Tag Archive | São Pio X

Opus Dei: sociedade secreta gnóstica, esconde o “Dei”…

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“O Opus Dei é quase secreto (aliás, que estranho nome o de numerário, e mais estarnho o de supernumerário. É o único super que é infra no mundo).

E é por isso que o Opus, em geral não responde aos numerosos ataques e denúncias feitas por ex membros da entidade, e que são concordes em seus testemunhos e em suas acusações. “

“Tenho lido muitos livros do Opus, e sobre o Opus, e há tempos examino o Opus Dei. Li vários livros de Monsenhor Escrivá. E não gostei deles. Não gostei do título Surco — em francês Sillon… (Sillon era o nome de um movimento católico liberal condenado por São Pio X, na Carta Apostólica Notre Charge Apostolique).

Não gostei do Questões Atuais do Cristianismo, onde Monsenhor Escrivá afirma a um maometano:

“És filho de Deus como eu” (Cfr. Mons José Maria Escrivá, Questões Atuais do Cristianismo, Quadrante, São Paulo, 1986, 3a. edição, p.128).”

Isso está errado. É o Batismo que torna o homem filho adotivo de Deus, e um maometano não é batizado, e, por isso mesmo, não é filho de Deus como o é um batizado. E, além de batizado, Monsenhor Escrivá era sacerdote.

Li também o livro de Monsenhor Escrivá intitulado Amigos de Deus, no qual ele escreveu:

“Pensemos que o Todo-Poderoso, aquele que governa o Universo através de sua providência, não deseja servos forçados, prefere filhos livres. Introduziu na alma de cada um de nós — embora tenhamos nascido proni ad peccatum, inclinados para o pecado, pela queda de nossos primeiros pais — uma centelha de sua inteligência infinita, a atração pelo que é bom, uma ânsia de paz perdurável.” (Mons. Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, Homilias, Quadrante, São Paulo, 1979, p.25. O destaque é meu).

Essa tese de que Deus colocou “uma centelha de sua inteligência infinita” é inaceitável, pois é a própria tese da Gnose e da Cabala.

E falando em Gnose, acho estranhíssimo que Monsenhor Escrivá e o Opus tenham como selo a rosa e a cruz…

Que esquisito!… Além da sociedade secreta Rosa Cruz, que é gnóstica, Lutero também usava esse símbolo.

Nesse mesmo livro, Amigos de Deus, Monsenhor Escrivá escreve:

“Por isso não é correto falar de liberdade de consciência que equivale a considerar como de boa categoria moral a atitude do homem que rejeita a Deus” ( Mons. Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, Quadrante, São Paulo, 1979, p.24. O destaque é do autor).

Ora, na página seguinte, ele escreveu o oposto:

“Eu defendo com todas as minhas forças a liberdade de consciência, que denota não ser lícito a ninguém impedir que a criatura preste culto a Deus” (Mons. Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, Quadrante, São Paulo, 1979, p.25. O destaque é do autor).

E não faça acrobacias semânticas para harmonizar esses textos contraditórios.

No mínimo, há pouca clareza nesses posicionamentos, se não quiser admitir a contradição.

Li a Biografia de Mons. Escrivá, O Fundador do Opus,de Andrés Vazques de Prada. E muitos outros livros que não vou analisar, porque não me interessa abrir uma polêmica com o Opus, que no Brasil, é conservador. Estou apenas respondendo ao que você me escreveu. Ainda agora, Dom Javier Etchevarria, Prelado do Opus Dei, respondendo a questões de Patrícia Mayorga, de El Mercurio, de Santiago de Chile, em 21 de Janeiro de 1996, declarou:

“Nos textos do Vaticano II, ouve-se o eco de muitas idéias pronunciadas pelo fundador do Opus Dei, São Josemaría Escrivá por volta dos anos trinta. Todos os Concílios formam uma unidade de magistério, onde não há contradição. Mas — se é que se pode falar assim — dir-lhe-ia que o Opus Dei tem, no Concílio Vaticano II, a sua pátria doutrinal, composta ao mesmo tempo de tradição e novidade”(www.opusdei.org. Artigo impresso de: www.opusdei.org/art.php?=34&p=11445).

