IDOLATRIA? Culto a Fedeli. A seita vai tomando corpo…



Um ex discípulo do Fedeli esta divulgando na internet “orações” feitas ao chefe da seita.


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Ladainha e rogações ao Professor

Kyrie eleison
Christe eleison
R: Kyrie eleison
Chiste, audi nos
R: Christe, exaudi nos
Pater de caelis, Deus miserere nobis
Fili, Redémptor mundi Deus, miserere nobis
Spiritus Sancte Deus, miserere nobis
Sancta Trinitas unus Deus, miserere nobis

Que Vossa Sabedoria, ó Professor, tome conta e posse de mim!
Que Vosso Discernimento, ó Professor, seja meu escudo contra as heresias de hoje!
Que Vosso Senso Histórico, ó Professor, ilumine minha inteligência para
compreender e amar a Obra de Deus!
Que a verdadeira seiva sadia da plebe, plena em Vós, ó Professor, me ajude
em meus caminhos!
Que a agilidade angélica nas polêmicas, que em Vós é insuperável, ó
Professor, seja meu instrumento na luta contra o mal!
Que nossa Santa Mãe, a carinhosa dna. Tosca, me proteja e me ampare num
verdadeiro Perpetuo Socorro!
Que o Vosso Carisma Apostolico, ó Professor, jamais se retire da terra!
Que a Santa Igreja seja sempre assistida pelos Vossos dons, ó Professor,
para assim tornar-se mais patente sua imortalidade!
Paladino da Ortodoxia, ó Professor, rogai por nós
Intrépido no combate aos maus, ó Professor, rogai por nós
Puro de coração e de espírito, ó Professor, rogai por nós
Inabalável diante dos erros do Concilio, ó Professor, rogai por nós
Vós que nunca vos vendestes a Estrutura, ó Professor, rogai por nós
Invencível Martelo contra o profeta de Higienopolis, ó Professor, rogai por nós
Pelo Vosso insuperavel Panache, ó Professor, rogai por nós
Vós que sois o Atanasio brasileiro, ó Professor, rogai por nós
Vós que sois o Amante da Guerra Santa, ó Professor, rogai por nós
Vós que sois o Denfensor Ardoroso das Cruzadas e da Inquisição, ó Professor, rogai por nós
Vós que sois a Pedra de Escandalo e Sinal de Contradição, ó Professor, rogai por nós

Ó Professor Inconparável, rogai por nós
Rogai por nós ó Santo Professor, para que sejamos dignos do futuro no qual
nos fizestes crer

Oremus
Na terrível crise pela qual passam a Igreja e a Civilização, nós que fomos
chamados a Vos admirar e a seguir Vossos passos, sentimos o desamparo de
nossa fraquesa e por isso imploramos a Vossa poderosa interceçao para nos
manter dentro da firme promessa de sempre desejarmos mais cristais
atrevimentos. Que Vossos infalíveis conselhos sejam a luz de nossos
caminhos. assim seja

* * *

ORAÇÃO PEDINDO A GRAÇA DA FIDELIDADE COMPLETA AO CHANTECLER DE MARIA!

Trindade Santíssima, Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, Fonte Suprema de toda verdade, bondade e beleza. Eu, [nome completo], tomando como testemunha todos os Anjos e Santos do Céu e todas as alma do Purgatório, elevo até o Vosso Trono Supremo a minha humilde oração, para Vos pedir as graças que me são mais necessárias para cumprir esta minha sublime missão: a de discípulo do Professor, Orlando Fedeli.
Tenho inteira consciência de que o chamado para servi-lo é uma vocação especial dos últimos tempos; é a maior graça que uma pessoa pode alcançar nos dias de hoje. Com efeito, neste mundo mergulhado na maior crise da história, em que todos os poderes estão entregues à gnose, em que a abominação da desolação chegou até o lugar santo, vemos todos os Vossos ministros prevaricarem de mãos dadas com Vossos inimigos. E o nosso Fundador, o Professor Orlando Fedeli, Defensor da Fé, o Escolhido de vossa Mãe Santíssima, é a única pessoa que ficou fiel dentro da Igreja Católica, Vossa Esposa sem ruga nem mancha.
No momento em que a trama gnóstica de satanás acabou de invadir inteiramente a Vossa Igreja na pessoa de seus padres e bispos, o nosso olhar se volta maravilhado para figura do Professor, anjo do Apocalipse, espada de Deus, terror dos modernistas. A sua pureza contrasta com a podridão do clero “católico”. A sua integridade atemoriza o mundo moderno. A sua sabedoria desmascara os novos fariseus infiltrados na Santa Igreja de Deus.
Mas o nosso olhar ainda voa mais longe. Até Vós, oh Maria, Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo e nossa própria Mãe. A Vossa Pureza, Mãe da Sabedoria Encarnada e Eterna, se reflete por inteiro no Professor Orlando, Vosso Escolhido e servo fiel. Oh Mãe, a nossa devoção a ele é o caminho para chegar até Vós. A vontade dele é a Vossa vontade. A inteligência dele é a Vossa. O coração dele é o Vosso. Oh Mãe Insuperável, a Vossa Grandeza outrora estava contida na Sagrada Hierarquia. Hoje, depois da apostasia universal do clero, a integridade da Fé ficou reservada ao Vosso Escolhido, servo e guerreiro, o Professor Orlando Fedeli.
Depois do maldito e gnóstico “Concílio” Vaticano II, da prevaricação dos Papas e da infiltração maçônica nas fileiras do clero, a Vossa grandiosa resposta foi mandar à Terra o Vosso Escolhido, que tem a maior vocação da História: lutar contra o mundo inteiro no momento em que todo o mundo aderiu à gnose e ficou do lado de satanás. As forças do inferno preparam o seu último golpe mortal contra a Igreja, mas não prevalecerão, pois serão esmagadas por Vosso Escolhido. Ele desmascarará todos os falsos diáconos, todos os falsos padres, todos os falsos bispos, todos os falsos cardeais… e nossos lábios se calam aqui.
Maria Santíssima, nos Vos pedimos, pelos méritos “infinitos” do Professor Orlando, dai-nos a fidelidade à Igreja de Sempre, contra a “igreja de satanás”. Fazei que eu seja como ele, um “Católico Apostólico Romano, apenas, sem nenhum adjetivo a mais”. Fazei com que eu seja digno de estar entre aqueles benditos eleitos, entre aqueles cordeiros ou ovelhas do rebanho abençoado, dos quais ele fará almas-espadas, conforme ele mesmo nos prometeu solenemente: “Eu faço almas-espadas!”, e assim eu não tenha medo de denunciar, por todo lado aonde eu for, a apostasia e a podridão dos ministros do altar, infiltração gnóstica, e a próxima renovação da Igreja Una e Santa, pelas mãos sagradas do nosso excelso Professor.
Tornai-me um digno discípulo deste Escolhido que não teme dizer ao mundo inteiro: “Que faço na Igreja? Atiço brasas que se apagavam! Fortaleço canas torcidas! Sopro em fogueiras bruxuleantes! Acendo tochas! Inflamo candelabros! Faço catedrais nas almas! Catedrais de luz e de vitrais, de verdades e virtudes, cheias de sombra e luz, para que Deus habite nelas!”
Diante de tanta sublimidade de vosso Escolhido, oh Maria Santíssima, Mãe Imaculada, dai-me fé para acreditar nele. Dai-me fé para acreditar que tenho a vocação de ser discípulo dele. Dai-me fé para ver o estado imaculado da alma dele. Dai-me a fé que move as montanhas para segui-lo sem hesitar, para amá-lo sem limites, para servi-lo sem descanso, para dar tudo o que é meu a ele, sem nada reservar para mim.
Maria Santíssima, sem pecado original: dai-nos a certeza de que ele foi preservado da mesma mancha desde o primeiro instante em que foi concebido no seio bendito de sua bondosíssima mãe, a querida Tosca, nossa mãezinha também, a mais Pura e Melhor de todas as mães. Fazei com que a pureza insondável dele e dela me envolva, e me torne mais branco do que a neve. “Asperges me hissopo et mundador, lavavis me et super nivem dealbabor”.
Pelos méritos deles, Mãe e Filho, pelo sofrimento deles, pela humildade deles, eu Vos peço tudo isto, e muito mais. Amém.

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Delírios, culto à personalidade e lavagem cerebral

O documento que damos a conhecer é de estarrecer.  O autor é um dos fundadores da Montfort. Insuspeito, por tanto. Suas palavras são dignas de causar espanto a qualquer pessoa sadia…

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Não sei como o senhor me conheceu, mas suas informações são exatas: fui da TFP de 1974 a 1982 e da Montfort desde a fundação desta associação até 2002, quando me afastei devido a graves problemas doutrinários e morais desta associação.

Eles não são mais católicos que o próprio catolicismo, se me permite discordar. Eles estão lentamente e, em muitos casos, inconscientemente, deixando de ser católicos, criando uma igreja autocéfala. Eles ainda se dizem submissos à Hierarquia da Igreja, mas repare como eles escolhem nos documentos da Igreja aquilo que lhes convém aceitar e obedecer.

Assim, por exemplo, no Motu Próprio do Papa Bento XVI eles aceitam e até se rejubilam pelo retorno de Missa Tradicional (o que de fato é uma coisa ótima), mas recusam a aceitar que não haja nada de errado com a Missa de Paulo VI, como é dito no mesmo documento. Eles aceitam a criação do Instituto Bom Pastor (IBP) só porque por um raciocínio sofístico pretendem
que a criação desse instituto seja um reconhecimento de que há erros no próprio texto do Concílio Vaticano II. Por outro lado, quando o Papa diz que não há outro modo de ser católico a não ser aceitando o Concílio Vaticano II, eles fingem que não é com eles.

Assim de escolha em escolha, a Montfort dá os primeiros passos no caminho de todos os hereges. Não por coincidência, a palavra “herege” significa etimologicamente “escolha”. Lutero dizia, no seu tempo, que a Igreja tinha se corrompido, apontava os escândalos do Papa e da Cúria Romana – muitas vezes verdadeiros – como prova disso; citava Santo Agostinho para mostrar como a Igreja tinha “adulterado” a doutrina da graça – de fato, essa questão foi muito discutida depois de Santo Agostinho; dizia que a doutrina do purgatório era uma invenção medieval – a palavra “purgatório” só começou a ser usada no século XII. Como remédio para as “deturpações” da Igreja Romana , ele recomendava um retorno às Escrituras na forma do “livre exame”. Essas Escrituras, naturalmente interpretadas pelos “bons pastores” seriam a própria voz do Espírito Santo para os cristãos.

Mutatis mutandis é exatamente o que faz a Montfort. Não é pródiga nos seus artigos e nas suas reuniões a arte de difamação do clero? Já leu o senhor as absurdas acusações que o Prof. Fedeli faz a Pio XII no seu estudo sobre o Movimento Litúrgico? E nas reuniões, já lhe falaram da Madre Pasqualina? Sabe o senhor a quem se refere o epíteto “Johnny Walker”? E não diz o site da Montfort que a doutrina do Concílio Vaticano II é “gnose” mal disfarçada? Não se corrompeu o Santo Sacrifício com o gnóstico rito do maçônico Mons. Bugnini? E qual é a solução, para a Montfort? Manter-se fiel à “Tradição”, virar as costas ao Magistério da Igreja, quando este se afasta da “doutrina de sempre”. Não é exatamente o mesmo esquema de Lutero?

Faltou apenas um elemento: os “bons pastores”. Alguém precisa dizer qual é a “doutrina de sempre”, como aplicá-la à situação atual, como separar o joio do trigo nos documentos pontifícios. Terá já a Montfort um “bom Pastor” nesta tarefa? Certamente não tardará a encontrá-lo.

“Há um caminho que parece reto, mas conduz ao fundo do abismo”, diz o livro dos Provérbios. Esse é o “sendero” da Montfort.

Mas porque tantas pessoas são atraídas pela Montfort? Uma pessoa a eles ligada me disse num e-mail: “A Montfort é um feudo”. Obviamente não se trata do sentido etimológico da palavra: uma possessão territorial, nem do sentido de “panela” em que hoje o termo é usado. A expressão designa uma relação entre pessoas: na Montfort existe um suserano e existem vassalos. Ao entrar no movimento a pessoa entrega ao líder sua inteligência, sua fidelidade, seu tempo. Ela deve aceitar os oblíquos raciocínios e as malsãs calúnias do Prof. Fedeli, mesmo percebendo que há algo de torto em tudo isso. Em troca o neófito ganha formação para entender o mundo atual e a proteção da Graça de Deus.

Obviamente é uma troca injusta: o Prof. Fedeli faz uma apropriação indébita da graça. Numa reunião ele chegou a dizer que todas as graças para os membros da Montfort vêm através dele. Também não se diz que só existe a Graça de Deus dentro da Montfort, mas na prática quem sai da associação se corrompe. É claro que existem muitos pecados – e de todos os tipos – dentro da Montfort e muitas virtudes fora (também há virtudes dentro da Montfort e pecados fora) porque as barbacãs da Montfort não são limítrofes da Graça de Deus e nem obstáculo à ação do demônio. Para manter essa ilusão de segurança no feudo é preciso criar falsas prescrições morais que só num grupo fechado podem ser praticadas: começa com a proibição da calça comprida para as mulheres e o senhor não imagina onde vai parar.

