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Orlando Fedeli e a Montfort: os únicos fieis!

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Depois desse Concílio surgiram tantas divisões entre os católicos, nasceram tantos tipos diferentes e tantos modos diversos de ser católico, que a definição normal já não diz nada para as pessoas comuns. Ficou necessário acrescentar um outro adjetivo à expressão da única religião e da única fé verdadeiras. E o acréscimo necessário para se definir qual a religião católica que se tem, demonstra que se perdeu a unidade da Fé.

Hoje há católicos tradicionalistas e católicos seguidores do Vaticano II.

Mas, mesmo nesses dois grupos não há unidade. Os que se afirmam contrários ao Vaticano II se dividem em sedevacantistas e inimigos do sede vacantismo; lefevristas e campistas, seguidores da Fraternidade de São Pedro e, fiéis do Barroux, etc. Os seguidores do Vaticano II, por sua vez, se dividem também em Modernistas explícitos, como Guitton e os Cardeais Kasper, Lehman, Martini, Koenig e Arns, ou seguidores moderados do Vaticano II, como os cardeais Ratzinger e Castrillón Hoyos.

Há os seguidores do “espírito do Vaticano II”, e os seguidores da “letra do Vaticano II”. Há católicos seguidores da marxista Teologia da Libertação, e há os católicos carismáticos. Há os que se dizem católicos conservadores, do tipo Opus Dei, e os que seguem a orientação “jesuítica”. Há católicos da “Comunhão e Libertação”, seguidores de Monsenhor Giussani, e os da Canção Nova. Há católicos tefepistas e os que seguem a banda dos Arautos do Evangelho, ex-devotos de Dr. Plínio e de Dona Lucília. Há os católicos seguidores de Chiara Lubich, e os seguidores da cismática Vassula Ryden. Há os católicos do Neo Catecumenato, fanáticos de Kiko Arguelo, e os católicos do Padre Gobbi. Há católicos ditos ultramontanos, e católicos liberais. Há os aparicionistas, que acreditam em tudo quanto é visão, e os seguidores de Frei Betto, que só crêem em Betto, Marx e Boff.

Enfim, há de tudo. Só é difícil de encontrar quem seja Católico Apostólico Romano, apenas, sem nenhum adjetivo a mais.”

“Nós que queremos ser Católicos Apostólicos Romanos, sem nenhum adjetivo a mais.”

Fonte: montfort.org.br

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Críticas de Orlando Fedeli a Bento XVI

O ENTÃO PADRE RATZINGER PROTAGONISTA DA ABERTURA DO CONCÍLIO AO RELATIVISMO RELIGIOSO

Orlando Fedeli: “O Vaticano II não dizendo mais que a Igreja de Cristo é a Igreja Católica, mas que apenas subsiste nela, deu a entender então que a Igreja de Cristo subsistiria também noutras igrejas.

Era o que exigia o movimento ecumênico.

A mudança do “é” para o misterioso e vago “ Subsistit” foi sugerida por um pastor protestante a um perito conciliar do Cardeal Frings de Colônia, o então Padre Joseph Ratzinger.

Padre Ratzinger levou imediatamente a sugestão ao Cardeal Frings, que a levou a um grupo de bispos alemães. Estes a receberam com entusiasmo, pois abria as portas para as outras “igrejas” cismáticas e heréticas, acabando como o “monopólio” da Igreja Católica relativamente ao título de igreja de Cristo.

E o Vaticano II aprovou o “subsistit”.

Daí a abertura dos diques para o dilúvio ecumênico e para o relativismo religioso.”[1]

O CARDEAL RATZINGER TENTA SALVAR O TEXTO DO CONCÍLIO

Orlando Fedeli: “O Cardeal Ratzinger assinou a Declaração Dominus Iesus que, de fato, difere do que ele mesmo escreveu no livro acima citado, como difere também do texto do Vaticano II que diz que “a Igreja de Cristo subsiste na Igreja Católica”. Para salvar o texto do Concílio, Ratzinger lembrou que o verbo subsistir pode ter também o sentido de “continuar a existir”.”[2]

O SEGREDO DE FÁTIMA: O CARDEAL RATZINGER QUER TAPAR O SOL COM A PENEIRA

Orlando Fedeli: “O modo em que o Papa é morto é muito estranho e misterioso: ele é morto por tiros e por setas. Que significam estas setas? Se os tiros de armas de fogo significam atos de violência material contra a Igreja, o Papa e os que lhe são fiéis, as setas significariam os ataques doutrinários e as heresias que levaram o sol a cair? Estas setas são bem enigmáticas, exatamente porque não podem ser entendidas literalmente…

A seqüência mostra um massacre. E um massacre em Roma que ainda não se deu.