Que pena! E que lamentável!

Você me diz:

“O fundador dizia que os membros teriam liberdade para pensar da maneira que lhes fosse conveniente quando o assunto era política, sempre agindo com prudência. Obviamente que essa liberdade é restrita apenas ao que a Igreja impõe: por exemplo, claro que não há ninguém no Opus que seja comunista, posto que um católico não pode ser comunista”.

Estranho que uma entidade católica dê liberdade de pensar a seus membros como lhes aprouver, mesmo com a restrição que você coloca. Um católico deve pensar somente como a Igreja ensina. Não somos ovelhas selvagens soltas no mundo. Pertencemos ao redil de Cristo e somos obrigados a pensar e a viver como a Igreja ordena.

E eu mesmo, meu caro Rodolfo, lembro-me de ter discutido com um rapaz espanhol do Opus Dei, lá pela década de 1960, que defendia idéias marxistas… E o Lauand é bem liberal. E o Padre Panikar era bem modernista.

São Pio X dizia que os católicos devem atuar de bandeira desfraldada. E você me confessa que:

“o senhor não viu e nunca verá nenhuma campanha “do Opus Dei”. Mas garanto ao senhor que em muitas delas o senhor verá membros da Obra lá, atuando fortemente. Um exemplo é o aborto”.

Essa é a confissão de que o Opus recusa tomar posição pública. O Opus só atua de “bandeira enrolada”. O que é lamentável.

Na questão do aborto, de fato, alguns do Opus tomaram posição individualmente. Em geral, eu não os tenho visto defendendo a lei de Deus, mas apenas a Constituição, a lei positiva. Isso é muito pouco, porque o aborto é mau, sobretudo por contrariar a lei de Deus e a lei natural. Mas o Opus sempre atua escondendo o “Dei”.

E se a lei positiva mudar? A defesa do Opus ficará no ar.

E isso não é correto: devemos defender a lei de Deus de modo claro, e não esconder que somos católicos.

Afinal o Opus é Dei, ou não?

Uma política de escamoteios não agrada a Deus.

Você me tira toda esperança de mudança, quanto a essa política de camuflagem do Opus, ao dizer-me: “O fato de não haver manifestações públicas do Opus Dei remete ao carisma do mesmo, o que de maneira alguma quer dizer que seus membros sejam omissos. Muito pelo contrário. Isso não é esconder-se. Isso é algo que veio junto com a fundação do Opus Dei, e que não mudará, penso eu”.

Portanto, você admite que os membros do Opus não são omissos. Mas que o carisma do Opus é o da camuflagem, atuando através de seus membros, e nunca assumindo a luta e a responsabilidade. E você chama isso de “o carisma do Opus”?

Sem querer magoá-lo, devo dizer-lhe: Deus me livre desse carisma.”

Fonte: montfort.org.br

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Fedeli condena bispo de heresia

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

 “Mandaram-me pela internet um artigo do Bispo de Piracicaba, Dom Fernando Mason, publicado no site da Desafinada Canção Nova, em que sua Excelência trata da igualdade ou não das religiões. Os dois primeiros parágrafos do senhor Bispo de Piracicaba são surpreendentemente bem católicos.

Por que esse Bispo não parou seu artigo no final do segundo parágrafo?

Seria um artigo bem curto, mas católico.”

“Depois deste início perfeitamente correto, Dom Fernando Mason, descamba para contradições chocantes com o que disse inicialmente. As contradições de Dom Fernando Mason são tantas, que até parece que o artigo foi escrito por duas pessoas diferentes.

Ora, São Pio X havia prevenido que os modernistas, para enganar, costumavam dizer numa página o que haviam negado na outra.

Dom Mason supera os modernistas: se contradiz na mesma página”.

“Dom Mason caiu sob a condenação do Vaticano I e da Pascendi.

É o que dá seguir o Vaticano II…”.

