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Heresias na diocese de Bragança Paulista?

Como era de se esperar, quando os tradicionalistas anti-Vaticano II defendem alguma coisa, é preciso ficar “de olho”. E ainda mais quando a defesa vai junto com o ataque aos pastores da Igreja. É o programa do Lutero, revivendo sempre na figura deles.

Agora, a propósito da remoção de uma comunidade de frades carmelitas da diocese de Bragança, diversos sites tradicionalistas fizeram um escândalo contra o bispo, Dom Sérgio Aparecido Colombo. Ele foi jogado na lama mais profunda. O fratresinunum chega a insinuar que se trataria de uma vingança contra o fato de que o carmelita celebrava missas em latim, vendo aí que a “tentativa de subverter a prática da religião católica por parte do povo deixaria claro qual era o intento da diocese ao expulsar uma comunidade religiosa” . E como bons policiais da Igreja, os fanáticos do fratresinunum alertam: “É importante que as autoridades eclesiásticas acompanhem o desfecho dessa triste novela. De nossa parte, faremos questão de recordá-las de seu dever“.

Quem deu, na Igreja, a este grupelho, faculdade de “recordar” aos bispos o seu dever? Eles se autoinvestiram do poder de fiscais da Igreja.

Também, foi promovido, por mãos anônimas, muito ao estilo deles, um abaixo assinado para pressionar o bispo. Diz o texto do pedido:

Em face à expulsão do Mosteiro Carmelita Tradicional de Atibaia-SP e do Pe. Christian Augusto Spinola Montandon, conhecido como Frei Tiago de São José, em 20 de Novembro de 2012, por razões “obscuras” por parte de sua Excelência Dom Sérgio Aparecido Colombo, Bispo de Bragança Paulista, pedimos a revogação da atitude tomada e a conseqüente autorização da permanência do Mosteiro e do Frei, sem alterações sobre o modo como ele funcionou durante os últimos anos. 

Quais razões “obscuras”? Um bispo que exerce suas funções de pastor? É sempre assim. Os tradicionalistas dizem respeitar a hierarquia… sempre e quando a mesma sirva os seus interesses. Do contrário tudo são “razões obscuras”. O site do Vaticano aponta este comportamento como verdadeira heresia por parte dos tradicionalistas

Pelo seu lado, a Montfort não deixou de promover a sua campanha contra a atitude do bispo, no seu site.

Mas agora as coisas vão se esclarecendo. Foi por causa da missa? Desobediência? Fim de comodato? Ou vão aparecendo coisas muito estranhas no meio daquela comunidade? Entre outras coisas, cultos a uma água que os frades teriam no local. E que segundo depoimentos gravados em vídeo, tomando a água “você ingere o Deus vivo, mesmo” (ver minuto 1:30 do vídeo). Uma água divina? Que há por detrás de tudo isto?

Chegam também informações de que a comunidade fora acolhida no Paraguai. Será que os “novos inquisidores”, sempre tão zelosos pela ortodoxia, alertaram a Dom Rogelio Livieres, bispo de Ciudad del Este, contra estes estranhos ritos?  Certamente não. Fossem eles feitos pela Canção Nova que eles se rasgariam as vestes. Já Nosso Senhor Jesus Cristo definiu estes fariseus como raça de víboras.

Atualização: é previsível que o vídeo seja retirado do ar. Nesse caso existe copia do mesmo.

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Culto a Fedeli?

Comentário deixado no site por um visitante.

O Fedeli sempre criticou as visitas ao túmulo do Plinio, como parte do culto prestado a este. Agora os seus discípulos imitam os do Plinio, peregrinando ao tumulo do Fedeli e da mãe dele. Impossível não ver as semelhanças entre Montfort e TFP Veja em:

http://picasaweb.google.com/emiliopaulope/CongressoDaMontfortSaoPauloAgostoDe2010#

  

(O álbum de fotos foi deletado após a nossa publicação. É o de sempre…)

De qual igreja fala Fedeli?

Orlando Fedeli da Associação Cultural Montfort:

“Foi Nossa Senhora quem abençoou os textos do site Montfort e fez com que você encontrasse o que precisava.

Caso você um dia vá até Fátima, diga a Nossa Senhora que tenha pena de mim também, para que eu possa servi-la até morrer. Diga a Ela que, como pela minha idade, falta-me ainda pouco tempo, que Ele me permita dar aulas e escrever cartas em defesa da Igreja Católica até o dia de minha morte, porque só pela Igreja quero viver e morrer.”

Fonte: montfort.org.br

Marchar contra o inimigo, no ponto mais duro da batalha

Orlando Fedeli da Associação Cultural Montfort:

“Padre, rogo-lhe do fundo de minha alma: nas suas Missas peça a Deus que me dê mais zelo contra os hereges, e simplicidade de alma, que me faça ir diretamente contra os inimigos de Deus, sem voltinhas e sem rodeios. Como dizia Du Guesclin em sua oração ao Rei São Luís IX: “que eu marche “droit au but, droit au plus dru”, isto é que eu marche diretamente contra o inimigo, no ponto mais duro da batalha, galhardamente. “

“O que quero é que Deus me perdoe meus erros e meus pecados. Para obter esse perdão, luto pela defesa da Fé, e pela conversão das almas, indo sempre “droit au but, droit au plus dru”.

Quem sabe, padre, Deus levando em conta minha reta intenção, e meu combate, tenha misericórdia de meus inúmeros pecados e me conceda a sua paz. Porque, como Santa Joana d´Arc, afirmo que só se conseguirá a paz na ponta da lança.”

Fonte: montfort.org.br

Vaticano II e missa nova, com Fedeli não!

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort

 “Você tem razão. Essa pessoa, infelizmente, ficou cega pelo ódio. Esse indivíduo, pedira para entrar em contato comigo, pois pretendia colaborar com a Montfort. Disse-lhe que isso só seria possível acertando os ponteiros sobre o Concílio Vaticano II e a Missa Nova.”

Fonte: montfort.org.br

Orlando Fedeli, delirando…

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

 “Sem ligações jurídicas com qualquer grupo, apenas comprometida com a defesa da Igreja e da Fé católica, a Montfort aproveitará, em suas polêmicas, todas as concessões de princípio feitas e admitidas por Bento XVI, para continuar a atacar os erros modernistas do Concílio Vaticano II, como a colegialidade, o ecumenismo, a liberdade de religião e de consciência, o estado laico e a Missa Nova, combatendo ainda o sede vacantismo, os cismas e as revoltas, confiante de que o canto do galo anuncia a aurora. Confiante nAquele que disse que “As portas do Inferno não prevalecerão”, a Montfort estará sempre combatendo pela Igreja, agora, na noite dos erros, enquanto o galo canta, no amanhecer, e mesmo durante o dia futuro.”

Fonte: montfort.org.br

A guerra de Fedeli vai para longe…

Orlando Fedeli, da Associação Cultural Montfort:

“Certamente a guerra não terminou. Nem estará terminada com a liberação da Missa de sempre. Isso é certo. A guerra durará muito tempo, mesmo depois de liberada a Missa de sempre”.

Fonte: montfort.org.br

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