Quem afirma – como o Cardeal Ratzinger – que o terceiro segredo nada tem de apocalíptico está querendo tapar o sol com a peneira. Parece evidente que haverá, no futuro, um terrível castigo sobre o Papa, sobre o clero e sobre o povo. E em Roma. Quando? Só Deus o sabe.”[3]

AMBIGÜIDADE E HESITAÇÃO DE BENTO XVI FACE AO CONCÍLIO

Orlando Fedeli: “E há que notar outra ruptura: a de Bento XVI com Ratzinger, teólogo do Vaticano II.

Durante anos, o Padre Ratzinger,— (e mesmo o Cardeal Ratzinger)–, defendeu a linha do “Espírito do Concílio”, afirmando que tinha havido ruptura entre o Vaticano II e a Igreja de sempre.

Agora, como Papa Bento XVI, graças a Deus, ele mudou, pois condenou a hermenêutica da descontinuidade dos seguidores do “Espírito do Concílio” como tendente á ruptura com a Igreja de sempre.

Há algum tempo já se vinha dando um processo de recuo nas manifestações do Cardeal Ratzinger face ao Vaticano II. Agora esse processo tem se acentuado. Bento XVI está mudando e determinando um certo retorno às posições doutrinárias anteriores ao Concílio. Há até Modernistas que acusam Bento XVI de pretender anular o Vaticano II…

Sem dúvida, há um certo retorno em direção a uma posição pré-conciliar em Bento XVI.

É verdade que ele hesita, e que busca alcançar uma harmonização entre a doutrina conciliar e a doutrina anterior da Igreja. Ele pretende harmonizar a letra do Concílio com a Tradição católica. Tarefa impossível, mas que indica um recuo de sua posição anterior.

Permanecerá Bento XVI nessa posição ambígua sobre a ambigüidade do Vaticano II?”[4]

BENTO XVI PRETENDE AREJAR A COMPREENSÃO DO VATICANO II

Orlando Fedeli: “Bento XVI reconheceu que a primeira impressão deixada por certos textos do Vaticano II são de ruptura com a doutrina de sempre, mas que com um grande esforço de hermenèutica, se consegue mostrar que não há ruptura com a doutrina da Igreja.

Ora, o que em primeira compreensão vai contra a doutrina católica, e que só com um trabalho de interpretação pode ser harmonizado com ela, a igreja classifica como tendo sabor de heresia e condena os textos com sabor de heresia, assim como condena os textos heréticos (Cfr. Meu comentário ao Discurso de Bento XVI, em 22 de Dezembro de 2.005, no site Montfort).

Desse modo, com esse discurso, Bento XVI, pretendendo arejar a compreensão do Vaticano II, querendo libertá-lo da fumaça de satanás, de que falou Paulo VI, lhe lançou uma pedrada que “furou o balão” do Vaticano II.

E balão furado, depois de certo tempo, se esvazia, murcha, balança, e cai.

Lá vai o balão do Vaticano II esvaziando-se, lançando por seu furo a fumaça negra que saiu do poço do abismo, e invadiiu o templo de Deus.”[5]

EM BENTO XVI É PRECISO DISTINGUIR O MODERNISTA E O PAPA

Orlando Fedeli: “O que distinguimos foi entre as idéias do teólogo Ratzinger e de sua formação entre os modernistas, idéias que podem ser criticadas, e o Papa Bento XVI, a quem devemos e damos toda nossa obediência.

É claro, porém, que embora o Papa como pessoa particular esteja mudando muito, as idéias em que ele foi formado, o prejudicam enquanto pessoa.”[6]

“O Papa Bento XVI foi, no passado, um teólogo ligado aos modernistas. Foi ele que no Vaticano II, levou ao Cardeal Frings do qual era perito, a sugestão de usar a fórmula do subsistit, que tanto mal fez à Igreja.

Depois do Concílio, ele foi mudando paulatinamente, abandonado as doutrinas que defendera.”[7]

BENTO XVI AFIRMA COISAS CONTRÁRIAS AOS ENSINAMENTOS DA IGREJA

Orlando Fedeli: “Você me manda um simples discurso de Bento XVI, e pensa que ele é dogmático.