Fonte: montfort.org.br

Orlando Fedeli se pergunta quem não está hoje excomungado.

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Desconhecíamos esse Motu Proprio tão importante de São Pio X. Ele lança uma nova luz na polêmica sobre o Concílio Vaticano II. Com efeito, como reconheceu Jean Guitton, o Vaticano II aprovou muitos dos erros Modernistas condenados por São Pio X.

O Motu Proprio Praestantia Scripturae é tão enfático e tão claro no uso do Supremo poder de definir do Papa que fica praticanmnete impossível negar a infalibilidade do decreto Lamentabili e da encíclica Pascendi.

Sendo assim, cabe perguntar, quem escapa, hoje, da excomunhão, latae setentiae, lançada por São Pio X contra os que defendem os erros modernistas?

Fonte: montfort.org.br

Orlando Fedeli x Papas

QUALQUER FIEL PODE FAZER UM JUÍZO PESSOAL DAS ATITUDES DE UM PAPA

Orlando Fedeli: “João XXIII, em sua juventude, no seminário em Roma, foi amigo íntimo do modernista Ernesto Buonaiutti, autor do manifesto do Modernismo. Buonaiuti foi excomungado pelo papa São Pio X.

Depois, Monsenhor Roncalli foi padre piqueteiro patrocinando greves em fábricas, e fomentador do modernismo no seminário de Bergamo, onde ele ensinava. Foi processado por Roma poor defender teses modernistas. Foi amigo do Abbé Lambert Beauduin, um modernista responsável pelo Movimento liturgicista. Beauduin foi um ecumenista furioso, fundador da Abadia de Amay cujos monges apostataram em massa. Foi ele também o visado pela condenação do ecumenismo na encíclica Mortalium Animos de Pio XI contra o ecumenismo.

João XXIII foi amigo do maçon Yves Marsaudon com quem procurou harmonizar maçonaria e catolicismo. Foi protetor dos padres operários franceses, e fez o acordo de Metz com a URSS em 1962.

João XXIII foi, com Paulo VI, um dos fautores do Vaticano II, concílio que defendeu as teses do Modernismo, como provei em meu trabalho “Resposta ao Instituto Paolo VI de Brescia”, (veja no site Monfort).

Qualquer fiel pode fazer um juízo pessoal das atitudes de qualquer pessoa, inclusive de um Papa, desde que haja fundamento para isso.”[1]

OS PAPAS DO VATICANO II: HOMENS DE CERVIZ DURÍSSIMA!

 

Orlando Fedeli: “Em Fátima, em 1917, apareceu a Virgem Maria vestida de Sol.

Em vão, seus apelos se dirigiram aos Papas. Eles assinaram os acordos de Metz com a URSS e com a B´Nai Brith.

Em vão, pediu a Virgem que se voltasse para Cristo. Paulo VI voltou-se para a ONU, e a declarou a única esperança de paz para o mundo.

A paz de Cristo não veio. Veio a paz da ONU. Ela chegou com Bin Laden e com Bagdá.

Em vão, a Virgem Maria pediu aos Papas que consagrassem a Rússia ao seu Imaculado Coração, prometendo que, se isso fizessem, teriam paz. Pio XII e João Paulo II consagraram o Mundo, e não a Rússia. Daí, os castigos vieram como foram prometidos, em Fatima: guerras contínuas desde 1936.

Ó homens de cerviz duríssima!

Os do Vaticano…

Os do Vaticano II.

Em vão Nossa Senhora pediu penitência. Em vão pediu que se rezasse o terço. Preferiu-se o blá blá blá carismático do Concílio Vaticano II.

Em vez de rezar, preferiu-se o diálogo com o mundo.

Em vez de expor a doutrina de sempre, preferiu-se redigir “Manifestos”, longos, prolixos, indigestos. E heréticos. E marxistóides, boffentos e castristas. A CNBB especializou-se nessas peças heréticas materialistas, insuportáveis e vazias.