A respeito das promessas da Montfort vale bem o antigo provérbio: “nem tudo o que reluz é ouro”.

Já vai grande essa mensagem, por isso termino com minha opinião, como o senhor pediu. Mantenha-se bem fiel à Igreja Católica e ao seu Magistério, que vem do Concílio de Jerusalém até os dias de hoje e, como Nosso Senhor prometeu, durará até o fim do mundo. Reze muito, tenha um bom confessor e seja assíduo aos sacramentos. Jamais falte à Missa, qualquer que seja o rito, desde que aprovado pela Igreja. Na medida do seu tempo procure estudar as Encíclicas recentes, de João Paulo II e de Bento XVI e encontrará aí tesouros de sabedoria e de formação espiritual. Tenha uma imensa confiança em Nossa Senhora.

Quanto à Montfort, basta lembrar o verso de Dante: “non ragioniam di lor, ma guarda e passa”.

Recomendo-me às suas orações.
Atenciosamente,


Para citar este artigo:ZUCCHI, Eng Wagner. Apostolado Veritatis Splendor: Carta de Wagner Zucchi sobre a Montfort. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/4609 . Desde 3/12/2007.

Respostas

  1. Por aqui aparece muito idolatra a Fedeli

    Mas, graças a Deus

    apareceu o Sr Alejandro que conheceu o mestre Fedeli ainda de fraldas na mão nos belos anos que ele era TFP até a alma e confirma a verdade deste texto.

    É UMA VERGONHA PARA OS CATÓLICOS !

    ISTO NÃO É CATOLICISMO, NUNCA FOI !

  2. Buenas tardes.
    Conocí a Orlando Fedeli en el año 78, en un viaje al Brasil, con la TFP. Era un Profesor frustrado, puesto de lado. Siempre tuvo envidia del Dr. Plinio Correa de Oliveira y de su discípulo Juan Clá, hoy sacerdote. Estas oraciones eran rezadas por los alumnos de Fedeli. Era muy vanidoso. Desde que salió de la TFP el Profesor ya no es el mismo. La envidia le cambió la vida.
    Alejandro M.

  3. ESTE BLOG É O MELHOR DO MUNDO!!
    FEDELI, SOIS UM HEREGE!!!!
    VIVA A IGREJA CATÓLICA, APOSTÓLICA E ROMANA!

  4. Este Blog é apenas uma cópia de fedeli, um espelho, mas não pude deixar de notar que tu estás muito enganado a respeito da Verdadeira Igreja, esta Igreja é dirigida Por Bento XVI que está em Roma e Não Por Orlando fedeli que está na Montfort em Saõ Paulo.

  5. Acho um grande absurdo todas essas acusações contra o Prof. Orlando Fedeli, principalmenye sendo ele um homen que divulga e defende firmemente a doutrina da Santa Igreja.
    Leio frequentemente o Montfort e continuarei lendo, pois sei que é la que encontro a verdadeira Igreja, e não em blogs hereges que não fazem outra coisa a não ser propagar o erro.
    Foi sem dúvida nem uma, uma grande imbecilidade comparar Fedeli ao nojento lutero.
    Espero que você não cometa também o erro de chamar este blog de católico, pois aí você estará dando seu atestado de insanidade mental!

    Sanct Michael Archangele, defendenos in praelio!

  6. Um Blog sem assinatura,sem responsável é muito estranho….
    Se For quem penso, Sr Orlando esta certo.

  7. Peço a gentileza de retirar deste site qualquer referência a minha pessoa. Independente do assunto e do argumento, prefiro caminho de bem e de paz. Tornei-me alvo de desrespeito por parte das pessoas sem fé e de visão errada da Igreja. Mas eu prefiro trabalhar para o bem e para a verdade, na paz. Cito a frase do meu confrade São Maximiliano Maria Kolbe, um santo franciscano: “O ódio não é a força criativa. A força criativa é o amor!” Acredito nas vossas boas intenções e na retirada de todas as referências à minha pessoa. Tenho direito à honra e ao respeito e estas publicações só multiplicam a polêmica desnecessária.
    Deus abençoe a todos.
    Dom João Wilk, bispo de Anápolis – GO

  8. Caro Sizenando,

    Se São Pio X é mais papa do que Bento XVI eu não sei lhe dizer, só sei que ambos são Sucessores de Pedro.
    Mas no momento, entre São Pio X e João Paulo II, o único santo canonizado oficialmente pela Igreja foi São Pio X.
    Não quero dizer com isso que João Paulo II não é Santo lá no céu. (isso só Deus sabe).
    Mas reconhecido até o momento como Santo, somente São Pio X.
    Me despeço. Não vale à pena discutir.
    Rodrigo.

  9. Paz de Cristo para todos

    Todos nós somos Católicos Apostólicos Romanos
    Todos Nós Observamos as palavras de Nosso Papa e a seguimos.

    Vejo pessoas criticando os ultimos papas e citando como Santos os Papas anteriores, como se somente eles fossem Papas e João Paulo II não Fosse e Bento XVI fosse apenas um Malhonete nas mãos de uns tais modernistas.

    Fico muito triste com estas palavras, e respeito a todos os papas, porem o atual é Bento XVI e ficam usando textos de Pio X para condenar o que ele diz e pronuncia oficialmente.

    Pio X por acaso é mais Papa de que Bento XVI, ou mais Santo que João Paulo II ?

    Realmente Rodrigo tudo isto é banalidade mesmo.

    Sizenando

  10. Caríssimo(a) Presente pra você (também anônimo),

    Sinto muito que você pense assim.
    Eu não sigo Fedeli, nem Veritatis, nem FSSPX, mas sigo a Una, Santa, Católica e Apostólica Igreja de Cristo, na qual tem o supremo poder o Santo Padre o Papa. Digo à você que também à siga, se quiser salvar-se. Sendo assim, não posso deixar de obedecer os papas mortos que você não segue.
    Sigo a doutrina da Igreja, aquela que foi ensinada por Cristo aos Apóstolos, e que é e sempre deve ser a mesma. É isso o que eu tento seguir na minha vida.
    Quanto ao resto, é tudo banalidade.
    Em Cristo, na Igreja Romana.
    Rodrigo

  11. Caros
    Pax

    Seita é Doutrina ou sistema que diverge da opinião geral e é seguido por muitos.

    Cuidado com o que expressam…

    Graças ao Senhor Jesus Cristo sigo a verdadeira e única Igreja de Cristo que é a Católica.

    Só peço que vocês orem uns pelos outros e comecem a seguir melhor a verdadeira fé que Nosso Senhor nos deixou.

    Este é meu último comentário pois eu não tenho tempo a perder com vocês.

    Apenas rezo por vocês.

    Encerro aqui minha pequena jornada…
    Pax
    BH -MG

  12. Caro Irmão Rodrigo Santana

    Vejo que Você também lê o site do Fedeli, logo você deve saber muito bem que, neste blog aqui, só tem cópia do que seu mestre falou e disse. Quando voce critica este site dizendo ser inverdades os textos copiados da Montfort, você está na verdade criticando seu proprio mestre e autor destas palavras lindas, mas não verdadeiras.

    Repito o que voce diz, este blog é um alerta contra este site que precisamos ter muito cuidado ao lê-lo, aqui são só pequenos trechos, mas os artigos completos estão lá mesmo, já conferi vários deles e é verdade os absurdos que ele diz contra a Igreja Verdadeira, contra o Papa e os documentos da Igreja.

    Para o João Silva, não vejo ninguém insultando o Nosso Grande e Sábio Professor Orlando aqui, só vejo divulgação e propaganda gratuita de seu site Montfort, que aliás, os links estão todos aí.

    Prefiro seguir mesmo um Papa vivo, não sou como os Sedevacantistas que seguem um Papa, mesmo Santo, mas que já esteja Morto a muitos anos.

    Breve estaremos rezando também para o Santo Papa João Paulo II, porque em breve será reconhecido oficialmente por Roma como Santo, definitivamente, enquanto que os fedelistas preferem o menosprezar e difamá-lo.

    Deixai que os Mortos enterrem seu proprios mortos, quanto a Você, vem e segue-me.

    Jesus te convida agora João, Jesus, este sim não morreu, está vivo.

    Pax.

  13. “Deixem de se preocupar com o que outras pessoas que ainda não encontraram verdadeiramente o caminho”… Joao, você é um verdadeiro seguidor de uma seita. Isso não é cristão. Cheira a seita. Lamento. Marcia.

  14. Caros
    Pax

    Deixem de se preocupar com o que outras pessoas que ainda não encontraram verdadeiramente o caminho para seguir fielmente a Jesus Cristo, ao contrário em suas orações peçam pela alma desta pessoa deste SITE.

    Orai e vigiai !!! e não Orai e Julgai !!!

    Cristo nos ama e pede que nos amemos também.

    Quanto a Fedeli orem por ele também, pois é difícil para uma pessoa sofrer tantos insultos.

    Quanto ao modernismo… São Pio X já nos alerta há mais de cem anos…

    Fiquem atentos e busquem a verdade sempre …

    Abraços…

    Joao Silva
    Belo Horizonte – MG

    SAO PIO X – ROGAI POR NÓS!!!

  15. Seria mais coerente da parte dos fedelistas que assumissem sua posiçao sedevacantista. O Papa ´´e responsavel pelo novo catecismo e pela aplicaçao do Vaticano II, pouco importando as defesas fedelianas do Papa, com base em sofismas ou citaçoes deturpadas ou descontextualizadas. Portanto deveriam considerar de uma vez Bento XVI como herege e se assumirem como grupo apartado.
    Ha muitos grupos sedevacantistas por ai, ordenando padres e bispos a torto e a direito, ate mesmo homens casados.

  16. Prezado Rodrigo, salve Maria.
    Acabo de ler a sua mensagem acima. Muito boa mesmo.
    Mas acho que você não deve perder o seu tempo com esta gentália. Eles (ou ele) que fizeram este site são pessoas más, que não assumem o que fazem e que por isso mesmo não tem crédito.
    Imagine você se Cristo faria uma ação anônima? Você matou a questão: não é nada cristão criar um site e não assumir a autoria.
    Sugiro a você que se preocupe mais em ler a enciclica Pascendi, compreendendo cada ponto dela, aquilo que foi ensinado e comparar com o Vaticano II. Sugiro também que leia o Catecismo de São Pio X e veja que lá é ensinado que os hereges não tem fé, e compare com o Vaticano II, que ensina que estes hereges tem direito a publicar em qualquer país e em qualquer situação a sua “fé”.
    Somente um estudo profundo e não superficial juntamente com orações sinceras poderão fazer com que você se livre da má influência destas pessoas que defendem o Concílio.

    Um abraço e pode contar sempre com as minhas orações. Que Deus ilumine os seus olhos para que você enxergue o óbvio.

    Sandro Pelegrineti de Pontes

  17. Anonimato Sim! Quem é você, Veritas?
    Você desviou o assunto dando a entender que critico o site Montfort, enquanto na verdade critico este seu site.
    Aliás qual é o seu nome?
    É cristão criar um site e não assumir sua autoria?
    Quem é você Veritas?
    Aliás, não estou nem aí com Wagner Zucchi!
    Estou aí com São Pio X e o magistério tradicional da Igreja.

  18. Anonimato? Rodrigo, você não leu a carta acima? É o Wagner Zucchi, ex fundador da Montfort. Ele fala com conhecimento. Quanto ao site são afirmações do Fedeli, palavras dele. Alias, você fala certo: pelos frutos conhecemos o Fedeli. Mas você diz uma coisa muito verdadeira: leitores, cuidado com este site. Não acreditem nas loucuras do Fedeli. Sigam a Igreja de Roma. Lutero também falou contra o papa, o clero da época.

  19. É preciso refletir seriamente sobre pessoas que levantam falso testemunho sobre outras. Principalmente quando dizem coisas no anonimato.
    Esses anônimos devem se achar os “donos da verdade”, mas a verdade é que não tem a coragem admititr publicamente suas “verdades”.
    Leitores, muito cuidado com este website.
    “É por seus frutos que os reconhecereis”.
    Este é o caso deste simplório website.

  20. Para Pedro Pelógia

    É presentepravocemesmo não é paranãoseiquem

    Quando Deus nos dá sua graça, ela não serve para outra pessoa, ela é nominal, é como um cheque nominal a você, mesmo que você endosse para outra pessoa, ele não irá receber jamais, este presente é só para você mesmo, se você não quizer, tem todo direito de negá-lo, mas como se diz: “de graça aceito até urubu voando”, “cavalo dado não se olha os dentes” ou a famosa história do “Cavalo de Tróia”, o aceitaram sem suspeitar que seria uma armadilha.

    Mas este Presente não vem do Inimigo, Vem de Deus vosso Pai de Amor, é um dom de Deus, e a respeito destes dons, não quero que vivais na ignorância…. “Como diz São Paulo aos Corintios”

    Portanto não vou me delongar sobre isso.

    Pode não ser o meu nome, mas é a minha identidade na “NET”.

    Quanto à Montfort, são muitos que escrevem lá, me parece, que este blog aqui só se preocupou com um deles, nada tem a dizer referente aos outros, nem ao Marcelo ou a Ivone que também assinam “Fedeli”, será porque ?