Isso é um absurdo.

O Papa quando discursa, só afirma algo infalivelmente, quando expressamente diz que seu pronunciamneto, nesse discurso, implica um ensinamento infalível.

Ora, Bento XVI não declarou de modo nenhum que nesse discurso ele falava infalivelmente.

E como nesse discurso ele disse coisas que contrariam o que sempre foi ensinado pela Igreja, esse discurso não exige dos fiéis adesão com Fé divina, e nem mesmo eclesiástica. O fiel é livre de aceitar ou não esse discurso — respeitando, é claro, o Papa — mas fica livre de respeitosamente discordar do que ele disse num simples discurso.

Por exemplo, no discurso de Bento XVI que você me manda ele diz que a Igreja quer “contribuir a instaurar no mundo essa fraternidade universal”.

Contribuir é livre.

E a Fraternidade Universal não pode existir sem que todos aceitem a filiação do mesmo pai. Só existe Fraternidade entre os filhos de Deus. Uma fraternidade universal — de todos os homens — sem que todos aceitem a Deus como Pai, é impossível.

É a maçonaria que deseja a fraternidade universal sem admitir Deus como Pai.”[8]

BENTO XVI TEVE FORMAÇÃO TEOLÓGICA HEGELIANA DE LINHA MODERNISTA

Orlando Fedeli: “Bento XVI, por causa de sua formação teológica hegeliana e de linha modernista, tome atitudes contrraditórias, dando um golpe ora no cravo, ora na ferradura, na tentativa de conciliar extremos contraditórios, na esperança de evitar uma rebelião declarada da esquerda modernista, e, ao mesmo tempo, abrindo-se também para os lefrevistas.

Esse caminhar vacilante e cambaleante vai adiando a crise final, que não se sabe se será solucionada neste pontificado ou em outro.”[9]

BENTO XVI NÃO É SÃO PIO X

Orlando Fedeli: “Mas Bento XVI não é São Pio X. É um Papa que na juventude teve formação modernista, e durante quase toda a vida defendeu o Vaticano II. Isso é como chumbo em seus pés, que o faz caminhar vacilante e cambaleante numa direção que desagrada aos modernistas radicais.” [10]

OS CAMBALEIOS DOUTRINÁRIOS DE BENTO XVI

Orlando Fedeli: “Nesta viagem que Bento XVI fez à Alemanha, o discurso mais ecumênico foi o que ele fez aos protestantes, discurso no qual defendeu o ecumenismo, citando e defendendo os documentos do Concílio Vaticano II, que mais trataram desse tema: a Declaração Nostra Aetate, a Declaração Dignitatis Humanae, Decreto conciliar sobre el ecumenismo, Unitatis redintegratio.

Infelizmente, isso vai contra muitas posições que o Cardeal Ratzinger tomou no passado ainda recente, por exemplo, na Declaração Dominus Jesus.
Por outro lado, ele parece disposto a liberar a Missa de São Pio V, e fazer uma acordo com a Fraternidade Sacerdotal de São Pio X, o que seria um triunfo anti modernista, que, a largo termo, acabaria certamente com o ecumenismo.

Esse vai e vem do Cardeal Ratzinger, e agora de Bento XVI, faz lembrar a visão do Terceiro Segredo de Fátima, onde se vê um Papa caminhar, vacilante e cambaleante, em direção à montanha em que será fuzilado, e onde ele morrerá como mártir, junto com muitos Cardeais e Bispos que lá foram também.

Lamentando essas vacilações e cambaleios, devemos então rezar pelo Papa — aliás, como ele mesmo pediu — para que ele tenha realmente força de enfrentar os lobos, e afinal reconduzir a nave da Igreja para as duas colunas da Hóstia e de Nossa Senhora, de onde nunca deveria ter se afastado. Afastamento esse que se deu exatamente no Vaticano II, com esses documentos pastorais tão contrários ao que a Igreja sempre ensinou contra o ecumenismo, na encíclica Pascendi de São Pio X, contra os modernistas, na encíclica Mortalium Animos de Pio XI, contra os ecumenistas Lambert Beauduin e Monsenhor d´Herbigny, e na Testem Benevolentiae de Leão XIII, contra o ecumenismo dos Americanistas. “[11]

BENTO XVI PODE MORRER ASSASSINADO PELOS MODERNISTAS

Orlando Fedeli: “Caso Bento XVI permaneça firme na condenação da hermenêutica dos seguidores do “espírito do Vaticano II”, caso o Papa libere a Missa de sempre, e levante a excomunhão de Dom Lefebvre e de Dom Mayer, não seria de espantar se os modernistas radicais se revoltassem contra o Papa Bento XVI em defesa do Vaticano II, declarando-se separados do Papa e tentando instituir a Nova Igreja com que sonham em meio às trevas da fumaça de Satanás.