Profanou-se até a Missa. Fizeram-se as missas ecumênicas, protestantes e macumbíferas.

Em vez de penitência se organizou a “pastoral do turismo”… A pastoral da praia.

O clero debandou. Os conventos se laicizaram. Os seminários se esvaziaram. A caridade virou filantropia. Tudo porque se convocou um Concilio que Nossa Senhora de Fátima prevenira que não fosse convocado. Tudo porque se mudou a Liturgia sacrossanta por uma missa nova, fabricada por um maçom e seis pastores protestantes. As igrejas ficaram desertas, e parece até que a abominação da desolação entrou no lugar santo.

A fumaça de satanás entrou no templo de Deus.

Assim se instalou a “civilização do amor”…

Buscou-se a unidade sem a verdade. Em nome do ecumenismo…” [2]

JOÃO XXIII ATRELOU A IGREJA AO COMUNISMO

Orlando Fedeli: “O PT nasceu da Teologia da Libertação. Foi o braço e o punho fechado –comunista –executante dessa Teologia.

Ora, a Teologia da Libertação só surgiu porque o “bom” Papa João XXIII, em 1962, havia feito o acordo de Metz com a URSS, atrelando a Igreja ao Partido Comunista.

Desse acordo inacreditável da Igreja, com o comunismo, que João Paulo II chamou a Ideologia do Mal, nasceu a Ost Politik do Vaticano, liderada depois por Paulo VI e pelo Cardeal Casarolli.

Todo erro precisa se justificar. Daí a necessidade de justificar teologicamente o absurdo do acordo de Metz e da Ost Politik.

Durante anos a CNBB e os Bispos líderes da Teologia da Libertação apoiaram o PT, organizando para ele e para a revolução comunista as CEBS, pregando o marxismo e a propaganda petista nos sermões, fazendo das paróquias verdadeiras células comunistas e focos de guerrilha doutrinária, e, por vezes, armada.

O então Bispo de Santo André, Dom Cláudio Hummes, abriu sua catedral a Lula e a seus grevistas. Agora, Dom Hummes contou que participou de ações grevistas recebendo pedradas, com Lula.

O PT era o comunismo com máscara católica, nascido nas sacristias revolucionárias. Usou-se a religião para favorecer um partido de filosofia anti católica. E isso é traição à Fé.”[3]

JOÃO XXIII E PAULO VI NA ORIGEM DA TEOLOGIA HERÉTICA DO CONCÍLIO

Orlando Fedeli: “Desses acordos cúmplices com o “socialismo” da URSS nasceu a chamada Ost Politik do Vaticano.

João XXIII recebeu Adjubei, o genro do ditador assassino Kruschev.

Paulo VI recebeu Gromyko.

E por onde passa um lobo comunista, passa a alcatéia inteira do partido.

Paulo VI favoreceu enormemente o marxismo internacional, promovendo a Ost Politik através de Monsenhor — depois Cardeal — Casarolli, e insuflando o socialismo revolucionário na Conferência de Medellin.

Nascida da adaptação da Igreja ao mundo moderno, promovida pelo Concílio Vaticano II, para justificar a Ost Politik vaticana, e para promover o marxismo-cristão(???) é que se elaborou então a famigerada Teologia da Libertação, que o ex Frei Leonardo Boff definiu como “marxismo na Teologia.”

Foi com base nessa Ost Politik, e na Teologia da Libertação — sem falar da lógica interna da heresia igualitária do Modernismo — que eminentes figuras do clero aderiram a essa teologia herética.” [4]

JOÃO XXIII E PAULO VI, ANSIOSOS POR ENTRAR EM DIÁLOGO COM O DIABO

Orlando Fedeli: “Ao contrário do pacifismo otimista de João XXIII e de Paulo VI, ansiosos por entrar em diálogo e em acordo com o mundo – e, não esqueçamos, que o Príncipe deste mundo é o diabo”. [5]

JOÃO XXIII, AMIGO DE MODERNISTAS E MAÇONS

Orlando Fedeli: “Quanto ao Modernismo de João XXIII, isso é mais do que conhecido. Ele foi extremamente ligado ao líder dos Modernistas italianos, o Padre Ernesto Buonaiutti, desde os tempos em que ambos eram seminaristas. Buonaiutti foi padrinho de Roncalli em sua ordenação. Como ele foi também amigo do modernista Padre Lambert Beauduin, e do grão mestre da maçonaria Barão Yves Marsaudon, a quem o então Cardeal Roncalli aconselhou permanecer na Maçonaria.”[6]

“A vida de João XXIII tem sido totalmente manipulada pala mídia e pelos progressistas.

