

[16] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070122092537〈=bra

[17] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070122092537〈=bra

[18] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070122092537〈=bra

[19] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070122092537〈=bra

[20] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070122092537〈=bra

[21] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070122092537〈=bra

[22] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070122092537〈=bra

[23] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050908181612〈=bra

[24] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20051125122104〈=bra

[25] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=destevao〈=bra

[26] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=politica&artigo=20060113090238〈=bra

[27] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/perguntas/cic.html

[28] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=eclesiologia〈=bra

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