São Paulo já disse: “Importa que haja escândalos” (I Cor. XI, 19), mas ái dos que causam o escândalo das heresias.

Aliás, muitos seguidores do “espírito do Vaticano II” já romperam com a Igreja, pois defendem teses heréticas modernistas as mais descabeladas, e caminham diretamente para o cisma, e para a instituição de uma Nova Igreja. Eles marcham para a revolta frontal contra Bento XVI, que eles acusam de trair o Vaticano II, e de pretender retornar à Igreja que eles chamam de Pré Conciliar. Parece-nos que essa ruptura é inevitável, e que terá desdobramentos dramáticos, ou antes, trágicos. Essa é nossa opinião. Que não é infalível. Muito pelo contrário. Mas ela se baseia na profecia do Terceiro Segredo de Fátima e nas visões de Dom Bosco. Se o confronto não for com este papa, será em breve com outro, mas esse confronto é INEVITÁVEL.

Ou Fátima nos mentiu. Os dois primeiros segredos já se realizaram. Falta o Terceiro que trata da crise da Igreja e de um Papa que será assassinado junto com grande número de eclesiásticos e povo.”[12]

No Terceiro Segredo de Fátima, se vê um Papa vacilante e cambaleante que se encaminha da Cidade arruinada — a Igreja — para um monte encimado pela Cruz — o Calvário, a Missa. E esse papa será martirizado junto com muitos Cardeais, Bispos, padres e povo. Será Bento XVI esse papa que vai vacilante e cambaleante ao martírio? Rezo que Deus dê a Bento XVI — como ele pediu, ao assumir o sólio Papal — a coragem para enfrentar os lobos modernistas até o martírio.[13]

A DIPLOMACIA DE BENTO XVI NÃO É DE ACORDO COM AS RECOMENDAÇÕES DE NOSSO SENHOR

Orlando Fedeli: “Não se espante que ousemos criticar os discursos, lamentavelmente ecumênicos, de Bento XVI, na Turquia, e que o levaram a cair em uma certa contradição com o que ele tem ensinado e feito, em seu pontificado.

O Papa não é infalível em seus discursos diplomáticos.”

“Infelizmente, nesta viagem à Turquia o Papa Bento XVI falou ambiguamente e mesmo voltou a falar como o Padre Ratzinger, quando era perito do Vaticano II.”

“Habilidades da diplomacia vaticana, que não estão muito de acordo com o “sim, sim; não, não”, recomendado por Nosso Senhor, nos Evangelhos.”[14]

CONTRADIÇÃO CLAMOROSA DE BENTO XVI

Orlando Fedeli: “É impossível não constatar uma contradição clamorosa entre o que escreveu Ratzinger e o discurso de Bento XVI na Turquia, utilizando a linguagem ambígua do ecumenismo do Concílio Vaticano II, linguagem que dá azo a interpretações heréticas, como as do “Espírito do Concílio”.
Bento XVI tem condenado seguidamente o relativismo. Como então, agora faz esse discurso perplexitante?”[15]

BENTO XVI HOMENAGEOU MAÇOM CABALISTA E REZOU NA MESQUITA

Orlando Fedeli: “Bento XVI, ao chegar à Turquia foi levar uma guirlanda de flores no monumento-mausoléu de Kemal Ataturk.

Ora, Kemal Ataturk foi maçom, foi ligado, pelo menos indiretamente, à seita cabalista dos Frankistas, aderiu a uma sociedade secreta de oficiais progressivos-reformistas chamada “Vatan” (Pátria). Mustafá Kemal possuía inspiração no positivismo francês e pretendia substituir o Islã por uma “Religião civil” o Kemalismo.”

“Mas que o Papa Bento XVI, num mesmo dia, homenageie Ataturk e diga que o Islã adora o Deus uno como os católicos, isso é incompreensível.
Conseqüências dos erros do Concílio Vaticano II. O Ecumenismo é relativismo na Teologia. Por isso, todo ecumenismo leva à contradição.
Como é incompreensível que Bento XVI tenha ido à mesquita azul e lá tenha rezado, — ou simulado rezar, discute-se – junto com o Mufti maometano.” [16]

BENTO XVI: CONTRADIÇÃO RELATIVISTA. QUAL A VERDADEIRA INTENÇÃO DELE?