    Quanto às suas cartas que lá são publicadas, são selecionadas de acordo com a sua vontade do mestre e atendendo seus objetivos, e quem me garante se aquelas pessoas existem mesmo, voce acredita que já escrevi para muitas daquelas pessoas, tanto as agredidas quanto as agraciadas e nunca ninguem me respondeu, nestes blogs as coisas são muito mais transparentes, meu nome é a minha identidade, se eu queimar minha identidade, queimei o meu nome.

    Referente à vontade de Jesus, Não respondo nada, só lhe faço uma pergunta, o que significa este texto dito por Jesus, farei uma cópia e um Link para não dizerem que estou inventando coisas:
    aprendendo e usando este recurso maravilhoso da net.

    http://www.bibliacatolica.com.br/busca/01/1/um+s%F3+pastor
    (São João 10,16)
    Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco. Preciso conduzi-las também, e ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só pastor.

    Eu não chamo isso de ecumenismo, eu chamo de vontade de Deus.
    Eu não sou um obstáculo pra que Jesus alcance este objetivo no mundo, espero que você também não seja.

    Um outro comentário, disse que existem dois rebanhos distintos, aliás também esta na biblia.
    (São Mateus 25,33)
    Colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda.
    http://www.bibliacatolica.com.br/busca/01/1/ovelhas+dos+cabritos.
    os que são de Deus e os que não são de Deus.
    Os Filhos de Deus e os Filhos do maligno.
    O Trigo e o Joio, e assim por diante…

    Existe varias maneiras de se conhecer um filho de Deus, basta observar se ele aje assim como Jesus agiu e mesmo assim ainda corremos o risco de errar, somente Deus conhece a verdade de nossos corações.

    Este único rebanho será um único corpo, unidos no amor de Deus, serão uma só alma e um só Espírito, serão um, assim como o Pai e o Filho são um, um só objetivo.

    Eu não chamo isso de acôrdos, alianças ou diálogos inter-religioso, eu chamo isso de obediência à palavra de Deus, se alguém achar que isto é protestantismo, digo, Maria também pensa da mesma forma e estará conosco nesta luta, protestante “carola” terá que mudar sua maneira de pensar para fazer parte deste rebanho, se por acaso realmente quizer ser salvo.

    Esta tal de diplomacia, retratinho aqui, retratinho ali, aperta a mão aqui, aperta a mão ali. isto é só para encher linguiça e manter as aparências de quem prefere ficar em seu proprio lugar sem se incomodar com a vontade de Deus.

    O Ecumenismo jamais se revelará numa verdadeira união, porque é a maneira humana de se dizer estar obedecendo a Deus com reservas de domínio, por isso não dá certo.

    Pegue uma massa de Durepoxi “parte branca adesivo” “parte Cinza massa secante”, faça duas bolinhas bem redondianhas e junte as duas uma na outra, apertando um pouco sem amalgamá-las, o que acontecerá ?
    No dia seguinte as duas partes estarão coladas onde se juntaram uma na outra, mas faça um pequeno esforço e será separado com pouca ruptura entre as duas partes, “sem prejuíso para ambas” este é o Ecumenismo de hoje, se verdadeiramente buscar-mos a união verdadeira, faça um almalgama na massa e tente depois separá-las se fôres capaz, está é a vontade de Deus, todos os seus filhos como um só povo unido num só coração.

    Isto é apenas uma utopia ?
    Isto é possivel ou não ?
    O que nos diz o Apocalipse sobre Isso ?
    Haverá um só rebanho e um só Pastor !

    repito suas palavras copiando-as aqui como minhas.

    “Estou torcendo pela mesma causa que você: tomara que o ecumenismo religioso desapareça da face da terra, tomara que deixe de existir, porque é contrário a Nosso Senhor Jesus Cristo.”
    Ecumenismo não é a união verdadeira que Jesus espera de nós seus Filhos, Caro irmão mais velho do Filho pródigo. Venha festejar conosco, entre para dentro da casa do Pai, aceite a sua vontade, ame de todo coração seu irmão mais novo, podia até ser pródigo, mas acima de tudo é seu irmão.

    Não se esqueça do Presentinho !

    Nós te amamos irmão.

  21. Caro “Xerox”

    Acho que não me fiz entender… eu sou CONTRA o ECUMENISMO! sou contra idéia de ecumenismo, ou um “fantasma ecumênico”, já que você afirma que o ecumenismo não existe.

    A questão não é se ele existe ou não existe: ele NÃO DEVE existir. O ecumenismo é contrário à ordem de Jesus Cristo, que disse “ide e pregai o Evangelho”, “ide e batizai”; Jesus não disse “Ide promover o diálogo com as religiões”, “ide comparar a sua fé com a fé de outros povos”.

    Estou torcendo pela mesma causa que você: tomara que o ecumenismo religioso desapareça da face da terra, tomara que deixe de existir, porque é contrário a Nosso Senhor Jesus Cristo.

    E desculpe pela demora em responder: é que estou com problemas com a velocidade de conexão e, quando conecto, aproveito o tempo com coisas mais úteis…

  22. Pedro é meu nome e Pelogia é meu sobrenome, e o outro Pedro é outra pessoa.

    Não gosto de me esconder por trás de apelidos para dizer a verdade. Verdades devem ser ditas por pessoas verdadeiras e não mascaradas.

    Mais uma nota de louvor ao site da Associação Montfort: lá todos os artigos são devidamente assinados com nomes de seres humanos – e não xerox, presentepranumseiquem, monge… quem posta no site Montfort assina com o nome de BATISMO…

  23. Desculpe-me a intromissão, mas preciso saber

    Pedro
    e Pedro pelogia

    São duas pessaos diferentes e de lados opostos ?
    São a favor do fedeli ?
    Ou apenas queriam saber o nome do autor deste Blog, que aliás percebeu o movimento e até que enfim colocou mais dois textos hoje.

    Para nossa diversão.

    respondeu também a pergunta da maioria das pessoas acima:

    O principal conteúdo do presente blog são afirmações publicadas de Orlando Fedeli sobre os mais variados assuntos. Se alguém não gostar, reclame com o autor. As fontes estão indicadas.

    leiam o autor.

  24. Pedro

    Voce sabe tão bem como que Ecumenismo não existe é apenas uma utopia, para os crentes ele é apenas uma minhoquinha num azol, para voces é um motivo para polemizar, e outros nem sabe do que se trata, desta forma jamais irá acontecer nada de bom.

    Já, nas palavras de Jesus, que são eternas, eu creio, não quero nem saber como ele fará, mas sei que um dia haverá um só rebanho e um só Pastor “Jesus”, não pretendo ser um obstáculo a esta ação e espero estar no meio deste rebanho, independentemente de quem esteja ao meu lado, seja quem for, será um escolhido de Jesus. Voce sabe muito bem que muitos serão chamados, mas poucos aceitarão o convite para entrar para as bodas do Cordeiro, mas ainda há tempo para comprar um oleo extra enguanto aguardamos o Noivo da Igreja Santa sem Ruga e sem Mácula.

    Podem até existir muitos nomes e titulos, várias linguas, raças e nações, mas Igreja só existe Uma.
    Aquela que é o Corpo de Cristo, nós somos apenas membros deste Corpo Espiritual, mesmo sendo um dedo mindinho, sem função alguma, espero permanecer ligado a este Corpo até o Fim.

    São Paulo já falava aos Corintos das intrigas que poderiam ocorrer neste Corpo (Cap 12), mas não é novidade nenhuma, dentro de nossa prória casa é onde isto mais acontece, mas o Amor de Deus prevalecerá para sempre e acima de qualquer coisa, “Um caminho Sobremodo Exelente… ultimo versículo do Cap 12).
    http://www.bibliacatolica.com.br/busca/01/1/um+s%F3+corpo

    Isto não é ecumenismo, é Sim Palavra de Deus.

    “Amai-vos uns aos Outros assim como Eu vos Amei,,,”
    http://www.bibliacatolica.com.br/busca/01/1/amai-vos+uns

    Jesus te Ama Pedro. e te conviada a fazer parte deste rebanho também, “Ez 37, 7″.
    “Profetizei, pois, assim como tinha recebido ordem. No momento em que comecei, um barulho se fez ouvir, em seguida um ruído ensurdecedor, enquanto os ossos se vinham unir aos outros. ”
    confira a citação na Palavra de Deus.
    http://www.bibliacatolica.com.br/01/33/37.php

    uma ultima copiazinha

    Contra factum non datur argumentum

  25. XEROX, permita-me “xerocar” uma parte do seu último post:

    os preconceituosos Judeus sim, tinham a salvação só para eles, MAS GRAÇAS A DEUS ELES RECUSARAM ACEITAR O SALVADOR, e o mataram, abrindo um caminho para nós, que antes eramos apenas gentios, sem direito à salvação.

    … Você se alegra e dá graças a Deus quando alguém não aceita Jesus?

    Bem se vê que é defensor do ecumenismo!

  26. Sr. Xerox:

    Primeiramente: a bíblia de Lutero NUNCA foi uma mera tradução da Bíblia da Igreja Católica (organizada pelos Bispos reunidos no Concílio de Cartago, século IV); Lutero editou a “bíblia” para sua nova religião, e fez cortes de livros e capítulos de livros, não obstante tivessem sido aprovados pelo referido Concílio, que enumerou o índice bíblico em 1. Genesis, 2. Exodo, 3. Levitico… até 73. Apocalipse… Qualquer catequizando com pálida noção histórica ou literária sabe disso, portanto não vou me delongar na questão…

    Em segundo lugar: aonde foi que eu – Pedro Pelogia – “venho dizendo” que eu – Pedro Pelogia – possuo as chaves do céu? Se eu as possuir como você afirma, espero que seja um quarto de primeira classe e vou para lá agora, deixando este “lacrimarum valle”…

    Caro Xerox: a Palavra de Deus é sábia e valiosa, e quando me deparo com versículos bíblicos interpretados livremente (à moda protestante) e fora do contexto, gosto de devolvê-los!

    Texto, fora do contexto, é pretexto!

    “Peixes de toda espécie”

    Seria mesmo inútil, bestial e criminoso pensar que Jesus, o Criador de todos os povos e raças, fosse fazer discriminação delas, muito embora na primeira fase de sua missão Ele declarasse que viera somente para os judeus, como no episódio da mulher cananéia (Mateus 15,24). Após a Paixão e Ressurreição é que o Senhor confia aos discípulos a sublime missão de ir e batizar a toda a criatura em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Sejam eles judeus, gregos, romanos, africanos, asiáticos, enfim todo homem e mulher que há na terra são convidados a partir daí a professar a fé em Jesus Cristo.
    Os peixes de toda espécie são chamados à rede de Pedro, o Pescador, que é a rede do Reino dos Céus, se me permite a alegoria. A rede do versículo, é a fé em Jesus Cristo; é a religião de Jesus Cristo, é a… IGREJA. Quem não está na Igreja, não está na fé de Jesus Cristo: é peixe não pescado, fora da rede, nadando nas profundezas do mar desconhecido numa sensação de falsa liberdade, mas que poderá ser devorado por outros peixes.

    Você me cita também o Julgamento Final – muito oportuno! No Juízo Final, conforme as palavras de Jesus no Evangelho, também vão figurar na cena DOIS GRUPOS (ovelhas e cabritos), e o JUIZ que é JESUS fará opção por UM deles (as ovelhas)…

    Jesus quer que todos sejamos UM na sua VERDADEIRA FÉ, não em “diversas fés” (mesmo que “cristãs”)…
    Trocando em miúdos: todas as raças e condições sociais são queridas de Deus, mas uma só fé é a verdadeira, pois o discurso de Cristo é ÚNICO!

    Gostaria de dizer também que não comungo nas mãos de um sedevacantista: meu pároco é padre diocesano, ok? Além de XEROCAR versículos da Bíblia o sr. também é vidente e adivinho para versar sobre a minha vida e meus hábitos dominicais; e suas adivinhações estão erradas ainda por cima…

    “Jesus te ama” – o lema carismático. Não importa só que Jesus me ame, é preciso que EU TAMBÉM AME JESUS, pois Jesus também AMOU o jovem rico, e esse amor não correspondido, como sabemos, não teve fruto…

  27. O uso da citaçao de S. Paulo “Tenet Traditionem” como fundamento do pensamento tradicionalista e um exemplo de falacia logica conhecido como “Non Sequitur”: a conclusao nao decorre das premissas.

  28. Correçao: quem me dirigiu o “fala serio” foi o Armando.

  29. Eis a ´integra do artigo “Tradicionalismo e Subjetivismo”, que citei:
    “Prezada Vanessa, salve Maria.

    A palavra tradicionalismo abriga vários sentidos e várias correntes de pensamento.

    Há um tradicionalismo legítimo: é aquele que procura defender as tradições do catolicismo, seguindo a recomendação de São Paulo: “Tenete traditiones” (Guardai as tradições) (II Thes. II, 14).

    Entretanto, existe uma corrente herética gnóstica que afirma ter existido uma tradição primeva da qual teriam procedido todas as religiões. O Catolicismo seria apenas a corrente que teria guardado uma parte mais completa dessa tradição primeva.

    Esse tradicionalismo é de origem cabalista (cabala significa tradição, e a cabala é a gnose judaica).