Esconde-se que ele foi amigo dos piores modernistas italianos — Ernesto Buonaiutti e Niccola Turchi. Esconde-se que ele mesmo foi processado pelo Santo Ofício por suspeita de Modernismo. Esconde-se seus acordos com maçons Marsaudon, em Paris. Esconde-se seu papel no Acordo de Metx entre o Vaticano e a URSS.

Até o cadáver dele tem sido usado para a propaganda. João XXIII determinou, em seu testamento, que tomassem o máximo cuidado com a preservação química de seu cadáver, embalsamando-o com todo o cuidado, a fim de evitar o que acontecera com o cadáver de Pio XII, que explodiu horrivelmente ao ser levado para Roma.

O cadáver do Papa João foi prudentissimamente embalsamado com todos os recursos mais modernos da Química. Entretanto, esse cadáver está exposto no Vaticano, sem aviso nenhum de que não se trata de milagre, como aconteceu com o corpo de São Pio X…”[7]

BENTO XV FOI INIMIGO PESSOAL DE SÃO PIO X E LÍDER MODERNISTA

Orlando Fedeli: Quanto a Bento XV, ele foi inimigo pessoal de São Pio X, e era um dos líderes progressistas, para não dizer modernistas, no Vaticano . Ele assumiu o nome de Bento, em, homenagem a um personagem do romance Il Santo do Modernista Antonio Fogazzaro, romance condenado ao Index por São Pio X. Durante seu pontificado, Bento XV seguiu diretrizes opostas às que adotara São Pio X.”[8]

PAULO VI ESCONDIA UMA DOUTRINA ESPÚRIA: A IGREJA SOVIÉTICA

Orlando Fedeli: “Ora, o Concílio Vaticano II adotou uma linguagem ambígua, — uma língua dupla — e, por vezes, até polissêmica. Daí as várias interpretações e leituras que ele causou, a ponto de Bento XVI garantir que dele ainda não foi dada a interpretação legítima oficial. É conhecida a confissão feita por um perito conciliar de que eles adotariam uma linguagem “diplomática” da qual, depois, tirariam as conseqüências que lhes conviesse.E foi o que aconteceu. A linguagem dupla — ambígua e capciosa — dos textos do Vaticano II causou todo o mal dos anos pós conciliares, dividindo os católicos em inúmeros grupos, cada um dando uma interpretação diversa da doutrina conciliar.

“Graças a Deus, crescem os que rejeitam essa ambigüidade proposital do Vaticano II e clamam pelo retorno da doutrina clara anterior a João XXIII. Porque, como confessou Padre J.B.Libânio do linguajar do Vaticano II:

“A linguagem é a grande via dos equívocos”.

“Isso é verdade, quando se usa uma linguagem dupla, condenada por Deus, pela honestidade e pelo bom senso. E Padre Libânio se alegra com essa duplicidade de linguagem que permitiu enganar os Bispos ingênuos.

“O próprio Paulo VI assina os documentos do Concílio com o título de “episcopus ecclesiae catholicae”. Esse título permite um duplo sentido. Num primeiro sentido, vale de todo bispo. Assim um bispo de uma diocese é bispo da igreja católica, situada na cidade ou região de que é bispo. Ou pode significar que o Papa é o único bispo da Igreja católica, isto é universal”.

“É realmente espantoso!