Orlando Fedeli: “É de lamentar que, nessa viagem, Bento XVI, por diplomacia(?), por temor dos maometanos e dos modernistas, por influência de sua formação modernista, por seu apego ao Concílio Vaticano II, por qualquer razão que seja, tenha tido palavras e atitudes que, pelo menos à primeira vista, permitem a alguns acreditar que ele tenha caído em séria, flagrante e perplexitante contradição relativista. Foi uma pena, pois isso gerou dúvidas e discussões sobre a verdadeira posição do Papa!

O tempo mostrará qual a verdadeira intenção do Papa.

Rezemos então pelo Papa para que ele tenha, de fato, coragem de enfrentar os lobos maometanos, modernistas, ou de qualquer outra alcatéia que seja.

Rezemos pelo Papa Bento XVI, para que ele se livre definitivamente da política e da mentalidade ecumênicas que o fazem vacilar no caminho, e que ele possa fazer triunfar a Fé Católica contra os erros do Vaticano II, especialmente o erro do ecumenismo, com sua linguagem enganadora e com suas atitudes dúbias, que não podem produzir bom fruto, mas só ilusões, erros, mal entendidos e confusão.” [17]

BENTO XVI CAMINHA DEVAGAR… E VACILANTE

Orlando Fedeli: “Sua pergunta é muito pertinente e muito bem colocada: será provável — e já — uma anulação do Concílio Vaticano II?

Teria o Papa Bento XVI condições para fazer isso já?

Teria ele vontade, coragem, condições e apoio para fazer isso?

Certamente ele não teria, neste momento, nem muito apoio, nem condições. Coragem, creio que ele teria, pois isso depende muito da graça de Deus.

Teria ele vontade? Seria prudente fazer isso de imediato?

Não creio que essa anulação se faça de imediato, porque nem considero que seja prudente fazê-la de um golpe só, agora, pois produziria reações demasiado violentas, e nem seria conveniente, para evitar escândalo. Portanto considero que será improvável que isso aconteça de uma vez e agora.

Bento XVI caminha devagar… E vacilante.”[18]

A ALA MODERNISTA PODE ELEGER UM PAPA RADICALMENTE REVOLUCIONÁRIO

Orlando Fedeli: “Caso Bento XVI fracasse em sua tentativa de retorno, a vitória dos modernistas do “espírito do cancílio” seria tão grande, que se daria uma avalanche de reformas desvairadas. E isso não pode continuar acontecendo na Igreja. A barca afundaria. E Cristo prometeu que ela não afundará. Caso Bento XVI não consiga realizar esse retorno ao que a Igreja sempre foi, quando ele morresse, a ala modernista elegeria, sem dúvida, um Papa radicalmente revolucionário.”[19]

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[1] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=eclesiologia〈=bra

[2] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=eclesiologia〈=bra

[3] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cadernos&subsecao=religiao&artigo=fatima3〈=bra

[4] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=papa&artigo=espirito_vaticano_ii〈=bra

[5] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20060120183041〈=bra

[6] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20051121103411〈=bra

[7] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20050803090028〈=bra

[8] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20051107152734〈=bra

[9] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20050910090943〈=bra

[10] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20050910090943〈=bra

[11] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20050820170420〈=bra

[12] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=papa&artigo=espirito_vaticano_ii〈=bra

[13] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20050803090028〈=bra

[14] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20061128204321〈=bra

[15] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20061128204321〈=bra

[16] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20061128204321〈=bra

[17] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20061128204321〈=bra

[18] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20060125020059〈=bra

[19] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20060125020059〈=bra

Orlando Fedeli e a Montfort: os únicos fiéis a Deus?


DEUS ME PERMITE, NA VELHICE, VER O FRUTO DE MINHAS CARTAS

Orlando Fedeli: “Como Deus é bom que me permite, já bem na velhice, ver um fruto nascido de minhas cartas, escritas na solidão de meu escritório e lançadas ao mundo pela internet, sem saber que olhos as lerão, sem saber que fruto terão, e, de repente, ver chegar no monitor uma resposta como a sua, que é um SIM tão pleno a Deus Nosso Senhor.”[17]

FAÇO O QUE POSSO PARA DEFENDER A FÉ.