    Desse tradicionalismo herético provieram o romantismo e os chamados tradicionalistas cristãos do século XVIII e XIX , filiados à maçonaria martinesista e martinista, dentre os quais o mais famoso foi Joseph de Maistre, que muito influenciou o tradicionalismo católico e romântico, nos séculos XIX e XX.

    No Brasil, influenciados pelo tradicionalismo romântico, surgiram os movimentos da TFP e alguns dos lefebvristas (cismáticos por terem instituído um Tribunal pontifício), assim como os guénonianos do tipo do gnóstico Olavo de Carvalho, e seus discípulos astrólogos.

    O Concílio Vaticano I, ao condenar o fideísmo irracionalista, visava atingir também os erros dos chamados tradicionalistas católicos como Bonnety, Donoso Cortes, De Bonald e Joseph de Maistre.

    O subjetivismo é a doutrina fílosófica que afirma que a verdade é individual. Cada sujeito teria a sua verdade. A idéia do sujeito é que projetaria o objeto .

    A doutrina católica do conhecimento da realidade é objetivista : é do objeto conhecido que a inteligência abstrai a idéia. Para o objetivismo, a verdade é a correspondência ou adequação entre a idéia do sujeito conhecedor e o objeto conhecido. A verdade , por isso, é objetiva e não pessoal, nem subjetiva.

    O subjetivismo atribui a fonte da verdade ao sujeito. Essa doutrina, desgraçadamente, triunfou e se espalhou pelo mundo graças ao triunfo da Revolução Francesa, transformando o mundo num hospício, onde ninguém se entende. Pois, se cada um tem a sua própria verdade, fica impossível haver entendimento. Tal qual na torre de Babel. Tal qual num hospício.

    E o mais paradoxal é que neste mundo em que cada um teria uma idéia pessoal e diferente da realidade — impossibilitando a compreensão mútua — é que mais se fala em “diálogo”. Diálogo de loucos.

    Não é à tôa que no mundo haja, atualmente, tanta confusão, e que ninguém se compreenda.

    Espero que me tenha entendido.

    In Corde Jesu, semper, Orlando Fedeli”

    O que pretendi dizer foi que a citaçao de S. Paulo nao se presta a fundamentar o tradicionalismo Anti-Vaticano II, que defende determinados aspectos da liturgia e da doutrina muito posteriores ao tempo em que foram redigidos os relatos biblicos. Nao da para invocar S. Paulo para defender a liturgia tridentina, que vem muito apos as enciclicas biblicas. Os tradicionalistas radicais, em geral, parecem perceber isso, e normalmente nao recorrem a citacoes biblicas para defender suas teses, provavelmente pelo fato obvio de que suas preferencias liturgicas e doutrinarias. Quis dizer que a tradiçao paulina certamente nao e a tradicao fedeliana. A argumentaçao de Fedeli

    A proposito, Luiz fala-serio e amigos, voces sabem que a Cancao Nova, esta entidade que nega que a Igreja Catolica seja verdadeira, esta para receber o reconhecimento pontificio? Voces ao menos deveriam enviar suas acusaçoes para a Congregaçao da Doutrina da Fe, que e o orgao competente para julgar casos de desvio religioso.

  30. Ao

    Pedro Pelogia

    Teves coragem de criticar uma verdade Bíblica, a Bíblia não é protestante, ela é Católica, a protestante é uma mera tradução que Lutero fez para o alemão, Ele não escreveu biblia nenhuma.

    Jesus disse que o reino dos Ceus, pertence aos pequeninos.
    http://www.bibliacatolica.com.br/busca/01/1/pequeninos
    O que dirá sobre isso ?
    (São Mateus 13,47)
    O Reino dos céus é semelhante ainda a uma rede que, jogada ao mar, recolhe peixes de toda espécie.
    http://www.bibliacatolica.com.br/busca/01/1/reino+dos+ceus

    Não vejo Jesus identificando peixes ou dando nome aos bois, ou dizendo que preto ou branco terá prioridade na salvação, os preconceituosos Judeus sim, tinham a salvação só para eles, mas graças a Deus eles recusaram aceitar o Salvador, e o mataram, abrindo um caminho para nós, que antes eramos apenas gentios, sem direito à salvação.
    Agora, vem voce dizendo, que voce tem as chaves da porta do céu, e voce decidirá quem entra ou quem não entra no céu. Meu caro, pelo que eu saiba, você não é o Papa e muito menos São Pedro, se é que algum deles tem poder para fazer este tipo de escolha.

    Isto não é ecumenismo, é sim “JULGAMENTO FINAL” , creio eu que o verdadeiro JUIZ se chama Jesus e somente Ele pode dizer quem entra e quem não entra no céu, portanto voce esta perdendo tempo com suas discriminações religiosas ou anti-ecumenicas, porque quem fala sobre unidade “…para que todos sejam, assim como nós…” é o proprio Jesus, ou quem diz que tem outras ovelhas que não são deste aprisco, e que precisa conduzí-las também, é o proprio Jesus.
    A quem será que Jesus se refere ao falar sobre esta ovelha perdida “fora deste aprisco”?
    A que tipo de pessoa Jesus se refere ao dizer que a rede pegou peixes de todas as espécies ?
    Talvez seja aquele ladrão, que pendurado na Cruz, recebeu a melhor notícia de todas, “estarás comigo no paraiso hoje mesmo”, espera aí…, não era ele um ladrão confesso, não era um bandido condenado pela lei, não era ele execrado da sociedade, será que era um judeu praticante “Fariseu da alta roda”, não, já sei… ele era um simpatizante do Professor Fedeli, os únicos neste mundo que serão salvos.
    Fico pensando as vezes quem seriam aquelas pessoas reunidas nas ruas e praçãs da cidade, ou aquelas recolhidas nos becos, atalhos e esquinas escuras, que foram indroduzidas dentro da sala do grande banquete do Pai, enquanto que, os Santos, os farizeus, os filhos fiéis, os não prodigos “incluíndo aí os Católicos e os Protestantes”, ficaram de longe chateados, porque o Pai fazia uma grande festa para pecadores e a escória da humanidade, pessoas desprezíveis e sem dignidade. É…, o nosso julgamento sobre o AMOR, precisa de uma boa revisão, os nossos critérios de santidade, perfeição ou de salvação, precisam ser revistos, ou acabaremos ficando todos de fora, com a lampada sem oleo e apagada. (São Mateus 25, 01 a 12)
    Citação para o Junior, ultimo versículo do texto acima.
    (São Mateus 25,12)
    Mas ele respondeu: Em verdade vos digo: não vos conheço!

    Obs. Se quizeres comparar as heresias de Lefebvre, com as de Lutero, verás que Lutero, jamais ordenou Padres ou Bispos tentando Herigir um Igreja propria, nem sequer administram o sacramento da comunhão, é óbvio, porque não, “já que não são sacerdotes ordenados, não podem consagrar o corpo e sangue de Cristo”, heresia seria, sendo excomungados da Igreja, se meterem a ser Sacerdotes, oferecendo um corpo e sangue “no minimo duvidoso” aos fiéis, como Marcel Lefebvre fez.

    Voce comunga o corpo e sangue de joelhos, na mão de um sedevacantista excomungado e vem me chamar de Protestante, por ser a favor da paz e da união dos filhos de Deus, incluindo você é claro.
    Eu não sou Protestante nem seguidor de Lutero, e não serei um seguidor de Lefebvre pelo mesmo motivo, porque ele foi desligado da Igreja verdadeira pelo Papa João Paulo II, que eu considero como um Santo homem de Deus.

    Apenas a imagem de seu beijo no chão deste país já converteu milhões de pessoas, isto eu vi com meus olhos, já os frutos do ódio de Lefebvre, os não Católicos nem evangélicos da França podem lhe testemunhar melhor do que eu.

    Jesus te ama.

  31. [i]NEM PROTESTANTES, NEM CATÓLICOS ENTRARÃO NO REINO DOS CÉUS, MAS TODO AQUELE QUE INVOCAR O NOME DE JESUS SERÁ SALVO, SEJA ELE CATÓLICOOU PROTESTANTE.[/i]

    Pelo nome deste blog, eu achei que comparar o professor Orlando Fedeli com Martinho Lutero visava classificar o professor como HEREGE… Mas pelo que vejo há admiração ecumênica por Lutero aqui…

  32. Isso tá parecendo um site de fofocas !!!

  33. QUANTA BESTEIRA !!!

    Textos sem autores assinando.
    Argumentos sem fundamentação biblica.
    A não utilização de citações dos documentos da Igreja.

    Que Deus tenha Piedade de todos vocês.

    Tenha a certeza de que sempre ireie rezar para que um dis vocês acordem para a verdadeira fé católica, espero que não seja tarde para que isso aconteça.

    Qu nosso Senhor Jesus Cristo os proteja e promova a conversão de todos.

    ASS

    Junior

  34. copia é cópia,
    xerox é xerox,
    como pode ser mentira ?
    É apenas uma cópia xerox idêntica ao original.

  35. Nao seja covarde e mentiroso duas armas preferidas de satanas.

  36. REFERENTE À UNIDADE DA IGREJA.
    *
    LUTERO SE DESVIOU, NÃO RESTA DÚVIDA.
    MAIOR FOI O DESVIO DE LEFEBVRE.
    AMBOS FORAM AFASTADOS DA IGREJA.
    *
    IREMOS CONTINUAR NO ERRO ?
    IREMOS CONTINUAR FORA DA VERDADEIRA IGREJA DE CRISTO ?
    *
    NEM PROTESTANTES, NEM CATÓLICOS ENTRARÃO NO REINO DOS CÉUS, MAS TODO AQUELE QUE INVOCAR O NOME DE JESUS SERÁ SALVO, SEJA ELE CATÓLICOOU PROTESTANTE.
    *
    EM VERDADE, EM VERDADE TE DIGO, QUEM NÃO RENASCER DA ÁGUA E DO ESPÍRITO NÃO PODERÃ ENTRAR NO REINO DE DEUS, POR OUTRO LADO O IRMÃO DO FILHO PRÓDIGO “O FILHO FIÉL” TAMBÉM NÃO ENTROU PARA O GRANDE BANQUETE PREPARADO PELO SEU PAI, PÁRA SEU IRMÃO PECADOR.
    *
    FICOU DE FORA POR SUA LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE, TALVÉZ SEJA O NOSSO CASO, DEIXAREI DE SER SALVO PORQUE JESUS QUER SALVAR UM EVANGÊLICO ? FAZENDO UMA GRANDE FESTA PELO SEU RETORNO À VERDADEIRA COMUNHÃO DA IGREJA..
    *
    A MESMA FRASE CABE AOS EVANGÊLICOS QUE ACREDITAM QUE NÓS CATÓLICOS ESTAMOS PERDIDOS, PORQUE ADORAMOS… “SEI LÁ O QUE”.
    *
    TODOS PODEM SER CONTRA O CV II E SEU FALSO ECUMENISMO, PODEM TAMBÉM FALAR CONTRA PE. JONAS QUE ERRA EM SEUS TEXTOS E DEPOIS OS SUBSTITUE EVITANDO POLÊMICA, EU NÃO TENHO NADA A TEMER, ESTE TEXTO PODE ATÉ SER APAGADO SE ACHAREM CONVENIENTE, MAS DIGO.
    *
    É INÚTIL LUTAR CONTRA A VONTADE DE JESUS.
    *
    PODEM APAGAR TEXTOS POR MEDO DE OFENDER PESSOAS OU DISCORDAR DE TRADIÇÕES, OU ATÉ MESMO EVITANDO MAIORES DIVISÕES HUMANAS.
    *
    MAS A VONTADE DE JESUS PREVALECERÁ !
    *
    NÃO DIGO NADA, NÃO FALO NADA DE MIM MESMO, NEM SEI COMO, QUANDO E ONDE ISTO IRÁ ACONTECER, MAS SEI QUE COM MUITO BARULHO ESTE CORPO SE UNIRÁ E SE TORNARÁ UM GRANDE E PODEROSO EXERCITO CONTRA O MAL QUE ASSOLA ESTE PLANETA.
    EZEQUIEL – 37 -
    *
    NÃO SERÁ FÁCIL ESTA UNIÃO, NINGUEM QUER SE UNIR, PREFEREM PERMANECER CONFORTÁVEIS EM SUAS IGREJAS E DOUTRINAS PURAS E SANTAS ENQUANTO O MUNDO SE DESTROI NO PECADO. SÃO MUITAS AS DIFERENÇAS DAQUELES QUE DIZEM SER CRISTÃOS, COMO SE CRISTO TIVESSE VÁRIAS APARÊNCIAS, COMO SE FOSSEMOS ARTISTAS E PUDESSEMOS PINTAR O NOSSO PRÓPRIO CRISTO DE ACORDO COM MINHA PROPRIA CRIATIVIDADE. A ÚNICA IMAGEM QUE TEMOS DO VERDADEIRO CRISTO “QUE ALGUNS DISCORDAM” É DE UM HOMEM CRUCIFICADO, MARCADAS EM UM PANO COM O PRÓPRIO SANGUE ARRANCADO DE SUA FACE PELOS NOSSOS ULTRAGES, PECADOS E PANCADAS.
    *
    QUEM MATOU JESUS ?
    PORQUE MATARAM JESUS ?
    PORQUE IREI EU CONTINUAR MATANDO JESUS ?
    *
    TODA VEZ QUE ME RECUSO A OUVIR SUA VOZ, SEU DESEJO OU SEUS MANDAMENTOS.
    *
    ESTAREI CRUCIFICANDO-O MAIS UMA VEZ.
    *
    PORTANTO PRECISAMOS OUVIR A SUA VOZ !
    *
    AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI…
    *
    JOÃO 17 .
    *
    PAI, ROGO POR AQUELES QUE DESTE DESTE MUNDO, PORQUE SÃO TEUS, NÃO ROGO PARA QUE OS TIRES DO MUNDO, MAS, PARA QUE OS LIVRE DOMAL…
    ELES NÃO SÃO DO MUNDO COMO EU TAMBÉM EU NÃO SOU, POR ISSO PEÇO QUE OS TORNE PERFEITOS NA UNIDADE, ASSIM COMO NÓS, EU EM TI E TU EM MIM, PARA QUE O MUNDO CREIA QUE TU ME ENVIASTE E ME AMASTE COMO EU OS AMO…
    *
    PAI, SEJA FEITA A TUA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NO CEU …
    *
    SE ORAMOS, SE PEDIMOS…
    *
    PORQUE NÃO VIVEMOS ?
    *
    PESSIMO EXEMPLO PARA O MUNDO, POR ISSO NÃO CREEM QUE SOMOS FILHOS DE DEUS E POR ISSO NÃO BUSCAM OS CAMINHOS DE JESUS.
    *
    PALAVRAS DE JESUS…
    *
    PARA QUE O MUNDO CREIA QUE JESUS FOI ENVIADO PELO PAI, PRECISAMOS EM PRIMEIRO LUGAR SER UM.
    *
    SE NÃO SOMOS UM, O MUNDO NÃO ACREDITARÁ EM DEUS !
    *
    ISTO É FATO E NÃO APENAS UMA PALAVRA.
    *
    MAS PELO QUE PERCEBO AQUI, A GUERRA AINDA IRÁ CONTINUAR POR MUITO TEMPO, E UMA GUERRA SANTA DENTRO DA PRÓPRIA CASA DE DEUS. QUE VERGONHA PARA QUEM EMPUNHA A BANDEIRA DE CRISTO.
    *
    ACASO QUANDO EU RETORNAR ACHAREI FÉ NA TERRA ?
    *
    DÊ SUA RESPOSTA A JESUS, MAS DIGA O PORQUE NÃO !
    *
    PORQUE EU PREFIRO DIZER SIM, CONTRA TODAS AS PREVISÕES APOCALIPTICAS, E DIGO SIM À UNIÃO DOS CRISTÃOS, MESMO QUE SEJA EU, APENAS UM VERMEZINHO, INCAPAZ DE CONDUZIR AS MULTIDÕES RUMO A ESTA VERDADE.
    *
    AFINAL UMA DAS ULTIMAS PALAVRAS DO APOCALIPSE DIZ;
    *
    11. O injusto faça ainda injustiças, o impuro pratique impurezas. Mas o justo faça a justiça e o santo santifique-se ainda mais.
    12. Eis que venho em breve, e a minha recompensa está comigo, para dar a cada um conforme as suas obras.
    FIM
    http://www.bibliacatolica.com.br/busca/01/1/conforme+as+suas+obras.