“Essa maneira nova de se intitular, usada por Paulo VI, tinha, então, escondida e insinuada em seu bojo, uma doutrina espúria: sem negar que o Papa é o Supremo Pontífice da Igreja, se insinuava, por meio de uma ambigüidade, que o Papa era um Bispo igual a qualquer outro Bispo, sendo apenas o Bispo de Roma. E essa ambigüidade gerava a possibilidade de democratizar a Igreja, acabando como seu caráter hierárquico. Razão teve, então, o perito modernista Yves Congar ao dizer que o Vaticano II teve papel idêntico que os Estados Gerais da Revolução Francesa, em 1789, que liquidou o poder do Rei da França, preparando seu futuro guilhotinamento. O Concílio Vaticano II, por sua ambígua doutrina da Colegialidade, prepara o destronamento do Papa.

“O Vaticano II lançou as bases ambíguas e movediças de uma Nova Igreja igualitária e democrática. “Comunitária”, como gosta de proclamar desinibidamente o novo clero, ansioso por ter sogra. O Concílio lançou as bases frouxas de uma igreja nova diametralmente oposta ao que é a Igreja católica Apostólica Romana. Daí, Padre JB Libânio falar em eclesiológica“revolução copernicana”realizada pelo Vaticano II. Copernicânica, sim, porque trocou o centro da Igreja. Antes o centro era o Papa. Agora, na Nova Igreja Soviética, o centro é o Povo.

“Padre Libânio repele a Igreja de sempre, a Igreja hierárquica, e propõe uma Nova Igreja igualitária, soviética, inspirada na ambigüidade do Vaticano II.”[9]

PAPA JOÃO PAULO II FRACASSOU NO SEU ECUMENISMO

Orlando Fedeli: “O Papa João Paulo II apoiou intensamente o ecumenismo. E apesar de todos os seus esforços e medidas para agradar os hereges nenhum deles se converteu ao catolicismo.

O Ecumenismo não só não converteu nenhum herege à Igreja, como teve um efeito péssimo: dividiu os católicos.”[10]

PAPA JOÃO PAULO II DEIXOU UMA HERANÇA DE DIVISÃO

Orlando Fedeli: “Contrariamente ao aplauso geral, a realidade mostra que João Paulo II, apesar de seu enorme valor humano, deixou uma herança de divisão. Ele que foi o papa do ecumenismo, nem conseguiu converter hereges ao Catolicismo, e nem deixar os próprios católicos unidos.”[11]

 

CANONIZAÇÕES EM MASSA DE JOÃO PAULO II: INFALIBILIDADE REAL?

Orlando Fedeli: “Não há como negar que muito numerosas canonizações realizadas por João Paulo II suscitaram perplexidades, trazendo à baila o tema da infalibilidade dessas canonizações.

Ademais, é sabido que houve uma excessiva simplificação do processo de canonização, que, segundo alguns, pode ter comprometido o julgamento acerca da heroicidade das virtudes do servo de Deus cuja vida é analisada.

Mais ainda: mesmo entre os que concordam com a infalibilidade das canonizações, discute-se qual é o objeto dessa infalibilidade: o Papa pronunciaria infalivelmente que toda vida e doutrina daquele servo de Deus pode ser tida como modelo, ou, embora essa afirmação faça parte da canonização, a infalibilidade do ato se restringiria tão somente à afirmação de que ele está no Céu, podendo portanto interceder por nós?”[13]

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[1] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=papa&artigo=20050813141959〈=bra

[2] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=mulher_dragao〈=bra

[3] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=politica&artigo=ptbras〈=bra

[4] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=politica&artigo=20050803125625〈=bra

[5] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=mulher_dragao〈=bra

[6] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050412124357〈=bra

[7] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20040320084223〈=bra

[8] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20040320084223〈=bra

[9] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070122092537〈=bra

[10] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=outros&artigo=20050406142146〈=bra

[11] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural.

http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=papa&artigo=heranca_papa〈=bra

[12] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20041231124433〈=bra

[13] FEDELI, Orlando. MONTFORT Associação Cultural. http://www.XXXX.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20050505153602〈=bra

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