Orlando Fedeli: “Tenho defeitos sim, Padre. Mas faço o que posso para defender a Fé.

E com certo êxito.

Afinal, Padre, o site Montfort– graças a Deus — tem convertido muitas pessoas e afervorado outras. Tem soprado brasas que estavam apagando, e suscitado labaredas de amor a Deus e à Santa Igreja. Tem dado apoio a canas torcidas, que estavam para quebrar.

Afinal, temos alcançado até mais de 210.000 acessos num único mês, no site Montfort (acessos únicos).

Um site “aberto” ao mundo moderno teria alcançado esse número, padre?

Experimente…

E o site Montfort não tem figurinhas, não tem anjinhos esvoaçando, não tem piadas. Tem textos doutrinários longos. E é um site “fechado” e polêmico. Um site nada ecumênico. Briguento. Que consegue que pessoas com quem brigou, escrevam, depois, agradecendo.

Graças a Deus!

O senhor não percebeu como os jovens escrevem para o site Montfort?

Quem deveria estar digitando cartas e lutando pela Fé, deviam ser os pastores. Se um leigo, professor já bem velho, compreende que é obrigado a fazer isso, é porque depois do Vaticano II, o excesso de pastorais e de reuniões, deve ter impedido que os padres tenham tempo de cuidar das ovelhas….

O senhor não quer fazer um site para responder dúvidas do povo fiel?

Certamente seria um site com mais zelo e simplicidade que o da Montfort.

Eu me tornaria um de seus leitores… caso o senhor não fosse… “aberto”! Claro!

Com a sua autoridade de sacerdote o senhor teria muito mais poder em sua palavra.

Faça-o, padre.”[18]

A MONTFORT SÓ SEGUE OS PASSOS DE JESUS

Orlando Fedeli: “JESUS NÃO FUNDOU UM MOVIMENTO ECUMÊNICO ABERTO AO FARISAISMO, AO SADUCEISMO, E AO PAGANISMO.

Jesus foi fechado aos erros de seu tempo, e os combateu.

Jesus mandou aos Apóstolos: “Ide e ensinai”

Jesus não mandou: “Ide e dialogai”. Onde, padre, existe no evangelho uma recomendação de Jesus para sermos “abertos”?

Ele, pelo contrário, condenou o caminho largo, e disse que seguíssemos o caminho estreito.”[19]

A MONTFORT É CONTRA A DIREITA, CONTRA A ESQUERDA E CONTRA O CENTRO

Orlando Fedeli: “Somos contra a esquerda, contra a direita, e contra o centro quer na desgraçada e bem corrupta política civil, quer na política eclesiástica, que também não vive na graça de Deus.

Somos Católicos Apostólicos Romanos. Por isso somos contra todas as heresias e erros de esquerda e de direita. Somos contra o Panteísmo e contra a Gnose.”[20]

VISO A CONVERSÃO DAS ALMAS E A HUMILHAÇÃO DOS INIMIGOS DA FÉ

Orlando Fedeli: “Como você, muitos começam a ler o site Montfort e têm raiva. Depois começam a se divertir com a derrota de um sofista qualquer. Aí começam a entender algum argumento. Finalmente, acabam por compreender que estamos numa luta, e como disse São Pio X a respeito de alguns católicos briguentos de seu tempo acusados de serem violentos: “Que se quereria? Que numa guerra se trocassem gentilezas? Numa guerra se dão golpes duros.”

E, visando a conversão das almas e a humilhação dos inimigos da Fé, tenho esperança que Deus compensará meus pecados e defeitos e abençoará o fim que viso.”[21]

A MONTFORT É A VOZ DA IDADE MÉDIA, DOS CRUZADOS ANTIGOS, QUE CANTA A FIDELIDADE AO SYLLABUS CONTRA OS SACRILÉGIOS DAS MISSAS NOVAS

Orlando Fedeli: “Há duas igrejas hoje. E essa igreja modernista infitrada na Santa Igreja temos que combatê-la com todas as nossas forças. Graças a Deus há muitos hoje que apoiam o site Montfort nessa luta em defesa da verdadeira Igreja de sempre. E como você notou, os jovens vem em grande número apoiar a Montfort.

Nossas reuniões regorjitam de jovens entusiasmados pela Fé Católica, devotos do papado e servos de Nossa Senhora, querendo consolar o Coração de Jesus por tantas ofensas.