  37. OLA AMIGOS MONFORTINOS

    SALVE MARIA !

    Não sou o autor deste blog.
    Aliás já respondi para o Carlos o nome dele e onde encontrar este nome, caso queiram, basta ler os comentários.
    .
    Tudo que está escrito aqui é cópia, voces podem perceber isto.
    .
    De onde ? seria então a verdadeira pergunta.
    .
    Do site Montfort seria a resposta, está escrito aí.
    Quem escreve na Montfort ?
    São Muitos, mas percebemos que estes textos são apenas de um deles, aquele que está colorido em destaque na foto acima.
    .
    Basta conferiar as indicações abaixo, até o homenagemfedeli.k6, “anonimo também” recopiou estes textos aqui e colocou em seu site, sem criticar o copiador deste tão criticado blog.
    .
    Wagner Zucchi é fundador do site Montfort, se afastou do mesmo, porque lá não existe união, sendo que Fedeli é o dono absoluto e não aceita opnião de ninguém.
    .
    O caro “copiador” autor deste blog não fala mal de ningém, porque ele nada escreveu, então porque voces acham que ele esta falando mal de alguém, se alguém fala mal de alguém é o proprio escritor que fala de si mesmo, voce irá morrer de dó, quando ele diz que está fritando na fogueira, ou quando sua lucidéz está se esvaindo, talvés quando confessa ser um “sempre errante” e tem mais lá, coisas de morrer de rir se não fosse tão deprimente alguém falar tão mal de si mesmo.
    .
    Vejo que alguém citou o nome de um filho da paixão aqui, falando mal de crente. Veja, eu não sou evangêlico, mas sei que, quem tem uma Igreja desligada da diocese, está desligada de Roma. A qual diocese pertence este “Padre”, citado acima por Lenadro ? Pelo que eu saiba é um Lefebvre Brasileiro com uma Igreja virtual na Internet, não filiado a nenhum orgão verdadeiramente Católico, se for, publique o nome do responsável pelo site que ele possui. Porque ele mesmo puplica a carta que o desliga de sua diocese, e ele mesmo diz que não quer se filiar a nenhuma outra. Logo é o guia de si mesmo e não está submisso a nenhum bispo ou muito menos ao Papa, consequentemente desligado da Igreja católica.
    .
    Imagine se todos os Padres fizessem como ele, seriamos todos um bando de protestantes então, totalmente desorientados.
    .
    Perdoe-me pela minha franqueza.
    .
    In Corde Jesus et Mariae Semper.

  38. Por que este pseudo site é tão mal programado? Quanta besteira junta!
    No início tem-se uma “carta” que mostra a resposta de um suposto ex-integrante da Associação Montfort. A quem?
    Onde estão os nomes?
    Como escreveu o leitor Carlos, quem são vocês?!
    Difamar uma pessoa enseja ação na Justiça, e mostrar a foto de quem quer seja (de forma ostensiva) é odioso.
    A perfídia foi o crime de Judas e vocês são seus seguidores!!!

  39. Olá, irmãos!!

    Gostaria de saber QUEM É AUTOR DESTE BLOG!!!

    NÃO BASTANDO SÓ O NOME, MAS TAMBÉM UM POUCO DE SUA BIOGRAFIA!!

    Isso por que é um forma de dar credibilidade aos artigos que ele escreve aqui!!!

    FAÇO UM APELO: “QUE O AUTOR DO BLOG APRESENTE-SE”!!

    Um abraço!

  40. Ah

    E ia esquecendo, ser ex-membro de alguma coisa não torna seus argumentos válidos e críveis, se assim fosse Judas Iscariotis também poderia difamar Cristo por ter sido antes um dos 12 apóstolos.

    Pax et bonum

  41. Salve Maria

    Este Blog é típico de quem não tem nada o que fazer e se basea em argumentos rasteiros para tentar manter seu ponto de vista. Como disseram algumas pessoas, porque não assinam os textos?

    Conheço alguns sites e blogs que fazem isso e são todos protestantes, um deles é o CACP que costuma utilizar textos sem fontes e artigos sem assinaturas.

    Uma frase do Padre Divino Antônio Lopes aos protestantes também se aplica a este blog “Sua religião é a língua e sua doutrina é a difamação”.

    Pax et bonum

  42. Quem está por trás do site? Por que não assinam os textos?

    do que vocÊs tem medo?

  43. Aí cambada vejam que maravilhoso cala-boca vocês levaram:

    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apoio&artigo=20080511224746&lang=bra

  44. Mons. Jonas Abib nega que a Igreja Católica é a verdadeira

    Mons. Jonas Abib, por conta de seu apego para a heresia protestante da “Renovação Carismática”, anda de mal para pior. Recentemente, houve outro artigo retirado (tornou-se rotina agora) da “Canção Nova” (seita fundada pelo padre) por da tamanha gravidade de seu artigo. O que chama mais atenção é quando refere-se à Igreja Católica: diz que nunca houve a Igreja de Cristo e, além disso, negou que a verdadeira Igreja é a Católica.

    É bom exortar, levado por uma verdadeira caridade cristã, ao padre acatólico e aos membros de sua seita o Mortalium Animos que diz a citação dela de forma dogmática:

    “Aproximem-se, portanto, os filhos dissidentes da Sé Apostólica, estabelecida nesta cidade que os Príncipes dos Apóstolos Pedro e Paulo consagraram com o seu sangue; daquela Sede, dizemos, que é “raiz e matriz da Igreja Católica” (S. Cypr., ep. 48 ad Cornelium, 3), não com o objetivo e a esperança de que “a Igreja do Deus vivo, coluna e fundamento da verdade” (1 Tim 3,15) renuncie à integridade da fé e tolere os próprios erros deles, mas, pelo contrário, para que se entreguem a seu magistério e regime.

    Oxalá auspiciosamente ocorra para Nós isto que não ocorreu ainda para tantos dos nossos muitos Predecessores, a fim de que possamos abraçar com espírito fraterno os filhos que nos é doloroso estejam de Nós separados por uma perniciosa dissensão”.

    Renunciem, pois, a mentira.

    “Carismas precisam se unir para formar Igreja de Jesus Cristo”

    Danusa Rego Lavrinhas, Canção Nova
    Canção Nova

    “Quando tive minha experiência pessoal com o Senhor, através da Palavra, comecei a orar como nunca havia orado”

    Termina hoje o 1º Encontro de Irmãos Evangélicos e Católicos com o tema “Que todos sejam um”. A Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso é a responsável pela organização do evento. Nesta manhã, um dos destaques foi a colocação de Monsenhor Jonas Abib, fundador da Canção Nova, presidente nacional e vice-presidente internacional da Fraternidade das Novas Comunidades, na qual ele deu seu testemunho como sacerdote e fundador. Monsenhor Jonas assinalou que as raízes da Canção Nova estão no movimento dos Focolares, “que tem o carisma da unidade”.

    Cerca de 80 representantes de denominações religiosas do Brasil e de países como Argentina, Inglaterra, Estados Unidos e Itália presenciaram o encontro, entre eles o assessor da CNBB para o Diálogo Ecumênico e Inter-religioso, Padre Marcial Maçaneiro, o presidente internacional da Fraternidade das Novas Comunidades e fundador da Comunità di Gesù (Itália), Matteo Calisi, o presidente da Comissão Episcopal para o Ecumenismo e Diálogo Inter-Religioso, Dom José Alberto Moura, o presidente da Comunhão Renovada de Evangélicos e Católicos (Creces), Jorge Himitian e a fundadora Comunidade Bom Pastor, Dóris de Carvalho, também falaram sobre o tema unidade.

    “Eu posso dizer que fui gerado para Cristo no encontro pessoal com Jesus que tive no ‘berço do carisma da unidade’, ou seja, em uma mariápole, do movimento dos Focolares. E daí surgiu tudo aquilo que Deus quis para a Canção Nova e tudo aquilo que Deus quis com a união dos carismas. Vários segmentos evangélicos são carismas especiais. Precisam se unir para formar a verdadeira Igreja de Jesus Cristo” * , disse Monsenhor Jonas destacando que o esforço pela unidade faz parte de sua missão.

    Em sua colocação, testemunhou desde seu ingresso no Seminário Salesiano, com 12 anos, até os dias de hoje, quando a Comunidade Canção Nova completa 30 anos.

    Monsenhor Jonas ressaltou a necessidade de buscar um encontro pessoal com Jesus e um batismo no Espírito Santo: “Quando tive minha experiência pessoal com o Senhor, através da Palavra, comecei a orar como nunca havia orado na minha vida. Já conhecia a Bíblia, já pregava, e pregava bem, mas era como se as palavras, a partir daquele momento, saltassem daquele Livro. Até hoje eu não sou aquilo que Deus quer, mas não sou aquilo que eu era”.

    Para Padre Marcial Maçaneiro, em Cristo todos nós já fomos reconciliados: “Segundo o Apóstolo Paulo, Jesus nos confia um serviço, o ministério da reconciliação. Quando Cristo nos diz que todos somos reconciliados nele, Ele quer dizer toda humanidade redimida e, ainda mais, os batizados de qualquer igreja cristã. Se uma pessoa é devidamente batizada em nome da Trindade é membro do corpo de Cristo”.

    “Em Jesus nós fomos reconciliados. Precisamos acolher esta graça e colocá-la em prática nos nossos relacionamentos”, acrescentou Padre Maçaneiro.

    Segundo o pastor da Confissão Anglicana, Tony Palmer, as barreiras existem e estão nas doutrinas, nas formas de interpretar a Sagrada Escritura. Entretanto, acrescentou: “Em primeiro lugar devemos entender que somos diferentes mas que, nem por isso, devemos ser divididos. A diversidade é algo belo”.

    * ATUALIZAÇÃO: 10 de maio de 2008:

    A citada seita acima retirou essa frase a substituir por esta: “Precisam se unir para formar Igreja de Jesus Cristo.”

    Há outras passagens, com essa substituição grosseira, em outras páginas na mesma (confira).

    Embora mude a postura agora, não é a primeira vez que a esse pseudo-movimento faz tal coisa. Aconteceu com o artigo polêmico do mesmo padre “A nova vitalidade divina na Igreja”, de 25 de fevereiro deste ano; porém, a grande polêmica realmente ocorreu no ano de 2006, a profanação ao Santíssimo Sacramento , que até hoje gera fúria no mundo católico.

  45. Pedro, fala sério meu, isso esta apenas mostrando que existe a tradição. Por exe: Nós cristãos de hoje seguimos as tradições deixadas pelos cristãos primitivos.

    É isso, e apenas isso.

  46. Vatican II and “the Spirit of Woodstock”

    Christopher Ferrara

    The Gospel calls you to rebuild the original unity of the human family…
    Pope John Paul II on World Youth Day 2000

    And we’ve got to get ourselves back to the garden.
    Joni Mitchell on Woodstock 1969

    INTRODUCTION — National Review Meets Woodstock

    Thirty years ago today, August 15, 1969, the Feast of the Assumption of Our Lady, some 500,000 young people made their way to Yasgur’s Farm in upstate New York to participate in “three days of peace, love and music.” The gathering was advertised as the Woodstock Music and Art Fair, although Yasgur’s Farm was actually located in the nearby hamlet of Bethel. Bethel means “house of God” in Hebrew, but those half-million souls were not seeking God’s house that late-summer weekend. This I know, for I was one of them. Yes, I confess it here and now: I went to Woodstock. Unlike so many of my contemporaries, however, I have no drug-laden past to unbosom. Even in the midst of my youthful wandering from the Church, I never ceased to view the drug culture with utter repugnance. There were no trips to the Aquarian pharmacopoeia for me. Not once. Not even close. Not even at Woodstock. No, my occasions of sin lay elsewhere back then, as they do now. Nor was I interested in any of the utopian nonsense surrounding the event. I was one of those who were “just there for the music,” as the hippie purists rather contemptuously described the children of the suburbs who had actually paid for their Woodstock tickets. And although I was a “serious musician” at the time, pursuing the foolish dream of becoming one of the world’s leading drummers, I had not entirely lost the capacity for right reason. How many avid readers of National Review were there among the 500,000 rock pilgrims at Bethel? I feel safe in saying that I was very probably the only one.

    By the time we got to Woodstock the plans were in place for the destruction of the Roman Rite. Only three months after the festival of “peace, love and music” had ended in Bethel, Paul VI announced the decision that would bring peace, love and music to the Roman liturgy. Five years post-Woodstock I was out of the music business, God having patiently but firmly arranged things so that I would follow a different path. In 1974, my first year of law school, I became fast friends with a Jewish classmate who gave me Malcolm Muggeridge’s Jesus Rediscovered to read. This was the first step on my way back to the Faith—a journey God in His mercy allowed me to make without falling into hell. By 1974 the Age of Aquarius had thoroughly infected post-conciliar Catholicism. Pope Paul had taken to publicly wringing his hands over the rocking and rolling of the Church to a tune for which he himself had counted off the first measure: one, two, three, FOUR, the Latin Mass will be no more.

    Vatican II: An Ecclesial Woodstock

    We should have seen it all coming in the giddy, almost hippie-like locutions of Gaudium et spes. One can imagine Wavy Gravy (a kind of hippie bard who made public announcements from the Woodstock stage) reading various passages from Gaudium et spes, including: “Thus, the human race has passed from a rather static concept of reality to a more dynamic, evolutionary one.” Right on. Groovy. Of course, an evolutionary concept of reality leads inevitably to the negation of any fixed distinction between one thing and another (what Romano Amerio has called “the loss of essences” in post-conciliar thinking), ending in the impossibility of thought itself, which is replaced by a series of phenomenological intuitions masquerading as genuine ideas. Such intuitions are the basic stuff of the post-conciliar novelties. For example, there is the intuition that there can be “Christian unity” without the abandonment of Protestant confessions and the return of heretics and schismatics to the one true Church. This notion is not really a thought as such, for no one can provide an intelligible explanation of how such a thing could be possible; it is a mere feeling that “Christian unity” can somehow be achieved without all Christians belonging to one and the same Church.

    In the evolutionary tenor of Gaudium et spes we see quite clearly the influence of that Woodstockian acid voyager of neo-modernism, Pierre Teilhard de Chardin. Citing a German study of Teilhard’s influence on the Council, the always-helpful Cardinal Ratzinger explained it this way:

    The impetus given by Teilhard de Chardin exerted a wide influence [on the Council]. With daring vision it incorporated the historical movements of Christianity into the great cosmic process of evolution from Alpha to Omega: since the noogenesis, since the formation of consciousness in the event by which man became man, the process of evolution has continued to unfold as the building of the noosphere above the biosphere. [Far out, man!] That means evolution takes place now in the form of technical and scientific development in which, ultimately, matter and spirit, individual and society, will produce a comprehensive whole, a divine world. [Right on!] The Council’s ‘Pastoral Constitution on the Church in the Modern World’ took the cue; Teilhard’s slogan “Christianity means more progress, more technology,” became a stimulus in which the Council Fathers from rich and poor countries alike found a concrete hope . . .[i]

    In short, the influence of the great charlatan induced the Council to say something very much like “this is the dawning of the Age of Aquarius.” Indeed, can it not be said that Vatican II was the Church’s own Woodstock, a kind of ecclesial walk on the wild side, with its own “spirit of Woodstock” which came to be known as the “spirit of Vatican II”? Ratzinger himself confirms this very impression:

    Anyone whose ear is still attuned to the speeches made during the last session of the Council knows how eager the Fathers were . . . to do something for mankind that would be concrete, visible, tangible. The feeling that now, at last, the world had to be, could be changed, improved and humanized—this feeling had taken hold of them in a way that was not to be resisted. After all the surprises (!) that had emerged in the realm of theology proper, there reigned a feeling at once of euphoria and of frustration. Euphoria, because it seemed that nothing was impossible for this Council which had the strength to break with attitudes that had been deeply rooted for centuries; frustration, because all that had thus far been done did not count for mankind and only increased the longing for freedom, openness, for what was totally different.[ii]

    What other council in the entire history of the Church was possessed by such a spirit?

    The Conciliar Spirit of Woodstock

    To our great misfortune, the spirit of Vatican II, unlike the spirit of Woodstock, did not vanish as soon as the event was over. No, it hung around the Church like the last holdouts at Woodstock, who sat dazedly in the garbage-strewn mud-bowl that was Yasgur’s Farm. What are we to make of the fact that more than 20 years after the Council the head of the Congregation for the Doctrine of the Faith was still describing as a “daring vision” the same Teilhardian claptrap about the “noosphere” and “noogenesis” which had been condemned by the pre-conciliar Holy Office? It seems that some Churchmen have never lost their nostalgia for those heady days of “the longing for freedom, openness, for what was totally different.” The silly notions of a theological mountebank like Teilhard are cherished like the vinyl record albums some members of the Woodstock generation still hoard in their attics. But, like the spirit of Woodstock, the spirit of Vatican II has produced no change for the better in humanity—only a huge mess that will take a very long time to clean up.

    The Church’s own version of the spirit of Woodstock persists to this day, prowling about in search of the “new humanity” extolled in Gaudium et spes and the “new advent of the Church connected with the approaching end of the second millennium” proclaimed by John Paul II in Redemptor hominis. The neo-Catholic commentators obligingly keep the restless spirit of Vatican II alive. In the November-December 2000 issue of Catholic Dossier, for example, the neo-Catholic luminary Janet Smith wrote, in all seriousness, that “soon we may see the Church the Council envisioned.” And what Church, exactly, would that be? Smith cannot say, exactly. Neither can anyone else.

    According to Cardinal Ratzinger, writing 13 years earlier, “the real reception of the Council has not yet begun . . . The task, therefore, is not to suppress the Council but to discover the real Council and to deepen its true intention in light of present experience.”[iii] Ah, so in order to find the real Church, which “the Council envisioned,” it will be necessary first to find “the real Council.” And what, exactly, is the real Council? Cardinal Ratzinger cannot say, exactly. Neither can anyone else. But according to the Cardinal, the search for the real Council means that the Church “must relinquish many of the things that have hitherto spelled security for her and that she has taken for granted. She must demolish longstanding bastions and trust solely in the shield of faith.”[iv] Which things, exactly, must the Church relinquish, and which bastions must she demolish? Cardinal Ratzinger cannot say, exactly. Neither can anyone else.

    More than thirty-five years after the Council we are still bobbing in a tempest of ineffable intuitions, passed off as “developments” of Catholic doctrine. At least Joni Mitchell could offer us the clarity of a metaphor when she sang of bombers turning into butterflies “above our nation.” What can the connoisseurs of post-conciliar ambiguity offer us for a vision of the future? Not even a metaphor.

    The Phenomenology of World Youth Day

    The spirit of Vatican II goes on and on in search of some epochal manifestation of itself, a kind of lost soul in search of its body. Since 1985 we have been told that the World Youth Days the Pope invented are just such a manifestation. At World Youth Day 2000, Cardinal Stafford pointed to the throngs of youngsters gathered in Saint Peter’s Square and declared: “Here are the children of Vatican II!” Here indeed they are. But how many of these “children of Vatican II” could answer correctly ten basic questions about the Catholic faith? And how many of the “children of Vatican II” from the first World Youth Day in 1985 are practicing the faith today, including the Church’s teaching on marriage and procreation, now that they have reached adulthood? Such questions do not trouble the promoters of these spectacles. For them, the emotion engendered by cheering crowds who make the Pope happy is sufficient evidence of ecclesial well-being. Stafford’s gushing over World Youth Day 2000 is typical of this mentality:

    As Pope John Paul II looked out at the vast throng of joyful youth, hearing their shouts of “Viva il Papa” and “Giovanni Paulo” and “JP II, we love you!” ringing in the air—everywhere they gathered with the Holy Father—no wonder he wiped tears from his eyes, swayed with the young as they sang, waved his arms in the air, and let a glorious smile break through, again and again. Here he saw, before his very eyes, the fulfillment of the words of Vatican II to the young, in its blossoming and growth (since the first World Youth Day, over 15 years ago).

    So, an ephemeral outpouring of mass sentiment from a boisterous crowd is “the fulfillment of the words of Vatican II.” The crowd sways. The Pope sways with them. All is well. The phenomenon of feelings is the fruit of Vatican II. All empirical evidence of the actual condition of the Church is ignored in favor of a phenomenal event.

    It is not merely facile to say that World Youth Day is the Catholic version of Woodstock. We have heard the same extravagant claim for both events: that the world can be changed for the better if only vast numbers of young people—just because they are young—can be gathered together in one place for the promotion of love and peace. Cardinal Stafford, quoting one youngster, enthused that WYD 1997 in Paris was nothing less than “a revolution of love.” But the “revolution of love” in Paris was evidently not accompanied by a revolution of honesty. According to the Catholic World News service (CWN)) the French bishops’ conference was left with $5 million in debts because only about 100,000 of the 500,000 participants in WYD 1997 paid the registration fee.[v] Oddly enough, the proportion of gatecrashers at Woodstock was about the same. As Bishop Michael Dubost complained: “I see many of the youngsters buying T-shirts, Coca-Cola, and numerous unnecessary objects, but not [registration] badges which shows they are not prepared to help.” Neither was this revolution in love accompanied by a revolution in generosity to the Church. A collection taken up from the 1.3 million people who attended the Pope’s outdoor Mass at a racetrack yielded $330,000—an average of 33 cents per congregant. The same people undoubtedly expended vastly more money for Parisian souvenirs.

    Nevertheless, WYD ‘97 was pronounced a “papal triumph” by CWN. Had not the Pope attracted a huge, cheering crowd? What is more, “400,000 young people took to the streets of Paris, spreading out across the roads, and at precisely 10:50 am joined their hands in a human chain that stretched over twenty miles.” What was the point of this human chain? According to CWN, the chain faced away from the center of Paris because “the organizers had sought to demonstrate the commitment of young people to be ‘open to the world,’ and a press statement explained that this was ‘a symbol of friendship, of gathering, and an overture to the five continents–a universal appeal for peace.’” Openness to the world, friendship, gathering and peace. Secular aims for what was, in essence, a secular festival. As CWN notes: “Tolerance was also the theme of the papal message on Saturday. In the morning at the church of St. Etienne du Mont, speaking to delegates of the World Youth Day crowd—representing the 140 countries which sent contingents to Paris—the Pope said: ‘The Spirit of God sends you forth, so that you can become, with all your brothers and sisters throughout the world, builders of a civilization of reconciliation, founded on brotherly love.’” Nothing too terribly Catholic there. The crowd at Woodstock would have eaten it up.

    The Kingship of Christ Forgotten

    Of course, this “civilization of reconciliation” does not mean anything like the Catholic social order presented as the ideal in the teaching of the pre-conciliar Popes. That ideal has been replaced by something quite different. As the Pope would later observe in his Message for World Day for Peace 2001:

    Dialogue leads to a recognition of diversity and opens the mind to the mutual acceptance and genuine collaboration demanded by the human family’s basic vocation to unity. As such, dialogue is a privileged means for building the civilization of love and peace that my revered predecessor Paul VI indicated as the ideal to inspire cultural, social, political and economic life in our time…. The different religions too can and ought to contribute decisively to this process. My many encounters with representatives of other religions—I recall especially the meeting in Assisi in 1986 and in Saint Peter’s Square in 1999—have made me more confident that mutual openness between the followers of the various religions can greatly serve the cause of peace and the common good of the human family.