São os jovens da Montofrt — “voz da Idade Média” — cantando o Credo Romano de sempre, com o mesmo ardor dos cruzados antigos. Cantando fidelidade ao Syllabus, esperando em Fátima e rezando por Bento XVI. Ardendo em desejo santo pela Missa de sempre, com santa indignação contra os sacrilégios cometidos nas missas novas, missas-show, às quais Bento XVI, se Deus quiser, vai logo mais por um fim.”[22]

BENDITO SEJA DEUS QUE NOS SUSCITOU PARA ESTA GUERRA SANTA

Orlando Fedeli: “Escrever na Internet, sem jamais ver os leitores, o mais das vezes sem conhecê-los — era o seu caso, para mim, até algumas horas atrás — equivale ao labutar de um lavrador que lança sementes, à noite, num campo que não vê, e que não pode nem depois verificar o resultado, e, de hábito, sem poder colher a seara. Só no dia do juízo ver-se-ão os frutos que a Montfort semeia na Internet, de sorte que, chegando uma carta como a sua, Deus me permite ver os frutos bons, numa alma que eu não conhecia. Como me permite entrever que existem tantas outras pessoas abandonadas às quais a Montfort está ajudando sem o saber.

Claro que o lavrador sabe, com toda a certeza, que, lançando a semente, virá o fruto.

Mas que alegria contemplar o trigal balouçando ao sol!

Que alegria, mesmo à noite, ter nas mãos uma simples espiga probante que existe a seara!

Então, vale bem a pena ficar escrevendo horas e horas a fio, discutindo, debatendo, incentivando, lutando, entre injúrias e ofensas, conclamando!

Ainda que não se vejam e nem se saibam os resultados, é certo que Deus abençoa o apostolado feito, “às escuras”, ao brilho eletrônico de um monitor.

Então, atrás dessa tela, onde meus dedos imprimem letras, há uma alma que me lê. Uma alma que discorda. Uma alma que se irrita, a princípio, mas que não consegue deixar de voltar, a discutir — ainda que dentro de si mesmo — com um velho e brabo professor que ele também não vê. Uma alma a quem Deus fala no silêncio da noite, como num eco, sussurrando baixinho no fundo da alma: “Veja, meu filho… É bem verdade!”

Até que, numa aurora imensa, uma grande luz nasce para quem jazia nas sombras da morte: é verdade! A Igreja Católica é a verdade! Jesus é a Verdade! O Papa é o doce Cristo na Terra!

Oh meu Deus, é verdade! É verdade! É verdade!

E renasce a Fé num menino criado entre rezas e novenas, que se afastou de Deus, e que volta. Como o filho pródigo!

Como não me comover, pensando que Deus me permitiu, a mim, miserável professorzinho secundário, ajudar um filho a voltar à casa do Pai!

Foi Deus quem fez isso. Foi Nossa Senhora que nos abençoou. Foi um instrumento vil — um professor no anoitecer da vida –que despertou um moço generoso, através de um instrumento ainda mais vil: um miserável computador.

Deus que pode fazer das pedras filhos de Abraão, bem pode fazer também de um computador uma espada.

E como não me comover ao ouvi-lo dizer que sempre você reza por um professor que você nem conhecia, a não ser pelas letras frias do computador?

Deus seja louvado que nos uniu, como labaredas, no mesmo fogo da Fé Católica. Porque, agora, você, meu filho, — permita-me chamá-lo assim, por causa de minha idade – é como eu: a mesma luz da Fé brilha em nossas almas. O mesmo desejo de defender a Santa Igreja nos une.

Encontramo-nos, hoje, como dois cruzados, vindos de terras diversas, sob a mesma cruz e a mesma bandeira e com a mesma espada.

Bendito seja Deus que nos suscitou para esta santa “guerra”, pela salvação das almas.”[23]

SOU PELO QUE É ETERNO. COMBATO AS PROFANAÇÕES. FAÇO CATEDRAIS NAS ALMAS

Orlando Fedeli: “Muito prezado Fernando, salve Maria.

Você me pergunta de modo um tanto provocativo e impertinente: “o que faço na Igreja “.

Mas será que você ainda não o percebeu?

Defendo a Fé.

Faço o que fiz a vida inteira: ensino o Catecismo.

Que faço na Igreja?

Mas o que pode fazer um pecador, como eu, na Igreja?

Rezo e peço perdão a Nosso Senhor pelos meus pecados. Rezo e me confesso. Rezo, assisto Missa, e comungo sempre que posso.