    There is no question here of making converts of the followers of other religions in order to save their souls, nor any mention of Our Lord’s admonition about the consequences of the world’s rejection of His Gospel and His Church: “Do not think that I came to send peace upon the world: I came not to send peace but the sword.” (Matt. 10:27) Also forgotten is the teaching of Pius XI in Quas Primas that there can be no peace worthy of the name without the Social Kingship of Christ over every man and every nation. That is not what World Youth Day and the “civilization of love” are all about. That is not the program of the post-conciliar Vatican apparatus.

    Yes, World Youth Days are filled with exhortations that young people who are already baptized Catholics “follow Christ,” but only in the context of a pan-religious brotherhood in which the beliefs of others are respected and even admired, not viewed as forms of darkness from which souls must rescued. And yes, there are outdoor Masses with pop-rock liturgical music, and an opportunity to go to confession, whereas Woodstock was simply and only a pagan festival. But trendy Mass liturgies and even confession can be had at any local parish. Clearly, it is not these things which draw the vast World Youth Day crowds. The rock music, the camaraderie, the chance to be close to a great celebrity—the Woodstock of it all—are what attract so many of the same youngsters who would, with equal alacrity, attend a performance by Britney Spears, Nine Inch Nails or the out-of-retirement Black Sabbath.

    The Sacrilege of Pop Catholicism

    There is great danger in this use of pop culture to entice Catholic youngsters to attend huge festivals in faraway places. Putting aside the Woodstockian temptation which arises when thousands of immodestly clad teenage girls are thrown together in a bivouac with thousands of teenage boys, there is the incalculable potential for sacrilege. Gerry Matatics attended WYD ‘93 in Denver. The enactment of the Stations of the Cross with a woman in the role of Jesus was nothing compared to what he saw at the outdoor papal Mass:

    We had camped out the night before on the ground to be sure that we would have a place for the papal Mass. We all had grimy faces and ‘sleeping-bag’ hair. The assisting priests who were to distribute Holy Communion, implementing enculturation, accommodated themselves to the heat and humidity by wearing tee shirts, shorts, flip-flops and baseball caps along with their stoles. Priests similarly attired were listening to confessions beforehand.

    The crowd had been roped off into quadrants, about a hundred of us in each one. When the time came for reception of Holy Communion I knelt at the front of my little quadrant in an attempt to receive the Sacred Host my knees. Hosts were being distributed from big, shallow bowls that could have been used for punch or potato chips. People were reaching over each other’s shoulders to grab the consecrated Hosts from the priests. I saw Hosts falling into the mud, where they were being trampled on. I reached forward and rescued as many as I could and consumed them.

    I had been going to the Tridentine Mass since the Fall of 1992 and the Novus Ordo on weekdays. At that moment I realized that if this kind of sacrilege could occur at a papal Mass because of the Novus Ordo rubrics, I could no longer be a party to the new liturgy. It was the last Novus Ordo Mass I ever attended.

    Michael Matt offers testimony perhaps even more horrific: “At the outdoor papal Mass in Des Moines during the papal visit of 1980, consecrated Hosts were being distributed from cardboard boxes. A group of Hell’s Angels was given Holy Communion in the hand. I saw them washing down the Body of Christ with cans of beer. I was only a child then, but I will never forgot that awful sight as long as I live.” (The practice of communion in the hand ensures that even the papal Masses in Saint Peter’s Square will result in sacrilege, including the spiriting away of Hosts by Rome’s many Satanists.)

    At Woodstock, thousands of people (myself included) degraded themselves by lying in the mud for the sake of rock music. But we did not watch God Incarnate fall in the mud and trample Him under our feet. The Hell’s Angels were at Woodstock, and they drank a lot of beer, but not as a chaser for the Body of Christ. Sacrileges unimaginable in 1965, even at Woodstock, are now commonplace on the Pope’s endless road trip in search of the civilization of love, the new humanity and the new Advent of the Church. One must ask how any alleged spiritual good from these events can possibly outweigh the mounting insults to God which their very structure engenders. Who will make reparation for these sacrileges, heaped upon all the others made possible by the post-conciliar “reforms”?

    The grotesque attempt to fuse Catholicism with pop culture, to make a Woodstock of the faith, is perhaps a last desperate struggle by the spirit of Vatican II to find a place where it can be seen to live. Everywhere in the Church the awful experiment is being tried. The Pope has allowed his personal (and suitably non-denominational) prayers to be recited on mass-marketed CDs by the likes of Britney Spears and the lead singer for Aerosmith, a Woodstock-era band still plying its trade on the concert circuit. The Pope’s life has been made into a comic book which he heartily approves. (“Karol, Karol, look out!,” shouts one of Wojtyla’s friends as he runs after a soccer ball with an opposing player in hot pursuit.) There is even a Vatican-branded VISA card (raising an interesting question about the application of Church teaching on usury). The Woodstock of the Faith is now complete with merchandising tie-ins.

    Catholicism for Morons

    In America the fusion of Catholicism and pop culture has already reached its absolute nadir. One of the most striking recent examples to come my way is a magazine called Envoy, whose editorial policy seems to be that Catholicism must be pitched to the level of a moron in order to be attractive to young people.

    Envoy’s website has an animated cartoon that must be seen to be believed: It begins with a 98-pound weakling, a Catholic named Joe, being confronted at the beach by a Protestant Bible-thumper, who kicks theological sand in Joe’s face by quoting Scripture passages to support his attacks on the Catholic Church. Having been embarrassed in front of his bikini-clad girlfriend (who is lounging on the sand with her belly-button in view), Joe goes home and bones up on Envoy magazine. We next see Joe in front of a mirror admiring his now-massive physique, covered only by a pair of bikini-briefs, and exclaiming: “Boy it didn’t take me long to brush up on my catechism. Now I have a deeper understanding of my Catholic faith, and a deeper faith too!” (Joe’s deeper faith apparently does not include any sense of modesty.) In the next panel Joe is back on the beach quoting Scripture to the Protestant bully, as his bikini-clad girlfriend (still lounging on the sand and displaying her belly button) exclaims “Wow!” The strip concludes with the girlfriend rubbing up against Joe and clutching his brawny bicep as she oozes: “Oh, Joe, you make me proud to be a Catholic.” In the background, another bikini-clad girl lounging on the beach says: “What a masterful grasp Joe has of the truth and beauty of the faith.” To which her boyfriend replies: “He’s an Envoy reader.”

    Envoy is in trouble. The website reports that Envoy cannot survive unless it immediately obtains 50% more subscribers. That is hardly surprising. Envoy can be expected to fail, along with the entire post-conciliar venture of debasing the Faith in a vain attempt to make it more appealing to an unbelieving world. The same lack of subscribers is what plagues the Church throughout the world today. For those who now govern the Church have renounced the divine aloofness which makes Our Lord Himself, and thus His Church, so attractive to the world-weary soul in search of the narrow road that leads away from this place to eternal beatitude. Yes, Our Lord entered the world to be a friend to His fellow man, a friend par excellence. But that friendship is premised on obedience to Him who is our King as well as our friend. And who would dare to slap this Friend on the back as one would some merely earthly companion!

    A Contemptuous Familiarity

    The post-conciliar program of “openness to the world” is precisely an invitation to backslapping familiarity with the Bride of Christ: See? The Church is your friend. The Church can speak your language, after all. After so many centuries of preaching to you, the Church now wishes to understand you and dialogue with you. The Church has come to recognize your good faith, even if, in the exercise of your religious liberty, you choose not to believe. The Church no longer wishes to address you from on high or to frighten you with the prospect of God’s eternal punishment. The Church now wishes, instead, to accentuate the good in all people, all cultures, and all religions. Look!, we have provided music and festivities for everyone, and even a new liturgy that will be more to your liking should you care to join us. Come, link your hands with ours in the human chain of peace, along with the members of every religion or no religion at all. Oh, and yes, we do invite you to consider the Gospel of Christ, which we now, at last, present to you in a non-threatening, less “ecclesiocentric” way. For the Church has discovered, after many centuries of presuming the contrary, that all or most of you are following the one path of Christ in your own way, whether you know it or not. Let us proclaim to you the good news of your salvation.

    And the world replies: Since you are now open to the world, to the good in all religions, to different points of view, since you no longer threaten us with hell if we reject what you teach, since you say that we are in good faith, why must we listen to you? And what, in the end, do we really need you for?

    Conclusion

    In 1973, four years after he had authorized the sacking of the Roman Rite, Paul VI gave a speech in which he lamented that “the opening to the world became a veritable invasion of the Church by worldly thinking…. We have perhaps been too weak and imprudent.”[vi] As the Church continues to suffer through its self-inflicted Woodstock, we can say that the “perhaps” in Pope Paul’s remark ranks among the greatest understatements in human history.

    The Church will survive this crisis, just as she has all the others. And even in the midst of it there remain islands of sanity, many within the Church’s official structure. These havens of Catholic calm and sacrality remind me of the very ample tent in which my Woodstock companions and I were able to offer shelter and food to a starving hippie, who had crawled under the tent flap to escape a driving rain in the middle of the night. “Thank you, man,” he said. Thank you, God, we say, in gratitude for the spiritual food and shelter we find in those few places where one can still worship as our fathers did, in peace and dignity, and pass on to one’s children an unreconstructed Catholic faith.

    History demonstrates that the Church’s human element is all too fallible; yet it always learns from its mistakes and moves on, having undergone a true reform like that which followed the Council of Trent. The human element of the Church will outgrow its Woodstock, just as most members of the Woodstock generation managed to outgrow theirs. The post-conciliar debacle—which began in earnest, fittingly enough, in the year of Woodstock—will pass into history and assume its proper place and proportion in the scheme of things. Just as the “summer of love” in 1969 ended with fatal drug overdoses and the killing of rock fans at other rock festivals, so will the oft-mentioned but never seen “civilization of love” end in nothing but death and disillusionment over the false promise of world peace without submission to the Prince of Peace. The “opening to the world” at Vatican II will be remembered, if at all, with the mortification its ruinous results have warranted.

    How much longer the Church’s mortification will go on, only God knows. After all, Our Lord deigned to suffer the ultimate mortification of public execution on a darkening hill before He raised Himself from the dead in a blaze of heavenly light. Whether we have passed the point of the Church’s crucifixion in this crisis cannot be determined; for all we know, we have yet to reach Golgotha. What sustains us now is the certain knowledge that there will, in time, be a resurrection, a setting aright of all that has gone wrong in the Church. Lord, may we see it soon.

    ——————————————————————————–

    [i] Ratzinger, Joseph. Principles of Catholic Theology. Ignatius Press: San Francisco (1987), p. 334.

    [ii] Id., p. 380.

    [iii] Id. at 391.

    [iv] Id.

    [v] CWN report, August 26, 1997.

    [vi] Address of November 23, 1973, cited in Iota Unum, pp. 9-10.

  47. “THE VILE KISS OF JUDAS PRIEST, THE NOVUS ORDO AND COMMUNION IN THE HAND”

    Nothing goes together so clearly as the philosophy of liberal Protestantism and the “Novus Ordo Missae” liturgy with communion in the hand. This is so very basic to any notion of false charity and how these two heretical views of Christianity share in their so-called worship of God.

    The betrayal of Christ by Judas Priest is threefold and the second tier of this disgraceful sacrilege, which we will consider now, is the missing presence of Judas Iscariot when all the rest of the apostles and Christ were deep in prayer in the Garden of Olives. This was the second biblically noted event in Judas Iscariot’s life: his absence from Christ’s side with the other apostles when Our Lord was so deep in the contemplation and prayers of His Passion, just before His Way of the Cross and Crucifixion. This again, was a remarkable event in the life of Judas Iscariot, this willful and voluntary absence from the side of Christ, His Savior, when Our Lord and Savior was deep in the prayers of His Passion.

    This cold calculating indifference towards Our Divine Lord and His Holy Presence by simply ignoring Him at prayer, especially His prayers acknowledging His imminent Passion and Death, lives in our own times, most notoriously, in liberal Protestantism and liberal Catholicism of today.

    As a matter of fact, there are virtually no differences between these two extreme realities of modern day Christianity, save the former does not claim to be part of the Orthodox Roman Catholic Church while the latter, mistakenly, does. Both betray Christ: one overtly, the other covertly.

    How can these two seemingly irreconcilable faith realities be so much akin? Their shared bias stems from the “Novus Ordo Missae” liturgy and its general proclivity to avoid at all costs the salvific themes of suffering, repentance, and one’s own sinfulness– whether of priest or people in the Mass– thus causing all its adherents to ignore, like Judas, Christ at prayer in the Garden as He contemplated His Passion and Death. And this is the very essence of liberal Protestantism which also avoids entirely, like Judas Iscariot, any connection whatsoever with a prayerful acknowledgment of these salient themes of Christ’s Passion and Death: one’s own sinfulness, the sufferings of Christ, or a need for any kind of repentance whatsoever.

    The betrayal of Christ by modern day liberal Protestantism is much more overt than the “Novus Ordo Missae,” for it avoids altogether any official liturgical prayer like the Mass which renews totally and completely Christ’s sufferings and death for our sins– something the Reformers threw out centuries ago– the most holy sacrifice of the Mass.