Claro você se interessa em saber, e me pergunta com uma certa indignação, que sou eu na Igreja.

Que sou na Igreja?

Mas praticamente nada. Ou quase poeira.

Um velho professor que conta as histórias que pesquisou a vida inteira, em velhos livros, buscando os traços sanguinolentos dos mártires e dos heróis nas veredas da História.

Que faço na Igreja?

Faço o que devo. Deixando meu velho coração cansado se entusiasmar na conquista de uma alma jovem e heróica para Cristo.

Que sou na Igreja?

Sou um simples fiel. Fui Congregado Mariano, quando havia Congregações Marianas.

Fui da Ordem Terceira do Carmo, quando as havia, no estilo antigo, em São Paulo.

Estilo antigo?

Perdão.

Na Igreja Católica, nada há propriamente de antigo. Só há coisas de sempre. Para sempre. Porque a verdade católica é eterna. É para sempre. A verdade católica não evolui.

Perguntar-me-á você: mas o senhor não pertence, hoje, a nenhum movimento moderno?

Não. Graças a Deus, não.

A nenhum.

Detesto tudo o que é moderno.

Sou pelo que é eterno.

Nem balanço a cabeça, e nem agito as mãos, sacudindo lencinhos. Nem danço nos santuários. Nem profano a igreja com baterias e rocks. Nem enrolo a língua, fingindo ter carismas, para que me admirem, e para que não me entendam.

Quero que me entendam.

Faço questão de que ouçam meu brado bradar os argumentos da verdade.

Por isso falo bem claro, para que tudo fique bem claro.

Que faço na Igreja?

Mas você não percebeu ainda?

Ensino, aos que ignoram e têm boa vontade para aprender, algo daquilo que sei.

Você não percebeu ainda, que também martelo argumentos em quem se atreve a negar a Verdade Católica ou contra quem ousa atacar a Fé?

Que faço na Igreja?

Peço a Nossa Senhora que faça de minha alma uma espada. E com Ela, faço almas-espadas.

Que faço ainda na Igreja?

Combato as profanações, que você parece defender.

Que faço na Igreja?

Rezo e estudo. Rezo e escrevo artigos.

Dou aulas. Muitíssimas aulas.

(Todas de graça. Todas por graça).

Desperto entusiasmo e ódios.

Aturo desaforos e incompreensões. Suporto calúnias e silêncios murmurantes…

E respondo cartas.

Muitas que perguntam com humildade. Muitas, muitas… que me agradecem o ensinamento recebido. Ou até a Fé recuperada.

Que faço na Igreja?

Atiço brasas que se apagavam. Fortaleço, tanto quanto posso, com a ajuda de Deus, canas torcidas. Sopro, tanto quanto posso, em fogueiras bruxuleantes.

Acendo tochas.

Inflamo candelabros.

Faço moços cantarem a alegria de lutar e de defender a Fé católica.

E respondo cartas.

Algumas pretensiosas. Outras impertinentes. Umas mal educadas. Outras atrevidas e ignorantes. Algumas cheias de ódio porque vazias de argumentos.

Cada carta é um desafio. Cada carta um duelo. À sabre ou florete. E o prêmio que procuro é a conversão de uma alma para Nosso Senhor.

Cada carta é um combate. Sempre na brecha. Sempre na muralha da Santa Igreja. E meu coração vigia, quando meus olhos dormem. Sonhando com argumentos.

Que faço na Igreja?

Mas simplesmente — com a graça e a ajuda de Deus — faço o que fiz toda a minha vida. Como Pierre de Craon, da peça Une jeune fille Violaine, faço catedrais nas almas. Catedrais de luz e de vitrais, de verdades e virtudes, “cheias de sombra e luz, para que Deus habite nelas”.

E você, meu caro Fernando, você não quereria me ajudar a defender Nosso Senhor de quem, hoje, se riem os ateus e infiéis, coroando-O de espinhos, e os hereges, cuspindo sofismas em sua Divina Face?

Você, se você tem um coração valente, você… venha comigo.

Venha.

Venha comigo até…

in Corde Jesu, semper,

Orlando Fedeli.”[24]

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[17] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20061127033251&lang=bra

[18] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050908181612&lang=bra

[19] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050908181612&lang=bra

[20] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=outros&artigo=20060601143951&lang=bra

[21] /FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20070803164121&lang=bra

[22] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20060501020700&lang=bra

[23] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20041022125747&lang=bra

[24] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20040824131614&lang=bra

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