    But while the betrayal of Christ in His prayers in the Garden of Olives is more overt for Protestantism in its resemblance to Judas Iscariot, “The Novus Ordo Missae’s” similarity to Judas is more covert because of its noteworthy avoidance of the penitential in what is supposed to be a Mass renewing Christ’s Sacrifice for our sins in His Passion and Death. How clear and well known this reality is to all orthodox Roman Catholics today, especially in the last forty years of Vatican II theology and ritual where the Mass has become a veritable celebration of Christ and one’s worthiness to eat and drink at the table of the Lord. References to personal sinfulness of priest and people are so downplayed in the “Novus Ordo Missae,” if not entirely unrecognizable whatsoever, that it is a kind of afterthought. Betrayal whether covert or overt is nevertheless betrayal, a sin that Christ did not deal delicately with in His strong condemnation of Judas Iscariot’s treachery.

    This egregious betrayal by Judas Iscariot of Our Divine Savior by being absent when Our Savior was deep in prayer during His Passion in the Garden of Olives for the sins of the world is just what we see in the “Novus Ordo Missae” and Protestant worship services, a tragic flaw that glaringly inhibits the flow of salvific graces into one’s soul for the forgiveness of sin and salvation of one’s immortal soul. For if the Mass avoids the immolation of Christ’s Sacrifice for sin on the Cross, as the liturgy of the “Novus Ordo Missae” clearly does, as well as a strong vocal need for one’s own personal immolation or repentance for sin with it, then the Eucharist becomes nothing more than a praise banquet of feel good religion devoid of sacramental legitimacy and grace. The wanton removal in the “Novus Ordo Missae” after Vatican II of repeated supplications to the saints in various litanies that for were present for centuries in the traditional “Missa Latina Tridentina” for the forgiveness of our own sins as well as the priest offering, is exemplary of the rotten fruits of the New Mass and its desacralized liturgy. The upshot of this liberal liturgical innovation was the cataclysmic loss of graces to the Catholic Church and the world. Nothing more provokes the wrath of Almighty God than an unrepentant heart if we witness the stringent language of the fifty-first psalm:

    “Make me hear rejoicing and gladness, that the bones you have crushed may revive. From my sins turn away Your Face and blot out all my guilt. For in sacrifice You take no delight, burnt offering from me you would refuse, my sacrifice, a contrite spirit, a humbled, contrite heart you will not spurn.”

    And this truth of the missing repentant heart theme in the “Novus Ordo Missae” again becomes shockingly evident in the removal of this critical Catholic language of repentance for sin from the prayers at the beginning of the New Mass, that have always been present in the “Missa Latina Tridentina”:

    “May the almighty and merciful Lord grant us pardon, absolution, and remission of our sins. Amen.”

    Over and over again the prayers of the repentant heart theme come forth with alacrity in the “Missa Latina Tridentina” in the very same way that Our Divine Master and Teacher explained how a contrite heart should be the way to pray always in His great comparison of the publican and the pharisee who were praying in the Temple: the publican was heard by Almighty God because he begged for mercy for his sins, while the pharisee was ignored because he boasted of his personal righteousness and no need for repentance before God. Everywhere, the language of the repentant heart theme is so evident in the “Missa Latina Tridentina”: the priest’s humble supplication in his own personal “Confiteor” for sin at the beginning of Mass, his intense sorrow for sins innumerable at the Offertory, his begging the Blessed Trinity for forgiveness of sin by means of the saints meritorious intercession at the end of the Offertory, the huge litany of the saints in the Canon to remove his sins and ours through the saints’ merits and prayers, and his resolve at the end of the Mass to avoid all sins with a pure heart after eating and drinking Christ’s Body and Blood in what is clearly a firm resolution or firm purpose of amendment to not sin again. Thus the repentant heart theme is intact throughout the “Missa Latina Tridentina” while it is virtually nonexistent in the “Novus Ordo Missae”. This is why the “Novus Ordo Missae” for the past forty years, since its inception, is not– clearly not– an efficacious prayer that merits the effusion of graces from Almighty God’s benevolent hands to humanity. And this is why Satan has had free reign on souls in a reign of terror of sexual sin, contraception, divorce, pornography, and homosexuality, the likes of which the Church and the world have not witnessed before, with the creation of the New Mass.

    The inevitable result of all this betrayal of Christ in His Passion and Death is communion in the hand, and the notion that “I am worthy, O Lord to enter under Thy roof. You need say no word for my soul to be healed.” These are unmistakably the words of Judas Iscariot, the betrayer who saw no sin in himself for exchanging Christ’s life for thirty pieces of silver by being absent at Our Lord’s prayerful Passion as do many millions of apostate Catholics who rationalize no need for repentance in their souls or see any reason why they ought to attend the Holy Sacrifice of the Mass. Moreover, they see no need, either, to imbibe the everlasting fruit of the Most Holy Eucharist or heed Christ’s powerful words: “Unless you eat My Flesh and drink My Blood, you have no life in you.”

    No one can doubt the graces Judas Iscariot lost by failing to be present in the Garden of Olives to pray in Our Lord’s Infinite Presence, an opportunity given to only twelve very special beloved souls in all of human history, to pray with Christ Our Lord Himself, of which Judas Iscariot was one of the cherished. Likewise who can doubt the harsh reality of millions of souls of former Catholics, baptized and confirmed in the one true faith and who have eaten the precious Body of Our Lord but have turned on Him just as Judas did for the thirty pieces of silver that the world has to offer. Indeed, they are the very same crowd, therefore, who said to our divine Savior two thousand years ago: “This is too much to take, eating His Flesh and drinking His Blood” and who, forthwith, departed forever.

    This egregious betrayal of Our Lord’s food of the Eucharist is the very essence of liberal Protestantism as well as liberal Catholicism with a multitude of souls that are dead; dead because they are too attached to the things of this world, their own sins, and their own pride to truly participate in the sacrifice of the Mass and repent and are, therefore, starving for lack of nourishment of Christ’s Precious Body and Blood.

    This second betrayal of Judas Iscariot includes also the lost graces of those Catholics who could attend Mass more often and choose not to, for an assortment of worldly reasons that more often than not represent the attractions of the thirty pieces of silver.

    The graces lost for those souls who could be daily communicants, and choose not to for ephemeral reasons, are no different than the graces Judas could have had for his own overflowing happiness in the hereafter; graces Our Divine Good Shepherd of all souls offered him again and again, even up to the very last minute of Judas’ betrayal: “Do what you are going to do, friend.” These words were uttered by Jesus Christ just before Judas Iscariot gave his infamous kiss to his Savior. Our Lord left the door wide open to His Everlasting Love without any condemnation, by calling Judas ‘friend’, but at the very same time allowing for the free choice of Judas and every individual. But Judas, like all liberal Protestants and liberal Catholics wanted nothing whatsoever to do with the word ‘repentance’. Just as the pharisee praying in the temple asked not for ‘forgiveness’ for his sins, so is the fate of all liberal Catholics and liberal Protestants who have no need to repent or pray for such repentance. Our Lord’s own words will condemn them: “Only one went away from the temple that day justified.” Graces lost are graces lost forever, for we “did not know the time of His Visitation.”

    j hughes dunphy

  48. “False Charity and Novus Ordo Mass”

    How dangerous the diminution of worship from the sacred, profound Presence of Almighty God to a pedestrian, egalitarian view of God as just another social worker who leads us all on a social worker mission to improve the world, whether for peace, liberation, or feeding the hungry of the world. This has been the popular scenario since Vatican II, social justice programs of all kinds. However, when they do not preach conversion to Christ in so many of these pie-in-the-sky church programs; they can quickly become exercises in political skulduggery with the winner getting the most money from the government for your organization’s pet social project.

    We have watched the regal and stately worship in the Catholic Church of the 50’s and 60’s before Vatican II descend from the charitable assumption presumption of Christ’s sacrificial love to a worldly secularized lovism for neighbor as our goal of worship with endless declensions that falsify and profane our charity and love of God more and more: stripping the churches, dressing casually for Sunday Mass, discontinuing personal prayer books, turning the altars around to face the people, removing religious symbols, having the Mass in the vernacular and– most uncharitable of all–removing the tabernacle from the summit and center of all Catholic Churches, truly the false kiss of the false love of a Judas priest. If one doubts the perils of the Protestant social gospel in America and its deleterious affect on the Roman Catholic Church, consider only the diminution of all the Catholic moral issues of late in this land (fornication, divorce, abortion, and homosexuality and sterilization) and the adoption of these popular protestant causes so embracingly by the Church.

  49. Num artigo denominado “Tradicionalismo e Subjetivismo”, Fedeli recorre a uma citação de S. Paulo aos tessalonicenses: “Guardai as tradições”. O estranho é invocar tal citação bíblica para fundamentar a defesa de um missal que entrou em vigor 1500 anos depois de tal epístola ter sido escrita. S. Paulo estaria pensando, qdo. falava de tradição, no missal de Pio V, no catecismo de Trento, nos confessionários de madeira trabalhada?
    O que mais me impressiona é que a USP tenha dado diploma de mestre em história a alguém que escreve coisas desse tipo.

  50. Acho que o Olavo define bem a categoria deste homem:

    É preciso ser totalmente desprovido de discernimento espiritual para não perceber que, desde os tempos em que conspirava para arrebatar a liderança da TFP ao falecido Plínio Correia de Oliveira, o sr. Fedeli é movido por uma única paixão: a superbia, a libido dominandi de um chefe de seita.

    De fato não preciso responder-lhe mais nada, Orlando Fedeli, exceto que você é um farsante, um santarrão, um aproveitador da boa fé de seus discípulos e, em toda a linha, uma mentalidade perversa de sectário.

    Seu intuito declarado de destruir uma reputação e os meios desonestos que põe em ação para esse fim não apenas são indignos de um homem da Igreja mas estão abaixo até do que a moral laica permite a um intelectual mundano.

    Olavo de Carvalho
    http://www.olavodecarvalho.org/textos/fedeli2.htm

  51. Salve Maria

    olá Carlos Lemes, Leitor Crítico.

    Sou Eu seu Grande amigo Carismático, O nome de Nosso amigo está ao lado do seu e também do meu
    voce sabe bem onde, logo que falamos sobre o mesmo assunto no wordpress, aliás tudo que tem aqui, é copia e um unico autor que se chama Orlando Fedeli, aliás no seu blog tambem tem muitas cópias das cartinhas dele, não entendi porque voce não gostou dessas que estão copiadas aqui, que são as melhores de todas.
    Seu Amigo Marcio também colocou uma voz falando barbaridades e disse que era um Católico Romano.

    OS CREDITOS DESTAS PÁGINAS SÃO TODOS
    MÉRITOS DO PROF. ORLANDO FEDELI, O UNICO CAPAZ DE PRODUZIR PÊROLAS TÃO VALIOSAS.

    Jesus te ama.

    In corde Jesu Semper.

  52. http://www.homenagemfedeli.k6.com.br/

  53. Re: Cartaz blasfemo de Nossa Senhora com o Menino Jesus
    Escrito por: catolicapraticante (IP registado)
    Data: 17 de Junho de 2006 10:49

    Obrigada Maria do Rosário pelo teu contributo para que as pessoas se apercebam dos delírios dessa seita.

    E se ainda restassem dúvidas sobre a associação Monfort basta ler:

    “O seu líder, o ex-teólogo Orlando Fedeli, pertenceu à cúpula da cismática TFP ( Movimento integrista de extrema direita) .
    Durante muitos anos foi “o braço armado” do bispo Lefebvre até a sua ruptura com Roma. Após a excomunhão do bispo francês ele fundou a Associação Cultural Montfort. Anos mais tarde deixou a teologia e casou-se com uma aluna sua, 30 anos mais jovem. A excomunhão de seu mestre, o bispo francês, deixou nele profundo ressentimento contra a Igreja de Roma. A maçonaria e o gnosticismo dentro da hierarquia romana é seu tema preferido.

    Seus métodos de atuação variam desde distribuição de revistas nas ruas, palestras, programas de rádio e um muito conhecido site.
    Hábil escritor, no ano de 2002 o seu sistema de trabalho foi desmascarado no Brasil mostrando como “as milhares de cartas” de seu site eram de sua autoria”.
    [amigos-montfort.awardspace.com] – foi tirado do ar

    Bem, eu não diria que é um hábil escritor….

  54. VEJAM SÓ!

    AQUE QUE TRAI OS PROPRIOS COMPANHEIROS
    NÃO TRAIRIA TAMBÉM A IGREJA.

    OS AMIGOS SÃO AQUELES QUE SÃO CAPAZES DE ABRIR NOSSOS OLHOS QUANDO NAÕ CONSEGUIMOS ABRÍ-LOS SOZINHOS.

    OUÇA A VOZ DE SEUS AMIGOS FEDELI E VOLTE PARA A VERDADEIRA IGREJA QUE TEM 2008 ANOS DE HISTORIA E NÃO APENAS 1935 ANOS.

    JESUS AINDA TE AMA.

  55. Salve Maria

    Caros,

    Gostaria de saber quem é o responsável pelo blog, pois dentre vários artigos aqui dispostos não existe nenhum assinado por alguém que se diga responsável por este espaço.

    Portanto fica a dúvida, como dar crédito a quem não se apresenta.

    Pois difamar pessoas sem se apresentar é um ataque covarde e ridículo.

    Carlos Lemes
    http://leitorcritico.wordpress.com/


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